Volume 2
Capítulo 12: O Ritual
Conforme instruído, Maomao se trancou nos arquivos já na tarde seguinte. O edifício guardava pilhas de registros públicos e exalava um cheiro característico de mofo. Um funcionário de rosto pálido trouxe-lhe braçadas de pergaminhos. Era a única outra pessoa que ela via ali; o posto parecia mais uma sinecura.
Não faria mal algum ele tomar um pouco de sol de vez em quando, ela pensou.
Ela desenrolava um pergaminho após o outro, todos feitos de excelente qualidade. Estavam listados, de forma resumida, acidentes e crimes que haviam ocorrido no complexo do palácio nos últimos anos. Não se tratava de informações confidenciais; os pergaminhos eram públicos e podiam ser consultados por qualquer pessoa que os solicitasse. Ela os examinava com interesse. A maioria dos casos eram acidentes comuns, mas alguns despertavam sua curiosidade. Casos de intoxicação alimentar, por exemplo...
Ela esperava que tais incidentes aumentassem durante o verão, mas surpreendeu-se ao encontrar um número considerável também no inverno. O outono podia trazer seus próprios problemas, com pessoas comendo cogumelos não identificados ou inadequados.
Maomao pediu ao funcionário outro feixe de pergaminhos. Imaginava que ele a trataria como um incômodo, mas ele parecia satisfeito por finalmente ter a oportunidade de trabalhar. Ao que tudo indicava, não estava ali apenas para matar o tempo. Estava, na verdade, curioso sobre o que Maomao pesquisava, lançando de vez em quando discretos olhares enquanto ela trabalhava.
Maomao o ignorou, folheando os registros até encontrar o que buscava: a descrição do recente incidente de intoxicação alimentar. Maomao parou ao ver o órgão governamental ao qual a vítima estava associada.
O Conselho de Rituais?
Pelo menos, era o que o título oficial lhe sugeria. De suas lembranças, ainda que vagas, o Conselho de Rituais era responsável pela educação e pela diplomacia. Talvez tivesse mais certeza se tivesse estudado com mais afinco para o exame das damas do palácio.
— Está com dificuldade em algo? — perguntou-lhe o funcionário pálido. Qualquer coisa para passar o tempo, pelo visto.
Maomao decidiu que aquele não era o momento de se envergonhar por conta de sua ignorância. — Sim. Não tenho muita certeza do que este título significa. — Temia que a admissão a fizesse soar absolutamente ignorante.
— Ah. Essa pessoa supervisiona a observância dos rituais — disse o homem, satisfeito por fornecer aquele conhecimento.
— Você disse rituais?
Certo, a vítima de intoxicação alimentar tinha ficado encarregada dos instrumentos de rituais, não era?
— Exatamente. Ficarei feliz em buscar um livro mais detalhado sobre o assunto, se desejar — ofereceu o oficial, sem hostilidade.
Mas Maomao mal o ouvia; as engrenagens de sua mente giravam velozmente. De repente, ela bateu com força na longa mesa à sua frente. O homem quase saltou de susto.
— Você tem algo para eu escrever? — perguntou Maomao.
— E-eu... sim...
Maomao percorreu rapidamente o registro de incidentes que examinava. Anotou posições exatas e cargos ocupados. Quando coincidências se acumulavam, sugeriam algo deliberado. E, ao dispor todas essas aparentes coincidências, o ponto em que se sobrepunham mostraria onde procurar.
— Observância de rituais... Instrumentos de rituais…
Os rituais em si não eram incomuns; de todo tipo eram celebrados ao longo do ano. Pequenas cerimônias podiam ser conduzidas por um chefe de aldeia, mas as cerimônias mais importantes eram realizadas pela família imperial. Os instrumentos roubados teriam servido, no mínimo, para uma cerimônia de médio porte, senão algo ainda mais relevante.
Uma cerimônia de médio porte... Maomao lembrou-se de Jinshi realizando um rito de purificação. Se tivesse alguma dúvida sobre algo ligado aos rituais, talvez fosse mais rápido perguntar ao eunuco.
— Você se interessa por assuntos relacionados a rituais? — O funcionário, que se revelava não apenas entediado, mas também bastante amistoso, aproximou-se trazendo um grande desenho.
— Hã... — murmurou Maomao. Era uma ilustração bastante detalhada do local onde são feitos os rituais. Um altar erguia-se no centro, com uma bandeira tremulando acima dele. Um grande recipiente estava colocado aos pés do altar, talvez para conter o fogo.
— Um lugar um tanto incomum, não acha? — disse o oficial.
— Realmente...
Era, sem dúvida, elegante e imponente. A bandeira parecia ter algum tipo de inscrição, será que a trocavam a cada cerimônia?
Que trabalho daria erguê-la e abaixá-la sempre, pensou Maomao, sempre prática. A bandeira estava alta o bastante para que até mesmo usar uma escada fosse problemático.
— Eles têm um mecanismo especial ali — explicou o oficial. — Uma grande viga suspensa no teto. Pode ser erguida ou abaixada para que se escreva a inscrição do ritual apropriado na bandeira.
— Você parece saber bastante sobre isso — observou Maomao, estudando o homem pálido.
— Diria que sim. Antigamente eu fazia um trabalho mais digno do que matar o tempo nos arquivos. Mas, devo admitir, devo ter escorregado no momento errado ou ofendido a pessoa errada, e acabei exilado para estas estantes.
Ele acrescentou que, anteriormente, fora designado ao próprio Conselho de Rituais, o que explicava o interesse pelo que Maomao estava fazendo. E então disse algo que realmente prendeu a atenção dela:
— No começo, eu me preocupava se aquilo seria resistente o bastante. Ainda bem que não houve nenhum problema até agora.
— Preocupava-se se o quê seria resistente?
— A viga. O sistema que a sustenta. É algo enorme. Mal ouso imaginar a tragédia que resultaria se caísse. Mas, assim que levantei a questão, fui banido para estes arquivos.
Maomao fitou o desenho em silêncio. Se a viga se soltasse do teto, a pessoa em maior perigo seria justamente aquela posicionada abaixo dela: o oficiante da cerimônia. Uma figura, possivelmente, muito importante.
E ele está preocupado com a resistência do sistema, pensou Maomao. Para erguer e abaixar a viga, ela teria de estar presa a algum suporte. E, se os fixadores se rompessem...
Quão resistente é...
Havia um recipiente de fogo bem próximo. Maomao foi subitamente tomada pela questão de quais instrumentos ritualísticos haviam sido roubados. Bateu na mesa novamente, fazendo o oficial se sobressaltar outra vez. Ela se virou para ele, que permanecia rígido como uma tábua, e disse:
— Me desculpe, mas quando será a próxima cerimônia ritualística?! E onde fica o lugar mostrado neste desenho?!
— É uma estrutura chamada Altar do Céu Safira, na extremidade oeste do pátio externo. E quanto à quando será usado... — O funcionário folheou um calendário, coçando a orelha. — Ora, há uma cerimônia hoje.
Antes mesmo que o homem terminasse a frase, Maomao já disparava para fora do prédio, sem sequer arrumar os pergaminhos.
O Altar do Céu Safira, a oeste... pensava, tentando organizar os pensamentos enquanto corria. Suspeitava de que o plano vinha sendo arquitetado havia muito tempo. Preparado de forma que algumas partes pudessem falhar, mas, se apenas algumas coincidências se sobrepusessem, abririam a brecha que o conspirador desejava. Ainda é só um palpite. Nada mais que isso. Mas era vertiginoso imaginar as consequências de suas suposições se estivesse certa.
Logo avistou um templo redondo. Estruturas semelhantes a ladeavam dos dois lados, e uma fileira de oficiais estava diante dela. Pelas vestes, deduziu que um ritual estava em andamento.
— Ei, você! O que pensa que está fazendo? — gritou um deles.
Era de se esperar, já que uma criada imunda tentava passar correndo por ali. Maomao estalou a língua. Não tinha tempo para isso. Se pudesse recorrer a Jinshi ou Gaoshun, talvez resolvessem o problema por ela, mas eles estariam fora o dia todo.
— Deixem-me passar, por favor.
— De jeito nenhum. Um ritual está sendo celebrado — disse um guerreiro, empunhando um pesado tacape de forma ameaçadora. Ele a fulminou com o olhar, mas Maomao não podia culpá-lo por querer apenas cumprir o dever. Em vez disso, amaldiçoou a si mesma por não ser boa de lábia.
— É uma emergência. Vocês têm que me deixar entrar.
— Uma criada como você ousaria se impor sobre os ritos sagrados?
Ele tinha razão. Maomao não passava de uma criada. Não tinha autoridade alguma. Se o homem permitisse a entrada de uma garota como ela apenas porque pediu, poderia dar adeus à própria cabeça. Infelizmente, Maomao também não podia recuar.
Talvez nada aconteça, pensou. Mas, se acontecer, será tarde demais para dizer “eu avisei”. Quando percebemos que algo irreversível aconteceu, já é sempre tarde demais.
O soldado era muito mais alto que ela, mas Maomao o encarou firmemente. Os oficiais por perto já começavam a murmurar, observando-os.
— Não estou aqui para simplesmente manchar o ritual — disse Maomao. — A vida de alguém está em perigo. Vocês precisam interromper a cerimônia!
Um dos oficiais próximos interveio:
— Isso não cabe a você decidir. Se tiver algo a dizer, temos uma caixa de sugestões.
Estava claramente zombando dela, serva de baixo escalão que era.
— Vocês nunca veriam a tempo. Deixem-me passar!
— Não!
Jamais chegariam a algum lugar discutindo como crianças. Talvez o mais sensato fosse Maomao reconhecer que nunca conseguiria entrar e recuar. Mas ela não tinha isso em si. Um sorriso sarcástico tomou-lhe os lábios.
— Há uma falha fatal na construção daquele altar. E acredito que alguém pode ter se aproveitado disso. Se não me deixarem passar agora mesmo, acreditem, vão se arrepender. Minha nossa, tremo só de imaginar o que acontecerá com vocês quando descobrirem que fui eu quem avisou e vocês não ouviram!
Levou a mão ao rosto em uma expressão exagerada de surpresa. Em seguida disse:
— Esperem... Já entendi. É isso, não é? — Bateu o punho na palma aberta, como se tudo fizesse sentido. O sorriso tornou-se cruel.
— Vocês querem que aconteça o que quer que tenham armado. Estão me atrasando aqui porque estão em conluio com quem sabotou o...
Foi interrompida por um baque surdo em sua própria cabeça. Quase sem entender o que acontecia, já estava caída no chão, a visão turva.
Preciso ficar consciente, pensou. Mas querer não bastava. Ouviu a voz do soldado que a havia golpeado, mas parecia distante demais, e ela não conseguiu distinguir as palavras. Pelo menos sabia que tinha chamado a atenção deles. Qualquer soldado ficaria furioso diante de provocações como aquelas vindas de uma simples criada. Furioso o bastante para erguer a mão sem pensar, talvez. Ela não podia reclamar; havia provocado aquilo. Mas, se desmaiasse agora, tudo estaria perdido.
Lentamente, Maomao ergueu-se até ficar sentada. A orelha ardia, e a visão ainda estava borrada. À medida que as cores voltavam ao mundo, percebeu o soldado com o braço erguido, contido pelos companheiros.
Pensou que tentar começar uma briga ajudaria... mas... não adiantou...
Não havia tumulto suficiente para interromper a cerimônia; ainda se ouvia música vinda da direção do altar. O ritual prosseguia.
Por fim, ela se arrastou até ficar de pé. Alguns pontos vermelhos salpicavam o chão diante dela. Sangramento nasal, pensou ela. Nada com que se preocupar. O golpe parecia ter atingido sua orelha, mas só ardia; não havia dor. Maomao pressionou o polegar contra uma narina e soprou o sangue para fora. Um murmúrio percorreu os oficiais reunidos. Talvez fosse impróprio derramar sangue no local de um ritual, mas ela não tinha tempo para se desculpar.
— Está satisfeito agora? — disse ela. Com a visão ainda turva, não conseguiu ver exatamente a reação que causara; apenas ouviu o burburinho geral das vozes ao redor. Não havia tempo para esses jogos. Havia algo que Maomao precisava fazer.
Sua voz subiu um tom: — Deixem-me passar!
Eu preciso entrar!
Seria tarde demais quando tudo acabasse. Tarde demais. Se não entrasse agora...
Eu nunca conseguiria meu bezoar de boi!
A cabeça girava e a visão permanecia embaçada, mas aquele pensamento lhe deu forças para continuar de pé.
Maomao encarou com firmeza os que estavam ao redor.
— Não estou pedindo que parem a cerimônia. Apenas que me deixem passar. Digam que um rato entrou enquanto não estavam olhando.
O atual Imperador era um homem compassivo; ela não acreditava que alguém perderia a cabeça por isso. Exceto talvez ela mesma. Ela só poderia implorar a Jinshi que intercedesse em seu favor. Ou, no mínimo, que a deixasse morrer envenenada.
— O que farão se algo acontecer e me deterem aqui? Sei que deve haver alguém importante conduzindo o ritual. Nesse caso, vocês pagarão com a própria vida!
Ela não sabia quem era o oficiante, apenas que tudo na situação indicava tratar-se de alguém de altíssima posição.
Alguns dos guardas se entreolharam, abalados pelas palavras dela, mas era claro que nem todos estavam dispostos a abrir caminho.
— Por que deveríamos ouvir uma garotinha insignificante como você? — perguntou o soldado.
Essa era a verdadeira questão, não era? Maomao não tinha resposta. Limitou-se a fitá-lo com olhos faiscantes.
Foi então que ouviram o som rápido de passos: clac-clac de sapatos.
— Talvez prefiram me ouvir, então? — disse alguém, quase em tom de brincadeira. Maomao praticamente sentiu o sorriso na voz. E sabia a quem ela pertencia.
O soldado que bloqueava a passagem de Maomao recuou meio passo. Os oficiais reunidos empalideceram, como se estivessem diante de algo que esperavam nunca ver.
Maomao não se virou. Era tudo o que ela podia fazer para evitar que sua expressão severa se tornasse ainda mais profunda. Suas têmporas já latejavam.
— De qualquer forma, garota qualquer ou não, não posso aprovar que se bata em uma jovem. Vejam só: ela está ferida. Quem fez isso? Confessem!
Um frio cortante atravessou aquela voz. Instintivamente, todos olharam para o homem do bastão de guerra. Seu rosto se contraiu.
— Para começar — a voz prosseguiu —, por que não fazem o que a garota pede? Eu assumo total responsabilidade pelo que acontecer.
Quem quer que estivesse atrás dela, não poderia ter escolhido um momento melhor para aparecer. Maomao cerrou os dentes. Não posso pensar nisso agora, refletiu. Continuou sem olhar para trás. Em vez disso, lançou um último olhar às pessoas ao redor e correu em direção ao altar.
Ela decidiu que não se importava de quem era a voz.
O aroma de fumaça e incenso pairava no ar. O tilintar dos instrumentos musicais se misturava ao tremular do estandarte pendurado na viga do teto. Nele estavam escritas, em belas letras fluídas, as preces dos celebrantes, erguidas na esperança de que chegassem aos céus.
A entrada repentina de uma jovem suja naquele espaço sagrado fez o público murmurar. Devo estar horrível, pensou Maomao. A corrida havia sujado seu uniforme, e o rosto estava manchado pelo sangue seco do nariz. Estava decidida a tomar um longo banho assim que tudo terminasse. No entanto, ela jamais usaria o banheiro da residência de Jinshi. Talvez conseguisse convencer Gaoshun a permitir que usasse o dele.
Isso, é claro, se até lá sua cabeça ainda estivesse presa ao corpo.
Na extremidade do tapete escarlate erguia-se um homem vestido de preto. Sobre a cabeça usava um distinto chapéu de ofício, do qual pendiam fileiras de contas. Ele recitava algo em voz alta e clara.
À sua frente, um enorme braseiro ardia em chamas. E ali, sobre sua cabeça, estava a viga com o estandarte oscilante. E sustentando a viga ao teto estava...
Maomao teve a impressão de ouvir um rangido distinto. Tinha que ser imaginação; não havia como captar aquele som a tanta distância.
Ainda assim, avançou. Ela podia sentir o tecido macio do tapete sob os pés enquanto corria o mais rápido que podia em direção a ele.
O oficiante percebeu Maomao e se virou. Ela não lhe deu atenção; lançou-se contra ele, envolvendo os braços em torno de sua cintura e puxando-o para o chão.
Quase ao mesmo tempo, ouviu-se um estrondo ensurdecedor. Uma sensação quente e aguda subiu pela perna dela. Maomao olhou para trás e viu uma enorme viga de metal prendendo-lhe a perna. A pele havia sido cortada.
Isso vai precisar de pontos, pensou. Levou a mão às dobras da túnica, onde sempre guardava alguns remédios e suprimentos médicos simples, mas uma grande mão agarrou a sua, impedindo-a. Ela ergueu o olhar e sua visão foi preenchida pelas contas penduradas no chapéu. Além delas, flutuavam um par de olhos negros como obsidiana.
— E como é que nos encontramos nesta situação? — A voz soou quase celestial.
A viga caída do teto jazia no chão. Se o dono daquela voz tivesse permanecido diretamente abaixo dela no momento da queda, teria morrido instantaneamente.
— Mestre Jinshi... Posso... posso receber meu bezoar agora? — perguntou Maomao ao belíssimo eunuco que, descobria naquele instante, também era o oficiante da cerimônia. Mas por que, ela se perguntou, ele estava ali?
— Bela hora para pensar nisso — disse Jinshi, o rosto se contraindo como se tivesse mordido algo azedo. Sua grande mão acariciou o rosto de Maomao. A ponta do polegar traçou um caminho ao longo de sua face.
— Olhe para o seu rosto. — Ele estremeceu. Por que ele fez isso?
Maomao estava mais preocupada em resolver o problema da perna.
— Pode me deixar costurar a ferida? — perguntou. Não doía tanto, mas queimava. Tentou torcer o corpo para olhar o machucado, mas um tremor percorreu-lhe os músculos.
— E-espere! — A voz de Jinshi pareceu distante. Ah, não... foi aquela pancada na cabeça.
De repente, suas forças a abandonaram. A visão escureceu outra vez. Sentiu Jinshi sacudi-la, gritar algo que não conseguia entender. E, ainda assim, como ela desejava que ele ficasse em silêncio.

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Kessel: Acho muito legal a comparação dela com Sherlock Holmes. Todos esses capítulos que ela aparece investigando, consultando, conectando pontos e afins me interessam bastante. Somado com isso, a personagem em si é extremamente cativante e toda a ambientação é muitíssimo bem feita. E no fim do capítulo, ela ainda salvou, literalmente, a vida do Jinshi. Que obra, amigos!
PS: De um modo geral, o público não costuma gostar do pai dela, o Lakan, mas eu acho esse personagem extremamente fascinante. Curioso para ver a reação de todos vocês ao conhecerem melhor ele!
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