SESSÃO 5
125 - Tornando-se um Casal
Balançando suavemente no trem por cerca de uma hora e meia…
Depois de algumas baldeações, Haruto e Ayaka finalmente chegaram ao destino.
“Chegamos!”
Olhando para o portão de entrada em arco do parque temático, Ayaka exclamou animada. Vendo seu entusiasmo, Haruto lhe ofereceu um sorriso gentil.
“Você parece tão feliz, Ayaka.”
“Sempre quis vir aqui, mas poder vir pela primeira vez com você, Haruto, me deixa realmente muito feliz!”
“Entendi. Então vamos aproveitar ao máximo e nos divertir bastante hoje.”
“Yeah!!”
O sorriso radiante de Ayaka era contagiante, e Haruto tinha certeza de que o encontro de hoje seria divertido e cheio de felicidade.
Ao entrar no parque, os dois foram recebidos pela atmosfera animada das atrações. Ayaka segurava um panfleto do guichê de bilhetes, analisando-o com um leve “hmm” pensativo.
“Haruto, pra onde vamos primeiro?”
“Hm… que tal a sessão do fundo do mar?”
Inclinando-se para olhar o mapa juntos, Haruto apontou para um ponto no mapa e fez sua sugestão.
“Parece ótimo! O fundo do mar combina com você.”
“O fundo do mar e o espaço — são os sonhos máximos de qualquer cara.”
“Pfft, você soa igual ao meu pai.”
Ayaka riu, cobrindo a boca com a mão ao ouvir as palavras de Haruto.
“Bom, garotos são criaturas que sonham grande, afinal.”
“Oh? Então dar as mãos para a namorada num encontro também faz parte dos sonhos de um cara?”
Inclinando levemente a cabeça, Ayaka estendeu a mão direita para Haruto. Ele a segurou com um sorriso suave.
“Claro. É um dos sonhos máximos.”
“Sério? Isso me deixa feliz.”
Ayaka se aconchegou a ele, segurando seu braço com um sorriso satisfeito. Vendo-a assim, o sorriso de Haruto também se suavizou.
O parque temático era centrado no oceano, oferecendo aos visitantes a chance de observar e interagir com diversas criaturas marinhas. No momento, havia uma exposição por tempo limitado de peixes raros das profundezas.
Ayaka ficou perto de um display com um peixe abissal preservado, de olhos grandes e dentes afiados, observando-o atentamente.
“Peixes do fundo do mar meio que parecem alienígenas, né?”
“Total. O formato e a ‘vibe’ deles não parecem coisa da Terra.”
Caminhando pela exposição, os dois observavam as estranhas criaturas do fundo do mar com fascínio.
“Haruto, olha! Esse aqui é meio fofinho!”
Puxando-o para outro tanque, Ayaka apontou para uma pequena criatura abissal, do tamanho da palma da mão, nadando graciosamente lá dentro.
“Esse é um polvo-flapjack.”
“É um polvo? Acho que até parece um pouco.”
Quando Ayaka se inclinou mais perto do tanque para observar, o pequeno polvo começou a nadar.
“Olha, Haruto! As aletas parecidas com orelhas estão batendo — é adorável!”
“Aquelas coisas parecidas com orelhas são na verdade aletas,” explicou Haruto, lendo a descrição ao lado do tanque.
“Aparentemente, os polvos-flapjack não têm sacos de tinta, então não conseguem soltar tinta.”
“Mesmo sendo polvos?”
“Mesmo sendo polvos.”
“Uau. Mas é tão pequeno e fofo — dá uma sensação tão boa de ver.”
“Eles até são chamados de ‘Idols das profundezas’.”
“Acho que vou virar fã.”
Ayaka riu enquanto observava o polvo se acomodar no fundo do tanque. Vendo-a tão cativada, Haruto a provocou levemente.
“Se você ficar animada demais com ele, posso acabar com ciúmes do polvo, como seu namorado.”
“Não se preocupe,” respondeu Ayaka, voltando-se para Haruto com um sorriso.
“Pra mim, Haruto é muito mais importante do que qualquer ‘idol’ ou coisa assim.”
Ela apertou a mão dele enquanto falava, suas palavras cheias de sinceridade. Haruto não pôde deixar de sorrir, embora um pouco envergonhado.
“Ayaka, fico muito feliz em ouvir isso, mas… é um pouco embaraçoso.”
“Hã? Ah…”
Quando Haruto corou de leve, a expressão de Ayaka mudou de surpresa para percepção, e suas próprias bochechas ficaram vermelhas.
Perto dali, um garotinho de boné apontou para eles e exclamou: “Ei, mãe, isso é o que chamam de declaração?”
“Não aponte para as pessoas — é falta de educação!” repreendeu a mãe, curvando-se em desculpas para Haruto e Ayaka antes de sair com o filho.
“Ugh…”
O rosto de Ayaka ficou ainda mais vermelho, lembrando o polvo-flapjack que ela tinha admirado alguns instantes antes. Haruto riu baixinho e puxou sua mão com carinho.
“Vamos ver outro tanque.”
“Okay…”
Assentindo timidamente, Ayaka o acompanhou.
Os dois continuaram explorando, maravilhando-se com as misteriosas criaturas abissais e as águas-vivas brilhantes. Quando saíram da exposição, Ayaka já havia se recuperado totalmente da vergonha anterior.
“Foi tão interessante! Pra onde vamos agora?” perguntou Ayaka, animada enquanto olhava o mapa do parque.
Haruto verificou a hora no celular.
“Se a gente se apressar, dá pra ver a caminhada dos pinguins. Que tal?”
“Caminhada dos pinguins? Eu quero ver!”
Os olhos de Ayaka brilharam de entusiasmo. Haruto sorriu e segurou sua mão, guiando-a para a próxima atração.
Enquanto caminhavam, Haruto deu uma olhada em Ayaka, que quase pulava de empolgação.
“O que foi, Haruto?”
“Eu só estava pensando se isso é uma recompensa boa o suficiente pelo seu esforço nas provas.”
O encontro de hoje era divertido para ambos, mas Haruto sabia o quanto Ayaka havia se dedicado para tirar mais de 80 pontos em todas as matérias. Ele achava que ela merecia algo realmente especial.
“Não se preocupe com isso, Haruto,” disse Ayaka suavemente, olhando para ele com carinho. “Passar tempo com você e criar memórias assim é a melhor recompensa que eu poderia pedir.”
O sorriso radiante dela encheu o coração de Haruto de calor.
“Sério? Fico feliz em ouvir isso.”
“Hm!!”
Eles trocaram sorrisos antes de Haruto começar a guiá-los para a área dos pinguins.
“Ah, Haruto,” disse Ayaka, hesitante.
“O que foi?”
“Bem… agora que somos oficialmente um casal, eu estava pensando… será que tudo bem eu começar a te chamar só de ‘Haruto’, sem o ‘-kun’?”
Haruto sentiu o coração saltar. A expressão tímida de Ayaka, seus olhos levemente trêmulos — tudo nela naquele momento era extremamente adorável.
“Claro. Eu gostaria disso.”
O rosto de Ayaka se iluminou de alegria.
“Sério?! Fico tão feliz!”
Sua voz transbordava animação enquanto ela explicava que queria chamá-lo assim já fazia um tempo, mas nunca teve coragem.
Haruto riu. “Você não precisava se segurar. Eu não me importaria nem um pouco.”
“Bom, é meio embaraçoso…”
“Eu entendo. Mas agora somos um casal, então não precisa se preocupar tanto.”
Puxando-a levemente para mais perto, Haruto sorriu. “Eu sempre vou aceitar qualquer pedido seu, Ayaka.”
Sua risada suave e doce preencheu o ar enquanto ela respondia: “Então vamos ver os pinguins… Haruto.”
Ouvir ela dizer seu nome assim pela primeira vez fez o coração de Haruto disparar. De mãos dadas, seguiram juntos em direção à próxima aventura.
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