Juiz Rúbeo
Capítulo 8: ENSINAMENTOS DO MESTRE
Os dois já se encontravam à porta da carruagem que acompanharia o mestre e seu aprendiz durante todo o processo de ensino de Rubreos.
Sem demora, ambos adentraram o veículo, acomodando-se rapidamente.
O guia, ao perceber que a porta foi trancada, deu partida, seguindo a direção já planejada por seu senhor.
Rubreos, com um sorriso de curiosidade no rosto, perguntou:
— Para onde vamos agora?
Sanis, de forma gentil, respondeu:
— Iremos buscar alguns livros emprestados da Biblioteca do Templo das Revelações Divinas. Depois... faremos uma parada na biblioteca da Casa Hansa, onde seu pai costuma pegar suas missões. Há alguns livros interessantes lá... que podem te ajudar enquanto aguardamos o restante do material vindo do Clã dos Juízes de Etedras. E, por último, após o almoço... vamos à Grande Biblioteca da cidade. Reservei uma pequena sala de estudos para você, até que o local definitivo esteja pronto. Sei que começar com tantos livros pode ser cansativo, mas lembre-se: quanto mais conhecimento você tiver sobre invocações e conjurações... mais rápido será o tempo necessário para derrotar seu oponente. Essa diferença de tempo pode ser crucial entre a vida e a morte, meu aprendiz.
Rubreos ouviu atentamente as palavras de Sanis e assentiu, compreendendo a importância do que estava sendo dito.
E assim foi. Passaram por todos os locais e pegaram os livros emprestados, incluindo os da Casa Hansa.
Quando chegaram à Casa Hansa, o chefe Casares ficou surpreso ao ver o jovem Rubreos acompanhando Sanis.
Aproveitou a oportunidade para conhecer melhor o mestre de Rubreos, mas como estavam atrasados, Sanis prometeu a Casares que voltaria em outra ocasião para uma conversa mais longa.
Logo, mestre e aprendiz seguiram para o próximo destino.
Já era hora do almoço quando Sanis levou Rubreos de volta para casa.
Ao chegarem, Rubreos, cheio de alegria, abraçou seus pais com grande entusiasmo.
Sanis deu uma breve explicação sobre os eventos da manhã e também compartilhou as orientações que havia passado a Rubreos a respeito do Templo das Divindades.
Ele avisou que voltaria depois do almoço para levar Rubreos à Grande Biblioteca da cidade, onde começariam seus estudos.
Sanis então se dirigiu à carruagem, subiu e partiu novamente para o centro da cidade.
O almoço entre Rubreos e seus pais foi tranquilo.
O jovem contou a eles tudo o que fizera naquela manhã, compartilhando cada detalhe com o entusiasmo de quem estava começando uma jornada importante.
Seus pais viam alegria em seu rosto e em suas palavras, também da forma que ele fala de seu mestre já demonstrando admiração pelo mesmo.
Ele realizou um ato de invocação da Arca Mística que havia recebido de seu mestre, na qual deixou os pais admirados.
Viram como era reluzente o brilho dourado do artefato, mas o que chamou atenção deles como se formou o Círculo Místico e seu brilho forte e nítido.
Niria olhou para Pietros, dava para ver nos olhos dela a satisfação de ter ensinado tão bem o seu filho.
Eles sabiam também que era por causa do seu poder que havia sido revelado.
Juntando as duas coisas: seu poder e sua experiência, já demonstravam como seriam seus Círculos Místicos.
Naquela hora da tarde: o tempo havia mudado um pouco, as nuvens agora eram mais escuras, davam a entender que poderia começar a chover a qualquer tempo. Os ventos eram um pouco mais frios que vinham do norte.
Havia se passado um tempo considerável após o almoço para o descanso de Rubreos.
Foi quando eles ouviram alguém bater na porta, seu pai que se encontrava próximo verificou através do olho místico e viu que era Sanis e assim abriu a porta.
Ambos se cumprimentaram e sem perder tempo Rubreos já estava ali todo animado para continuar os estudos.
Deixando seus pais surpresos e ao mesmo tempo orgulhosos.
Sanis avisou que iria voltar com ele antes do inicio da noite e que se precisassem entrar em contato estariam na Grande Biblioteca da cidade.
Os pais de Rubreos concordaram, sua mãe Niria deu outro forte abraço em seu filho e o beijou na testa e disse:
— Preste bastante atenção as orientações de seu mestre e seja obediente ta meu filho.
— Pode deixar mamãe!! — disse Rubreos com um lindo sorrido no rosto.
Então o mestre e o aprendiz se despediram temporariamente do casal e foram na direção da carruagem.
Rubreos com tamanha presa logo subiu sem problema, em seguida foi Sanis.
O guia percebendo que ambos estavam acomodados no interior fez o movimento com as rédeas para que os dois cavalos pudessem começar a trotar seguindo na direção do centro da cidade em rumo a Grande Biblioteca.
Enquanto os dois se dirigiam na direção da Grande Biblioteca, Sanis mostrava quais dos livros Rubreos já deveria começar a ler e estudar.
Era um livro de aparência muito antiga, de capa muito grossa, feita de algum couro de animal selvagem e sem contar que era também pesado.
Rubreos já queria abrir para ler, mas Sanis disse para ele esperar até estarem no local adequando para o estudo. Assim nada poderia tirar sua concentração.
Rubreos concordou com um gesto positivo de cabeça.
Após muitos trotes a cavalos, enfim haviam chegado impontente arquitetura da Grande Biblioteca.
Diante a grande estrutura: havia uma pequena praça, com algumas pequenas árvores que ajudavam a dar mai beleza ao lugar.
Inclusive sombras para as pessoas pudessem proteger na época de forte de calor.
Rubreos foi logo saindo da carruagem, descendo com todo o cuidado, usava um Círculo Místico para fazer levitar o antigo livro de encantamentos.
Quando o aprendiz percebeu que seu mestre estava fazendo mesmo com mais dois livros antigos e uma cesta.
Ele olhou para seu mestre estranhando a cesta.
Sanis foi logo respondendo a curiosidade do seu aprendiz:
— São lanches para que possamos fazer nos intervalos de suas leituras!
Os olhos do Rubreos logo brilharam e ficou ainda mais curioso.
Eles foram caminhando a passos calmos, pela praça na direção da escadaria, onde levava para entrada principal da Grande Biblioteca.
Subiram calmamente pelos degraus da escadaria: na qual era de cor cinza claro, havia muitos outros indivíduos por ali, estudiosos, grupos de beligerantes, mestres e aprendizes, e até viajantes para conhecer aquela esplendorosa arquitetura por inteiro.
Para Rubreos também era algo surpreendente, era a primeira vez que estava perante a Grande Biblioteca.
Sanis olhava para seu aprendiz e via o brilho em seus olhos, de alegria e satisfação.
De frente daquelas colossais portas feitas de madeira rústica, por causa da sua resistência.
Havia muitos símbolos antigos talhados, alguns de proteção contra arrombamentos e invasões, pois havia muitos livros raros e importantes.
Na entrada havia pares de sentinelas de ambos os lados, onde usavam armaduras especificas da para aquele local.
Ao entrarem observaram também havia muitos soldados espalhados para a proteção da Grande Biblioteca.
Sem contar que havia feiticeiros e magos também para guardarem o local.
O jovem Aprendiz de Juiz sentiu cheiro de incenso no local, para aromatizar o ambiente e assim ajudar também na proteção do lugar e na preservação dos incontáveis livros.
Sanis e Rubreos seguiram a passos curtos na direção da recepção do local: a frente um extenso balcão. Feito de madeira nobre, por ser um móvel e precisar de um odor mais suave e fácil trabalho artesanal, pois havia vários emblemas e escudos talhados na frente.
Logo atrás do balcão, as atendentes eram tanto humanas e semi-humanas, todas eram lindas e gentis em seus atendimentos com todos que chegavam ali.
Ao chegar ao balcão, Sanis disse:
— Boa tarde, eu reservei uma sala para estudos!
A linda atendente disse:
— Bom tarde senhor! Pois bem, por favor, em qual o nome está à reserva?
— Em nome de Sanis Efras de Seriones, essa é minha identificação!
Ele mostrou uma insígnia de Juiz: um objeto místico feito de prata pura.
A linda jovem olhou para ele e sorriu!
— Só um momento senhor, vou confirmar e ver a sala e a chave para que possam usar!
— Obrigado! Fico no aguardo.
Ela se virou e foi para outra sala que havia no interior do balcão.
Não demorou muito a atendente voltou, só que agora por fora do balcão e disse:
— Senhor desculpe pela demora... por favor, venham comigo... eu levarei até a sala que foi reservada!
— Está bem eu agradeço. — respondeu cordialmente com um sorriso.
Atendente começou a caminhar na frente e logo atrás seguiam Sanis e Rubreos.
Seguiram por um longo corredor: na qual era repleto de altas e largas estantes, feitas também de madeira rústica.
Admirado com o lugar era o jovem Aprendiz de Juiz, nada escapava dos seus olhos.
Por onde passavam estava cheio humanos e semi-humanos, todas as raças e espécies, pesquisando e estudando.
Ele viu que havia andares superiores e lá também mais estantes de livros e mais pessoas pesquisando.
Pelo caminho Rubreos percebeu que havia mesas de vários tamanhos para que pudessem estudar em silencio.
Silencio pelo qual só era quebrado, pelo som de passos no piso liso e brilhante, pois a limpeza do local era feita a todo o momento.
Uma breve caminhada havia terminado.
A jovem e linda atendente parou perante a uma porta e disse com um sorriso caloroso:
— Senhor essa é a sala que foi reservada! Essa a chave! Ao terminar por gentileza devolver na recepção para uma das atendentes.
— Sim pode deixar eu farei isso! — respondeu ele cordialmente.
— Se acaso o senhor precisar de algo, há um sino místico, na qual tocará na recepção.
— Obrigado se eu precisar chamarei sim!
Ela entregou a chave com aparência antiga, feita de metal leve, mas muito resistente, de uma cor escura.
Ele pegou a chave e assim atendente saiu retornando para a recepção.
Sanis destrancou a porta e ao abrirem: viram que a sala possuía um bom espaço para estudos. Uma mesa retangular de com quatro cadeiras de cada lado e uma em cada extremidade.
O local com duas janelas, onde a primeira coisa que Sanis fez foi abrir as mesmas.
Mesmo que o lugar estivesse limpo, precisava ter um ar mais fresco sem contar ajudava a iluminar o local.
Nesse meio tempo, percebendo que ainda estava meio escuro o ambiente.
Rubreos usando de encantamentos simples para invocar fogo e assim começou a acender as velas que estavam nos castiçais de prata que ali estavam.
Com alguns acessos o ambiente ficou mais iluminado.
Foi quando Rubreos olhou para seu mestre, na qual apontava em uma direção.
Havia um meio físico para acender as velas, meio físico criado pelos magos com porções místicas.
Rubreos com um sorriso sem graça deu com os ombros.
Com a sala agora mais iluminada, era possível perceber sua verdadeira dimensão e os objetos que a compunham.
No canto, um braseiro fixo com uma saída para a fumaça estava posicionado, e próximo a ele, havia pedaços de lenha prontos para serem queimados.
Um armário de três portas, feito de madeira nobre, estava bem acabado, assim como a mesa e as cadeiras ao redor, com assentos confortáveis e acolhedores.
Algumas esculturas antigas decoravam o ambiente, mas eram desconhecidas tanto por Sanis quanto por Rubreos.
Do outro lado da sala, uma pequena mesinha se destacava.
Sobre ela, uma jarra de prata servia como recipiente de água, acompanhada de um jogo de taças de prata e uma bacia também do mesmo material.
Na mesma mesinha, havia pedaços de pergaminho em branco, prontos para anotações, além de um pincel de ponta fina e macia, e um pequeno bebedouro de tinta preta.
Na parede, um quadro negro com giz estava disponível para uso, caso fosse necessário.
Eles perceberam, ainda, um cômodo pequeno destinado às necessidades básicas, evitando a necessidade de se deslocarem até o banheiro coletivo da biblioteca.
Após observarem atentamente o local, Rubreos colocou seu livro sobre a mesa, subiu na cadeira e começou a folheá-lo com interesse.
Ao mesmo tempo, Sanis invocou sua arca mística, retirando de dentro dela os outros livros que havia pegado emprestado.
O mestre também organizou seus pergaminhos para anotações, posicionando o pincel e a tinta ao seu lado.
O jovem aprendiz, então, mergulhou nos estudos, enquanto Sanis fazia anotações no quadro negro e em seus pergaminhos.
O tempo foi passando, e à medida que o ambiente se tornava mais silencioso e concentrado, uma leve chuva começou a cair do lado de fora, acompanhada por um vento frio.
Sanis se levantou, fechando uma das janelas, enquanto deixou a outra entreaberta para permitir a circulação de ar.
Ele acendeu o braseiro com um pouco do líquido que estava ao seu alcance, e rapidamente o pedaço de lenha seca pegou fogo.
Colocando mais lenha para garantir que o fogo queimasse de forma uniforme, o ambiente logo se aqueceu.
Rubreos, com toda a atenção voltada para os encantamentos e seus princípios, lia com concentração.
Quando surgiam dúvidas, ele chamava por Sanis, que com paciência e clareza, ensinava-lhe de forma simples e eficaz, sempre com a voz serena e acolhedora de um mestre experiente.
Às vezes realizava de forma simples, sem apresentar perigo por causa do ambiente fechado.
Era mais do meio da tarde, houve a parada para o lanche, foi ai que Rubreos viu o que havia na cesta.
Uns de lanches deliciosos e com aroma que abriam a fome de qualquer um, frutas, doces e uma garrafa de suco de fruta cítrica bem doce.
Para Rubreos parecia uma festa de tantas coisas para comer, mas como era bem educado esperou o seu mestre dizer para começarem a ser alimentar.
Ele arrumou um espaço na mesa onde colocou algum dos alimentos para ambos comerem.
Com a confirmação do seu mestre e de forma educada começou a comer calmamente.
Após os dois comerem descansaram um pouco, nessa altura a chuva havia parado e os ventos estavam mais suaves, mas ainda frios e eles estavam na janela que dava para um lindo jardim na lateral da Grande Biblioteca.
Eles observavam a beleza daquele lugar, os cheiros das flores chegavam até eles trazidos pelos ventos suaves.
Havia passado um tempo para o descanso e assim Rubreos voltou a se sentar-se à mesa e voltando a estudar o antigo livro e as orientações do seu mestre.
Já era quase o fim da tarde, Sanis havia fechado as janelas e apagado a brasa no braseiro, arrumado tudo, por ultimo apagou as velas dos castiçais antes de trancar a porta.
Rubreos se encontrava do lado de fora à espera de seu mestre quando o viu sair e trancar a porta.
Sanis com um gesto de mão chamou seu jovem aprendiz para irem embora e caminharam na direção onde ficava a recepção.
Chegaram à recepção e a mesma atendente que havia os atendido anteriormente ainda se encontrava na recepção.
Sanis com um sorriso entregou a chave e ao mesmo tempo disse:
— Eu precisava de um favor, teria como me ajudar?
— Em que posso ajudá-lo senhor?
Ele entregou para ela um pergaminho.
— Precisava saber se têm esses livros aqui em sua biblioteca!
Ela pegou o pergaminho da mão dele, abriu e leu o que estava escrito e respondeu:
— Eu vou procurar saber para o senhor e separá-los! O senhor os retira aqui na recepção ou quer que deixe na sala de estudos?
— Por favor, se puder deixar na sala de estudo eu agradeço!
Ela concordou dando um sorriso lindo com um gesto positivo de cabeça.
Com isso Sanis e Rubreos se despediram dela com um sinal de mãos.
Ela sabia que eles iriam voltar amanhã e com isso já pediu para outras atendentes irem procurar pelos livros descritos no pergaminho.
Do lado de fora, a carruagem aguardava o mestre e seu aprendiz.
Eles subiram e adentraram em seu interior, ao perceber que seus ocupantes já estavam acomodados o guia com gestos nas rédeas dos cavalos os fez a trotar a caminho da casa de Rubreos.
Ao chegarem à casa do jovem aprendiz de juiz, Sanis deu novamente novas orientações aos pais de Rubreos sobre os estudos na Grande Biblioteca.
Tanto Niria como Pietros percebiam a alegria na expressão do rosto do seu filho caçula.
Depois de uma breve conversa na frente da porta: Sanis se despediu de todos, caminhou até a carruagem e se adentro na mesma e assim o guia acionou os cavalos na qual agora iria à direção da hospedaria que Sanis estava acomodado.
Naquela noite na mesa de jantar: Rubroes muito alegre contava tudo para seus pais e irmãos, das leituras que havia feit e de como era grande o interior da biblioteca, que havia um lindo jardim em suas dependências.
Uma mesa de conversas alegres de sua família, onde seus irmãos também compartilhavam o que havia aprendido no aurora.
Até dar a hora de todos estarem se recolhendo para dormirem, pois precisavam todos acordassem cedo.
Niria arrumava todos em suas camas e dava boa noite a cada um deles com um amável beijo na testa.
Os três já com cara de sono e iriam rapidamente dormir.
Ela deixou uma vela no castiçal acessa e fechou a porta.
Ao entrar no seu quarto, Pietros já esperava ela na cama e como olhar malicioso já a convidava.
Ela percebendo isso, já fechou e trancou a porta e aquela noite foi ardente de amor para o casal.
Muitas auroras e crepúsculos se passaram, e entre idas e vindas aos locais onde Rubreos precisava estudar, seu conhecimento crescia de maneira impressionante.
Sua força mística e agilidade nas invocações dos Círculos Místicos aumentavam a tal ponto que até mesmo Sanis se surpreendia com seu progresso.
Foram longos períodos de treino, tanto teórico quanto prático, realizados na Casa Hansa ou em bosques afastados da cidade, onde Sanis o orientava com paciência e dedicação.
Nesse tempo, todos os materiais que Sanis havia solicitado finalmente chegaram, incluindo uma vestimenta temporária para Rubreos, um simples traje de Aprendiz de Juiz.
A roupa não tinha muitos detalhes, não chamava atenção, exceto pelo brasão do Clã dos Juízes em vermelho, localizado na parte de trás da capa.
Por onde passavam, eram sempre observados e comentados.
As ruas e instalações da cidade estavam sempre cheias de olhares curiosos.
As meninas e moças, encantadas com o jovem aprendiz, admiravam sua aparência e o cuidado com que ele usava o uniforme simples, mas de material nobre e de boa qualidade.
Seu porte e altivez não passavam despercebidos. Contudo, para Rubreos, nada disso importava naquele momento.
Ele estava totalmente imerso em seu desejo de aprender mais e mais.
Finalmente, chegou a aurora em que Sanis e Rubreos iriam visitar um lugar especial.
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