Dançando com a Morte Brasileira

Autor(a): Dênis Vasconcelos


Volume 2 – Arco 8

Capítulo 192: Herança Lendária

— Tem certeza de que é por aqui? — Nino não parava de encher o saco. Resmungava a cada instante, todo molenga, seguindo Anna, que se segurava para não socá-lo... pois sabia que era isso que o namorado queria.

— Estamos chegando — rosnou.

— Você já disse isso umas 127 vezes desde que saímos — reclamou, rosto para o céu, boca escancarada como se lamentasse para as nuvens.

— CLARO, VOCÊ ME PERGUNTA A CADA MINUTO! — Anna estendeu os punhos cerrados para o chão enquanto o olhava com irritação... Nino desceu o rosto, não escondendo seu sorrisinho debochado, e a garota quase caiu no bait, indo socá-lo.

Olhando a corujinha irritada, deu uma risada antes de assumir uma expressão de espanto, encarando o horizonte atrás da namorada:

— Não é ali atrás?

Anna se virou rapidamente.

— ONDE?!

Pahfvolvolvol!

O Primordial rolou no chão, rindo da cara dela.

— "Onde?!" — continuou a rir.

— Por que eu te chamei... — murmurou... uma voz triste ressoando. 

Thunfh! Mwah-mua-mua-mwah!

Nino surgiu em pé e a abraçou, colocando o rosto dela em seu peito, dando beijinhos em sua cabeça. Carinhoso, parou a brincadeira... mas enquanto se redimia, viu realmente uma construção atrás da moça, em meio ao mato alto, escondida, destruída, deixada para trás, abandonada para os novos moradores — pequenos insetos e animais:

— É só brincadeirinha... Ué? É aquilo ali?

— Não vou cair nessa de novo — murmurou ela, a voz saindo abafada contra o peito dele.

— Mas eu não estou brincando. 

Anna olhou para cima, emburrada, seus olhos imensos, maiores que a cara, observando o rosto do namorado encarando-a.

Sccrrrchh...

Nino virou-a na direção... Anna não se movia e então o namorado precisou empurrá-la, porém ainda assim Anna não saía do seu estado estático... Uma estátua. Empurrou-a na direção — a terra acumulando em frente aos tênis da jovem adulta... até que um arrepio atravessou-a e sua expressão se abriu com alegria:

— É AQUI! — PAHF! O Herdeiro forçava muito seu corpo à frente para conseguir movê-la no momento em que esta saiu correndo, fazendo com que o Primordial enfiasse a cara no chão... Um avestruz tentando se esconder.

Bup!

Retirou a cabeça do buraco... seus olhos entediados.

Se levantou, Vul-Vul... Paf-paf... balançou a cabeça e bateu a poeira da roupa.

Anna havia sumido. Nino foi atrás. 

Encontrou-a andando em meio às casas destruídas da, agora, vila fantasma. Anna parecia meio lenta, como se cada passo ficasse mais difícil, como se não quisesse chegar em sua primeira casa. Nino notava algo diferente, um tom, uma postura meio... estranha.

— Por que quis voltar aqui? — perguntou em tom baixo.

— ...Minha mãe disse que deixaria um presente para mim na nossa casa. Me fez prometer que quando eu estivesse mais velha, e achasse que era a hora certa, eu deveria vir buscar... Eu queria matar o Primordial Vermelho antes de voltar... e agora que o desgraçado está morto, eu... eu achei que era a hora de voltar. 

— Como ela sabia que... iria morrer?

— Eu nunca consegui entender o porquê ela sempre falava como se estivesse prestes a morrer...

— ...E qual dessas casas é a sua? 

— Nenhuma. A minha fica mais isolada da vila; os demônios que aqui viviam não gostavam dela porque ela era uma ladra.

"Então esse é o motivo, né sua mula!" — Entendi — respondeu mantendo seu rosto compreensivo... 

Andaram um pouco, descendo um pequeno morro, até uma casinha com o telhado destruído e a porta quebrada. Em frente à casa, havia um monstro que se assemelhava a um jacaré mutante. Era pequeno, porém seu corpo gosmento brilhava sob a luz, enquanto cuidava da vegetação ao redor da casa de Emília.

Não havia mato alto ali; o pequeno monstro comia as plantas e voltava para o rio próximo, mesmo sendo carnívoro — mais especificamente: carniceiro. Durante anos, permanecera naquele lugar, zelando por ele. Assim que percebeu os dois se aproximando, o serzinho se virou e saiu tranquilamente, feliz, pois sabia que seu propósito de guarda havia chegado ao fim.

Nem Anna nem Nino deram atenção ao "jacaré". Ele era estranho e meio feio, entretanto, não era uma ameaça, somente um ser pacífico, esperando a sorte grande de achar um animal ou monstro morto. Não havia razão para matá-lo. 

Após chegarem, entraram e a porta mágica continuava no mesmo lugar.

— Onde você acha que tá?

— Está aqui.

— Aqui onde? — Nino procurava por algo diferente, no entanto só via coisas velhas e destruídas.

— A porta... Você não a vê?

— "Porta"? Não.

— Qual a senha? — a porta mágica falou com ela... Nino não conseguia ver nem ouvir. 

— E qual a senha, mamãe?

— Quando você estiver em frente a ela... Você saberá. 

— Lua...

Quando Anna respondeu, a porta branca começou a mudar de cor, passando por tons de azul até que assumiu um azul-escuro profundo. Formava uma Lua Azul brilhando como nunca no céu da paisagem, embora não houvesse atmosfera, permitindo ver todo o universo e estrelas piscando e se movendo lentamente.

Tlec!

O selo que Emília havia colocado foi retirado, e a porta se abriu com um estalo, fazendo Nino levar um susto abrupto, movendo a cabeça para trás e voltando à mesma posição, igual a um gatinho assustado.

— Consegue vê-la agora? — sussurrou em tom doce, olhando-o e reparando-o estar meio espantado.

— S-sim... — gaguejou e piscou algumas vezes... tentando entender. Deu alguns passos, olhou-a por trás e a porta havia desaparecido. Voltou com a cabeça e ela continuava lá, imóvel, mostrando um profundo branco do outro lado. — Que brisa...

Anna tomou iniciativa e o namorado a seguiu.

Dentro, era uma sala branca que parecia ser infinita, e realmente era, dependendo de quanto se desejava expandi-la. À direita, ao entrar pela porta, havia pilhas e mais pilhas de ouro, barras de metais preciosos e joias brilhantes organizadas em pilhas por cores.

Tudo meticulosamente dividido: pilhas para colares, pilhas para anéis, pilhas para lâminas cravejadas — uma pilha para absolutamente tudo o que existia de mais luxuoso que Emília havia visto e roubado para si.

À esquerda, havia diversos manequins com roupas reais e vestidos feitos dos mais puros tecidos já criados pela raça humana. Entre os vários quadros de pinturas à mão, um se destacava: a imagem de uma jovem deslumbrante em um vestido digno da elite, com o nome "Chayssa Dirferu" inscrito na base.

Enquanto os dois observavam aquela abundância de itens caros, um detalhe se destacava no centro daquele lugar: um manequim exibindo um vestido. O Tesouro de Bruxa de Emília que agora pertencia a Anna.

O vestido era um cheongsam sem mangas... Parecia vivo. Sua cor? Talvez preto... talvez azul-escuro... Qual era a cor do universo? O universo era representado ali. Galáxias, estrelas se moviam, piscavam, existiam ali. Sobre o seio direito, três flores em um galho ressecado subiam até o início da gola alta. Um tom de ouro bem fosco, apagado.

Descendo, chegávamos nas fendas altas dando foco às pernas, um lacinho um tanto fofo poderia revelar a dobrinha da virilha de ambos os lados... Estrelas e mais estrelas piscando naquela galáxia. Um vestido que apenas duas pessoas usaram. Uma herança passada de uma Primordial puro sangue para uma ladra mestiça e revoltada... voltando agora para mais uma Primordial pura. Bem mais que pura. O único demônio na existência tão poderoso a ponto de herdar duas linhagens, mesmo não tendo sangue azul... somente o sangue da lua.

Milhares de demônios azuis... nenhum fora capaz de merecer herdar tal poder.

— Isso tudo era da sua mãe? — Nino olhava ao redor, maravilhado com a quantidade de riqueza.

Anna não respondeu... Não entendia nada. Olhava para os lados sem reação. Depois do espanto inicial, deu um passo adiante na sala... foi quando uma voz ecoou:

— "Oi, minha filha."

— MÃE?! — Anna gritou, procurando freneticamente pela fonte da voz.

— "Como você está, minha Lua mais linda?"

— Mamãe?! — Anna ficou à beira das lágrimas... a voz trêmula, sem forças do nada. 

— "Eu deixei essa mensagem para você porque sei que não vou viver muito tempo. Sua... Sua mãe, digamos, que fez muitas besteirinhas, deixou muita gente brava e muita gente está atrás de mim. Mas... Mas isso você já deve saber, né? Já deve ser uma linda moça. Já tem namorado?? Aaaaah... Eu queria tanto poder conversar com você sobre essas coisas, ver você crescendo. Cada dia que passei com você, cada semana e ano, foram tão divertidos... A única coisa que eu queria era ser para você a mãe que eu nunca tive. Mas agora não tem mais como, né?... Me... Me desculpe por essas poucas palavras..." 

A voz de Emília começou a falhar, e o choro ficou evidente no áudio:

— "...Eu nunca fui boa nisso, não sei demonstrar tais coisas... Não sei se fui uma boa mãe, se consegui te dar amor ou carinho como deveria... Eu nunca tive isso."

O choro dela se intensificou, e as palavras começaram a sair mais rápidas: 

— "Eu... Eu não sei como fazer isso, mas Anna... Do fundo da minha alma. Eu te amo muito, minha pequena Lua... Você é a coisinha mais preciosa de todo o tesouro da mamãe... O tesouro que agora é seu... Sei que não sou eu aí do seu lado, sei que errei várias e várias vezes, sei que acabei sendo egoísta e te deixei sozinha... Mas, Anna... Perdoe a mamãe..." 

O áudio encerrou-se com o som do choro.

Anna estava de costas para Nino, a cabeça abaixada e os braços estendidos à sua frente, com as mãos fechadas, apertadas como se tentasse segurar o que restava de sua força. Seu corpo tremia, não conseguindo conter a dor interna, embora se esforçasse ao máximo para manter a imagem da mulher forte, que nunca cedia. 

"Por que não deixou eu lutar essa guerra com você?! POR QUE... POR QUE DEIXOU DE USAR A ROUPA QUE SEMPRE ME DIZIA?! POR QUE DECIDIU FAZER TUDO ISSO SOZINHA, PORRA?!"

Nino a observava em silêncio, sentindo o peso de sua angústia. Se aproximou lentamente, quebrando a distância entre eles. Sem dizer uma palavra inicialmente, a abraçou por trás, seus braços envolvendo-a como um abrigo seguro. Naquele instante, Anna sentiu que não era mais Emília que cuidava dela, e sim o homem que ela escolheu para compartilhar toda a sua vida.

O toque quente foi seguido por um sussurro suave e firme em seus ouvidos:

— Ei... Relaxa. Eu estou aqui, com você. 

Aquilo era tudo o que ela precisava ouvir naquele momento. Anna não conseguiu mais segurar as lágrimas que a engoliam por dentro. Elas escorriam pelo rosto, quentes e abundantes. Paf... Desabou nos braços do namorado, seus ombros se sacudindo com cada soluço, com cada choro libertador que ela não podia mais impedir.

Nino, sentando-se no chão com ela, a abraçou com força, tentando transmitir toda a segurança que ela precisava. Com a mão delicadamente acariciando o couro cabeludo, ele a deixou chorar sem pressa, sem palavras — apenas presente, dando-lhe a liberdade de liberar tudo o que tinha guardado por tanto tempo.

Enquanto ela chorava, ele sentia a dor que Anna tentava esconder, compartilhando com ela esse momento de vulnerabilidade profunda. Nunca imaginou vê-la assim, era um pouco difícil vê-la chorar sem saber como fazê-la parar. Como alegrá-la. Como parar de sentir dor vendo a dor de quem amava.

"Por quê?... Por que escolheu deixar o seu passado se com isso me deixaria sozinha em seu futuro...?"

...Não havia respostas para suas dúvidas. 


Após alguns minutos de choro, Anna, ainda abraçada a Nino, apertou-o com mais força. Ele a olhou, vendo a garota forte que sempre conheceu, agora escondida atrás de uma máscara de medo e vulnerabilidade, com um rosto suave e fofo. 

— Ninguém consegue ser forte o tempo todo, né? — Nino sussurrou, com um tom suave e um olhar gentil.

Anna surgiu de pé de repente, com uma expressão séria e um olhar penetrante.

— Para com isso.

Nino olhou-a com uma expressão surpresa. Os braços ainda estendidos no ar, abraçando agora o nada. 

— Garota... Você é normal?

— Mais do que você. 

Ahãm... — O Herdeiro sorriu de canto e se levantou, alongando os braços... feliz. Mesmo que com uma pulga atrás da orelha, querendo acreditar que a namorada estava realmente bem, e não só se pagando de durona agora que conseguira controlar suas emoções.

— Você está bem... né?

Olhou-o de canto, sorriu com carinho e virou o rosto respondendo:

— Fui pega de surpresa... Só isso. 

Nino decidiu acreditar, e logo viu-a caminhar até o Tesouro de Bruxa... Ao lado, Anna encontrou um bilhete escrito à mão. Leu em voz alta:

— "Roupa da mamãe, quando ela era a mais temida do continente. Espero que goste de sua herança. Assinado: Mamãe Emília." Ugh! — Travou completamente... Uma expressão mais que surpresa. Mais que espantada. Mais que um choque comum... "Ela nunca havia me falado seu nome", pensou... e era como se tivesse inventado o fogo. 

Vush!

Distraída com a descoberta do nome de sua mãe, a Primordial não percebeu o vestido voando do manequim em sua direção. O Tesouro de Bruxa substituiu suas roupas... Um par de brincos materializou-se em suas orelhas, flutuando logo abaixo delas. Corada de susto, olhou para baixo quando sentiu um friozinho além do normal. Lá, viu a sombra de Nino e o encontrou parado ao lado dela, com a boca entreaberta e os olhos arregalados. 

— E-e-es-s-ssss-s-s-e-sstá maravilhosa — gaguejou profusamente... parecia mais uma cobra do que um demônio tentando dialogar. Seus olhos vidrados. Seu coração acelerado... Sua paixão, seu tesão aumentados.

Naquele instante, Nino só via ela. Nada mais existia — só ela, olhando para ele com aquela carinha embaraça

Anna ficou ainda mais envergonhada com o elogio, porém logo desfilou até ele, enquanto Nino a fitava fixamente. Quando chegou, envolveu o pescoço do namorado com os braços, oferecendo-lhe um abraço carregado de desejo.

— É?

Nino a abraçou de volta, deslizando a mão direita pelas curvas acentuadas. Passou pela nádega com um aperto firme, e logo deslizou por trás da coxa, apertando-a antes de levantar aquela perna, deixando-a de castigo ao lado do seu corpo, colados como se fossem um... a fenda quase mostrando mais do que deveria... no entanto, o brilho daquela perna roubava, por si só, qualquer atenção divertida.

— É!

— Repete — ela sussurrou com malícia, aproximando seus lábios.

— Você está maravilhosa! — Nino disse, Mwwaah! antes de beijá-la suavemente. 

Depois de alguns segundos de toques safados, apertos lascivos e beijos sedentos, os lábios se separaram quase com um fio de baba, respirando pesadamente, mantendo as bocas ainda próximas. Nino abaixou a perna dobrada de Anna — as mãos posicionadas levemente acima das nádegas — prendendo-a colada em seu corpo, mantendo o olhar fixo no dela.

— E como vamos levar tudo isso? — perguntou Anna, fingindo não estar querendo devorar os lábios quase tocando nos seus. Os brilhos nos olhares trocados mais doces que açúcar. Uma conversa descontraída tentando sair da tensão de quererem cair no chão transando como animais.

— Sua mãe não te ensinou como fazer essa porta cabulosa, não? — brincou em sussurros... queria dar um passo e fodê-la com aquela roupa, mas pensava que poderia ser desrespeitoso com tudo que acontecera até então.

— Ela não queria que eu olhasse o livro dela. — Anna não ajudava em nada murmurando com aquele olhar safado. Perversa. Descontava nos desejos do namorado toda a raiva que ele causou nela durante a viagem inteira.

Hããmm... Eu posso levar no meu sangue — sugeriu, antes de soltá-la e virar o rosto para não cair na tentação de beijá-la mais uma vez. Usando seu sangue, engoliu todos os itens da sala como um tsunami preto. Armazenou tudo em uma bolsa colossal e posicionou-a nas costas.

Olhou-a com um rostinho vitorioso e debochado. Esta questionou:

— Tá... Mas como vamos passar pela porta? — Cruzava os braços, e ainda segurando a cintura, soltou um deles apontando com o dedão na direção da porta, de forma bem desleixada.

Nino olhou para a porta mágica.

— É uma porta mágica, ela que aguente — brincou. 

Fu!

Correu em direção à porta, na tentativa de atravessá-la à força... porém, foi imediatamente cuspido para fora, Pahf... PRIINCHCSCSCH!! caindo com a bolsa colossal sobre ele, sacudindo todo o tesouro.

Anna saiu tranquilamente, dando um pequeno riso com a cena. A porta desapareceu assim que saiu e, vendo-o fazer draminha, segurou a bolsa, olhando-o embaixo, fingindo estar esmagado.

— Tudo certo aí?

Nino se levantou instantaneamente, Vup! roubando a bolsa de volta e ajustando-a em suas costas.

— Estou. Deu certo o plano.

— Não foi bem um plano, né? Quer ajuda aí?

Olhou para ela com um sorriso.

— Relaxa. Vambora. 

Começaram a caminhar de volta... a tensão ainda era presente — aquele vestido deixava-o louco, assim como Nina amava transar com Nathaly sem tirar o shortinho da namorada.

O Primordial pensou em se teletransportar usando o poder de Louis, mas o receio ainda o dominava. Temia que Morte o puxasse para o Quarto Branco, matando-o ou impondo alguma punição por interpretar seu teletransporte como uma tentativa de escapar do mundo.

Seguiram em silêncio, somente na companhia um do outro, enquanto a brisa suave acariciava seus cabelos... Na vontade do "destino", suas mãos se tocaram casualmente, e, quando Nino olhou para ela, Mwaah! compartilharam um breve selinho carregado de carinho. Porém, Anna deixou sua língua explorar o beijo, e Nino, surpreendido, colocou a mão no pescoço da namorada, afastando-a levemente. 

— Garota... Continua assim e eu te levo ali pro meio do mato.

Anna soltou uma risada travessa, seus olhos brilhando enquanto o encarava com um sorriso provocante... Nino abriu um sorriso safado e a puxou, Mwaah! dando-lhe mais um selinho intenso e quente, que rapidamente se transformou em um beijo profundo.

Sua mão enforcando-a de leve soltou o pescoço e desceu para apertar firmemente a bunda, enquanto se devoravam em excitação, suas línguas dançando em perfeita sincronia, acompanhadas pelos dedos que a pressionavam cheios de luxúria... No entanto, Nino parou de repente, interrompendo o momento. Punindo-a a ficar molhadinha, só na vontade, em todo o caminho de volta para casa.

Quis provocá-lo... levou um reverse.

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