Gimai Seikatsu Japonesa

Tradução: Ayko

Revisão: Enigma


Volume 6

Capítulo 13: 1 de Janeiro (Sexta-Feira) - Yuuta Asamura

1 DE JANEIRO (SEXTA-FEIRA) — YUUTA ASAMURA

Eu tinha rezado por um novo começo naquele ano…

E, ainda assim, acordei no dia primeiro sem me sentir nem calmo, nem renovado.

Depois de tomar um banho para aquecer o corpo — ainda gelado por causa do Ninen-Mairi —, me enfiei nas cobertas e adormeci tão rápido que nem lembro quando fechei os olhos.

Mas acordei com dores musculares, principalmente nas panturrilhas.

Era inevitável, depois de caminhar dois quilômetros montanha acima e abaixo no meio da noite.

Qualquer pessoa ficaria assim. Não era surpresa nenhuma minhas pernas estarem doendo.

   “Yuu! Tá na hora do café da manhã!”, alguém chamou, abrindo a porta de correr. Era o Takumi. Como esperado de uma criança, ele já estava cheio de energia. Veio correndo até mim e arrancou minhas cobertas. “Café da manhã!”

   “Ei! Tá frio!”, reclamei.

   “Se você não vier logo, não vai sobrar nada!”

   “Tá, tá. Diz pra todo mundo que já estou indo.”

   “Tá bom!”

Ele saiu correndo sem nem fechar a porta.

Que moleque despreocupado…

Pra ele arrancar minhas cobertas era tranquilo, mas se tivesse feito isso com a Ayase, teria sido um desastre.

Virei rapidamente o rosto.

…Cadê ela?

Só então percebi que eu era o único no quarto. Os futons dos outros já estavam dobrados e encostados no canto.

A Ayase também estava exausta quando voltamos, então fiquei impressionado. Ela nunca deixava ninguém vê-la desprevenida. Em seis meses, só a vi recém-acordada uma única vez.

Troquei de roupa e fui para a sala de jantar.

   “Bom dia”, cumprimentei, olhando ao redor.

Era o mesmo lugar do banquete da noite anterior. As três mesas estavam juntas no centro, agora preparadas para o café da manhã.

Meu avô estava na cabeceira. Takumi e Mika perto da porta. Meu pai entre eles.

Os lugares livres eram… ao lado do meu pai e o da frente. Mas a Akiko com certeza sentaria ao lado dele, então fui para o outro lado — e…

Ah.

No momento em que fui me sentar, parei.

Entendi por que a Akiko e as outras mulheres não estavam ali.

Nesse instante, a porta se abriu, e minha avó entrou. As outras vieram logo atrás, trazendo o prato principal do café da manhã — zōni, uma sopa tradicional de Ano-Novo com mochi, frango e vegetais. Devem ter preparado na hora, já que o mochi se desfaz se cozinhar demais.

   “Pode se sentar”, disse minha avó. “Um grandalhão como você só vai atrapalhar.”

A Ayase colocou uma tigela de zōni na minha frente.

   “É, senta aí, irmão. Aqui está seu zōni.”

   “Ah… tá.”

O olhar dela me fez obedecer na hora, e me sentei quieto.

Eu realmente tinha dormido demais.

   “Se não for suficiente, fazemos mais mochi. E, se quiser separado em vez de na sopa, também pode.”

Os homens concordaram com a sugestão da minha avó, e começamos a comer.

Já ouvi dizer que o formato do mochi muda conforme a região. Na família do meu pai, sempre usamos aqueles retangulares e finos.

Inclinei a tigela, empurrando o mochi e os cogumelos shiitake com os hashis para não virem direto na boca. O aroma das folhas de mitsuba subiu pelo nariz, e a sopa quente aqueceu meu corpo por dentro, aliviando o cansaço da caminhada da noite anterior.

Mas, enquanto comíamos, algo me incomodava.

A Ayase, sentada ao meu lado, mal comia.

À primeira vista, parecia normal… mas, olhando melhor, dava para perceber que ela abaixava o olhar e suspirava de vez em quando.

Depois do café e da limpeza, a encontrei sentada na varanda.

   “Posso sentar aqui?”, perguntei.

   “Pode.”

Sentei ao lado dela, deixando as pernas balançarem em direção ao jardim. Ela fez o mesmo.

Comecei a puxar conversa devagar.

Queria saber o que estava acontecendo.

Comentei que ela parecia meio desanimada no café.

Talvez eu estivesse enganado, mas fiquei preocupado.

Eu precisava me preocupar. Não era só a Akiko que estava em território desconhecido.

A Ayase também estava.

Como esperado, ela negou.

Continuei olhando para ela, e, depois de um tempo, ela suspirou e baixou o olhar.

   “Só sinto que comecei o ano com o pé esquerdo.”

   “Por causa da sorte do papel?”

Ela assentiu.

Fiquei surpreso. Não achei que ela ligasse para esse tipo de coisa.

   “Não é que eu acredite nisso. Não aceito a ideia de que um pedaço de papel possa influenciar minha vida.”

   “Se você sente necessidade de negar com tanta força, é porque está te afetando.”

   “Ah… é. Acho que você tem razão.”

   “Essas coisas acabam influenciando as pessoas. É por isso que adivinhação continua tão popular.”

   “Acho que não é só isso… Asamura, você já…?”

   “Já o quê?”

   “Já pensou no que aconteceria se tirasse uma sorte que nunca poderia se realizar?”

   “Tipo o quê?”

   “Tipo ‘amanhã você vai acordar como uma garota’.”

   “Seria engraçado, mas não acho que eu ficaria preocupado com isso…”

   “Pois é. Então, se você fica preocupado com a sua sorte, significa que acha que ela pode acontecer. E acho que é isso que eu não gosto.”

Quando se tratava do nosso relacionamento…

Era fácil imaginar um futuro cheio de má sorte.

Era fácil simplesmente rir das palavras da Ayase. Eu poderia dizer que era só uma previsão de sorte, ou que não contava porque ela a tinha deixado no santuário. Mas será que isso acalmaria o coração inquieto dela?

O que a sorte diz não é tão importante assim. O que importa é como você se sente em relação a ela — o que está acontecendo dentro da sua própria mente. As previsões são sempre vagas. É você quem as interpreta e transforma em uma resposta concreta. No fim das contas, é você mesmo quem cria essa ilusão de verdade.

Fiquei pensando no que fazer.

   "Quer dar uma volta?" perguntei. "Tem um lugar que quero te mostrar."

   "Um lugar que você quer me mostrar...? Fiquei curiosa."

Vestimos casacos pesados e saímos de casa.

Não fomos muito longe. Havia neve no chão, mas estava compactada pelas pessoas que já tinham passado por ali, e o caminho era plano.

Mesmo assim, eu não queria forçar demais a Ayase. Disse para ela me avisar se se cansasse e fiquei olhando de vez em quando para garantir que ela não estava se esforçando além do limite.

Subimos uma leve inclinação, com árvores dos dois lados do caminho. Era uma estrada para carros, então era larga e fácil de percorrer. Havia um penhasco à esquerda, e a trilha fazia uma curva acentuada à direita.

Então a floresta se abriu, revelando uma vista ampla.

   "Uau... É um lago", Ayase soltou, surpresa.

Dava para ver a água além das árvores.

   "Vem aqui", eu disse. "Dá pra chegar um pouco mais perto."

Descemos alguns degraus de pedra, já livres de neve. Eles levavam a uma pequena cabana. Eu não sabia para que servia, mas ela estava ali desde quando eu era criança.

Por fim, chegamos à beira da floresta. Após uns dez passos, vimos um campo de neve branca impecável, intocado. Além dele, a água azul do lago.

   "É perigoso ir mais longe", avisei. "A gente pode escorregar."

   "Entendi... Mas, uau, isso é incrível. A paisagem do outro lado está refletida na água como um espelho."

Com exceção de algumas nuvens brancas que pareciam se agarrar à floresta distante, o céu de Ano Novo era de um azul tão intenso que chegava a doer os olhos. Não havia vento, e a superfície do lago estava completamente lisa.

O céu azul, as bordas das nuvens e a floresta escura abaixo deles estavam refletidos de cabeça para baixo na água, como se fosse um espelho polido.

   "Bonito, né?" eu disse.

   "É..."

   "Eu costumo vir aqui no inverno. Já vim duas vezes no verão e uma no outono, quando as folhas ficam vermelhas, mas nunca me canso dessa vista. O reflexo do lago muda um pouco em cada estação."

   "Dá pra ver as folhas de bordo no outono?"

   "Dá. No verão aparecem nuvens de tempestade, e no outono aquelas nuvens mais delicadas. E à noite, tem a lua e as estrelas também. Quando venta, as ondas parecem que vão se quebrar, e o reflexo fica como vidro fosco."

   "Entendi... Parece maravilhoso. É um lugar incrível. Ele é famoso?"

   "Ah, não. Não é um ponto turístico nem nada assim..."

   "Então foi você que descobriu."

   "Por acaso. Não tinha praticamente nada por aqui quando eu era pequeno. Sabe como crianças ficam entediadas fácil. Era legal quando o Kousuke brincava comigo, mas ele nem sempre podia, então..."

Eu tinha encontrado aquele lugar por acaso.

Os adultos estavam todos reunidos, e eu não queria ver minha mãe interagindo com os outros, então acabei me afastando e vindo parar aqui. Eu sabia que ela estava forçando um sorriso enquanto conversava com os parentes. Ela parecia outra pessoa, diferente de como era em casa.

   "Mas acho que não foi de todo ruim, já que encontrei um bom lugar pra passar o tempo. Como dizem, há um lado bom em tudo."

   "Asamura..."

   "Receber uma sorte horrível é como..." Eu não sabia se aquilo realmente a confortaria, mas precisava dizer. "Ayase, você está feliz agora?"

   "Agora...? Quer dizer, agora mesmo ou nesses dias?"

   "Nesses dias."

Ayase pensou com cuidado.

   "Sim. Eu estou me divertindo... acho."

   "Eu também."

Ela prendeu a respiração.

   "Então, se a sua sorte foi péssima, isso significa que você está no fundo do poço, mesmo estando se divertindo tanto assim."

   "O quê?! ...Você acha mesmo?"

   "Acho. Pelo menos, em teoria. Então, se isso é o pior que pode acontecer, você não tem com o que se preocupar. Daqui pra frente, só tende a melhorar."

   "H-hum..."

Levou um tempo até ela entender o que eu quis dizer. (E com razão. Até pra mim soava meio forçado.)

 

[Ayko: Porém, é um ótima linha de raciocínio essa do Yuuta]

 

Mas, depois de um momento, ela ergueu o olhar para mim e...

...começou a rir.

   "Pfft... hehe. Isso não é forçar demais a barra?"

   "Claro que não. É uma interpretação perfeitamente racional."

   "Hahaha. Tem certeza que ‘racional’ é a palavra certa?"

   "Mas, pensando assim, não parece meio bobo ficar ansiosa? O que quero dizer é que você pode interpretar qualquer sorte de forma positiva ou negativa. Depende de você."

   "Haha... você acha?"

Ayase limpou o canto do olho com o dedo indicador. Será que tinha sido tão engraçado assim?

   "Tá bom, obrigada. Acho que você ficou preocupado comigo."

   "Bom... fiquei. Quer dizer, eu te amo."

Eu te amo.

 

[Ayko: “Eu te amo” ELE FALOU EU TE AMO! ELE FALOU]

 

   "Asamura..."

   "Ayase, não se force demais. Eu não quero te ver sobrecarregada."

Não quero que você acabe como a minha mãe biológica.

   "Tá bom. Fico feliz por ter vindo. Pude te ver com seus primos — o Takumi e a Mika."

   "O que quer dizer?"

   "Você parecia um irmão mais velho de verdade pra eles. Eu fui um desastre. Nem consigo lembrar como meus pais me tratavam ou o que faziam pra me deixar feliz."

Dessa vez, fui eu quem se surpreendeu.

Lembrei que já tinha ouvido que a família dela não se reunia com frequência.

Também me veio à mente quando fomos à casa da amiga dela, a Narasaka. Ela tinha comentado como era bom ver todo mundo se dando bem.

O peso da palavra “todo mundo” era maior do que eu tinha percebido na época.

A Ayase só tinha a Akiko.

   "Eu não sei lidar com crianças. Nunca tive esse tipo de experiência, então... fico um pouco com medo."

   "Então não precisa se apressar. Vai com calma e se acostuma aos poucos."

   "Com calma...?"

   "Não tem pressa. Nem tudo precisa ser perfeito. Talvez a gente ainda não seja tão maduro assim, mas é justamente por isso que precisamos crescer juntos."

   "Juntos..."

   "É. Juntos."

Ayase juntou as mãos e assentiu, então passou delicadamente os dedos pelo bracelete brilhante no pulso. Eu não tinha reparado nele antes.

   "Esse bracelete é bonito."

   "É... não é?" ela disse, tocando-o com carinho, quase sussurrando.

Talvez fosse melhor eu não comentar que não me lembrava dele...

Por um tempo, ficamos em silêncio, observando o lago.

O vento começou a soprar, e, tremendo de frio, nos afastamos da água. A paisagem antes nítida agora parecia coberta por um vidro fosco.

Voltamos para casa sem olhar para trás.

Naquela noite, depois do jantar, Ayase e eu jogamos novamente contra Takumi e Mika. Desta vez era um jogo de corrida, bem mais rápido.

Ayase parecia melhor nesse do que no do dia anterior, e chegou a me vencer várias vezes.

Mas Takumi claramente tinha mais experiência, e nenhum de nós tinha chance contra ele. Ele não pegava leve nem quando Mika começou a chorar, então tivemos que fazê-lo dar uma pausa. Depois, eu e Ayase jogamos contra a Mika, deixando ela ganhar.

Jogamos por algumas horas, mas os dois acabaram dormindo.

Crianças têm muita energia — e usam toda ela sem hesitar. Vão até o limite... e simplesmente apagam.

   "Ah, céus", suspirou a tia Kanae. "Queria que eles fossem para o futon antes de dormir."

   "Não tem problema", disse Kousuke. "Eu e o Yuuta levamos eles."

Kousuke pegou o Takumi, e eu coloquei a Mika nas costas.

Ayase disse que ajudaria, mas pedi para deixar isso com a gente, e ela recuou.

Disse que ia voltar para o quarto.

Kousuke a observou sair e sorriu.

   "Ela é uma boa garota."

   "É. Tenho orgulho de tê-la como minha irmã."

As palavras saíram naturalmente.

A tia Kanae colocou as crianças para dormir, e Kousuke voltou para a sala principal.

Eu comecei a sentir fome e fui até a cozinha procurar algo para comer.

Havia comida na sala também, mas eu sabia que, se alguém puxasse conversa, aquilo não acabaria nunca.

No caminho, ouvi meu pai conversando com meus avós.

Parei.

Eles estavam no quarto deles.

   "Como estão as coisas com ela?"

Meu avô parecia preocupado ao mencionar o nome da minha mãe biológica.

Prendi a respiração.

Por que ele estava perguntando isso, se meu pai estava tão bem com a Akiko?

Por que estavam falando dela?

Minha mãe biológica era ótima em manter as aparências. Nunca brigava com meus avós e sempre sorria. Eles ficaram em choque quando o divórcio aconteceu.

Meu pai nunca falava muito sobre isso e sempre a defendia, dizendo que também teve culpa.

Mas eu... nunca gostei dela.

Seis meses depois do divórcio, ela se casou com o homem com quem teve um caso — e nunca mais tivemos notícias.

Meu avô aprovava o casamento do meu pai com a Akiko, mas ainda não estava totalmente tranquilo.

Parte disso vinha da aparência dela — mais chamativa do que a da minha mãe biológica.

Eu entendia.

Quando meu pai a apresentou para mim, também fiquei preocupado.

Para alguém como meu avô, que não estava acostumado com o estilo urbano, uma mulher mais glamourosa, ainda mais bartender, devia parecer ainda mais inadequada.

Minha avó tentou acalmá-lo, mas ele insistiu.

Disse que também se preocupava com a Saki — que ela se vestia de forma chamativa e parecia fria.

Foi aí que meu pai não se conteve mais.

   "Está tudo bem. Nem a Akiko nem a Saki são pessoas com quem você precisa se preocupar."

Mas meu avô não cedeu.

   "Entendo. Talvez esteja tudo bem pra você. Mas e o Yuuta? Ele está no ensino médio e, de repente, ganhou uma nova mãe e uma irmã. Ele não está confuso?"

   "Ele não—"

   "Taichi. Você pode dizer isso com certeza?"

   "......"

Meu pai hesitou.

Provavelmente porque não queria falar por mim. Respirei fundo.

E abri a porta.

   "Eu não tenho nenhuma reclamação da Akiko."

   "Yuuta..."

   "E o mesmo vale para a Saki."

Eu precisava usar o nome dela.

   "Ela não é como o senhor pensa. Ela é um pouco desajeitada, mas... eu também sou. Ela é gentil, honesta... e se esforça muito. É assim que a nossa Saki é."

   "Yuuta..."

 

[Ayko: Yuuta, é o GOAT !]

 

Meu pai me olhou, com lágrimas nos olhos.

Então minha avó falou.

   "Sabe de uma coisa, Gentarou? Ouvi algo do Takumi. Ele disse que ensinou a Saki a jogar aquele joguinho. Ela era péssima, mas se esforçou tanto que valeu a pena ensinar."

Quase sorri.

   "Ou seja, ela tentou de verdade se dar bem com o Takumi e a Mika."

   "Hm..."

   "E você também não foi muito simpático com ela."

   "Você viu o cabelo dela? Aquilo—"

   "Isso é normal hoje em dia. Lembra quando a Kanae apareceu com o cabelo vermelho?"

Meu avô se calou.

Talvez tenha desistido.

Ou talvez tenha cedido.

   "Tá... tudo bem", disse ele. "Entendi. Se você diz isso, Yuuta, então deve ser assim mesmo. Você sempre foi quieto, não esperava que falasse com tanta firmeza."

   "Então, já terminou, Gentarou?" perguntou minha avó.

   "Sim, sim. Não vou falar mais nada por enquanto. Ah... Yuuta, você já fez aniversário, não é? Quantos anos tem agora?"

   "Dezessete."

   "Ah... então ano que vem você atinge a maioridade... já vai ter idade pra casar."

   "Casar...? Ainda é cedo."

   "O Kousuke se casou. E foi de repente."

   "Já chega, Gentarou", disse minha avó.

   "Então, Taichi, vamos beber e continuar nossa conversa."

   "Hã...? Você sabe que eu não bebo muito, e ainda vou dirigir amanhã."

Eles saíram.

Voltei para o quarto.

Me deitei e fiquei pensando.

Mesmo que um dia descubram tudo...

Mesmo que nem todos aceitem...

Eu posso ser firme.

Como meu pai.

Vamos dar o nosso melhor.

Eu vou dar tudo de mim, Saki.

 

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