A Voz das Estrelas Brasileira

Autor(a): Altair Vesta


Volume 2 – Parte 2

Capítulo 56: Jogo Perfeito

Envolvidas pelo cenário alternativo, onde somente o céu azul se estendia sobre a superfície aquática, Stella e Layla encaravam a inesperada presença do Marcado de Rigil Kentaurus.

Circunspecto em sua posição, o rapaz cheio de piercings nas orelhas chamava a atenção pela grave marca avermelhada que tomava o lado esquerdo do rosto.

Ali residia o símbolo da constelação do Centauro, tão chamativa quanto costumeiramente se apresentaria caso fosse marcada em sua pele intacta.

Enquanto a alva tentava compreender sua presença naquele lugar, a loira já se mostrava conformada pelo semblante soturno.

A fim de mascarar a profunda decepção em tê-lo presente na Realidade Paralela, mesmo depois de avisá-lo para ficar distante do combate derradeiro, esboçou um fraco sorriso em sua direção.

— Como é teimoso, não concorda? — Virou metade do corpo no intuito de fitá-lo, sem deixar escapar a atenção sobre a companhia primordial. — Eu crente que seria complacente a ponto de seguir minha dica... Você realmente deseja complicar as coisas, não é?

— Cala a boca, sua vadia... — Lucas apertou os punhos, já preenchidos pela camada fosca do metal; seu símbolo irradiava o brilho alvo da face queimada. — Eu prometi a mim mesmo que ia acabar com sua raça. Se não quisesse um contratempo, seria bom pensar duas vezes antes de escolher um.

“Então ele recebeu sua Indução...?”, a Marcada de Vega guardou a indagação, praticamente retórica, em sua cabeça. “Sempre agindo de maneira infantil...”

Franziu o cenho, tomada por uma sensação enraivecida que a fez sacar o revólver do coldre na cintura.

O foco da loira voltou a ser puxado à adversária, no momento que enxergou a arma apontada em sua direção pela visão periférica.

— Você também é bastante animada, não é? Mais do que eu me lembrava, Princesa...

— Não me chame por esse nome.

Sem pestanejar, ela destravou o revólver e puxou o gatilho.

O disparo zuniu pelo espaço, porém Stella foi mais rápida ao realizar um salto poderoso, desviando do projétil em pleno ar.

Esse seguiu na direção de Lucas, que precisou posicionar o braço esquerdo à frente do rosto, ricocheteando o tiro graças ao Áster da Metamorfose Metálica.

A dona do espaço especial pousou sobre a superfície líquida sem causar sonidos.

Somente tênues ondulações encíclicas se alastraram pela extensão cristalina, ao que ela voltou a erguer a face pálida.

Antecipando qualquer ação, estalou os dedos de modo a originar dois grandes redemoinhos em volta da dupla.

Cercados pela barreira d’água, os marcados abriram uma escapatória às próprias maneiras.

A jovem nívea saltou do olho do tornado e retornou ao espaço livre, enquanto o rapaz lacerou a camada veloz por meio do braço metalizado numa lâmina afiada.

A criadora dos efeitos naturais não se impressionou. Pelo contrário, prosseguiu com os ataques místicos, dessa vez concebidos através de um passo inerte sobre a água.

Ao levantar inúmeras gotículas com a pisada, essas se tornaram estacas sólidas na altura de seu rosto.

Zuniram na direção dos adversários.

O escolhido do Centauro espalhou o revestimento metálico pelo restante do corpo, a fim de evitar maiores problemas em tentativas de evasão.

Não satisfeito, rebateu algumas com cortes precisos dos gumes artificiais.

Por sua vez, a escolhida da Lira usufruiu da agilidade pessoal em prol de evitar todas as afrontas.

Sorridente, Stella seguia com o escopo maior na garota que corria pela região vazia.

A quantidade de novas estacas, a velocidade que tomavam contra o alvo, nada disso importava.

A taxa de acertos mantinha-se nula.

Depois de algum tempo só em fuga das investidas criadas pela oponente, Layla decidiu adotar uma maior aproximação no intuito de utilizar o revólver.

Ainda restavam cinco balas no tambor, portanto a precisão deveria ser primordial em busca do triunfo.

Ao modificar o itinerário em trajeto à loira, mirou com a arma enquanto corria.

Pronta para executar o segundo disparo de cinco restantes, foi pega de surpresa por um golpe de Lucas, nas costas da garota.

O corte metálico não a atingiu, visto o desvio veloz num salto para a esquerda por parte dela.

“Ai, ai, esses dois vão dar um trabalhinho”, pensou ao retornar à compostura, encarando a dupla que buscava afligi-la em simultâneo. “Isso é tudo culpa sua, Lucazinho...”

Ainda assim manteve a tranquilidade no semblante sorridente.

“Esse marcado está atrapalhando...”, no entanto, a Marcada de Vega seguia a mesma linha de raciocínio, frustrada pela presença do homem-metal.

De certo modo, não deveria perder tempo na tentativa de retirá-lo do caminho, já que um mero passo em falso colocaria tudo a perder.

Se ele também desejava derrotar Stella, então assim seria. Preocupações paralelas deveriam ser deixadas para depois...

— Vocês são tão obstinados, chego a ficar emocionada, sabiam?

— Cala a porra dessa boca!! — Lucas disparou contra a soberana.

De repente, o semblante dela mudou, o que o fez hesitar por milissegundos antes de concluir a investida cortante.

Sedento para arrancar pele, carne e sangue, sequer percebeu o sumiço dela em sua linha de visão, trazendo-lhe memórias nada agradáveis de dois dias atrás.

Diferente da resposta recebida somente por uma rasteira desconcertante daquela vez, sentiu a palma fria envolver seu pescoço, transmitindo um impacto grotesco contra seu corpo em alta velocidade.

A interrupção brusca o deixou pêndulo nessa posição durante alguns segundos, até que o peso do braço pálido que o segurava redirecionou a favor da gravidade.

Nem mesmo o revestimento metálico pôde salvá-lo do baque violento. Era como se a proteção envolta do corpo fosse inútil quando em contato com a loira.

Ela tinha o poder para esmagar a mais resistente das ligas, uma monstruosidade em pessoa.

Isso só piorava com seu poder, responsável por fazer irradiar o cintilar dourado do símbolo escondido pelos longos fios que caíam sobre as costas.

Foi graças ao deslocamento diferenciado que a marca da nuca ficou livre durante alguns segundos, o bastante para que Layla pudesse enxergar.

Inerte, viu o cenário aquático mudar em um novo piscar, onde a superfície voltou a adquirir aspecto sólido.

Desse modo, a marcada misteriosa depositou todas as forças em prol de afundar Lucas no solo, ao passo que estilhaçava o metal protetor lhe permitindo esmagar sua garganta.

— Eu já falei... que não preciso mais de você aqui, não foi?

O tom de voz sombrio da marcada trouxe calafrios à alva. Ela arregalou os olhos diante da cena, mas não pelo contragolpe dela em si...

“Eu nunca a vi... fazer essa expressão”, a feição claramente enraivecida da loira tomou conta do momento.

Naquele átimo de tempo, engoliu em seco ao ser tomada por uma gama de aflição.

Ao conferir sua inércia na pequena cratera aberta abaixo das costas, Stella voltou a ficar ereta.

Tornou a encarar a Marcada de Vega, espantada defronte a sucessão de acontecimentos.

Sem ter utilizado a munição restante no tambor do revólver, traçou um planejamento que a possibilitasse superar as habilidades da inimiga.

No entanto antes de a dupla voltar a colidir...

— ‘Pera aí... — Debilitado, o Marcado de Rigil Kentaurus não desistia. — Eu ainda... não acabei...

A loira, após findar o novo avanço, olhou por cima do ombro na direção do rapaz que arquejava de dor.

— Você...

— Eu confiei em você! — A cortou através de um esbravejo. — Pra quem sempre teve uma vida de merda como eu... receber uma mão estendida... você não faz ideia de como isso me deixou contente!! Mas no fim de tudo, você só meu usou... assim como aqueles fodidos... Por isso...!

As lamúrias despejadas pelo garoto o faziam morder os lábios, a ponto de criar um pequeno corte de onde fios de sangue começavam a escorrer.

Passados alguns segundos de taciturnidade por parte dos presentes, a marcada misteriosa fixou os olhos azul-escuros na face contorcida do jovem.

Embora estivesse mantendo as aparências desde o encontro anterior, ela fechou os punhos estremecidos.

No princípio de tal atitude, a escolhida da Lira levantou as sobrancelhas, tão perplexa quanto perante a expressão austera realizada há minutos.

E as palavras proferidas por ela, logo na sequência, pioraram o cenário:

— É exatamente por isso, seu idiota. Eu não preciso mais de você... Porque não preciso que arrisque sua vida aqui, entende? — Entrefechava as vistas de maneira forçada, assim como rangia os dentes. — Por que custa a entender algo tão simples!?

A resposta da menina deixou Lucas boquiaberto, incapaz de encontrar palavras em meio à garganta entalada.

Ele desejava rejeitar aquele novo choque de sentimentos, mas tudo que conseguia fazer era engolir em seco.

O impasse durou por alguns segundos.

Ao passo que o tempo avançava e ninguém executava algum movimento, a tensão crescia interna e externamente em cada um.

Layla balançou a cabeça para os lados, no intuito de se livrar da paralisia ocasionada pela cena à frente.

Queria mirar o revólver em direção à oponente, o dedo pronto para puxar o gatilho.

Não se movam...

A repentina voz masculina soou por forma de ecos pelo local vazio, trazendo calafrios poderosos aos três marcados.

Instantaneamente, os olhos das garotas esgazearam na mesma medida, ao que o responsável por entoar tais palavras se posicionou na retaguarda do garoto.

Enquanto mantinha uma das mãos no zíper do casaco, aberto até a altura do peito, não demonstrou piedade ao empalar a lombar do Marcado de Rigil Kentaurus.

As jovens, em princípio Stella, reagiram perplexas, inaptas a se mexerem na posição onde se encontravam.

Demorou pouco tempo até que ambas reconhecessem a identidade das pontas levemente espetadas do cabelo acinzentado.

Tendo globos de mesma íris referente ao céu noturno, o rapaz concluiu o golpe de misericórdia retirando a lâmina do marcado à frente.

Assim que bastante sangue espirrou para fora, o corpo do rapaz tornou-se pálido em questão de segundos.

O novo integrante do cenário alternativo fechou o restante do casaco, voltando a tampar sua boca, de onde um brilho branco-amarelado irradiava.

O efeito logo cessou, permitindo a todos se livrarem da paralisia misteriosa.

Layla entrou em posição com a arma apontada, Stella contorceu as sobrancelhas em plena consternação.

Lucas sucumbiu, sem forças ao ser apunhalado com violência.

A queda sobre o solo foi de bruços, onde também bateu a face no processo, ganhando pequenos novos ferimentos.

— Enfim, chegamos... até a tão aguardada reunião.

Edward sacudiu a arma branca ensanguentada, criando respingos sobre a terra.

— Você...

Incrédula, a loira sequer teve a capacidade de proferir quaisquer afrontas ao recém-chegado.

A alva, logo atrás, era dominada pela mesma sensação, entretanto resumia-se a apertar os lábios rosados na mesma medida que contraía as sobrancelhas.

Passando por cima do jovem derrubado, o marcado que detinha o Áster da Fala Sobrenatural avançou alguns passos em direção das duas.

A partir daquele instante, todos os três pares de globos escuros entraram em contato.

O ar frio a pairar sobre a região criada pela menina arteira cresceu num nível exponencial.

— Não façam essas caras de surpresa. Não era óbvio que eu também viria? — Direcionou o foco até a Marcada de Vega. — Pelo menos você sabia muito bem. Não é, Princesa?...

— O que diabos pensa que está fazendo, seu paspalho!? — Quem esbravejou em retruca foi a marcada dourada.

— Oras, pensei ter escutado que não precisava mais de sua cobaia... — O comentário levemente irônico tirou uma pontada enraivecida da garota. — De fato, gastar sua única Indução num delinquente desses é dose.

— Não fale assim dele...

Mais uma vez, o tom de voz costumeiramente eufórico da garota era tomado por uma escuridão jamais vista por nenhum dos dois similares.

Dando de ombros à hostilidade exalada por ela, o garoto voltou a fitar a jovem nívea que mantinha o revólver preparado.

— Aliás, eu vi seu parceiro. Como bem pensei, vocês iriam se separar logo no início... — Abriu os braços em demonstração clara de superioridade. — E cá estamos. Os confrontos paralelos que vão determinar o destino deste universo.

Sem precisar de maiores explicações, Layla pôde compreender onde o novo desafiante desejava chegar.

As memórias daquele encontro há alguns dias retornaram como flashes rápidos em sua cabeça.

O jogo de palavras indicado pelo acinzentado lhe entregou todas as informações possíveis, o que só serviu para deixá-la ainda mais ansiosa.

Se ele estava sozinho ali, então seu companheiro que possuía o Áster de fogo deveria ter se juntado ao grupo do outro lado.

Nessa configuração, toda a vantagem escapava das mãos.

Por ter quase sentido na pele a capacidade do Marcado de Aldebarã, a garota possuía ciência quanto ao perigo que seu parceiro corria.

A respiração de repente entrou em desequilíbrio.

As palpitações cardíacas tornaram-se tão aceleradas a ponto de fazer seu peito doer.

“Se for assim... tudo será em vão!”, com os pensamentos em desordem, quis sair daquele lugar a fim de auxiliar Norman.

Mas não existia hipótese alguma quanto aqueles dois a deixarem partir.

Stella demonstrava visível preocupação com relação às condições do esfaqueado Marcado de Rigil Kentaurus, mas sua prioridade se faria clara assim que a situação requisitasse.

A respeito do agasalhado, nem precisava divagar.

As circunstâncias somente piorariam, na mais provável das hipóteses...

— Por quê...? — ela murmurou, a voz embargada. — Por que vocês dois... querem me fazer sofrer ainda mais?

— Nós entendemos muito bem seu sofrimento. Certamente não há quem entenda melhor do que nós. Mas você parece não entender que seu desejo é claramente uma ameaça.

— É claro que eu entendo... — Abaixou o revólver, o apertava tanto que poderia despedaçá-lo a qualquer instante. — Vocês ficaram quietos por todo esse tempo... Por que não ficam agora também!?

— Por que... isso também é culpa nossa, sabe? — Ainda de costas, Stella disparou. — Se não fosse por nós que a levamos até esse lugar, nada disso estaria acontecendo. Por causa disso nós temos que consertar esse erro!! Por isso...!!

— Fiquem quietos!! — Layla voltou a apontar a arma, dessa fez a segurando com ambas as mãos trêmulas. — Vocês não entendem... Nenhum de vocês entende de verdade!!

Pronta para despejar lágrimas dolorosas a qualquer momento, lutava contra os olhares impiedosos transmitidos pelos dois adversários, em união às emoções lancinantes que lhe dominavam o corpo.

Carregada pelo sofrimento, puxou o gatilho de uma vez.

O segundo de seis projéteis viajou pelo espaço na direção dos rivais; a garota pôde esquivar sem muitos problemas, somente inclinou o torso à esquerda.

Já o acinzentado manteve a posição...

Pare.

A luz de dentro da boca irradiou no momento que sua voz ecoou pelo vazio, o casaco aberto até a altura do peito.

Dito e feito, a bala não mais apresentava algum risco, inerte em pleno ar.

Desacreditada perante a falha indispensável, a Marcada de Vega estalou a língua e já cogitou executar o terceiro tiro.

No entanto antes que pudesse puxar o gatilho, experimentou o corpo inteiro pesar, imóvel mais uma vez.

A ordem do rapaz foi diferente, porém o efeito aparentava ter sido idêntico.

Incapaz de se livrar num primeiro momento, tentou morder o próprio lábio a fim de vencer o Áster pela dor.

Dois novos sons explosivos se alastraram pela realidade paralela, onde o resultado foi contemplado pela proprietária da região.

Boquiaberta, conferiu as perfurações nas pernas da similar, enquanto essa caía sem equilíbrio.

Um leve rastro de fumaça saía da abertura frontal no cano de uma pistola, portada pelo marcado que voltava a fechar o zíper de seu agasalho.

Layla desabou sentindo uma dor poderosa a partir das áreas atingidas, bem próximas dos joelhos. Sangue escorria dos buracos causados pelos projéteis.

Ela largou o revólver, tamanha a adrenalina produzida em seu corpo. A derrota se aproximava a passos largos, sem quaisquer indícios de piedade...

— É o fim... Sinto muito, de verdade.

Em absoluto desespero após as palavras abafadas pela gola fechada serem proferidas, a alva buscou a arma derrubada logo ao lado.

Porém, Stella agiu mais rápido no intuito de chutá-la para longe.

Desestabilizada da cabeça aos pés, não viu outra alternativa senão se arrastar pelo solo rochoso em busca da salvação.

— Saiam daqui! Me deixem em paz!!

As súplicas quase chorosas da jovem nívea, sempre tão íntegra independente do cenário, chegavam a despertar um sentimento de pena na loira.

Para se livrar daquilo, decidiu desviar o olhar na direção do Marcado de Rigil Kentaurus, ainda desacordado por conta da facada na lombar.

Edward se aproximou a passos curtos, tinha a pistola pronta em prol de efetuar o disparo derradeiro.

Sem dar sopa ao azar, executou um salto veloz até alcançar a alva, lhe pisoteando na altura das costas.

Impedida de se deslocar, ela virou o rosto por cima do ombro, fitando o cano apontado até sua cabeça.

Sem conseguir mais conter o pranto, fechou os olhos escuros na espera do fim.

Por algum motivo, a primeira imagem que correu por sua cabeça foi a do garoto de cabelo cacheado... aquele responsável por a acompanhar desde o princípio daquele evento.

Lembrar dele fez seu coração disparar, a intimando a se debater pela vida.

Contudo era tarde demais...

Quando preparou a fim de puxar o gatilho, um ruído peculiar trouxe sua atenção à direita.

Sem que pudesse prever, ou perceber, acabou atingido por um enorme tronco de árvore.

O impacto fez seu braço e costela trincarem na hora, além de lançá-lo a metros de distância violentamente.

De olhos esgazeados pela reviravolta inesperada, Stella virou o rosto até a proveniência do ataque.

Não pôde evitar a projeção de um sorriso afiado no semblante pálido ao identificar o responsável.

Ainda atordoada, Layla encontrou a expressão sombreada do rapaz, que vinha andando por meio de passadas pesadas conforme mantinha a mão esquerda erguida.

Parcialmente ofuscado pelos fios castanhos, o símbolo da Águia na testa brilhava com intensidade.

Na tentativa de engolir o choro, foi inapta a impedir que as emoções transbordassem.

Ainda imóvel acima do chão, permitiu-se a ser tomada por um alívio o qual jamais havia experimentado em vida...

— Norman...

O murmúrio enfraquecido o alcançou, trazendo os afiados olhos verdes de volta ao caminho adiante.

Opa, tudo bem? Muito obrigado por dar uma chance À Voz das Estrelas, espero que curta a leitura e a história!

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