Trauma Longínquo
Capítulo 91: Não Tente Fugir
[8 Anos Atrás]
A sala do trono ficou com um clima pesado enquanto Lumakina sorriu em zombaria para Abatharon.
Passos! Passos!
Quando ele avançou em direção dela fazendo seu corpo alto e forte se distorcer com a velocidade uma chama negra queimou sob sua face, pra no fim se moldar em uma máscara negra cobrindo apenas seus olhos com as pupilas roxas destacadas.
Cortando a distância até Lumakina os pilares cor de creme da sala passaram pelos cantos da visão de Abatharon totalmente borrados.
O corpo de Abatharon se destorceu em um tipo de líquido preto criando uma grande cúpula tão escura quanto qualquer abismo e então se expandiu ao redor da rainha de Zykron.
— Então essa foi a sua decisão, que tolinho. — Lumakina riu olhando para cima enquanto a cortina negra pulou sob ela engolindo-a em escuridão.
Dessa cúpula uma sombra escorreu para o chão e subitamente moldou-se numa silhueta até emergir formando o corpo de Abatharon novamente. Isso tudo se revelou como o grande triunfo de seu Vitalis desde o dia em que ele o obteve.
— Morra diante da Prospopoeia, Lumakina!
Foi então que...
Splash!
Num piscar de olhos, em um mero instante.
— Urgh! O-o que? — Sangue saiu da boca do cavaleiro musculoso, seus olhos púrpuros se arregalando.
“Ela se moveu? Como ela explodiu a cúpula que fiz com minha sombra? A Prosopopoeia nunca falha, é como uma máscara, pode se moldar em qualquer coisa!”
Questionamentos repentinos de desordem e confusão se formaram na mente do cavaleiro, entretanto já era tarde.
— Uau muito bom, muito bom.
A voz da mulher diante dele parecia calma e ao mesmo tempo zombeteira quando seus cabelos escuros e curtos balançaram com seus braços se levantando levemente ao bater palmas para ele.
“Desgraçada!”, Abatharon cerrou os dentes antes de se apoiar em um dos joelhos sob o tapete vermelho que se estendia pelo piso xadrez até o trono atrás de Lumakina.
Uma dor ardente latejava no estômago do cavaleiro, ele não queria olhar o estrago que havia em seu abdômen porque sabia que era um ferimento sem chance alguma de cura apenas pela correnteza de dor descomunal pulsando.
— O-o que você fez? Como fez isso?!
— Hoooh. — Lumakina fez um som suave como se estivesse satisfeita depois uma grande refeição antes de se aproximar do traidor ajoelhado. — Eu não faço nada, na verdade nunca fiz. Isso tudo foi resultado das suas ações, um mau presságio surgiu no instante em que decidiu me afrontar.
Passos. Passos. Passos.
O barulho leve do salto-alto dela viajou entre os pilares brancos que se estendiam do chão até o teto lançando um arrepio sinistro pela espinha de Abatharon.
A mulher caminhando na direção dele tinha um olhar frio como gelo, seu modo de se movimentar, os quadris balançando de forma sutil em conjunto as suas pernas se movendo cautelosamente, era como uma bela lâmina que acabara de ser forjada, porém com uma mancha de sangue em seu punho, maculada secretamente.
Em desespero ele gritou: — Maldita! S-Sua tirana! Mentirosa desgraçada.
A rainha de Zykron, ela não só comandava Zykron como também participava de reuniões no domínio parlamentar para aprovar leis, criar alianças com outros países e até gerar o lucro necessário para a sua constante corrida contra o tempo em relação a criação de armamentos.
Essa era a mulher por trás do império de Zykron, ambiciosa, focada e acima de tudo...
— Você já foi a igreja, Abatharon?
Impiedosa.
“Merda, merda, merda, merda!”, a mente do cavaleiro com pupilas púrpuras a cabelo prateado entrou em total caos enquanto Lumakina estava de pés diante dele.
Prostado como se estivesse orando para um deus ele se sentiu humilhado pela pergunta da rainha que apenas botou a mão na cintura de forma sensual antes de responder o silêncio dele: — Nas escrituras sagradas do antigo testamento de Mythland é dito que o mundo foi criado pela deusa Afradia em conjunto ao deus Gaeon.
Abatharon tentou juntar forças para se erguer, mas seu corpo estava congelado e a rainha estava tão próxima dele que seus olhos só podiam ver sua virilha tampada pelo sobretudo negro abotoado lascivamente firme ao seu corpo perigosamente sedutor.
Foi então que a máscara negra proveniente do Vitalis do cavaleiro de cabelo branco começou a se desmanchar esvaindo-se em meros grãos escuros no chão.
— Não sei onde quer chegar, mas se vai me matar poupe a minha filha, poupe Nattalia Kresphory.
Ele cedeu. Não havia como vencer dessa coisa.
Seguido disso uma luz avermelhada irrompeu ao redor de Lumakina. — Os lacaios só devem abrir suas bocas quando eu der permissão.
As pupilas violeta de Abatharon só conseguiram tremer em temor diante da mão pálida de Lumakina agarrando firmemente a sua mandíbula e levantando seu rosto para encará-la diretamente.
“Mas o que...”, nesse instante a face de Abatharon ficou rígida, uma expressão aterrorizada com as sobrancelhas levantadas e a testa torcida, os olhos dilatados em um medo eminente somado aos lábios tremendo.
A mulher de cabelos curtos diante dele tinha chamas carmesins emanando de dentro do vazio completo nos seus olhos e sangue parecia escorrer dos mesmos, além disso uma luz escarlate iluminava o topo de sua cabeça... era uma coroa reluzente e flutuante que tinha pontas parecidas com espinhos.
— Afradia, a deusa da vida se juntou com o deus do vazio Gaeon para criar o mundo?! — A voz da rainha Lumakina saiu crepitante e distorcida como milhares de gritos em agonia. — Kahahahahaha! — Sua risada peculiar e modulada soou semelhante ao choro de escravos acorrentados. — Isso é apenas um conto de fadas que ficou muito conhecido e foi adotado como verdade pelos tolos. Abatharon, a vida de todos é atribuída ao S.I.S o sistema que gere as informações de todos aqueles que possuem um Aether ou um Vitalis, o mundo é comandando pelas leis dos superiores e não há nada que pode mudar isso. Como um deus que comanda a criação da vida e um deus que domina o vazio poderiam buscar algum tipo de cooperação mútua se os dois já eram detentores de poderes além da compreensão de quaisquer mortais?!
Ele não queria escutar, não queria mais ver, não queria mais sentir.
O que estava diante de Abatharon era tão assustador quanto qualquer demônio. Uma coisa incompreensivelmente horrenda e perversa que dominava cada fração do que ele conhecia ser ele mesmo.
Os olhos amedrontados dele perderam quaisquer traços de vida, a cor violeta se foi enquanto seu corpo ficou petrificado no lugar.
— Assim como a criação desse mundo é uma mentira a vida das pessoas que vivem nele também é. Nas escrituras Afradia diz que salva a alma daqueles que morrem armazenando suas dores e angústias em um jarro chamado Éthen e enquanto suas almas são separadas de todas as coisas ruins Gaeon manda sua alma para o vazio da vida pós-dor chamado Pónos, um lugar perfeito sem dor ou agonia onde todos são iguais em prosperidade e felicidade por toda a eternidade..., mas quero lhe dizer uma coisa, Abatharon. A alma de todos que eu já matei e a que meus soldados já mataram somada aos que você já matou, nenhuma delas foi para Pónos e na verdade todas elas foram devoradas pelo S.I.S.
Sem sequer saber como reagir ou o que fazer Abatharon abriu seus lábios tremidos.
— P-Por favor, a minha filha, apenas deixe-a em paz e tome a minha vida como quiser!
Quebra! Quebra! Quebra! Quebra!
O barulho latente de algo se rachando engoliu a voz amedrontada do cavaleiro com cabelo branco e assim diante dele a coroa no topo da cabeça da rainha de Zykron se rachou expandindo-se e moldando-se em milhares de mãos envoltas por um vapor vermelho, elas se esticavam para fora da coroa e pareciam estar querendo agarrar algo clamando por alguma coisa em puro desespero.
Lumakina encarou ele no fundo dos olhos finalmente dizendo: — A alma de todos se transforma em dados armazenados no sistema, assim todas os seus sentimentos e habilidades são reutilizados em uma casca nova, em outras palavras algum monstro dentro de uma Dungeon escura. Essa é a verdade absoluta, já que sua forma física já se foi sua alma ficara presa no S.I.S e toda vez que for eliminado reencarnará como um novo monstro em uma nova Dungeon, de novo, de novo e de novo.
Quando Lumakina terminou suas palavras o corpo de Abatharon já estava caído sob seus pés, sua alma havia partido e o que sobrou foi a casca vazia, seu cadáver.
Virando as costas para o corpo do lacaio ela apenas voltou a sua postura habitual com um sorriso travesso no rosto e um olhar perverso.
— Se você não conseguiu nem mesmo quitar suas dívidas comigo acha que vai conseguir escapar do sofrimento morrendo? O próprio sistema desse mundo persegue quem é fraco. É apenas como a lei superior funciona, se você foi frágil o suficiente pra se ferir até perder todas as suas forças então não merece felicidade nem mesmo após sua morte, as escrituras sagradas são apenas um ombro para os que estão no fundo do poço chorarem e aceitarem que pelo menos em pedaços velhos de papel suas almas saborearam misericórdia.
A porta metálica do elevador se dividiu no meio abrindo-se suavemente pra no fim um homem com um longo sobretudo negro que batia atrás de seus joelhos dar um longo passo para o saguão de entrada.
— C-Capitão Storlyx o gerador de energia principal do distrito está sob ataque!
— Capitão Storlyx, é uma honra senhor!
As duas vozes masculinas pairaram sob o homem loiro com o sobretudo que apenas caminhou pelo saguão principal com ambas as mãos nos bolsos, o sobretudo negro balançando atrás das pernas.
— Esse foi bem mais próximo, o padrão das ondas de Aether causadas pela explosão já foi decodificado? — Indagou ele com uma face sem emoção alguma antes de ser respondido por mais outro soldado que correu em sua direção.
— O padrão é o mesmo de antes capitão Storlyx.
“Então é isso. São aqueles R.O.U.N.D.S que vieram causando problemas pra nós os últimos tempos.”, concluíu Storlyx no fundo de seu coração.
O piso dourado do saguão de entrada para a fortaleza de Zykron estava opaco devido à falta de iluminação, os cristais de Aether luminosos que sobraram faziam um trabalho bem ruim, porém as máquinas que necessitavam de muito mais energia Vyer tinham fontes garantidas de energia provenientes de lugares distantes como até mesmo outros países. Por isso um reator de energia Aether sendo destruído era um ato de mais pura rebeldia e deveria ser parado.
Passos. Passos. Passos. Booom!
Em poucos segundos os passos ecoantes de Storlyx foram abafados por outro som estrondoso vindo do lado norte de Zykron.
“É um ataque terrorista em massa?”, ele apressou os passos enquanto um pouco distante dali uma — dessa vez grande — porta metálica se abriu ao meio liberando uma quantidade massiva de soldados armados em seus trajes listrados em branco e preto.
A recepção vazia sendo preenchida pela marcha dos soldados, os portões escancarados, os veículos blindados e as armas de fogo.
O continente de Zykron naquela noite estremeceu com o plano para resgatar Incis Katulis quando...
Corta!
Um soldado caiu no chão subitamente.
Storlyx levantou as sobrancelhas friamente já que seus olhos azulados capturaram de forma afiada o rastro metálico que cortou a garganta do pobre recruta.
Dois soldados caíram se debatendo em poças carmesins.
Três, quatro, não, cinco!
Na verdade, foram mais de 10 soldados abatidos em um efêmero piscar de olhos no que esse vulto de cor prateada reluzia fazendo mais e mais vítimas.
A falta de iluminação fez todos se alarmarem e os tiros começaram a clarear o ambiente de forma consecutiva.
A luz amarelada dos disparos refletindo rapidamente sob o piso dourado do saguão.
Nesse impasse dois pontos redondos e azuis se destacaram irradiando em meio ao escuro.
Eram os olhos de Storlyx reluzindo em uma cor safira letal. — Parece que alguém não agendou um dia pra comparecer no saguão.
“Acho que já comecei pegando um peixe grande!”, a mente do assassino se movendo nas sombras se agitou com sua investida contra o cavaleiro loiro.
O sobretudo do capitão Storlyx ondulou com os ventos rasgando em sua direção.
Faíscas estourando com o impacto brusco que Renard lançara sob o capitão que nesse mesmo instante já havia bloqueado o golpe com uma espada estranha pra no fim analisar a arma que tentou lhe ceifar calmamente.
— Interessante. Eu pensei que era apenas uma adaga comum somada a um Buff de velocidade, mas é o seu braço? Belo implante, só que não parece muito promissor em combate. Eliminou apenas 10.
Renard cerrou os dentes franzindo as sobrancelhas como resposta. — Tch. Não tenho grana pra fazer implantes. Isso é o meu Vitalis, aliás vai ser um prazer copiar essa sua espada com um formato espinhento de funil, loirinho.
— Ela se chama Ultimessiah. — Corrigiu Storlyx seriamente.
[Presente]
“Apesar de ser uma usuária de Vitalis Ranking C ela se move na mesma velocidade que os Goblins que enfrentei durante a provação, nesse ritmo eu não preciso sentir medo, nem hesitar.”, Jack concluiu internamente ao se esquivar da poderosa investida de Melize.
Os ventos do lado direito dele foram destruídos pela ponta da broca de fios prateados que a assassina empurro com seu braço.
Como resposta ela puxou a broca na direção do garoto fazendo-a se dissipar e transformar-se em algo parecido com milhares de chicotes espinhentos. — Diga-me como foi capaz de aumentar o seu Ranking em tão pouco tempo, Hartseer Jack.
Jack estreitou os olhos e deu meio passo para o lado antes de levantar a Moon Blade contra o seu rosto defendendo um dos fios.
Vush! Ventania!
A capa rasgada sob seu torço sofreu alguns danos no processo, porém Jack flexionou seus joelhos se inclinando para baixo evitando assim mais alguns dos fios que provavelmente perfurariam seus olhos e crânio.
“Uma abertura! Ela realmente se move no padrão daqueles Goblins.”, as pupilas negras de Jack se dilatando.
Seu olhar corajoso e os dentes cerrados, os joelhos se dobrando enquanto suas pernas se moveram e sua capa dançou com o movimento.
— Não devo satisfação a mentirosos! — Rugiu o garoto lançando um corte duplo com ambas as suas adagas contra a cintura da assassina.
O cabelo longo e negro dela dançou no que seu braço direito foi erguido para cima. — Minhas sinceras condolências então.
Com esse simples comando de mão uma parede de fios prateados se ergueu na frente de Melize.
Faíscas irradiaram e o que sobrou foi uma vibração intensa se espalhando pelos braços de Jack.
“Merda!”, praguejou o garoto assim que suas duas lâminas colidiram em conjunto contra a superfície dura como metal.
A força do impacto o jogou para trás e nesse pequeno instante Melize avançou novamente, entretanto...
— Jack! — A voz de Renard se aproximou e em um piscar de olhos ele caiu sob a assassina com seus braços tomando formas de foices.
Jack deu um suspiro denso somado a uma expressão um tanto surpresa com a cena enquanto uma sombra o cobriu.
“Droga, como eu fui me esquecer disso? Não estamos lutando apenas contra Melize.”, os olhos dele varreram para cima visualizando aquela estranha besta de antes, a esfera mortífera feita de cadáveres.
Foi então que abruptamente entre os poucos pilares de pedra da sala um som estrondoso bramiu.
Foram dois olhos carmesins deixando um rastro escarlate pelo ar que saltaram em direção a besta.
Jack mal bateu seus olhos na distorção branca e já sabia, era um ataque impiedoso e pesado feito pela espada gigante Vi’Zihao.
— Em outras palavras, Zakio. — Murmurou o jovem com os olhos emanando um vapor azul e confiante.
Renard apesar de ferido voltou para a luta e com movimentos ainda bem afiados, talvez seu sangue estivesse quente ou usou alguma porção Vitae que trouxera, não importava, não havia tempo pra esses tipos de questionamentos quando Jack arrancou em direção de Melize que ficou um pouco ocupada bloqueando as foices duplas de Renard.
Ventania! Passos! Passos! Passos!
Avançando pelas costas dela e cortando a distância com passos longos e ágeis a capa desgastada dele balançou como nunca.
“Eu vou proteger o que me é valioso, não vou ficar parado. Não sou mais um covarde chorão!”, rangendo os dentes ao correr isso foi o que Jack ponderou no âmago do seu ser, ele queria proteger quem havia dado valor a ele.
Ele cruzou os braços fazendo a ponta das suas adagas reluzirem por um segundo ao segurá-las em aderência inversa e então lançou-as em conjunto direto nas costas da assassina.
Melize virou bruscamente para o ataque enquanto ao estreitar seus olhos cor de safira...
— Previsíveis demais. — Foi o que declarou ela enquanto suas pernas se esticaram o máximo possível para fazê-la tocar toda a parte inferior de seu corpo no chão e assim desviar do ataque sorrateiro de Jack em conjunto as foices de Renard.
Os dois morderam o lábio em diante do vacilo pra no fim suas pernas serem varridas por Melize.
As panturrilhas de Jack foram almejadas pelo impacto rígido da rasteira que o fez se desequilibrar enquanto Renard conseguiu dar um leve pulo esquivando-se por pouco.
Atrás desse combate um som quebradiço emergiu quando Zakio pousou em um pilar e assim se atirou em direção de outro e mais outro viajando pelo ar habilmente antes de lançar a Vi’Zihao na direção da besta de cadáveres sobrevoando o lugar.
A lâmina longa e prateada girou rasgando as partículas de ar ao ser envolta por um brilho esverdeado.
Zakio ainda no ar ergueu sua mão na direção da espada prestes a se enterrar no monstro, — Eu sempre fico com o trabalho chato, você tá me dando nos nervos. — a voz dele se esvaiu no que seu corpo foi teletransportado pelo rastro verde irradiando no trajeto da espada em conjunto ao som de um raio. — Você é só a porra de uma marionete!
Quando Zakio ressurgiu agarrando sua espada centímetros antes de colidir contra a esfera de carne morta ele girou a lâmina longa que estourou vários fios finos quase que imperceptíveis acoplados ao monstrengo.
De longe Incis e Akira suavam em tensão enquanto a fadiga não as deixava nem mesmo pensar direito.
— Pa-Parece que o capitão Zakio vai destruir o monstrão grande.
— Apenas descanse Akira, o seu braço ainda está derramando um pouco de sangue. — Incis respondeu com os olhos dourados na garota de cabelo curto recostada nos destroços dos pilares destruídos. — Precisamos achar a sua espada também.
Apreensiva Incis viajou o olhar sob os arredores tentando fazer uma varredura e localizar a bendita espada de sua companheira.
Ela deu um passo inseguro para frente quando voltou o olhar para a luta no centro da sala que a fez comprimir os lábios.
“Droga, não tente fugir agora também Incis, faça alguma coisa.”, mais uma vez Incis praguejava a si mesma.
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