Volume 2 – Arco 8
Capítulo 193: Escolhe o lugar...
— Calma... Deita um pouco. Ele deve voltar antes do jantar — murmurou Nathaly, ajoelhada na cama, abraçando Nina por trás... Nina se encontrava alheia. Sentada na borda, rosto baixo, pensativa. Sentia o abraço, o rosto da namorada empoleirado no ombro. Os seios massageavam suas costas mesmo sem intenção.
Nina não respondia... mas foi quando sentiu a presença do irmão entrando na área de sua Detecção Atômica. Arregalou os olhos, olhou para Nathaly que não entendeu direito e se ergueu. Correu. Nathaly lhe obedeceu sem precisar de ordem e seguiu.
Era fim de tarde... a claridade saindo para a escuridão assumir.
Foi então que viu-o mais adiante... assim como notou a bolsa colossal, parecendo um pequeno asteroide, e Anna ao lado dele. Não sentiu a presença dela — era impossível —, mas também não se importou. Acelerou um pouco a caminhada ansiosa e chegou frente a frente no irmão:
— Você poderia avisar quando for sair, né, seu imbecil! — reclamou, claramente irritada.
— Não enche — desdenhou olhando para o lado.
— Se você não se preocupa comigo, ok, mas eu me preocupo com você, idiota.
Nino voltou o olhar mantendo um sorriso sarcástico:
— Também te amo.
Thunf!
Abraçou-a bem forte só com o braço livre, juntando os corpos como se fossem se misturar.
— Chega — reclamou ela, desvencilhando-se.
Nino deu uma risadinha e se afastou um pouco:
— Muito chata, credo — brincou.
Se encararam por alguns segundos... um olhar que misturava carinho e um toque de medo.
— ...Se cuida, ok?
— ...Pode deixar.
Schfshfs...
O Primordial apoiou com muito cuidado a bolsa no chão, e os irmãos se abraçaram direito. Olhos fechados, força nos braços, carinho dobrado... Nathaly observava e não sabia como reagir. Anna na mesma situação. Foi então que notou o vestido — seus olhos brilharam e a jovem não conseguiu deixar de falar:
— Que roupa linda! — exclamou e se aproximou.
— Era da minha mãe — respondeu meio envergonhada. Ainda não se dava bem com elogios do nada.
— O que é esse planeta que está com vocês? — Nathaly brincou, olhando para a bolsa atrás dos três Primordiais.
— Herança que minha mãe deixou para mim.
— Hã? — murmurou Nina, saindo do abraço com seu irmão.
Crrrrronmn!
Nino abriu uma cratera no chão, revestindo-a de pedra lisa, antes de posicionar a bolsa e retirar o sangue, PRIINCHCSCSCH! revelando o mar de ouro, joias e objetos preciosos.
— Caceta, você é rica, mulher! — exclamou Nina, impressionada.
— Anna... Sua mãe era a Quarta Bruxa? — perguntou Nathaly, cheia de curiosidade.
— "Quarta Bruxa"...? Minha mãe era uma ladra, não uma Bruxa.
"Ela talvez não saiba..." — O cartaz estava certo, então.
— Que cartaz? — perguntou Nina.
— A mãe de Anna tem uma recompensa de 500 mil moedas de ouro pela sua captura. As lendas diziam que ela roubou mais que o dobro disso. Olhando esse tesouro, eu vejo que é verdade.
— Dahora! — Nino fez um joinha para Anna.
Anna envolveu um manequim sem roupa — o mesmo que deixava o seu vestido em exposição — com magia de água, e o enviou na direção de sua casa. Deixou-o em um canto do próprio quarto. Nino entendeu, Crruuunm... e selou com uma tampa de pedra o tesouro, querendo assim evitar possíveis danos.
— Depois a gente arruma um lugar melhor para guardar isso. Por enquanto, isso deve serviroOOOUAHR... — Nino bocejou. — Tô com sono. E você, Nathaly, vai voltar pro reino?
— Depois do café da manhã de amanhã, eu vou. Tenho que ver o que tá rolando com aquela igreja.
— Vou com você. — Nina segurou a mão da namorada.
— Tá bom. — As duas se encararam apaixonadamente.
Nino olhou para aquilo com uma careta estranha de nojinho.
— Nhee... Tô indo dormir, então. Até depois — resmungou.
— Vaaai te fude — provocou Nina, interrompendo o grude por alguns instantes só para encher o saco do irmão.
Nino a encarou com desdém:
— Menina chata...
Viraram-se e foram embora — Nino e Anna voltando mais rápido do que as duas namoradas conversando sobre a viagem programada.
Ao chegarem em casa, subiram as escadas direto para o quarto. Anna entrou primeiro e seus olhos logo encontraram o manequim no canto. Nino se sentou na beira da cama, observando-a em silêncio.
Sem dizer uma palavra, Anna começou a se despir lentamente, olhando-o bem sugestiva, deixando a peça brilhante voar pelo quarto até cair sobre o objeto inanimado.
Ajeitou a pequena calcinha preta com erotismo, Plc-Plc colocando as alças mais para cima, soltando-as para bater o sangue elástico na pele branquinha. O minúsculo sutiã azul-claro era quase transparente, todo furadinho, os detalhes pareciam desenhos rendados, para excitá-lo, não escondendo quase nada dos mamilos, muito menos das laterais dos seios bem destampados.
Caminhou até seu homem com passos lentos e provocantes — Nino devorava-a com os olhos penetrantes. Parou entre suas pernas, tocou seu peito com as pontas dos dedos e, com um empurrão suave, Paff... o fez cair de costas na cama. Em seguida, montou nele, sentando-se bem em cima do volume que já marcava a calça.
Uma perna à direita, outra à esquerda — Nino querendo morder ambas as coxas branquelas. Começou a rebolar devagar, Swish-Swish... esfregando-se contra ele com movimentos circulares e precisos, mantendo um olhar predatório fixo naquelas íris roxas.
Sliiizz...
Nino deslizou as mãos pelas coxas grossinhas, subindo até a cinturinha... Não suportou. Desfez as roupas de sangue e Anna obedeceu. O conjuntinho minúsculo sumiu e Nino sentiu o que provocara no início do retorno à vila.
Bem molhadinha, seus lábios eram separados pela extensão da piroca dura deitada sob sua bucetinha. Swzz-Swiishz... Deslizou sua entradinha quente e escorregadia ao longo do comprimento grande que Nino moldara, molhando-o inteiro, lubrificando-o todinho.
Erguendo o quadril, o pau subia imponente conforme era liberado espaço. Bem ajoelhada, segurou o membro com uma mão e o guiou até sua entrada. Era pequena e a cabeça parecia que não conseguiria entrar... Encaixou, Squeeeeezeee...
— Hmnmnnm... — gemeu baixinho, mordendo o lábio, seus olhos fechados, enquanto deslizava lentamente, sentindo cada centímetro do namorado entrando profundamente no seu buraquinho mais uma vez alargado.
Nino abrindo-a outra vez como se fosse a primeira vez... A regeneração realizando o mesmo processo que Nina fazia no corpinho de Nathaly.
O namorado apoiou as mãos nas coxas deliciosas, apertando a carne macia, Floop-Floop... no tempo que esta rebolava lentinho, subindo e descendo um pouquinho... Nino deixou que ela ditasse o ritmo.
— Não gostou da roupa?
Floop-Floop...
— Ela é linda... mas não quero usá-la no dia a dia. Vou deixá-la para momentos especiais. Minha mãe a usava em seu passado lendário, seria um desrespeito usá-la para andar pela casa diariamente — respondeu em murmúrio assoprado, excitado, enquanto a cinturinha não parava de se mover.
Floop-Floop...
— E esse momento aqui não é especial? — provocou ele, com um sorrisinho.
Anna soltou uma risadinha travessa e rebolou mais fundo, Ploff-Plooff... dando quicadinhas fortes — seu rosto mostrava bem o prazer que sentia com aquilo dentro, como se fosse dividi-la em duas meninas contentes logo menos.
— Você entendeu.
— Aaaah, por favor. Só uma vez — pediu parecendo uma criança, os olhos brilhando de desejo.
— Hum-Hum, nananinanão — negou o pedido, imitando-o da mesma forma que este uma vez tentava tirá-la da paciência... mas não parou os trabalhos mais embaixo.
Ploff-Plooff...-Ploff...
— Por favorrrr... Só hoje. Deixa eu te chupar usando ela...
Anna mordeu o lábio inferior, pensando... e, ShuUrRrp... desceu com mais pressão, sentindo-o pulsar dentro dela. Chegava distante demais... Não precisava usar tais órgãos no momento, foda-se, não eram importantes, só o prazer. Plop!-Plop! Quicadas mais violentas, no tempo que quase ria de olhos fechados, ponderando sentir aquela língua explorando-a por dentro... outra vez.
— Só hoje... Uma gozadinha só... Meto minha ling...
— Mwrrrah!
A Primordial se inclinou, beijou-o com fome e, sem sair de cima dele, fez um gesto com a mão. Vush! O vestido voou do manequim até ela, deslizando pelo seu corpinho como se tivesse vida própria. O tecido leve caiu perfeitamente, cobrindo seu torso, mas deixando as coxas e pernas expostas pelas fendas generosas.
O beijo parou... e Nino novamente se encontrava travado, admirando-a naquela roupa mágica... Sua boca aberta, quase babava.
Shluurrrpblolob...
Anna se levantou devagar, sentindo o pau dele escapar de dentro dela com um som molhado. Reto e duro feito rocha, saiu de cima e o mastro nem se moveu ao ser liberado do espacinho úmido e apertado. O meninão estava latejando, brilhando com a excitação deixada por ela.
— Vai fazer aquilo lá, né? — perguntou ela, com um olhar fofo e ao mesmo tempo cheio de desejo, ajoelhada diante dele, vendo a pilastra erguida e bem lubrificada.
Nino assentiu feito um zumbi, quase babando ainda de boca aberta.
Anna sentou-se na beira da cama. Nino se ajoelhou no piso — diminuindo o membro para não colidir com o chão —, entre suas pernas. Segurou suas coxas com firmeza e passou a cabeça por baixo do vestido, encontrando a oitava maravilha que, neste mundo, se tornou a primeira maravilha de todos os mundos.
Mwah!-Mwah!
Deu dois beijos lentos, vulgares de tão molhados e possessivos bem na entrada, Ssssliiirp! antes de mergulhar a língua no calor úmido que o esperava... Anna sentia com tranquilidade. Contrações leves, cosquinhas controladas... Até Nino expandi-la do nada, explorando cada centímetro dentro da safadinha rindo excitada.
— Ahh... hmnmnm... — Anna gemeu alto, (Perdeu a vergonha?) Pahf... caindo de costas na cama. Suas mãos apertaram os lençóis em delírio enquanto o quadril se mexia involuntariamente contra o rosto dele. Nino deslizando, lambendo o que podia no fundo do corpo, em todo o caminho desde a entrada da bucetinha extremamente molhada, se contraindo sozinha em piscadas eufóricas, excitadas.
Fwap-FapFapFap-Fwap!
Ao som dos gemidos, com a mão direita se masturbava enquanto a outra segurava a coxa dela com força. Anna enlouqueceu. Não conseguia se controlar e cruzou as pernas, envolvendo a cabeça dele, prendendo-o ali, completamente entregue ao prazer.
Nino não enxergava nada, mas não precisava. Mwah!-Gurp-lick... Dar prazer à sua mulher era o que ele queria e só isso bastava. A mão afundada na coxa, levou uma chave de buceta e assim morreria feliz. Descansaria finalmente e veria o sol nascer em um universo agradecido após completar sua missão de satisfazer a mulher mais linda de toda a vida.
— Ohh... aihhmnnmn...
Anna continuava gemendo... seus gemidos sempre eram baixos, quase sussurros em suas respirações ofegantes e trêmulas, deixando o momento como uma promessa de segredo entre os dois. Sssliieck-Glsssiirp... Nino continuava fazendo-a se revirar como uma louca, até que aquela safada maluca não aguentou mais ser vítima da língua exploradora.
Squiiirrtt!
Gozou forte, tremendo, apertando as coxas ao redor da cabeça dele. Um jato quente molhou o queixo e a boca de Nino, que engoliu tudo o que pôde, grunhindo, enquanto mamava aquela bucetinha sensível.
— Slurp-Glup-Gurp-GlubGlub!...
— A-ah-hrrff-aaimmn... Q-que delícia... — Anna murmurou entre suspiros pesados, no tempo em que mantinha os olhos fechados e Nino sob posse de suas pernas deliciosas.
Quando os tremores diminuíram, finalmente o soltou. Nino se levantou com a boca molhada, o queixo pingando e um sorriso safado. O pau duraço apontando para ela. Passou a mão no rosto e se secou com uma leve liberação de chamas escuras.
Subiu na cama, posicionando-se por cima dela. Apoio os punhos fechados ao lado da cabeça da namorada e aproximou o rosto, olhando-a nos olhos.
— Tá comendo muita carne, vou te entupir de doce pra sair docinho na próxima — murmurou ele, a voz rouca.
Anna riu, travessa, Mwaaah! e puxou-o para um beijo profundo.
Nino se levantou — seu pau aumentando um pouco —, ficou de pé entre as pernas da moça caídas fora da cama e, Plak-Plak! bateu o pau pesado contra a bucetinha ainda coberta parcialmente pelo vestido. Anna ergueu as pernas em resposta. O namorado as segurou, abriu bem e ergueu o tecido, expondo sua propriedade esperando para ser fodida.
Encostou a "cabecinha" na entrada... um beijinho carinhoso, babando-o antes de adentrá-la. Shluurrrpplap-Plap! Entrou de uma vez, fundo e devagar, sentindo-a apertá-lo. As estrelas brilhando, as galáxias pareciam reagir à piroca entrando.
O rastro do pau passando na barriguinha definida... Plap!-Plap!-Plap! Começou a fodê-la com estocadas firmes, as pernas da garota nos ombros. Seu rosto brincalhão metendo, vendo-a morder os lábios, olhando-o. Curvou-se sobre ela, fodendo-a cara a cara, olho no olho, lábio por lábio, risinho por risinho... Mwwwaaahh!
Plap!-Plap!-Plap!
— Hmmn-Hmnn-Mnmn...
A cada enfiada, a sincronia dos gemidos abafados pelo beijo saía.
Plap!-Plap!-Plap!
Nino se afastou um pouco e posicionou os lábios ao lado esquerdo da cabeça dela, dando-lhe um murmúrio baixinho, soltando-o como um sopro malicioso:
— Eu quero uma coisa...
— O quê? — O sopro voltou na mesma intensidade.
— Te fuder pelo peidante — brincou.
Anna soltou uma risada safada, respondendo:
— Sou toda sua, meu bem — rosnou seu gemido...
Nino ergueu um pouco o corpo enquanto continuava metendo... um sorriso contente erguia-se em sua feição. (Provocava Nina constantemente... mas agora testava as coisas que esta fazia com Nathaly? Sem vergonha.) As pernas ainda nos ombros dele. As mãos, agora, deslizavam pelas coxas, ShluurrrpBLob! no tempo que retirava seu pau de dentro, sumindo com o relevo e escutando o som mais delicioso de todos os tempos.
— Hmnn...
O rostinho dela se contorcendo no processo...
— Ajoelha na borda, aqui — ordenou ele... e Anna obedeceu como uma gatinha manhosa, engatinhando até se ajoelhar de frente para seu macho em pé. Quase erguia a patinha, seu rostinho de safada submissa. Nino segurou o queixo dela, o dedão passando pelos lábios indecentes enquanto os dois se encaravam sem piscar... Mwah! Um selinho foi dado, Vsh antes de ele virá-la de costas para começar o ato beeem devagar.
Anna esticou os braços, suas palmas abertas, os dedos se apoiando nos lençóis bagunçados. Seu rosto baixo... não sabia o que viria, mas logo sentiu Nino puxar o vestidinho um pouco para o lado. Seus pés descalços para fora da borda, suas coxas parecendo serem mais grossas pela posição ajoelhada.
A piroca chegou na entrada... as pregas sendo massageadas pela cabeça com bastante calma. Mnm... Anna provocando, seus gemidos baixinhos invadindo a cabeça do Herdeiro animado. Posicionado perfeitamente, Pla a mão esquerda se firmou na cinturinha hipnótica, Pl e a direita segurou por baixo do delicado pescoço dela, erguendo o rostinho que sorria quase rindo, para olhá-lo bem de perto.
Shuurrrr...
Começou a enfiar... as pregas se alargando, o cuzinho se abrindo sob a ordem da tora lhe invadindo. Mnnnm... O gemidinho que a garota produzia era divino... Aquele olhar maldito lhe encarando de baixo, de cabeça para baixo... os lábios... Nino agora mordia os lábios, sentindo aquele aperto, sentindo o prazer de parecer estar sendo esmagado pelas piscadas cadenciadas.
A mão direita segurando com firmeza, os dedos longos, possessivos, assumiram o molde perfeito da garganta dela... a mão esquerda agora puxava aquela cinturinha sapeca para si. Chegava no fim e voltava. Enfiava tudo e voltava... sem parar... mas com muita calma.
O rosto dela, empinadinho, voltado para cima daquela forma, era... era quase fofo... com uma pitada bem generosa de safadinha.
A piroca grossa entrando, arrombando o cuzinho claro, respeitando o vestidinho de lado. O tecido abrindo espaço, caído para o lado. A nádega direita ficava nua — as coxas deliciosas brilhando nas repartições de cada fenda atrevida como a dona.
Ajoelhada, com suas lindas pernas afastadas, sentia Nino penetrá-la quase na alma, mas sempre com muuuita calma.
Nino não via do outro lado, porém Anna sentia a tora batendo no fundo da barriguinha malcriada, afastando-a com ira, querendo furá-la, enquanto em cima, ela sorria, olhando-o encará-la, vendo o olhar da sua putinha safada.
Plap-Plap!
Penetradas ritmadas. Sorrisinhos e mordiscar de lábios. Anna brincava sem dizer nada. Aquele rostinho safado estreitava os olhos, sentindo Nino brincando com a forma da tora dentro da garotinha excitada. Cosquinhas que forçavam piscadas involuntárias, não só do cuzinho... que rostinho perverso...
Plap-Plap!
Não era uma competição. Era uma curtição lenta, profunda, quase preguiçosa. Os dois saboreando cada segundo. Cada estocada era uma degustação. Cada rebolada, uma entrega carinhosa de dois demônios que se amavam e sentiam tesão.
O rostinho dela era pura devassidão: sorrisinho safado, bochechas coradas, olhar vidrado de obsessão. Seu cuzinho guloso parecia mastigá-lo — Nino fodia a boca mais apertada de toda a vida. Shuurrr... Plap! Shrrr... Plap! Uma dança suave. Dois corpos suados. Dois seres apaixonados. Dois olhares sendo trocados... duas bocas querendo um beijo molhado.
A cada penetrada o tecido da barriguinha dava uma forte descolada, e a cada penetrada, Poc!... uma nova gota da bucetinha chorosa caía no chão da casa. Anna rebolava sensualmente. Sua cinturinha sob a ordem da mão do homem iiinndo, Plap! e voltando, iiinndo, Plap! e voltando, engolindo tudinho com o seu cuzinho querendo ser leitado.
A nádega direita vibrando com cada impacto, Schc-Sshs o som do tecido do vestido raspando na piroca era mais que extraordinário... Parecia um crime, parecia estar metendo no universo, em galáxias...
Em algum lugar distante, alguns seres olhavam para o céu e presenciavam uma pirocona entrando numa buceta gigante?
Nino intensificou do nada... Pláp!-Pláp!-Pláp! A nádega direita dela tremia violentamente a cada impacto, a carne ondulando em ondas rápidas. Schlop... Schlop... Schlop... O cuzinho apertado fazia um barulho obsceno toda vez que a piroca entrava quase até o saco.
Poc!... Plochsh...
Gotas grossas e transparentes escorriam sem parar da bucetinha inchada e abandonada, pingando na poça que se formava no chão do quarto... desta linda casa. A cada estocada forte, uma nova onda de prazer subia pela espinha dela, fazendo o cuzinho piscar e apertar ainda mais forte em volta da tora rudimentar.
Enlouquecida... Anna empinava mais a bundinha, oferecendo-se toda, o rostinho safado agora completamente contorcido de prazer. Apertava os olhos, piscava rápido, mordia o lábio inferior até quase sangrar, depois abria-os arfando quente, pesado... sem parar. Harrff... O corpo inteiro tremia a cada vez que a cabeça grossa da piroca batia no fundo da barriguinha sendo arredada.
Pláp!-Pláp!-Pláp!
As palmas abertas nos lençóis se dobraram... os dedos quase rasgaram o colchão... Os olhos se revirando, um gemidinho contínuo sendo libertado dos lábios entreabertos com sensualidade e perdição... As gotas se tornaram uma torneirinha... Squirrt... Anna gozou sem o pau nem estar em sua bucetinha submissa.
...Nino riu cheio de malícia e, sentindo-a mole em suas mãos, Pláp!-Pláp!-Pláp! não parou de penetrar, enquanto curvava um pouco o corpo para sussurrar:
— Escolhe o lugar...
Pláp!-Pláp!-Pláp!
Anna abriu um sorriso mais que sapeca sentindo o leve sopro batendo em sua orelha... Sentindo as forças voltarem depois de soltar todo o seu suco divino, provocou com precisão nanométrica:
— Quer muito ver minhas coxas brilhando com seu leite, não é?
Nino sorriu e riu nos ouvidos dela:
— Tá sabendo demais...
Anna riu bem divertida novamente:
— Senta e dá a patinha pra sua dona — rosnou autoritária.
— Au, au! — latiu obediente.
Pláp!-Pláp!-... ShluurRrpBLob!... Soltou-a e Anna se curvou para frente, ficando de quatro no tempo que a piroca deslizava, saindo de dentro dela como uma anaconda de sua toca... O estalo molhado quando o interior foi liberado... O estrago causado, o buraco deixado. Nino encarava-o, vendo-o se fechar com o processo de regeneração da namorada lhe tirando o ar...
"De novo! De novo!" Sua mente brincava... Não via a hora de alargá-la outra vez.
Anna se sentou, aguardando-o se posicionar na cabeceira. Não demorou nem um segundo e lá estava ele, com um sorrisão e a piroca apontada para o teto... Diminuiu-a; não era necessário o tamanho anterior, lhe olhando de tão perto.
Anna passou uma perna... a rola tocando sua barriguinha coberta. Sentou-se obediente, de costas para o peitoral do seu homem. Achou que se apoiava em fogo — o tesão que ela provocava no garotinho não havia como medir em palavras nem em coro. Suas coxas envolveram o pau duraço, Frush!-Frush!-Thrust... e a safada começou a se mover lentamente, bem contente, com o amor entre suas coxas macias e ferventes, querendo chorar lindamente, um leitinho quente que esta gostava de beber direto da fonte indecente.
— A-ah... hm-mm... isso... isso... — Nino fechou os olhos, gemendo baixinho e suas mãos se direcionaram sozinhas a um novo destino. Entrou pelas fendas e subiram até os seios, onde os apalpou com carinho, respeito... e desejo.
Reboladinhas sapecas — Anna deixava o mastro abrindo seus lábios em meio ao abraço apertado mais embaixo. Porém ao ser apalpada, decidiu entregá-lo à loucura desejada, da forma mais carinhosa e esperada.
Com o pau diminuído, metade agora era abraçada pelas coxas grossinhas, e a metade de fora era abraçada pelas duas mãos macias da safada mocinha. Fwwap!-Fwwap! Uma em cima, a outra embaixo. Subiam e desciam, masturbando-o junto com suas coxas batendo, se movendo individualmente, uma para frente e a outra para trás... Uma para frente... e ou para trás.
Frush!-Frush!-Frush!
O som do atrito... a garotinha queria fazer fogo e seu pau era o combustível.
A mão de cima chegava na cabeça... o polegar tampava o buraquinho travesso.
Anna ria se divertindo, sentindo as respirações e gemidinhos quentes batendo em seu ouvidinho. Frush!-Frush! O pau se encontrava extremamente sensível. Foder aquele cuzinho foi bem divertido. Todavia já segurava a explosão há um tempo... e continuar sentindo sua dona lhe dando uma trabalhada de coxas não o faria aguentar mais que segundos do segundo tempo.
O pau pulsou forte e o Primordial... só aceitou. Spluuuuurrrttt! Gozou com um gemido rouco, jatos grossos e quentes espirrando nas coxas e na barriguinha coberta pelo vestidinho obediente. As mãos apertando os seios com leveza. Frush!-Thrust-Plosht-Ploosh... Anna continuou se movendo devagar, ordenhando cada gota, rebolando até ele parar de gozar.
Quando Nino terminou de se esvaziar, o tremor passou. Haff... H-a-rrff... Abrindo os olhos, se deparou com a sujeira excitante deixada... além de sua piroca em meio às pernas fechadas, toda flácida caída para o lado, sobre a coxa direita... desmaiada, abatida e agora sem toda a sua graça.
Anna abriu as pernocas safadas, Plap-Plap! e as bateu duas vezes, fazendo fios de sêmen se esticarem, deixando suas coxas brilhando sob a luz fraca do quarto, com o banho quente que receberam do minhocão morto em meio as paredes de sua missão "fracassada".
O soldado abatido em meio aos choques grossinhos recebeu vida e queria se reerguer... Nino soltou os seios e as mãos foram até as coxas. Alisou-as com calma, sentindo a maciez e o molhado, sendo espalhado juntamente do brilho por toda a pele clara da tentação de mulher em seu colo firmado.
Ergueu os dedos sujos. Levou-os até a boca de Anna, e a namorada abriu, sem nenhuma pressa, seus lábios indecentes, limpando cada um dos dedos com a língua lasciva, de tão quente... Sua cabeça indo para frente e para trás, Sssliieck-Slick! chupou e lambeu bem devagar, brincando como se estivesse pagando um boquete bem safado, de olhos fechados, no namorado excitado, metendo em sua boca sem parar...
Abriu-os e continuou, agora olhando Nino nos olhos... O pau virou metal. Anna sentiu-o erguer-se entre suas coxas fechadas, Paff batendo por fim em sua barriguinha leitada, sujando-se todo com o sêmen deixado no vestidinho mágico da mocinha safada.
Com um rostinho de quem iria Fuder Com Força a vida dEle... Fush! o vestido retornou — limpo — para o manequim estático. Nino entendeu de imediato. Segurou, segurou... e segurou... mas gozou e sabia que não teria mais uma rodada no dia.
— Pronto, como prometido — murmurou, nua.
— Aaaaaah...
Anna riu.
— "Aaah", nada. Se se comportar, eu penso em usá-lo outra vez um dia. Mwaah!... Vamos dormir... Esse dia foi bem cheio. Depois brincamos com menos pressa, tá? Mua! Boa noite, amor. Mwah!
Depois de diversos beijinhos... Nino viu-a sair de cima dele.
— Boa noite — ele respondeu, FiFi... e Anna apagou as lamparinas com um movimento de dedo. Deitou-se, Fusch! e Nino a puxou para si, abraçando-a por trás em conchinha, apertando o corpo dela contra o dele com firmeza. Queria mais um pouquinho... porém o que teve fora suficiente.
Pensamentos voltados a ela...
"Espero que esteja bem mesmo..." Lembranças dela chorando em seus braços.
Assim que Anna apoiou a cabeça e sentiu o conforto dele a abraçando... dormiu, despreocupada com qualquer coisa. Sem a tensão de ser atacada a qualquer momento, caso não estivesse sempre atenta. O conforto foi o mesmo que sentia quando Emília a abraçava à noite para dormir até um novo dia...
Do outro lado, Nino não conseguia dormir. Queria ter a certeza de que ela estava bem quanto ao que acontecera mais cedo... então ficou aproveitando o momento, escutando as respirações calmas após um round tão prazeroso.
Respirações tranquilas. Não pareciam carregadas de algum sentimento ruim. Gemidinhos nos arfares baixinhos... sorria escutando. Só queria vê-la bem todos os dias de sua vida... Todavia, mal sabia ele que aproveitar aquele momento e não tentar dormir custaria uma madrugada inteira.
Dentro do quarto ao lado, Nathaly e Nina subiram após o jantar... entretanto... não foram dormir. No primeiro gemido, que parecia estar ligado a uma caixa de som no último volume, Nino percebeu a merda começando. Nathaly deixou de ser discreta depois que de fato os encontros secretos acabaram e o namoro se oficializou; com isso, gemia feito louca, sem se importar com mais nada.
A madrugada passou beeeeem lentamente.
As duas — como sempre — estavam intensas naquela noite, e Nino, após a primeira hora seguida de gritos, se encontrava com os olhos arregalados, não conseguindo nem piscar... O Herdeiro só queria dormir, porém os gemidos de Nathaly soavam como uma cena de tortura, uma onde ele não conseguia sentir prazer pelo sofrimento.
Enquanto o Primordial tentava dormir na base do ódio, desacreditado de que Anna não havia acordado com o barulho, do outro lado da parede, Nathaly cavalgava em Nina como se sua vida dependesse da potência da sua sentada, enquanto Nina lambia os seios dela, que saltitavam perto de seu rosto balançando freneticamente para os lados.
Na manhã seguinte, todos acordaram um pouco antes dos primeiros raios de sol. Nino, ainda tonto, acordou com Anna balançando-o para irem comer. Assim que se levantou parecendo um bêbado, Bloushh! ela os limpou com uma bolha de água e desceram com suas roupas de sangue normais.
Anna mantinha um semblante tranquilo. Nino, por sua vez, foi cambaleando pelos corredores, não por cansaço de ficar acordado, mas pelos gemidos da madrugada inteira que o assombraram ainda pela manhã.
Uma porta se abriu no corredor atrás. Clarah também acordou. Mantendo um semblante tranquilo, saiu da porta com um pequeno sorriso. Anna não olhou... porém sabia que aquele sorriso não era de fato real.
Clarah, embora chorasse lembrando de Minty — afinal, fazia um dia desde a morte —, ainda assim controlava perfeitamente suas emoções quando precisava, e, mantendo sua mente tranquila, conseguia lembrar de Minty não com arrependimento, mas com um sentimento bom por tê-lo conhecido e passado um tempo de sua vida ao seu lado, mesmo como amigo.
No entanto... reprimia isso, e Anna sabia. Sabia que, naquele momento, ela não queria estar com aquele sorriso no rosto. Sendo descendente da Linhagem Branca e Rosa, a rosa mostrava sua verdadeira natureza em pequenos detalhes, assim como Emília avisou Anna sobre os demônios do sentimento.
Chegaram à mesa e esperaram o café da manhã sendo finalizado pela empregada. Anna, no meio, de frente para a descida da escada; Nino, à sua direita, e Clarah, à sua esquerda... Instantes depois uma porta rangeu bem baixinho. Nathaly e Nina se juntaram à mesa... sentando-se à direita de Nino. Este... virou lentamente seu rosto destruído após tamanha guerra, na direção das duas.
— Estavam fodendo com um caval... — Pla! Anna colocou a mão sobre a boca dele, impedindo-o de continuar... Segurou a risada, porém Clarah não conseguiu segurar. Deixou escapar e Anna não conseguiu mais aguentar.
Com alguns pães prontos, a empregada chegou também rindo do comentário.
As namoradas ficaram vermelhas de vergonha... Só que Nina não aceitou muito bem a provocação do irmão. BAM! PAHF! Acertou um soco no meio da cara dele, e todo dramático, Nino se lançou para trás, voando contra a parede.
Caiu no chão com os olhos girando. Sua boca desconcertada babando.
— Cura!... Cura!... É... não sei fazer não. — Clarah tentou fazer a magia de cura que Anna usava, todavia falhou e deu um👍joinha para Nino, que começou a se levantar cheio de graça.
Voltou e se sentou... um sorriso de criança atentada em meio aos lábios:
— Eu acho que eu tenho um irmão homem... — zoou, olhando de canto para Nina.
— Ela é mais macho que você — Nathaly respondeu.
POW! PAHF!
Nino voou contra a parede novamente, caindo tonto e babando como se tivesse levado um tiro junto da resposta da cunhada.
"Cura!... Cura!... É, também não foi mentalmente", pensou, estendendo as mãos novamente para ele.
A empregada apareceu rindo e enchendo a mesa com mais comidas variadas que havia preparado. O olhar de todos brilhou e, Nhami-Nhami-Nhami! começaram a atacar, juntamente dela, enquanto riam e se divertiam naquele novo início dia.
Depois de um tempo, chegou a hora de se despedir.
Com um aceno, Nina e Nathaly se despediram de todos os moradores que se encontravam acordados. Ao lado da porta aberta, Nina olhou diretamente para o irmão, com um olhar de desdém.
— Até mais... babaca.
— Some logo, infeliz.
Mostrou a língua, e ela respondeu com um dedo do meio... Os dois deram um sorrisinho de canto, Fu! Fu! e logo Nina saiu correndo, seguindo Nathaly em direção a Alberg.
Nathaly sorria, dando o seu máximo para ficar à frente, Thumpf! porém Nina alcançou-a e segurou-a nos braços, correndo enquanto carregava-a em meio às árvores, esperando o sol nascer para ver com mais nitidez aquele rostinho surpreso olhando-a de baixo...
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