Vol 11 – S.S. Vol 11
Short Story 4: Um Precioso Presente que Um Dia Virá
“Bebês não são simplesmente adoráveis?”
“Hyaahh!?!?!”
[Del: Já tô vendo o surto. | Moon: Surtos são comigo mesmo, e já tô aqui como kakaakak | Kura: Não creio, vai sair um baby com olhos castanhos claros, mas qual a cor do cabelo??]
Eles tinham acabado de jantar e estavam se preparando para um intervalo quando Amane casualmente expressou o pensamento passageiro. Mahiru respondeu com um grito agudo incomum.
Assustado, Amane se encolheu e olhou para ela.
Ela o encarava, com os olhos arregalados e paralisada.
“Hã, o quê? O que houve?” perguntou ele.
“É-é isso que eu deveria estar te perguntando! Por que você diria isso do nada!?”
[Kura: Porque eu só aceito o final da novel com uma cena do futuro com um baby.]
“Quer dizer, eu tive trabalho hoje, certo? Um cliente chegou com os filhos... e um deles era um bebê. Eu só brinquei um pouco com eles, só isso.”
Ele não quis dizer nada com o comentário. Era apenas algo que tinha acontecido mais cedo naquele dia.
Era o dia de folga deles da escola, e ele tinha um turno da tarde no trabalho. Durante um intervalo entre os horários de pico, um cliente entrou com seu filho, e todos os funcionários não conseguiram conter o sorriso enquanto o atendiam.
Não havia outros clientes por perto, então deixaram o pai aproveitar o tempo, imaginando que poderiam aproveitar uma pausa após as demandas incessantes de cuidar da criança. Quando Amane passou, o bebê de repente gostou do avental dele, e ele se viu envolvido na brincadeira.
“Bebês são tão pequenos e fofinhos, não são?” disse ele. “O que eu vi hoje agarrou meu avental com toda a força, mas eu mal conseguia senti-lo. Só me fez perceber como eles são delicados...”
O bebê gritou de alegria enquanto eles agarravam a barra do avental, fascinados por como ele balançava. A julgar pelo tom de voz perturbado e apologético da mãe, Amane imaginou que, se tentasse se afastar, provavelmente teria terminado em uma crise de choro. Então ele ficou, deixando a criança segurar um pouco mais.
Enquanto estava lá, Amane ouviu a mãe falar sobre como criar um filho pode ser exaustivo — e como, apesar de tudo, filhos ainda são uma bênção.
Quando o bebê gentilmente agarrou seu dedo, ele ficou impressionado com o quão pequenos e frágeis eles eram. Realmente o atingiu o quanto bebês precisam de proteção.
“Era tão fofo, sabe?” disse ele então. “Meio que me fez pensar se eu também já fui assim.”
“Você era muuuuuito fofoo quando pequeno. Absolutamente adorável e precioso.”
Amane olhou Mahiru nos olhos. “Ei.”
“...Isso foi só um palpite.”
“Definitivamente não foi só um palpite.”
Não tem como ela saber, a menos que alguém tenha vazado as fotos...
Sem dizer uma palavra, Amane estendeu a mão e deu um beliscão firme, mas gentil, nas bochechas inchadas de Mahiru, punindo-a por aquele sorrisinho presunçoso.
“Xiinto muuuuuicho...!” disse ela, com um pedido de desculpas abafado, através dos lábios apertados.
Suspirando, Amane finalmente soltou suas bochechas macias e elásticas.
Agora livre, Mahiru imediatamente pressionou as mãos nos pontos sensíveis, como se tentasse alisar o rosto de volta à forma.
“Você até tem minhas fotos de bebê... Você não me ama um pouco demais, Mahiru?”
“Eu poderia dizer o mesmo de você, Amane-kun. Você é sempre tão aberto com seu amor. Outro dia, você me abraçou enquanto dormia e murmurou ‘Eu te amo’, lembra?”
“Mahiru, que tal eu dar outro round a essas bochechas?”
“Acho que passo, muito obrigada~”
Com um passo rápido para trás, Mahiru abriu alguma distância entre eles, e Amane deu de ombros levemente.
Assim que percebeu que ele não ia transformar suas bochechas em mochi novamente, ela relaxou visivelmente. Ainda segurando uma almofada contra o peito, Mahiru o espiou por trás, com o rosto meio escondido.
“...Você gosta de bebês, Amane-kun?” sussurrou recatadamente.
“Hum? É, claro que sim. Eles são adoráveis, e eu sempre tenho esse instinto de protegê-los. Quer dizer, eles são o tesouro de uma família, certo? Seja o seu bebê ou o de outra pessoa.”
“A-ah, sério...?”
Amane inclinou a cabeça ligeiramente, sem saber ao certo por que ela estava perguntando algo tão óbvio.
Mahiru assentiu levemente, com o olhar vagando para outro lugar, e então enterrou o rosto ainda mais fundo na almofada em seus braços.
-DelValle: Eu não tenho palavras para esse capítulo, só um Sorriso.
-MoonlakGil: … Ahhhhh, eu te endendo Mahiru, eu te entendo… Mas foi isso o que eu disse no capítulo anterior, imagina essa cena animada!!! O grito que eu ia dar…
-Kurayami: Nossa, esse me pegou de jeito kakakakakaka. E o jeito que a Mahiru leva para a mente kkkk é insano.
Traduzido por Moonlight Valley
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