Volume 6
Capítulo 2: A Noiva Flutuante (Parte 1)
Já era noite quando Maomao abriu os olhos novamente. Ela pretendia ir às compras na cidade hoje, haviam dito que era permitido sair do complexo desde que fosse acompanhada por um guarda, mas depois de tudo o que tinha acontecido na noite anterior, era difícil ter vontade de ir ao mercado. Ela dormiu o máximo que conseguiu e, quando acordou, ainda sentia uma letargia persistente.
Ah! Ela olhou para suas roupas amassadas com um leve desgosto, perguntando-se se deveria ter trocado para roupas de dormir. Mas antes de mais nada: ela bebeu um pouco de água para reidratar o corpo ressecado. A água na jarra estava morna, mas um toque de cítrico a deixava refrescante.
Será que vão fazer o quê para o jantar hoje à noite? Achando que talvez devesse sair para ver o que estava acontecendo, tentou alisar as rugas da saia. Deixou-a minimamente apresentável e saiu do quarto, apenas para encontrar Jinshi e Basen vindo pelo corredor em sua direção.
Alguns consideravam Maomao capaz de ser bastante ousada, mas naquele momento ela se sentiu claramente constrangida. Na noite anterior, depois de fazer o que fez com Jinshi, ela havia se retirado com o pretexto de que ouviu Lahan chamando por ela. Mas isso não significava que ela podia simplesmente se esconder no quarto agora.
O rosto de Jinshi, ao se aproximar, estava incomumente abatido; havia uma ruga em sua testa digna de Gaoshun, e seu olhar estava fixo, em Maomao, ao que parecia. Aquela expressão durou apenas um instante antes de retornar ao habitual ar calmo. Basen, porém, olhava para Jinshi com inquietação, então algo estava acontecendo.
Jinshi veio em direção a ela com passos que soavam excessivamente altos.
O que eu faço agora? Perguntou-se Maomao, mas não havia tempo para pensar. O máximo que podia fazer era tratá-lo normalmente. Inclinou a cabeça em um cumprimento educado e disse: — Há algum problema, senhor?
Normalmente, o correto para uma criada seria falar apenas depois que Jinshi se dirigisse a ela, mas Maomao julgou que, naquele momento, talvez fosse melhor tomar a iniciativa. A boca de Jinshi se torceu, um olhar conflitante passando por seu rosto, mas era difícil dizer se mais alguém percebeu.
— Sei que é repentino, mas quero que você se troque e venha comigo — Foi tudo o que ele disse, antes de passar por ela. Atrás dele vinham várias criadas, carregando uma caixa com roupas e curvando profundamente a cabeça.
— Sim, senhor — respondeu Maomao. Dadas as circunstâncias, era a única coisa que ela podia dizer.
Depois de se trocar, ela foi levada às pressas até uma carruagem. Jinshi e Basen, também com roupas novas, já estavam lá dentro.
Maomao olhou ao redor. Ela passou a maior parte do tempo ali na companhia de Lahan, seria certo agir por conta própria com Jinshi e Basen?
— Fui eu quem mandou chamá-la aqui — disse Jinshi. — Considerando que nossos horários se alinharam justamente para isso, não podíamos deixar de ir. — Independentemente do que sentia em relação a ela, ao menos ele conseguia falar normalmente. Ela ficou satisfeita por ele ser maduro o suficiente para isso, mas não conseguiu evitar a sensação de que havia algo por trás daquele “fui eu”.
— E para onde vamos, senhor?
— Para um banquete de casamento de certa família. — Outro banquete. Bem, aparentemente isso fazia parte do trabalho. — Eu pretendia recusar, mas o anfitrião insistiu, sendo uma ocasião tão feliz. E além disso...
— Sim, senhor?
Jinshi lançou um olhar significativo para Basen, e ele tirou o cartaz de procurado que havia mostrado a Maomao anteriormente.
— Pelo que sei, a família da jovem que vai se casar veio originalmente do norte. Eles eram uma das casas encarregadas de governar esta região após a destruição do clã Yi.
O clã Yi governou aquelas terras no passado, até ser exterminado no tempo da imperatriz reinante. Isso significava que aquela família havia sido transferida para lá décadas antes.
— A jovem tem os pés enfaixados — informou Jinshi. Como ela suspeitava.
— Não havia mais ninguém além dessa... jovem? — Isso era algo que Maomao queria ter absoluta certeza. Não podia sair acusando pessoas de crimes apenas com base em suposições.
— Várias — disse Jinshi. — Uma das damas de companhia da jovem, por exemplo. A verdadeira questão é com quem ela vai se casar, dizem que ele é de Shaoh.
— Entendo.
Foi uma delegação de Shaoh que trouxe o leão, talvez tenha sido ela quem armou a armadilha para que a jaula se partisse.
— Mais importante de tudo, a jovem partirá em viagem amanhã. Hoje será o banquete de casamento e amanhã ela seguirá para o país do marido.
— Isso parece meio apressado.
— Ou bem planejado.
Então, aparentemente, eles queriam que Maomao encontrasse algum tipo de prova de irregularidade.
— E se eu não conseguir encontrar nada?
— Teremos que pensar em outra forma. Minha estadia aqui pode ser prolongada. — O desejo de evitar isso estava estampado no rosto de Jinshi. Ele já estava longe da capital havia quase um mês, e o trabalho do irmão mais novo do Imperador devia estar se acumulando nesse tempo todo. Ainda assim, precisavam encontrar o culpado. — Isso também pode afetar negativamente o clã U, e eu gostaria de evitar isso.
— Não estou confiante de que vou encontrar algo — disse Maomao. Ela queria deixar isso bem claro.
— Entendo. — Jinshi virou-se para olhar pela janela e não voltou a encará-la pelo resto do trajeto.
Eles chegaram a outra mansão construída próxima a um oásis. O estilo era bem diferente da casa da família da Imperatriz Gyokuyou; aquele edifício parecia mais algo do leste. Tanto o prédio quanto o jardim não pareciam destoados na capital.
Ao passarem pelo portão e seguirem por um caminho de pedras, encontraram água correndo de ambos os lados. Salgueiros balançavam suavemente, deixando o lugar refrescante, enquanto pavilhões abertos com colunas vermelhas e telhados amarelos pontilhavam a propriedade. Havia um grande lago onde folhas de lótus flutuavam. A superfície da água ondulava de vez em quando, e sempre que uma pedra caía em um canal, ouvia-se o barulho de peixes saltando.
Carpas?
Carpas eram resistentes, mas Maomao ficou impressionada que a família conseguisse mantê-las em um ambiente tão seco.
— Esta casa foi deixada pelo clã Yi? — perguntou Jinshi em voz alta. Se aquelas pessoas foram enviadas para substituir um clã aniquilado que vivia no luxo, era compreensível que simplesmente ocupassem a mansão existente. Era certamente um lugar opulento, mas havia algo de triste nele também. A casa da Imperatriz Gyokuyou, a mansão de Gyokuen, era animada e movimentada; esta residência parecia sombria.
Ao cruzarem a ponte sobre o lago, viram alguém vindo na direção oposta, curvando-se exageradamente.
— Peço desculpas por ter demorado tanto para cumprimentá-los — disse a pessoa. Ele devia ser o dono da casa. Era rechonchudo, com a linha do cabelo começando a recuar. Atrás dele estava uma mulher que presumiram ser sua esposa. Seus pés eram pequenos, e seus sapatos tinham um formato estranho.
— Tenho certeza de que minha filha ficará radiante em receber as felicitações do Príncipe da Noite.
Príncipe da Noite? Maomao se perguntou. Ela supôs que o termo se referia a Jinshi. Poucas pessoas naquela terra podiam chamá-lo pelo nome verdadeiro, mas parecia envolver o caractere de “lua”, daí, talvez, o apelido.
— Se me permitem conduzi-los para dentro — continuou o homem, guiando-os até o edifício. Um tapete havia sido estendido no pavilhão, e um pequeno barco e lanternas flutuavam no lago. Ainda era apenas o crepúsculo, mas quando a noite caísse, o cenário teria um ar inquietante.
— Ei. Por aqui — chamou Basen para Maomao.
Jinshi estava sentado ao lado do anfitrião, enquanto logo depois vinha Gyokuen, aparentemente também convidado do casamento.
— Tivemos que insistir um pouco para trazer você — explicou Basen, referindo-se aos assentos. — Na verdade, esse lugar seria da Concubina Lishu. Por isso você está mais afastada. Vou designar uma dama de companhia para você, use-a se precisar de algo.
Então era por isso que o assento de Maomao parecia preparado às pressas. Uma mulher que realmente parecia uma dama de companhia surgiu atrás de Basen como se fosse a coisa mais natural do mundo.
Havia várias outras mulheres ali além de Maomao, mas todas tinham pés grandes e saudáveis. Um dos assentos de honra era ocupado por um homem de meia-idade com cabelos quase brilhantes e traços faciais angulosos e marcantes. Um estrangeiro. No outro assento estava uma jovem com um véu sobre a cabeça. Vestida inteiramente de branco, ela permanecia imóvel e silenciosa como uma boneca.
É ela? Pensou Maomao. Parecia dócil o suficiente, mas podia ser apenas atuação.
Resistindo à vontade de beber álcool, Maomao tomou um pouco de suco. Era um tanto incomum realizar um banquete assim ao ar livre, à noite, mas a comida e a música pareciam basicamente familiares. Francamente, Maomao já estava cansada de banquetes e não sentia necessidade de analisar aquele com muito cuidado. Só pretendia aproveitar a comida e observar a noiva.
Ugh, o que está acontecendo aqui?
Já que a trouxeram, ela sentia que deveria encontrar algo para eles, mas até então ela não teve uma única oportunidade de agir. Primeiro uma pessoa falou com ela, e então foi como se uma represa tivesse se rompido: as pessoas não paravam de puxar conversa. Por quê? Porque ela era acompanhante de Jinshi, supôs ela. Todos sorriam e bebiam vinho, mas no fundo dos olhos as emoções queimavam, ambição nos homens, inveja nas mulheres.

Maomao não deixou de perceber que talvez esse fosse o motivo de Jinshi tê-la trazido: mostrar como era participar de um evento ao lado do irmão mais novo do Imperador, e não como sua criada, como antes.
Ugh. Não, não!
Seria egoísmo da parte dela desejar que ele simplesmente agisse normalmente, sem deixar que os acontecimentos da noite anterior mudassem a forma como ele a tratava? Ela queria que a relação entre eles fosse profissional, como sempre tinha sido, com cada um usando e sendo usado pelo outro. Era isso que seria melhor para Maomao naquele momento.
— Uma jovem muito modesta você é — disse alguém.
Maomao não respondeu diretamente. Um véu cobria a maior parte de seu rosto, e ela fazia grande parte de sua comunicação por meio da criada designada para ajudá-la, garantindo que não dissesse nada impróprio. Afinal, o tom áspero da fala do distrito dos prazeres tinha voltado recentemente ao seu jeito de falar.
Se é assim que parece para você, tudo bem, pensou ela. Ela deixou o olhar vagar até os assentos no centro do banquete e percebeu que, em algum momento, a noiva havia desaparecido. Sua dama de companhia pareceu notar para onde sua atenção tinha ido e sussurrou em seu ouvido:
— Pelo que ouvi, ela foi retocar a maquiagem.
Maomao se levantou, pensando em ir ao banheiro também, mas ficou presa, cercada por pessoas que pareciam incapazes de perceber a indireta. Ela lançou um olhar para Jinshi e Basen, que pareciam estar na mesma situação. Basen recebia, de cara fechada, doses de bebida de várias mulheres, talvez fosse indelicado perguntar se seu rosto estava vermelho por causa do álcool ou por outro motivo.
Enquanto Maomao tentava pensar em uma desculpa adequada para sair dali, ouviu-se um grande estrondo. Ela se virou e viu todos ao redor olhando na direção do som.
O barco carregado de lanternas no lago brilhava mais do que nunca. Fogos de artifício cruzavam a água, claramente a origem do barulho. Então a noite incluía fogos.
— Ha! Lindo! Eu adoro! — proclamou um homem bêbado, cambaleando para fora do pavilhão. Ele entrou no lago (o que estava pensando?) e agarrou uma carpa com as duas mãos. — Lindo! Eu adoro! Queria que fosse um pargo, mas não vou reclamar!
Era uma piada terrível, mas, de todo modo, ele entregou o peixe a um amigo e disse:
— Pode mandar preparar isso pra mim?
[Kessel: A piada se perdeu na tradução. “Carp” significa o peixe carpa, mas também pode significar reclamar de algo. A piada é que ele não iria "carp about it", ou seja, reclamar do fato dele preferir outro peixe.]
O criado claramente não sabia como responder àquele pedido, mas foi salvo pelo chefe da casa, o pai da noiva. — Ei, você! — disse ele. — Eu sei que é uma ocasião feliz para sua sobrinha, mas isso não é desculpa para fazer papel de idiota. Todo mundo está olhando.
— Ha ha ha! Olá, irmão mais velho! Não, está tudo bem.
— O Príncipe da Noite deve estar horrorizado.
Jinshi, que havia sido subitamente mencionado, estava sorrindo. Apenas um sorriso educado, sem dúvida, mas o suficiente para encantar todos ao redor, que, apesar de seu ferimento, ainda achavam que ele lembrava uma ninfa celestial.
— Sinto pena desse pobre peixe. Por que não o devolvem à água? — disse ele. A festa havia se tornado um completo descontrole, apesar da presença do irmão mais novo do Imperador. Uma cena dessas seria impensável na capital.
Todos sorriam e riam da troca de palavras. A carpa foi devolvida ao lago e, de alguma forma, escapou de virar jantar naquela noite. Ainda assim, não devia ter sido fácil para o peixe, primeiro com fogos estourando acima de sua cabeça, depois sendo agarrado por convidados embriagados. Maomao olhou para a água escura. Tentou jogar algumas migalhas de pão, mas não havia sinal de peixes vindo pegá-las. Toda aquela agitação devia tê-los afugentado.
Com mais álcool, a festa ficou ainda mais animada, e mesmo assim a noiva não havia voltado. Jinshi já havia notado isso, e ele e o noivo observavam o assento vazio.
— Talvez a estrela desta noite tenha ido brilhar ainda mais? — sugeriu Jinshi. O tio da garota não tinha dito que ela ia retocar a maquiagem? A maioria das mulheres presentes não parecia acreditar nisso; as damas de companhia praticamente haviam deixado a área do banquete.
Não muito depois, uma delas voltou em pânico. Seu rosto estava pálido e ela mal conseguia falar; apenas apontava para o outro lado do lago.
Bom, agora...
Maomao sentiu um cheiro de queimado, e então ouviu gritos. Virou-se na direção da algazarra e viu um dos convidados olhando para onde a dama apontava. Sua boca abria e fechava como a de uma carpa, e ele apontava para o céu com um dedo trêmulo.
Não, não para o céu, mas para um edifício em um canto da propriedade: uma pagoda de quatro andares. Algo era vagamente visível no último andar.
[Kessel: A pagoda é um edifício clássico da cultura asiática, geralmente associado a templos. Sabe aquele prédio com múltiplas beiradas em seus andares, como se fosse uma sucessão de cadernos empilhados? Dá uma olhada no Google se não conseguiram pegar a referência, vale a pena para entender a cena!]
— A-a-a senhorita está... pendurada... — conseguiu dizer a dama, por fim. Todos os convidados que estavam se divertindo empalideceram ao mesmo tempo.
Uma silhueta tênue podia ser vista balançando do telhado do edifício, os pés oscilando levemente de um lado para o outro. O vestido de noiva branco ondulava como uma nuvem.
— Para a torre! — disse Jinshi; ele e Basen foram os primeiros a agir. O noivo, o pai da noiva e o tio a seguiram logo depois, e Maomao correu atrás deles em direção ao edifício. Eles atravessaram o jardim verdejante, a fumaça dos fogos obscurecendo e espalhando a luz das lanternas flutuando no canal. Era possível ouvir as carpas se debatendo na água.
A pagoda era claramente visível, mas não havia um caminho direto até ele. Árvores e outras construções bloqueavam o trajeto, obstáculos que precisavam contornar. Pelo menos, com as lanternas iluminando bem o caminho, eles não cairiam.
Maomao entrou no edifício alguns passos atrás dos outros e subiu correndo as escadas. Ela chegou ao último andar ofegante, encontrando os homens encarando, incrédulos, a corda balançando: ela havia se rompido.
— Procurem por ela! Verifiquem o chão ao redor do edifício! — rugiu Basen, descendo as escadas imediatamente. Ele podia ser simples, mas era decisivo em momentos assim.
Os outros, seguindo seu exemplo, desceram também, mas Jinshi continuou olhando para fora. Estavam a cerca de quatro jo (doze metros) de altura. Se a garota havia sido estrangulada pela corda e ela depois se rompeu, quais eram as chances dela ter sobrevivido?
Praticamente zero eu diria, pensou Maomao. Com o pescoço quebrado ou por asfixia, ninguém sobreviveria pendurado ali por tanto tempo. No chão, perto da corda que ainda balançava, havia um par de pequenos sapatos bordados, pertenciam à noiva.
— O que você acha disso? — perguntou Jinshi, olhando da corda para o chão e de volta. A corda estava presa sob os beirais, e a outra ponta havia se rompido. Olhando para baixo, viam telhados sobrepostos. Talvez a garota tivesse rolado por eles ao cair.
— Não sei — respondeu Maomao com sinceridade, e Jinshi sorriu.
— Arranquei a verdade dela com persuasão — murmurou Jinshi. — Foi isso que eu causei? — Ele estava sentado no lugar central do banquete e podia ter dito algo à noiva. Ele olhou para baixo e, por um instante, parecia estar mastigando areia. Virou as costas para os pequenos sapatos, mas não ergueu o olhar. — Você acha que sou uma pessoa terrível?
Após um momento, Maomao disse:
— Não sei, senhor. — Jinshi apenas cumpriu seu dever. Mais cedo ou mais tarde, alguém teria que fazê-lo, ou o culpado fugiria para o oeste. E isso precisava ser evitado.
Sem conseguir pensar em mais nada para dizer, Maomao permaneceu em silêncio.
Por fim, Jinshi disse: — Vamos — E sua voz soou fria.
— Sim, senhor. — Maomao desceu os degraus lentamente, alimentando uma pergunta enquanto avançava pela escada íngreme.
Não demorou para encontrarem a noiva, mas ela não estava em condições de ser vista. Seu manto branco estava chamuscado; seus braços e pernas, dobrados em ângulos perturbadores, também estavam enegrecidos; e sua cabeça havia sido rachada. Encontraram a corda em seu pescoço e reconheceram seus pequenos pés deformados. Ela havia sido encharcada com óleo de lanterna e então incendiada. Era mais do que suficiente para fazer até os convidados embriagados ficarem completamente sóbrios.
[Kessel: Primeiramente, que forma horrível de morrer. E em segundo lugar, a relação do Jinshi com a Maomao ficou realmente abalada, em? Eles estão muito estranhos um com o outro. Acho que é natural, dado o que aconteceu…]
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