Volume 7
Capítulo 2: Assédio
Sazen pareceu intensamente aliviado quando Maomao disse que tinha encontrado outro apotecário.
— Ainda bem que não vou precisar cuidar da loja sozinho de novo — disse ele. Francamente, Maomao teria preferido ouvir um indignado “Eu dou conta disso sozinho!” Mas tudo bem.
[Noelle: Gente o Sazen é meio cagão né? kkkkk]
Os dias após a prova foram um intervalo breve de paz. Ela tinha feito o que mandaram, mas as duas semanas inteiras em que só pôde estudar lhe trouxeram apenas sofrimento. Ela ficou muito satisfeita em poder voltar a trabalhar em campo e preparar alguns remédios.
Alguns dias depois, uma carta chegou: sua aprovação, ela supôs, e, como se viu, estava certa.
— Seria um milagre se alguém tivesse reprovado naquela prova — disse a madame quando Maomao contou a ela sobre o conteúdo do exame. Tirar nota máxima era um verdadeiro desafio, mas a média para passar era de apenas sessenta por cento. Até mesmo Maomao, que tinha contado principalmente com estudo intensivo de última hora, achava que tinha conseguido pelo menos oitenta, e as mulheres que tinham estudado de verdade dificilmente teriam ido pior que ela. Mesmo na parte de conhecimento médico propriamente dita, havia poucas questões especializadas; a maioria podia ser respondida com facilidade se você tivesse tempo e pensasse bem.
— Só alguém muito inteligente pensaria assim. Oi, vó, Maomao. — Pairin entrou no quarto, parecendo particularmente desleixada. Essa princesa da Casa Verdigris, uma das três, devia ter tido um cliente na noite anterior, pois sua pele estava radiante. Já o cliente provavelmente tinha sido sugado até ficar seco, voltando para casa parecendo uma fruta murcha. Alguns diziam que era o domínio do fangzhongshu, as artes do leito, que mantinha a beleza de Pairin intacta, apesar de, com bem mais de trinta anos, ela ser a cortesã mais velha do estabelecimento. — Só de pensar nisso minha cabeça dói. Eu tentei aprender, mas não entra no meu cérebro! — disse ela.
[Kessel: Err. Crianças, não leiam essa explicação! O Fangzhongshu é um antigo sistema chinês de técnicas e filosofia sexual profundamente enraizado no pensamento taoísta e na Medicina Tradicional Chinesa (MTC). É considerado um ramo da medicina tradicional voltado para a preservação da saúde, longevidade e tratamento da disfunção sexual através da gestão da energia sexual. Ao contrário das perspectivas sexuais ocidentais que se concentram no prazer, o Fangzhongshu trata a atividade sexual como uma atividade funcional e diária, semelhante à dieta ou ao exercício físico, que pode ser usada para cultivar a saúde e prevenir doenças. Por isso algumas pessoas dizem que o apetite sexual incansável da Pairin a deixa saudável!]
Bem, cada um tinha seus pontos fortes. Em geral, era possível alcançar a maioria das coisas com esforço suficiente, mas havia algumas para as quais esforço sozinho não bastava. A irmã mais velha de Maomao, Pairin, não escrevia muito bem; quando tentava, os caracteres frequentemente saíam invertidos, como em um espelho. A velha tentou várias vezes melhorar a escrita de Pairin, mas o problema persistia, e ela sempre precisava de alguém para revisar ou escrever por ela. Em compensação, era uma dançarina incomparável; não havia ninguém melhor em todo o distrito dos prazeres.
— Que bom que você passou e tal, mas e daí? Você sequer tem roupas para ir trabalhar?
— Imagino que isso seja problema deles — disse Maomao, perfeitamente satisfeita em deixar que outros cuidassem disso e sem se sentir nem um pouco obrigada a fazer qualquer preparação especial para isso. Até no dia anterior à prova, um mensageiro tinha chegado enviado por Gaoshun trazendo roupas e materiais de escrita. Ela teve a impressão de que o mensageiro também deveria acompanhá-la até o local do exame, mas ter alguém assim vigiando parecia um incômodo, então ela o ignorou. Para o bem ou para o mal, isso a deixou livre para acabar almoçando com Kokuyou vestido de mulher.
A carta de aprovação dizia que todos os aprovados deveriam se reunir na corte depois de amanhã, antes de serem encaminhados para seus respectivos departamentos. Junto com ela vinha um pequeno token de madeira marcado com o símbolo de uma flor. Seu passe de entrada para o palácio, ela imaginou.
Maomao murmurou pensativa, colocou a carta sobre o armário de remédios e começou a triturar algumas ervas.
Quando chegou o dia, Maomao foi até o local indicado; ficava perto de um prédio movimentado por oficiais civis, não muito longe do escritório médico. Ela calculou que via cerca de oitenta por cento dos candidatos entre os aprovados, e saber que oito em cada dez tinham passado a deixou ainda mais aliviada por não ter falhado. Por outro lado, acabou sentindo um pouco mais de empatia pela frustração de Jinshi e Gaoshun quando ela tinha reprovado da última vez.
As idades das mulheres reunidas variavam de quatorze ou quinze até cerca de vinte anos. Algumas eram mais velhas, mas Maomao não conseguia ignorar o brilho em seus olhos. (Ela preferia não pensar muito no motivo: provavelmente estavam entrando no serviço do palácio na esperança de encontrar um marido. Era algo que se tornava cada vez mais urgente com a idade.)
Na verdade, o ideal é ter pelo menos vinte anos antes de se tornar mãe. Era comum que garotas se casassem aos quatorze ou quinze anos e começassem a ter filhos, mas o corpo ainda não estava totalmente desenvolvido nessa fase. Algumas nem sequer tinham tido a primeira menstruação. Depois que o “visitante mensal” aparecia e se tornava regular por alguns anos, aí sim era possível dizer que o corpo estava maduro para a gestação. Casar cedo demais, na opinião de Maomao, não era uma boa ideia.
A pelve precisa estar firme, senão o parto fica difícil, pensou ela, passando a mão pelo quadril. Não esperava que seu próprio corpo crescesse muito mais, mas, se algum dia acabasse grávida, não faria mal ter um pouco mais de carne nos ossos. O parto era considerado um primo próximo da morte.
Maomao tinha curiosidade de experimentar dar à luz pelo menos uma vez, mas isso não era algo que se pudesse dizer por aí. As pessoas poderiam achar que ela estava sendo grosseira se dissesse que queria dar à luz apenas como um experimento. Além disso, se soubessem o que mais Maomao pensava sobre o assunto, provavelmente ficariam ofendidas. Eu não conseguiria aproveitar bem a placenta.
Quando um bebê nascia, a placenta era expelida. Em certas regiões, a mãe comia a placenta descartada como forma de se fortalecer. Diziam que era bastante saborosa, como sashimi de fígado. Claro, fígado de animal poderia ter parasitas se consumido cru, mas uma placenta deveria ser segura. Afinal, fazia parte do próprio corpo da mulher.
O pai de Maomao sempre a advertiu severamente para nunca usar partes humanas como ingredientes em seus remédios, nem ter contato com cadáveres, para que uma curiosidade perigosa não se despertasse nela. Mas e a própria placenta? Não era um cadáver, e não seria como usar outra pessoa como ingrediente. Era parte dela mesma! O que haveria de errado em consumi-la? Em resumo, seria uma forma de explorar um aspecto da medicina que ela ainda não conhecia, sem desrespeitar as regras do pai. É claro que ela queria tentar.
— Todas, por favor, venham para cá — disse uma dama da corte mais velha. Seu olhar era penetrante. Todas tinham recebido um uniforme padrão para usar, mas algumas fizeram modificações chamativas. Entre os pavões, os machos exibiam as penas mais extravagantes; entre os humanos, eram as fêmeas que se vestiam com mais ostentação.
Maomao simplesmente usava o uniforme como lhe foi dado. Ela não queria chamar atenção, então por que sentia que as pessoas estavam lançando olhares discretos para ela? Será que estou usando isso errado? Ela se perguntou. Era o mesmo vestido simples de mangas que todas usavam. O dela tinha a parte de cima rosa-claro e a de baixo vermelha, mas as cores variavam conforme o departamento. Não devia haver nem cinco pessoas vestindo as mesmas cores que Maomao. Assistente do escritório médico ainda era um cargo novo, então talvez houvesse poucas.
Se havia algo que se destacava, talvez fosse a faixa no cabelo de Maomao. Ela sentia que parecia um pouco mais escura que a das outras. Decidindo não pensar demais nisso, ela foi até onde a dama da corte indicou e entrou na fila com outras mulheres, quando esbarrou em algo.
Não, não foi isso. Antes mesmo de conseguir estender as mãos, ela caiu no chão. Talvez tenha tido sorte de o nariz não ser muito proeminente, pois caiu de rosto e acabou coberta de sujeira da testa ao queixo.
Ela se levantou, limpando o rosto com a palma da mão, sem dizer uma palavra. Pelo menos o nariz não estava sangrando.
— Oh, me desculpe! — disse uma mulher com um sorriso elegante. Ela usava as mesmas cores que Maomao, assim como todas que estavam passando com ela.
— Você está bem? — perguntou a dama da corte mais velha, aproximando-se apressada.
— Não foi nada — disse Maomao, com o rosto impassível. Mas ela pensou: Isso me traz lembranças. Estar novamente em um ambiente de trabalho cheio de mulheres e as consequências inevitáveis disso, quase lhe trouxe um estranho conforto no seu coração.
O primeiro dia de trabalho seria dedicado a instruções sobre os princípios do serviço na corte. Assim, as novas damas da corte, que eram menos de cem, foram levadas a um grande salão onde receberam uma longa explicação de suas superiores mais experientes. A própria Maomao já tinha dado uma palestra em um salão semelhante no palácio interno, o que era ótimo, mas, sinceramente, ouvir os outros falarem lhe dava sono.
[Kessel: Vocês se lembram dessa palestra, né? Descobrimos no Mangá da Xiaolan, inclusive, que a Shisui/Loulan não estava presente nessa palestra! A Shisui estava do lado de fora, conversando com a Xiaolan, enquanto a palestra estava acontecendo. Portanto, a Loulan falsa era quem estava lá dentro. Não sabe do que estou falando? No fim do capítulo deixarei mais informações!]
Havia cadeiras e mesas suficientes para todas, então as novas damas se sentaram em grupos de acordo com seus departamentos. Exceto que ninguém se sentou perto de Maomao; a mulher que tinha esbarrado nela antes estava em um grupo mais à frente.
A maioria das mulheres que se tornavam damas da corte eram filhas de oficiais, ou às vezes de famílias mercantes prósperas, e parecia que, assim como no palácio interno, conflitos entre elas não eram incomuns. No entanto, no palácio interno havia uma certa tensão no ar, uma sensação de que os de baixo poderiam superar os de cima. Aqui não. Parecia mais importante descobrir como se posicionar dentro da hierarquia existente, algo evidente pela forma como pequenos grupos já haviam se formado. Era possível identificar quem liderava cada um apenas pelo modo como caminhavam.
Acho que ter um papai importante faz de você uma garotinha importante. Alguém sem origem como Maomao seria naturalmente excluída desse sistema, ou pelo menos colocada em seu devido lugar. Isso dava certo sentido ao comportamento anterior delas. Ainda assim, Maomao achava tudo aquilo infantil.
[Kessel: Adorei a acidez da Maomao aqui. “Papai”, “garotinha”...]
Após quase uma hora de instrução, as mulheres foram separadas por departamento, e Maomao seguiu para o escritório médico com as outras designadas para lá. Havia vários escritórios médicos espalhados pelo complexo do palácio; por exemplo, aquele que Maomao frequentava quando trabalhava para Jinshi ficava na ala oeste, era onde seu pai, Luomen, estava designado. Havia outro na ala leste, que parecia ser para onde estavam indo.
Maomao franziu o cenho: o lado oeste do palácio abrigava muitos oficiais civis, enquanto o leste era território dos soldados. Seu pai tinha sido designado para o lado oeste por consideração, para evitar contato com os militares o máximo possível, embora isso não tivesse ajudado tanto no fim.
E por que ele queria evitar os soldados? Pelo mesmo motivo que Maomao.
Como foi que ele me encontrou tão rápido?
Ela vinha tentando seguir as outras mulheres o mais silenciosa e discretamente possível. O grupo atraía olhares dos robustos militares por onde passava; exceto Maomao, as novas damas da corte eram todas jovens e bonitas. Claro que os homens iam querer dar uma olhada rápida.
Já era plenamente verão, a estação abafada. Só de caminhar já era o bastante para começar a cheirar a suor. Os homens treinavam sem camisa, arrancando olhares interessados das damas da corte ao passarem.
E, em algum ponto no meio de tudo aquilo, havia uma sombra extremamente inquietante, seguindo o grupo por trás. Maomao tentou ignorá-la, mas continuava a vê-la pelo canto do olho. Talvez a pessoa achasse que estava sendo discreta, mas era péssima nisso. Quem era aquela figura estranha? Ele não tinha pêlos faciais, tinha olhos de raposa e um monóculo completamente inútil (talvez achasse que o deixava elegante). A essa altura, você já deve saber de quem estamos falando. Ninguém gostaria de dizer o nome dele.
— Quem é aquele? — Algumas das damas começaram a cochichar.
Ele é mais importante do que você imagina por aqui…

Havia oficiais militares de patente mais alta por ali, mas a maioria ficava em mesas na parte central do complexo do palácio. Esse homem tinha o título que o tornava importante, mas parecia ter muito tempo livre para perder vagando por ali.
Quando perceberam que o excêntrico estrategista estava por perto, os outros soldados pararam de lançar olhares furtivos para as mulheres e ficaram subitamente sérios em seus exercícios, de forma quase cômica. Havia uma regra rígida entre eles: não se envolver com ele. Ele sempre trazia problemas, e muitos.
Que irritante, pensou Maomao. Ela queria sair dali o mais rápido possível, mas a dama da corte mais velha caminhava bem devagar, e não havia nada que pudesse fazer. Embora a saia escondesse seus pés, Maomao suspeitou, pelo movimento dos quadris, que eles estavam enfaixados. Não devia ser fácil andar assim.
As novas damas da corte, cinco, incluindo Maomao, caminhavam com passos leves. Com tantas filhas de oficiais reunidas, Maomao esperava que pelo menos uma tivesse os pés enfaixados, mas, por coincidência, todas pareciam ter pés saudáveis.
— Aquele é o consultório médico — disse a mulher que as guiava, apontando para um prédio austero e sólido perto do campo de treinamento. Certamente era menos bonito do que o da ala oeste.
Foi então que Maomao ouviu gritos atrás delas. Todas se viraram para ver um homem sendo carregado em uma maca. Ele estava mole, e havia hematomas por todo o corpo.
— Abram caminho! Estamos levando este homem ao consultório médico! — gritaram alguns soldados bem fortes, carregando a maca com a prática de quem já estava acostumado com isso.
— Vamos segui-los — disse alguém, e Maomao e as outras foram atrás.
Ao chegarem ao consultório médico, encontraram os soldados preocupados.
— O que houve? — perguntou Maomao.
— Bem, normalmente haveria um médico aqui — disse um dos homens. Mas não havia ninguém dentro, nem sequer um aviso indicando que os médicos tinham saído ou quando voltariam.
O homem ferido havia sido colocado em uma das macas, ainda completamente inerte. Maomao não conseguiu deixar de observá-lo: além da pele marcada pelos hematomas, ele ainda era jovem o suficiente para não ter barba, e sua pele bronzeada mostrava que treinava ao ar livre todos os dias.
— O que fez ele desmaiar? — perguntou Maomao, olhando para o rosto do jovem.
— Espere um pouco, você! — disse uma das outras novas assistentes médicas, mas a dama da corte mais velha a interrompeu. Ela lançou um olhar para Maomao que dizia: cuide dele, se souber como.
— Estávamos treinando, e ele simplesmente caiu. Não batemos nele com muita força... acho — disse um dos soldados. Ele não parecia muito satisfeito, talvez porque fosse óbvio que tinham levado o rapaz ao limite. Ou talvez fosse a figura estranha, meio visível pela janela, que o deixava desconfortável.
O homem ferido estava suando, e sua temperatura corporal era normal. A única coisa que Maomao notou foi que seu pulso parecia um pouco lento. — Não estou tão preocupada com onde vocês o atingiram — disse ela. Ela pegou vários panos do estoque do consultório, mergulhou-os em um jarro com água e os colocou sobre o corpo do jovem para resfriá-lo.
— Posso usar os suprimentos do armário de remédios? — perguntou Maomao. Ela dirigia a pergunta à dama da corte mais velha, mas a resposta foi estranha. Em vez da mulher responder imediatamente, a pessoa do lado de fora da janela levantou o polegar.
Ao ver aquilo, a mulher disse: — Sim, pode usar. — Então aquela figura incômoda era desagradável, mas podia ser útil.
Maomao colocou água em uma tigela, depois adicionou sal e açúcar, exatamente como tinha feito quando Jinshi desmaiou por causa do calor durante a caçada. O jovem ali tinha sucumbido à desidratação causada pelo calor. Ela ergueu suavemente a cabeça dele, umedecendo seus lábios com a água. Quando ele começou a recobrar a consciência, deixou que ele bebesse sozinho.
Os soldados que treinavam com o rapaz pareciam aliviados, embora Maomao tenha sentido vontade de encará-los com toda a severidade possível. Enquanto voltava a molhar os panos já mornos para continuar resfriando o jovem, ouviu-se um som de aplausos.
Vários homens vestindo jalecos brancos, indicando que eram médicos apareceram. Um deles era idoso, os outros dois de meia-idade.
— Vocês passaram — disse um deles.
— Qu-quem passou? Passou no quê? — perguntou uma das novas damas da corte.
— Passou no quê? Vocês realmente acharam que consideraríamos vocês qualificadas para serem nossas assistentes apenas com base em uma simples prova escrita? Só queríamos observar todas vocês.
Em outras palavras, estavam escondidos em algum lugar, assistindo ao que Maomao e as outras faziam. Nada gentil da parte deles.
— Se não parecessem úteis para nós, poderíamos dispensá-las aqui mesmo — disse o médico idoso. Ele bebia do jarro de água enquanto olhava para Maomao com algo que talvez fosse arrependimento.
Esse cara vai dar problema. Dá para sentir. Maomao teve que tomar cuidado para não deixar essa avaliação escapar em voz alta. Aliás, o estrategista excêntrico ainda espiava pela janela, mas, por enquanto, ela achou melhor simplesmente ignorá-lo.
[Noelle: Ainda acho que só a Maomao deveria ter passado, as outras não ajudaram, e quando ela quis fazer algo a bonita queria se intrometer pq não estava brilhando…]
Kessel: Como prometido, vim explicar o que eu quis dizer com aquilo da Xiaolan. Caso não saibam, a autora Natsu Hyüga, em parceria com a MangaUp! (gigantesca empresa de mangás) está lançando The Apothecary Diaries: Xiaolan's Story ou Diários de uma Apotecária: As Histórias de Xiaolan! Trata-se de um mangá spinoff, com a Xiaolan sendo a protagonista da obra, contando as suas visões a respeito dos acontecimentos da história até aqui no palácio interno. Mas não apenas isso, pois a obra aprofunda a narrativa principal, incluindo respondendo alguns mistérios que não foram solucionados pela Maomao! Não apenas isso, como introduz personagens novos que só apareceriam na obra no futuro, revela também os bastidores do palácio interno (como por exemplo como foi feita a troca da chefe das damas de companhia da Concubina Lishu), entre outras coisas!
E, é claro, a tradução de todos os capítulos já lançados até aqui, foram feitas pela gente! Você pode acompanhar a obra entrando em nosso Discord ou simplesmente clicando no link que vou deixar no final para que você acompanhe a jornada da personagem mais fofinha da obra toda! Até o momento, já saíram oito capítulos, todos devidamente traduzidos, e eles já adaptaram o primeiro volume inteiro da Light Novel. O oitavo, na verdade, já iniciou o segundo volume! A frequência de postagem é um pouco baixa, não nego, geralmente temos novos capítulos a cada mês ou dois meses, mas ainda sim, vale a pena acompanhar. Em nosso Discord anunciaremos sempre que um capítulo novo for postado, para que você não tenha que ficar conferindo por si só! Junte-se à nossa comunidade!
Sakura Mangás: Clique aqui para acompanhar os Diários de uma Apotecária: As Histórias de Xiaolan!
MangaDex: Clique aqui para acompanhar os Diários de uma Apotecária: As Histórias de Xiaolan!
O primeiro link é um site brasileiro, já o segundo, é um site internacional. Lembre-se de, no caso do segundo, acompanhar a tradução brasileira postada por mim, Kessel. (Por enquanto só há a minha, mas pode existir alguma outra pessoa traduzindo no futuro, então deixo o aviso!)
Entre em nosso servidor para receber notificações de novos capítulos e para conversar sobre a obra: https://discord.gg/wJpSHfeyFS
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