Volume 5
Capítulo 3: Sono
Três dias depois, um nobre mascarado apareceu na farmácia quando o sol cruzava o meridiano.
— Bem-vindo! Ainda bem que o senhor veio!
Jinshi recuou, pego de surpresa pela recepção calorosa de Maomao. Atrás dele, a boca de Gaoshun ficou boquiaberta, claramente se perguntando o que tinha acontecido.
— E-Ei, o que houve?
— Xiaomao, você sabe que esse é o Mestre Jinshi na sua frente, certo? Não está confundindo ele com outra pessoa, está?
Maomao franziu a testa. Reações ridículas, as duas. Gaoshun lançou um olhar para Jinshi, percebendo que deixou escapar o nome errado por acidente, e recebeu em troca um olhar irritado por trás da máscara.
Jinshi entrou na loja e se sentou em uma almofada redonda. O lugar não era exatamente espaçoso, então Gaoshun recuou para a sala da frente da Casa Verdigris, como sempre fazia. Assim que a porta de correr foi fechada, Jinshi finalmente retirou a máscara.
Lá estava, como sempre, o seu belo rosto, e a cicatriz ao longo da bochecha que nunca deixava de parecer deslocada. Os pontos já tinham sido removidos e parecia bem menos dolorido do que antes, mas ainda assim era o suficiente para fazer qualquer pessoa suspirar pelo desperdício que era.
As pessoas começaram a escrever histórias divertidas sobre a rebelião do clã Shi no ano anterior. O herói era o belo irmão mais novo do Imperador, e o papel de vilã cabia a Loulan. Era de se esperar que esse papel fosse para Shishou, o líder do clã Shi, mas Loulan tomou o lugar dele na imaginação popular e aquela cicatriz provavelmente era o motivo.
A vilã que feriu aquele rosto quase sobrenatural seria mencionada por gerações. Quando Maomao lembrava da dama da corte que adorava insetos, rindo alegremente, sentia um vazio desolador.
[Kessel: </3]
— Achei que você tinha algo que queria me contar — disse Jinshi.
Ah! Sim, tinha mesmo.
Maomao pegou da estante a enciclopédia que havia comprado da livraria.
— O que é isso?
— Algum oportunista tirou das chamas da fortaleza e vendeu.
Ela manteria silêncio sobre o antigo guarda por enquanto. Ele estava sob os cuidados do chefe dos criados da Casa Verdigris, Ukyou, que sabia o que fazer com ele.
O homem que fugiu da fortaleza decidiu começar a se chamar Sazen. Maomao quis que ele usasse um nome falso, só por precaução, caso o nome verdadeiro despertasse alguma lembrança no pirralho Chou-u. Felizmente, “Sazen” parecia não ter nenhum apego especial ao antigo nome. Agora ele estava aprendendo o ofício com Ukyou.
Conseguimos recuperar os livros que ele vendeu.
Ukyou agiu imediatamente para reuni-los. Sazen disse que vendeu para um intermediário que, por acaso, Ukyou conhecia, então o chefe dos criados conversou com o homem e comprou os livros de volta. Restava apenas um problema.
— Acho que o último desses livros está na fortaleza. E eu quero colocar as mãos nele.
Jinshi lançou um olhar para ela.
— E por que estamos colecionando esses livros?
Maomao decidiu que a melhor resposta seria uma demonstração prática. Colocou diante de Jinshi uma tigela com um barulho nada elegante: uma montanha de insetos cozidos de cor pouco convidativa. Jinshi franziu o cenho e recuou abertamente.
— O que diabos é isso?
— Gafanhotos gregários cozidos. Embora o ingrediente principal, na verdade, sejam os gafanhotos comuns.
Maomao pegou um deles com os hashis e se inclinou na direção de Jinshi. Ele recuou de novo, mas logo se viu encurralado pela parede, onde praticamente se encolheu.
— Eu não vou comer isso!
— Ninguém falou nada sobre comer.
Maomao colocou o inseto num prato e tirou um pedaço de papel com o desenho de dois insetos: um estudo comparativo entre um gafanhoto comum e um gafanhoto gregário. Era baseado nas versões fritas, mas capturava o essencial. Ela deu algumas moedas a Chou-u pelo trabalho.
— Parece que os gafanhotos se proliferaram no ano passado. Não houve reclamações das vilas agrícolas sobre danos causados por insetos?
O rosto de Jinshi ficou sombrio, e ele coçou a cabeça com um suspiro.
— Sim, recebemos alguns relatórios. Houve danos significativos às plantações na região norte.
Mas não o suficiente para causar fome. Para o bem ou para o mal, o outono do ano anterior tinha sido frio, ajudando a conter os insetos. Eles foram eliminados antes que pudessem se multiplicar de forma incontrolável.
— A devastação causada por gafanhotos gregários pode continuar por vários anos. O que pretendem fazer este ano?
A boca de Jinshi se torceu. Talvez a pergunta já tivesse ocorrido a ele.
A região norte, Maomao suspeitava, pertencia em grande parte ao clã Shi. Com eles destruídos, a responsabilidade de governar a área recairia sobre o Imperador.
— Planejamos compensar a perda do ano passado distribuindo parte do excedente do sul. — Mas, ao que parecia, ainda não pensaram muito além disso. Jinshi tinha uma ruga na testa digna de Gaoshun.
— Se acontecer de novo este ano, as coisas vão ficar difíceis — disse Maomao.
As pessoas afirmariam que a praga era um sinal de que o Imperador não governava corretamente. São só insetos, alguém poderia pensar, mas pragas assim já significaram o fim de mais de uma nação na história. E se acontecer justamente no ano seguinte à destruição do clã Shi, o que o povo pensaria?
Superstição ridícula, pensou Maomao. Mas, na mente de muitos, a conexão não seria descartada tão facilmente. E o Imperador e os parentes dele precisavam governar tanto os crédulos quanto os céticos.
— Praga de insetos é um fenômeno natural — disse Jinshi. — O que espera que façamos? Acender fogueiras para atrair eles? Ou sair por aí matando um por um?
Ele estava certo. Seria inútil.
— É por isso que estou investigando isso — disse Maomao, estendendo a enciclopédia para Jinshi. Era o volume que ela obteve com Sazen, o fugitivo da fortaleza. O livro estava repleto de anotações nas margens. — Há outro volume que trata de insetos, e como não está aqui, acho que pode estar na fortaleza. — O volume em posse de Maomao não dizia nada sobre gafanhotos, mas era inimaginável que um inseto tão comum não fosse mencionado num livro tão detalhado. — Além disso, acredito que o apotecário que estava na fortaleza antes de mim pesquisava algo sobre gafanhotos.
— Mesmo?
— Sim, embora eu não saiba até onde a pesquisa dele avançou. — Só que parecia desesperada.
Jinshi acariciou o queixo pensativo, então abriu a porta e chamou Gaoshun, que estava justamente colocando um espeto de bolinhos na boca. Ele imediatamente foi chamar um dos criados da Casa Verdigris. Chou-u, que nunca perdia uma oportunidade, viu os bolinhos abandonados e pegou para si.
— Acho que consigo providenciar isso em alguns dias.
— Eu agradeço muito. — Maomao soltou um longo suspiro. Isso não significava que tudo estava resolvido, mas trazia certo alívio para algo que rondava sua mente havia dias.
Jinshi, porém, parecia pálido. Ultimamente ele parecia sempre cansado, agora que não podia mais fingir ser eunuco. E o que Maomao disse só aumentou a carga de trabalho dele.
— Cansado, senhor?
— Pode-se dizer que sim. Mas vou ficar bem.
Ele tinha olheiras profundas, mas os oficiais e damas da corte ao redor dele não pareciam notar. Na verdade, pareciam achar que ele estava ótimo. Mesmo com a cicatriz, a beleza dele ainda era praticamente sobre-humana, e isso confundia as pessoas. Parecia, para elas, um sinal de boa saúde.
Ele vai desabar nesse ritmo. Pessoas cujos sentidos se embotam pela fadiga acabam deixando de perceber que estão cansadas. Se até Gaoshun insistisse que Jinshi está bem, ela não teria como impedir nada. Ele precisa dormir.
Se ele tinha tempo para vir até aqui, deveria ter usado esse tempo para descansar em seu quarto. Maomao olhou para ele, um pouco exasperada.
— Mestre Jinshi, o senhor não gostaria de descansar?
— O que é isso de repente?
— Vou preparar um quarto imediatamente. Quero que você durma.
Maomao olhava diretamente para ele, e era impossível não notar a cicatriz na bochecha direita. Percebeu que corria o risco de querer examinar de perto os pontos bem feitos e baixou o olhar para o chão. Claro que ela queria observar o trabalho cuidadoso do velho dela, os pontos cobertos de pomada. Jinshi provavelmente ficaria com a cicatriz, mas a cicatrização avançava rápido, e ela queria acompanhar o progresso.
— Você quer que eu durma em um lugar como este?
Maomao arriscou uma piada: — Não consegue dormir sozinho? — Pensando que talvez ele se ofendesse por ser tratado como criança, começou a acrescentar: — É brinca…
— Não. Não consigo — disse Jinshi antes que ela pudesse terminar. Parecia que ele se sentia sozinho quando estava por conta própria.
Entendo. Maomao colocou a cabeça para fora da loja e chamou uma aprendiz próxima, pedindo que chamasse a madame.
— O que foi? — perguntou a velha, sem muito entusiasmo, quando chegou. Mas, quando Maomao explicou o que queria, uma luz começou a brilhar sob as pálpebras enrugadas. — Me dê meia hora.
Será que isso é tempo suficiente? Maomao pensou, mas deixou a madame que de repente parecia bastante empenhada, agir como quisesse. Em vez disso, ofereceu a Jinshi um chá revigorante.
— Por aqui, por favor — disse Maomao, conduzindo Jinshi para dentro da Casa Verdigris. Ela levou ele a um quarto no último andar, um aposento decorado com os melhores móveis e uma cama enorme. Incenso queimava, enchendo o espaço com um aroma doce e intenso. — O senhor pode descansar aqui. O trabalho é importante, mas precisa cuidar de si mesmo.
Ela esperava que a madame simplesmente recusasse a ideia, mas a velha parecia ter algum plano, pois ofereceu o melhor quarto da casa gratuitamente. E o deixou pronto em trinta minutos. Uma demonstração impressionante. Talvez tivesse decidido que seria melhor causar uma boa impressão a um membro da nobreza.
— Se quiser tomar banho, há um banho medicinal preparado. Se quiser pijamas, pode usar estes. — Maomao entregou a ele um conjunto macio de roupas de algodão para dormir. Jinshi pareceu surpreso no início, mas o sorriso dele ficou cada vez mais suave. Não era o sorriso de uma ninfa celestial, mas ainda poderia derreter o coração de qualquer mulher ou homem.
— Acho que vou tomar banho — disse Jinshi, dirigindo-se ao aposento em anexo. A banheira, cheia de água quente trazida com esforço pelos criados, estaria na temperatura perfeita. Quanto trabalho tiveram para ferver tudo e trazer até ali antes que esfriasse!
Uma onda de alívio percorreu Maomao, e parecia que a ruga na testa de Gaoshun, que estava em um canto do quarto, também suavizou. Ainda assim, ele parecia inquieto.
— Eu não vou dormir sozinho — repetiu Jinshi.
— Não senhor, não vai.
Pelo menos nisso, não havia dúvidas. Jinshi abriu a porta do banho com uma expressão indecifrável e imediatamente a fechou com força, voltando apressado até Maomao, claramente agitado. O jeito como ele se movia era quase cômico. Ele já estava com a máscara no rosto outra vez.
— Por que há mulheres seminuas no banho? — exigiu saber.
— Não precisa se preocupar, senhor. Elas são profissionais.
Ele mal conseguia descascar a própria tangerina, então Maomao achou que tomar banho sozinho estava fora de questão. Ela pediu que preparassem roupas para ele, assim como quando o Imperador tomava banho, e pensou que, já que estavam ali, uma massagem também seria adequada.
— O senhor não gosta de massagens?
— E isso se limita a só uma massagem? — ele perguntou, cauteloso.
— Frequentemente não.
Afinal, era uma casa de prazeres. E, se o cliente pedisse, muitas profissionais ofereciam serviços adicionais que... bem, não precisavam ser detalhados aqui. Todos sabiam como funcionava o distrito dos prazeres.
— Ainda vai tomar banho, senhor?
— Obrigado, mas passo.
— Então quer trocar de roupa?
— Consigo fazer isso sozinho.
Jinshi tirou o manto externo e, de maneira enfática, vestiu o pijama por conta própria.
Ele é surpreendentemente bem constituído, observou Maomao, embora não sentisse nada em especial com isso. Pegou o manto do chão, dobrou cuidadosamente e guardou em um baú. Ainda havia um leve perfume, um aroma que refletia o gosto refinado do dono.
Maomao pegou uma xícara e um pequeno bule da mesa ao lado da cama e serviu algo para Jinshi. Ele levantou a máscara e tomou um gole. — É algum tipo de remédio para dormir? — Talvez o gosto fosse estranho. Talvez ela devesse ter provado para mostrar que era seguro.
— Contém nutrientes para aumentar sua energia, senhor.
Jinshi cuspiu o chá. Maomao, que ficou praticamente encharcada, não pôde deixar de lançar-lhe um olhar severo.
— Por que diabos você me daria isso?
— Ouvi dizer que é o remédio mais eficaz para quando um homem está cansado.
— Você... quer dizer o que eu estou pensando?
— O que mais eu poderia querer dizer, senhor?
A expressão dele era uma mistura de constrangimento e vergonha. Na verdade, ele parecia estar fazendo essa cara com frequência hoje.
Talvez eu esteja sendo direta demais. Jinshi podia ser um homem, mas talvez ainda ficasse embaraçado com fatos biológicos ditos tão claramente. Ele ainda era jovem, afinal, e talvez não fosse tão maduro quanto parecia. Ela se sentiu um pouco mal por agir como se ele fosse um animal sempre no cio. Ainda assim, a reação dele parecia um pouco exagerada. Provavelmente nada com que se preocupar.
Jinshi parecia incapaz de olhar Maomao nos olhos, mas ela continuou:
— Então, que tipo de mulher o senhor prefere?
— Hã? — ele disse, atônito.
Maomao então bateu palmas duas vezes, fazendo com que cinco mulheres deslumbrantes entrassem vindas de outro aposento. Todas pareciam doces e inocentes.
— A Lady Suiren me disse que o senhor prefere mulheres da sua idade — explicou Maomao. Suiren era a babá de Jinshi. Podia ser travessa à sua maneira, mas era uma assistente de primeira.
Dada a aparente fixação de Jinshi por castidade, esforçaram-se para encontrar virgens, ainda mais desejáveis por certamente não terem doenças. Não foi possível reunir o suficiente apenas da Casa Verdigris, então recorreram a alguns outros bordéis próximos. Isso rendeu um olhar feio da madame, mas, para conseguir tantas virgens em tão pouco tempo, foi o que precisaram fazer.
As mulheres foram informadas apenas de que o homem envolvido era um nobre, o que bastou para convencê-las. Ficaram ainda mais intrigadas com o vislumbre da beleza de Jinshi sob a máscara.
Sim, Jinshi certamente chamava a atenção de muitas jovens, mas naquele momento ele apenas permanecia de boca aberta. Ele olhou para Maomao, com uma confusão evidente mesmo atrás da máscara. Num canto do quarto, Gaoshun já tinha passado de segurar a cabeça para encostar a testa na parede.
— Nenhuma é do seu agrado? — perguntou Maomao. Não foi Jinshi, mas as mulheres que reagiram. Cada uma começou a gesticular para ele da maneira que julgava mais atraente. — Nenhuma delas conheceu um homem ainda — acrescentou Maomao. — A própria madame inspecionou.
É fácil adivinhar que tipo de inspeção foi essa.
Jinshi, movendo-se de forma rígida como uma marionete, olhou para Maomao.
— Eu só quero dormir. Por favor, me deixe descansar!
— Entendo, senhor. Então basta escolher uma, qualquer uma delas...
— Eu estou falando literalmente! — ele exclamou.
Os ombros de Maomao caíram, e as cortesãs saíram do quarto em um resmungo coletivo.
[Noelle: Só a Maomao mesmo pra fazer isso tudo e não entender o que ele quer kkkkk]
Em vez disso, Maomao foi até Gaoshun, cujos ombros estavam ainda mais caídos que os dela e disse:
— O senhor gostaria delas então?
— Eu... tenho esposa. Uma esposa assustadora. E minha filha é bastante exigente com limpeza… — Disse ele.
Ah, claro. Talvez não fosse boa ideia oferecer cortesãs a um homem casado.
— Você sabe como é ouvir “Papai, você está sujo! Tem que tomar banho por último hoje!”?
— Sim, senhor, eu sei.
Imagino como a filha dele se sente...
Ainda assim, ela se sentia mal por deixar o assistente de Jinshi ali parado, então ofereceu um sofá confortável a ele. Havia outra cama e até outro quarto disponível, mas Gaoshun recusou educadamente. Ele parecia mais preocupado com a possibilidade de divórcio caso fosse descoberto num lugar como aquele.
Maomao voltou até onde Jinshi estava deitado e puxou as cobertas sobre ele. Quando foi sair do quarto, sentiu ele segurar o braço dela.
— Pelo menos poderia cantar uma canção de ninar.
Ela não respondeu de imediato, queria dizer não, mas ele olhava para ela com aqueles olhos de filhote que às vezes ele fazia. E, depois de toda a agitação com banho e cortesãs, aquele descanso não parecia ter ajudado em nada. Ele se recusou a soltá-la, e ela soltou um suspiro. — Eu não canto bem.
— Não me importo.
Então, batendo levemente nas cobertas para marcar o ritmo, Maomao começou a cantar. Uma antiga canção infantil que as cortesãs costumavam cantar para ela. Não demorou muito até que a respiração de Jinshi assumisse o ritmo tranquilo do sono.
Jinshi saiu no início da noite, pouco antes do sol desaparecer no horizonte. O cochilo deve ter sido revigorante, porque ele acordou com uma aparência muito melhor e comeu três tigelas inteiras de mingau de arroz. Maomao começou a temer que ele pudesse trabalhar até a morte, mas se ele ainda estava comendo, não morreria. Na verdade, ela achava que ele poderia ter problemas com Suiren quando estivesse cheio demais para jantar naquela noite. Ou talvez ela estivesse se preocupando demais?
Com a máscara de volta ao rosto, Jinshi entrou na carruagem, e Maomao o observou enquanto se afastava. Enquanto estava ali, teve a sensação de que alguém a observava. Ao se virar, viu uma cortesã apoiada no corrimão do segundo andar, fumando um cachimbo de forma provocante. Era Pairin, uma das Três Princesas. Seu manto não conseguia esconder muito bem seus seios fartos.
— Já não está na hora de você ceder? — perguntou.
— Ceder a quê? — perguntou Maomao, afastando-se da irmã mais velha e voltando para a loja.
[Noelle: Até a irmã percebeu e ela não… kkkk]
[Kessel: Essa cena inteira é uma loucura. Kkkkkkkk. Tão inteligente e ao mesmo tempo, tão lentinha…]

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