Volume 1

Capítulo 33: A Caça (5)

Jae-Hyuk colocou uma pá velha no ombro e abriu um sorriso. — Hyungnim! O que você quer que eu faça agora?

Ele já tinha largado a camiseta fazia tempo e arregaçado a calça, exibindo as panturrilhas musculosas. Parecia um trabalhador calejado, saído direto de um canteiro de obras.

?

“Bem… isso aqui realmente não é muito diferente de um canteiro de obras.” Eun-Ho pensou.

Em menos de uma hora, eles tinham cavado uma trincheira seca e erguido uma parede de barreira com a terra, com só um punhado de caras.

— Você está dizendo que quer fazer mais? — Eun-Ho perguntou.

— Eu aguento continuar, sem problema! — Jae-Hyuk respondeu.

[O Corvo do Departamento de Gestão assente com aprovação, orgulhoso da tenacidade do subordinado de Eun-Ho.]

[O Barqueiro do Departamento de Gestão fica impressionado com a visão de Eun-Ho ao desbloquear o potencial de Jae-Hyuk.]

Nesse ritmo, parecia que eles não tinham só criado um trabalhador confiável… mas um guerreiro industrial.

— Você disse que se chama Ultra Regeneração? — Eun-Ho perguntou.

— Sim! Finalmente desbloqueei uma habilidade! — Jae-Hyuk abriu um sorriso, cheio de orgulho.

“É uma habilidade sólida mesmo.” Eun-Ho pensou.

Ele conseguia se recuperar de ferimentos quase instantaneamente, e o vigor voltava com a mesma rapidez.

— Parabéns.

— É tudo graças a você, Hyungnim! Você mandou eu aumentar minhas estatísticas de recuperação!

Como se já não bastasse ser construído como um tanque, agora Jae-Hyuk era basicamente um monstro de vigor. O resto do grupo se juntou para parabenizar.

— Mandou bem, Jae-Hyuk!

— Obrigado, Noonim!

— Parabéns, moço!

A única que não comemorou foi Sol-Ah. Ela ficou de lado de braços cruzados, claramente sem se impressionar. — Eu mesma podia ter curado ele.

? O que foi isso?

— Nada.

Ela fez bico, desviando o olhar para o terreno de caça se estendendo atrás deles.

No topo de uma glicínia sem folhas, uma pedrinha de repente despencou.

Clatter. Clatter.

Para qualquer outra pessoa, isso pareceria atividade paranormal. Mas eles já tinham aprendido a presumir que era uma garotinha brincando sério de pique-esconde.

— Parece que a Yul está se divertindo muito brincando com o pai — alguém comentou.

— A habilidade dela é mesmo incrível! — Ji-Eun murmurou, encarando a árvore sem nenhum sinal visível de vida.

Eun-Ho assentiu e acrescentou: — Ela é o núcleo desse plano todo.

— E o fato de você ter pensado nesse plano, Eun-Ho… é ainda mais incrível.

Ele coçou a cabeça, meio sem graça. — Haha

O projeto que estavam rodando seguia algumas regras bem rígidas.

Em primeiro lugar, monstros apareciam regularmente em áreas cobertas pela névoa preta, o que eles chamavam de “terrenos de caça”.

Segundo Ji-Eun, que tinha sido a primeira a observar o padrão, aparecia um mais ou menos a cada dez minutos.

A segunda regra era que, se uma pessoa entrasse no terreno de caça, os monstros surgiam independentemente do cronômetro normal.

A terceira regra: desde que ainda existisse um sobrevivente depois que um monstro fosse morto, outro apareceria.

“Agora, somando isso com a habilidade da Yul, a gente consegue acionar o surgimento dos monstros sem nunca ser mirado. Isso quer dizer que a gente só precisa matar no instante em que eles aparecem, pra caçar com máxima eficiência.”

Mesmo que um monstro fosse abatido imediatamente, a Yul garantiria que o próximo surgisse na hora.

— Pronto!

— Era o último grupo!

O terreno de caça feito sob medida estava completo: uma clareira cheia, não de arbustos, mas de tocos de árvores cortadas, tomada por uma fumaça escura e turva. Dezenas, talvez centenas, de pontas de lança cobertas de veneno estavam fincadas no chão como uma floresta mortal.

Para completar, contornando todo o perímetro, havia uma trincheira e uma parede de terra e suor dos trabalhadores, caso algo desse errado.

“Nosso terreno de caça está pronto.”

Os dois últimos participantes, um homem e uma mulher, tinham acabado de fincar suas últimas lanças. Apresaram o passo para sair da área, navegando com cuidado pelo labirinto de armadilhas fatais.

— E-eu… o que a gente faz agora?

— Vamos disparar flechas ou alguma coisa?

Os dois se aproximaram nervosos, cada um segurando um arco tão gasto que parecia que ia quebrar a qualquer segundo. Provavelmente uma coisa barata da Loja.

Eles pareciam ansiosos por ver todo mundo só parado, olhando. Alternavam o olhar entre o ar e Eun-Ho, claramente checando a interface e o tempo restante.

Eun-Ho entendia a vontade de dar uma tarefa para eles, mas não havia mais nada a fazer.

— Não. Acabou.

? Mas…

O plano era caça automática.

— Olha ali.

Ele deu de ombros e apontou para o terreno de caça. Os dois viraram a tempo de ver.

Roaaaar!

[Derrote o Urso Marrom Faminto!]

Da névoa preta, um monstro emergiu lentamente.

No começo, mal dava para ver como uma janela de Status borrada pairando no ar. Mas então começou a ganhar forma, cor, peso e presença.

Logo, virou um Urso Marrom enorme e feroz, com os olhos queimando de fome e raiva.

Thwack!

Só que, assim que saiu, a fera pisou direto em uma das estacas de lança envenenadas.

Roaaaar!

O urso uivou de dor, sacudindo as garras e chacoalhando a cabeça enorme, tomado de fúria. Mas, por mais que se debatesse, só pisava em mais armadilhas.

Thunk!

O chão estava tão lotado de estacas com pontas envenenadas que era impossível algo daquele tamanho evitá-las.

[Você derrotou o Urso Marrom Faminto!]

[Você ganhou 20 Pontos de Benefícios.]

“Oh?”

Pelo visto, uma das cinco estacas que o urso pisou pertencia ao Eun-Ho.

O homem e a mulher ao lado arregalaram os olhos em choque e então se iluminaram de alegria. Provavelmente eles também tinham recebido crédito.

— Vinte pontos! Funcionou mesmo!

— Isso é insano!

[Derrote o Urso Marrom Faminto!]

Antes mesmo da notificação terminar, o próximo monstro já tinha surgido.

Roaaaar!

Thwack! Shlunk!

Só que caiu morto da mesma forma.

[Você derrotou o Urso Marrom Faminto!]

[Você ganhou 20 Pontos de Benefícios.]

[Derrote o Tigre Celeste Venenoso!]

[Você derrotou o Tigre Celeste Venenoso!]

[Você ganhou 10 Pontos de Benefícios.]

[Derrote o Urso Marrom Faminto!]

[Você derrotou o Urso Marrom Faminto!]

[Vários observadores ficaram fascinados com sua engenhosidade!]

— Eu consegui! Bati minha cota!

— Só preciso de mais trezentos para terminar!

Gritos de comemoração ecoaram ao redor do terreno de caça, misturados às mensagens incessantes do sistema. Um por um, as pessoas celebravam. Era difícil acreditar que eram as mesmas que estavam à beira da violência minutos antes.

Só faltam 200 pontos, Eun-Ho pensou.

Mais duzentos e eu bato o ponto em segurança.

Hm… obrigado. Sinceramente, eu não tinha certeza se isso ia funcionar de verdade.

— Você salvou nossas vidas. De verdade… obrigado!

Agradecimentos vinham de todos os lados, e Eun-Ho respondeu com um aceno curto.

Quando ele ia checar o mapa, surgiram mais notificações do sistema, só que sobre um patrocinador desta vez.

[Um observador anônimo quer ver mais da sua loucura!]

[Você foi patrocinado com 1.000 Pontos de Benefícios!]

“Patrocínio?”

Eun-Ho se perguntou se era a mesma pessoa que tinha dado aquele item estranho, Óleo Elétrico, durante a missão da Estação de Seul.

— Valeu. Já é a segunda vez que você me ajuda.

[O observador anônimo ri, dizendo que não é nada.]

“Sim. É o mesmo cara.”

Isso levantava uma pergunta maior.

“O que são esses seres do outro lado da tela? São humanos? Se não forem, o que são? E por que estão assistindo tudo como se fosse um jogo?”

Eun-Ho soltou um suspiro lento. A falta de resposta o fez franzir a testa.

[Após taxas administrativas, 500 Pontos de Benefícios foram depositados.]

Talvez tenha sido a taxa absurda que o fez franzir a testa.

“Cinquenta por cento? Isso é roubo. Ainda assim, dá 5.050 pontos.”

A maioria das pessoas correu até os pés sangrarem só para fazer cinco mil pontos. Enquanto isso, ele tinha queimado dez mil pontos melhorando a Loja… e mesmo assim conseguiu recuperar tudo de novo na marra.

— Ei, moço… você bateu sua cota de novo, né?

— Bati. Vocês duas também terminaram, né?

— A gente terminou faz tempo, graças a você! — Sol-Ah respondeu com confiança, e Yeo-Jin assentiu atrás dela.

Eun-Ho voltou para o mapa. Entre os mais de cinquenta pontos exibidos, nenhum tinha menos de cinco mil.

Então era hora de encerrar.

[Derrote o Ur… Marrom Faminto!]

“Espera.”

Tinha algo estranho nesse último anúncio. Ele ia ignorar, achando que tinha ouvido errado… mas pelo visto outras pessoas também notaram.

[Derrote o Ur… Mar… Faminto!]

— O que foi isso?

— O sistema está bugando?

As pessoas olharam em volta com olhos arregalados, trocando olhares inquietos. Então veio o som.

Beeeep!

[Erro detectado!]

[Geração excessiva de entidades na zona atual!]

Beeeep!

Um guincho ensurdecedor tomou o ar, como se alguém tivesse ligado o alto-falante de um caminhão de campanha bem do lado da orelha deles. Era um tom que fazia o crânio vibrar.

Eun-Ho cambaleou.

— O chão acabou de...

— O chão está tremendo!

Rumble!

A terra tremeu, e as pessoas balançaram como galhos numa tempestade.

Aaaargh!

— Segurem em alguma coisa!

Uma mensagem do sistema atravessou o caos.

[Preparem-se para o impacto!]

O terreno de caça já estava descendo ao caos completo.

“Espera, a Yul! A Yul está em perigo!” Eun-Ho se lembrou.


— Yul! Cancela sua habilidade!

Fwoosh!

Uma figura pequena, de mãos dadas com uma silhueta mais alta, apareceu quando desciam de uma árvore. No instante em que Eun-Ho os viu, ele brandiu a espada.

Whoosh!

Uma rajada disparou à frente, cortando o ar. As estacas envenenadas se espalharam como folhas de outono num vendaval.

[Habilidades]

Lâmina de Vento (Nv. 1)

  • Cargas atuais: 2/3.

— Han-Wool! Por favor, carrega a Yul nas costas!

— Entendido!

Rumble!

Uma cratera enorme se abriu no centro do terreno de caça, agora coberta por uma fumaça preta e espessa. Um calafrio desceu pela medula dele; uma sensação sinistra, colando na pele como asfalto quente num dia de verão.

Ele acelerou, abrindo caminho e cortando mais um aglomerado de obstáculos.

[Habilidades]

Lâmina de Vento (Nv. 1)

  • Cargas atuais: 1/3.

Só que limpar o caminho não adiantou por muito tempo. A fumaça sob seus pés escureceu e engrossou, ganhando uma consistência estranha e pegajosa.

Squelch!

O chão puxava as solas dele como chiclete preso na sola do sapato.

Schluk!

A cada passo, prendia mais forte, tentando arrancar os sapatos por completo.

Squelch! Schluk!

Por fim, cedeu debaixo dele, sugando-o como um pântano raso.

Han-Wool cambaleou sob o peso repentino, lutando para se manter em pé com Yul nas costas.

— Eun-Ho! Por aqui!

De longe, Ji-Eun acenava desesperada. Ela parecia estar numa parte firme do chão.

“Então essa zona de erro tem um limite. Se a gente só conseguir sair…” Eun-Ho pensou.

— Ji-Eun! Levanta o Han-Wool!

— Deixa comigo!

Ela não hesitou. Fechou os olhos por um instante, depois abriu de novo, ardendo com foco inabalável. Folhas secas ao redor dela se espalharam quando Han-Wool começou a flutuar, saindo do chão devagar e firme.

Fwsssh!

“Ótimo… eles estão salvos. Agora falta a última parte…”

Eun-Ho segurou a espada com tudo o que tinha — peso, força e vontade — e golpeou como se fosse cortar o próprio ar.

Whoosh!

A fumaça preta. Não, a lama se abriu como uma maré recuando. Ele disparou pelo lodo afinando, mas os pelos da nuca se eriçaram.

Zzzzt!

?!

Ele foi puxado para trás como se a gravidade tivesse invertido, arrastando-o para longe.

— Moço!

— Hyungnim!!

Sol-Ah e Jae-Hyuk vieram correndo com braços estendidos.

“Está longe demais!”

As mãos deles não alcançaram. E pior... a força por trás dele aumentava, como se algo tentasse arrancá-lo da terra.

“Isso é ruim… mas não é impossível.”

Thunk!

Ele cravou a lâmina no chão viscoso, ancorando-se. Então saltou como um saltador com vara alvejando a barra.

Thump!

E, antes de largar o punho da espada, gritou o comando.

— Armazenar!

Então, agarrou os pulsos de Sol-Ah e Jae-Hyuk no ar.

— Puxem!

Aaargh!

Thud!

Os dois foram arrastados para trás pela força, batendo na terra. Mas Eun-Ho conseguiu. Ele desabou ao lado deles, já em chão firme e com o coração martelando.

Então vieram novos anúncios do sistema.

[Atenção a todos os sobreviventes no Distrito de Yongsan.]

[A coleta diária de pontos começará em breve. Por favor, estejam preparados.]

[Batendo o ponto em 10 segundos, 9 segundos, 8 segundos…]

— Já é hora?

— A gente conseguiu! Acabou!

Eram 18:00. Para quem estava preparado, nada era mais doce do que bater o ponto.

[O Sujeito Lee Eun-Ho submeteu 5.000 pontos como cota diária.]

Clink!

O som alegre de moedas ecoou no ouvido dele.

[Parabéns! O Projeto Caça foi concluído.]

[Você foi recompensado com três pontos e mil Pontos de Benefícios após a conclusão bem-sucedida do Projeto Caça.]

[Por favor, verifique suas recompensas.]

Acabou. E estava estranhamente silencioso… quase anticlimático, considerando o caos que levou até ali.

— Só isso?

— Nós conseguimos! Sobrevivemos!

[O Olho está se fechando.]

No instante em que o expediente terminou, O Olho se fechou como um relógio. Gritos de alívio explodiram entre os que sobreviveram.

Quando os joelhos do Eun-Ho quase cederam de exaustão, uma mensagem chegou só para ele, clara e inconfundível.

[Atenção, Sujeito Lee Eun-Ho.]

?

[O número de sobreviventes reais excedeu significativamente as previsões da simulação.]

[Recompensas adicionais exclusivas do Traço foram concedidas devido ao seu Traço, Rebelde.]

“Recompensa exclusiva do Traço…?” Eun-Ho pensou.

[A estatística Resistência aumentou (+52).]

“O quê?! Do nada?”

Eun-Ho se lembrou da primeira vez que ouviu a estatística Resistência.

[Uma estatística exclusiva, Resistência, foi gerada.]

[A estatística Resistência aumenta quando você produz resultados que se opõem à Causa Maior, e pontos não podem ser alocados nela.]

“Então, basicamente, o sistema acha que eu me opus à Causa Maior durante esse projeto? Quando? E por que um número tão esquisito? Por que cinquenta e dois e não cinquenta ou sessenta?”

— Cinquenta e dois…

Eun-Ho franziu a testa e murmurou.

Ji-Eun deu uma risadinha ao lado. — Você é mesmo rápido com números, Eun-Ho.

— Como assim?

— Você estava contando quantas pessoas sobreviveram, né?

— Espera… quantas… Ah!

Ele ergueu a cabeça e começou a contar.

—Cinquenta e um… cinquenta e dois, cinquenta e três!

Sem contar ele mesmo, havia um total de cinquenta e dois sobreviventes espalhados pela área.

“Esse é o número de pessoas que eu salvei. Então, se o sistema define “se opor à Causa Maior” como salvar gente… então a ideia de Causa Maior é exclusão? Ou seja, reduzir população?”

Entendendo a verdadeira natureza do Traço Rebelde e da estatística Resistência, Eun-Ho balançou a cabeça, incrédulo. Foi então que ouviu sussurros estranhos.

[Superpopulação de entidades? Por quê?]

[Isso é estranho. Requer um relatório separado.]

[A gente vai se ferrar. Precisamos avaliar primeiro.]

“Quem são eles?”

Eun-Ho ouvia vozes desconhecidas, com uma cadência antinatural. Pareciam continuação do erro de antes. O que mais incomodava era que ninguém mais parecia ouvir nada.

Ufa… a gente conseguiu mesmo.

— Então acabou de verdade, né? Quer dizer… já bateu o ponto!

— Ji-Eun. Você não ouviu essas vozes de agora?

Ela inclinou a cabeça, completamente tranquila. — Vozes? Que vozes?

Tap!

Passos ecoaram pela névoa. Então, saindo da fumaça, apareceram dois garotos… da idade de Yul.

— Crianças…?

Eles tinham rostos idênticos, cortes tigela iguais e roupas brancas impecáveis.

“Gêmeos?” Eun-Ho pensou.

— Crianças? Onde?

— Você não está vendo aqueles dois?

— Quer dizer… a Yul está ali com o pai. Você está bem, Eun-Ho?

“Ah, eu definitivamente não estou bem. Nem perto.” Eun-Ho pensou.

De repente, os gêmeos se moveram. Com três saltos, lançaram-se no ar, subindo até a altura de um segundo andar como se tivessem motores escondidos nos sapatos.

— Você realmente não está vendo essas crianças voando?

— Voando? Não faço ideia do que você está falando.

— E você, Jae-Hyuk?

— Não, Hyungnim. Tem só nuvem aí em cima.

“Então sou só eu…”

— Jae-Hyuk. Eu pareço maluco pra você?

— O-o quê?! Claro que não!

— Então vem comigo. Preciso de apoio.

Seja por causa do Traço Rebelde ou por outra coisa, tinha que ser por causa da habilidade que só ele possuía. Isso significava que apenas ele podia descobrir quem eles eram, para quem estavam reportando e o que exatamente estavam reportando.

Ele se lembrou das mensagens estranhas de instantes atrás.

[Superpopulação de entidades? Por quê?]

[Isso é estranho. Requer um relatório separado.]

[A gente vai se ferrar. Precisamos avaliar primeiro.]

“Essa é a minha chance.”

Diferente das pessoas aqui embaixo, os de lá de cima sabiam tudo sobre o mundo em que estavam presos. Se ele queria entender o que era essa reestruturação… agora era a hora.

— Ué, o quê? Pra onde você está indo?

— Ji-Eun, estou contando com você pra cuidar do resto.

? Ah… sim, claro!

— Hyungnim! Hyungniiiim!

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