Setes Japonesa

Tradução: Batata Yacon

Revisão: Delongas


Volume 9

Capítulo 17: Cavaleiros Sacro


Dentro do forte.

Em um lugar que parecia ser uma sala de reuniões, eu movia peças de acordo com o reconhecimento que eu havia realizado com a May.

Os membros importantes estavam reunidos, e havia três largas peças de jogo cruzando o mapa.

Creit-san exclamou:

— T-três mil!? N-não, nós temos alguns soldados reunidos dos arredores. Por volta de trezentos capazes de batalhar. Então com esse número...

Nós podemos ser capazes de fazer algo. Quando estávamos prestes a dizer isso, ele levou sua mão a boca, e pensou.

Eu olhava sobre o mapa.

(Os três mil soldados são elites despachados da capital... Além disso, eles têm armas de cerco o bastante. Isso não é um pequeno tesouro?)

Eu olhei para a Thelma-san. Ouvindo dos três mil, ela havia cruzado seus braços sobre o peito. Um gesto que dava a impressão de que ela estava rezando.

— Thelma-san, seriam três mil uma maioria das forças de Zayin? Ah, por forças eu quero dizer as forças que eles mantêm na capital.

Thelma-san falou para mim:

— Não posso falar em números precisos. Na minha geração, houve um extremo declínio em guerras, então houve uma aumento na população. Se eles recrutaram da área, acredito que sejam capazes de manter quatro mil.

Gastone-san:

— Se incluir os esquadrões do território, seria dez e cinco mil. Eles não podem remover muitos desses da fronteira.

Ele parecia pensar que não seríamos capazes de cumprir nosso papel, então sacudi minha cabeça.

— É o bastante. As unidades da capital são de maior qualidade que as provinciais?

A resposta sensorial que recebi da May, e da minha Skill 【Especificações Reais】 mostrava que os valore numéricos inimigos nos superava em termos de equipamentos.

Thelma-san para mim:

— Eles são melhores treinados, e a qualidade de seus equipamentos é alta. Na minha época, eu os mantive em mil.

Poderio militar era uma necessidade, mas o custo de manutenção era alto. Mesmo se esse número fosse recrutado da população, quantos teriam que ser treinados e receber equipamento...

(Mesmo se lutarmos uma batalha defensiva no forte, não é uma batalha impossível de se vencer.)

Quando pensei nisso, uma voz sarcástica veio da Joia. Era o Terceiro.

『Minha nossa! O inimigo está enviando três mil elites!』

O Quarto também:

『Pensando nisso normalmente, quando souberam de nossos números, pensei que enviariam mil no máximo. Isso faz do comandante inimigo alguém habilidoso, ou não?』

Quanto ao Quinto...

『Podemos vencer na defensiva, mas perderíamos em uma guerra.』

Não vou dizer que não podemos derrotar três mil inimigos. Mas isso não refletiria bem em nossas próximas ações. Nesse caso, nós não obteríamos o resultado essencial que desejávamos.

O Sétimo também:

『Se eles estiverem nos avaliando precisamente, eles têm um comandante e tanto. Na verdade, com três mil, mesmo se os emboscarmos em um campo aberto, tenho certeza que poderiam virar a maré contra nós.』

Isso, as terras em volta de Noinyl eram planícies abertas. E em tais campos, era inevitável que os números falassem.

Mas do Terceiro para cima...

『Então não precisamos enfrentá-los de jeito nenhum! Que ousado deles em deixar sua cidadela aberta! Eu nunca faria algo assim!』
『Apenas abandone a fortaleza! E faça a mira na...』
『... Na capital. Pensando nas forças restantes deles, esse é o melhor.』
『Nós podemos aumentar nossas tropas nos vilarejos pelo caminho. Parece que a capital e as províncias possuem um conjunto de valores diferentes, afinal.』

... E o abandono da fortaleza foi decidido.

Quando toquei a Joia, o Terceiro explicou:

『Não é que você não possa vencer, mas irá acumular baixas, e há uma possibilidade de ser deixado imóvel por algum tempo, não é? E como o outro lado pegou armas de cerco, a velocidade de movimentos deles será lenta. Em contraste, nós temos poucos números... há numerosos caminhos que levam até a capital enquanto seu inimigo se sente orgulhoso com seus números. Uau, as coisas estão se encaixando tão bem que chega a ser assustador.』

A informação que recebi da May era precisamente exibida na minha cabeça. Apesar de estarem mantendo cautela dos arredores, seus movimentos claramente faziam pouco de nós.

O Quinto falou:

『E também. Se você fizer o povo de Zayin se enfrentar até ficarem esfarrapados, as coisas serão irritantes no futuro. Enquanto estou nisso... se o inimigo consistir principalmente de habitantes da capital, será vantajoso se formos em defensiva.』

Eu pensei:

(Mesmo com eles tendo a vantagem do terreno? E mesmo se tomarmos a capital, tudo irá realmente como queremos? Se a própria população se opor, esse não será o fim?)

E enquanto eu ponderava internamente, os membros em volta pareciam ansiosos. O Sétimo soltou sua voz.

『Lyle, não se esqueça das palavras do Sexto. Tenha alguma confiança... não deixe seus homens se preocuparem. E essa batalha está prosseguindo muito favoravelmente.』

Essa opinião diferia da minha, mas se os ancestrais estavam dizendo, escolhi acreditar neles. Levantei meu rosto, dei uma risada, e falei para todos.

— Estamos abandonando o forte. E estaremos recrutando soldados dos vilarejos e vilas enquanto fazemos nosso caminho até a capital. Gastone-san, por favor indique os vilarejos que seriam mais fáceis de obter. Ah, essa é a provável trajetória do inimigo, então apenas aqueles longes disso, por favor.

Quando eu disse isso, todos ficaram estupefatos.

Aria me olhava enquanto agia como uma representante para falar a opinião de todos.

— Eh? A capital... você está sério? Digo, as defesas são muito mais incríveis do que temos aqui, não são?

Quem respondeu foi a Aura-san. Enquanto me olhava.

— Nesses casos, não seria o normal tomar fortalezas próximas?

Nisso, o Terceiro na Joia soltou sua voz:

『Isso é errado. Não importa o quanto sejam uma decoração... o Rei... não, neste caso, a Donzela Sagrada. Se tomarmos a Donzela Sagrada, então naquele exato momento, será nossa vitória. Mesmo os chamando de fantoche, isso não tem nada a ver com o povo. Agora, nossos planos saíram um pouco do rumo, mas vamos nos divertir com isso!』

Eu sorri:

— Está tudo bem. As coisas apenas se tornaram mais fáceis que o planejado. E também, a capital provavelmente usará suas brigadas de mercenários para nos interceptar. Agora, vamos às preparações.

Bati minhas mãos duas vezes, e os rostos de todos ficaram espantados.

Tentei aliviar o clima com uma leve piada...

— Agora, vamos nos divertir um pouco.

Quando falei isso, as expressões em volta pareceram estarrecidas. Eu só estava tentando aliviar o clima, mas como pensei, parece que não sirvo para piadas.

... Era uma cidade na fronteira da Zayin e Lorphys.

Os mercenários do lado de Zayin haviam se reunido, ansiosos pelas ordens para atacar, enquanto aguardavam.

Mas de acordo com a notificação que chegara, o comandante supremo, o Cavaleiro capitão havia partido para o Forte Noinyl para subjugar a prévia Donzela Sagrada que havia se revoltado.

Então mais outro adiamento foi feito.

Uma maior parte das brigadas havia sido contratada por pouco. A razão sendo que saquear Lorphys fora permitido, e eles podiam varrer o que quer que quisessem.

Mas se eles não fossem atacar, não havia nada para roubar. As pequenas escaramuças não geravam nenhum lucro real, e a insatisfação dos mercenários crescia a cada dia.

Em tal lugar, Albano puxava conversa com um dos chefes de brigada.

— Infernos de sangue! Se é assim, nós deveríamos ter testado nossa sorte em outro canto!

Batendo seu copo algumas vezes contra a pequena mesa redonda, o chefe colocou seu desagrado em palavras. Albano agia do mesmo modo.

— Eu sei, né? Contratado por uma ninharia, e colocados em espera. Nesse caso, seria muito melhor arrumar trabalho noutro canto.

O chefe concordava. Mas havia uma razão para ele estar bebendo com o Albano.

— Albano, é realmente aquela brigada de Cavaleiros Sagrados de Beim? A ex-Donzela Sagrada que formou ela só tinha cem soldados no máximo, não é?

Foi para coletar informação.

— É, sem dúvida nenhuma! Esse era o número em Beim. Mas ela é bastante popular. Esperta além disso.

Ouvindo isso, o chefe não mostrou reação. Então o Albano...

— Pode ser possível que o Cavaleiro Capitão perca.

O Chefe riu:

— Agora isso parece ser bom! Se aquele todo poderoso Cavaleiro Divino que se faz de nobre perder, finalmente vai ser nossa vez.

Nisso, Albano falou de modo cansado:

— Mas é um idiota. Na verdade, se o Cavaleiro Capitão cair, vai ser o fim. Se as três mil elites da capital perderem, como vocês acham que eles vão enfrentar Lorphys?

Ouvindo isso, o chefe levou sua mão ao queixo. Esse lado ainda tinha a vantagem numérica, mas para Lorphys, seu próprio país estava em jogo.

Ele podia antecipar que ofereceriam uma dura resistência.

Albano...

— E são só cem, saca? No máximo, quatrocentos ou quinhentos, e mesmo assim eles mandaram três mil? Os grandões de Zayin desesperadamente querem que a antiga Donzela Sagrada desapareça, ou pelo menos esses são os rumores. Tô pensando que alguma coisa negra rolando nos fundos.

Ouvindo isso, o chefe bateu sua mão na mesa. Quando a retirou, havia algumas moedas de prata deixadas para trás.

— Desembucha. Dependendo do que for, posso aumentar sua recompensa.

Com a vida de seus membros de brigada em suas mãos, o chefe precisava saber tanto quanto pudesse. Porque com base em como as coisas prosseguissem, havia a possibilidade de mudarem para pior.

Albano recebeu as moedas, e tomou um gole de birra.

— Generoso você. Então vou te vender uma especial. Descobri isso em Beim, mas Selva tá se movendo de jeito estranho. Você sabe que o segundo príncipe deles foi mandado como marido, certo? Além do mais, antes da ex-Donzela Sagrada chegar em Beim, as elites dos Cavaleiros Divinos se moveram pra se livrar dela.

— A prova?

Albano pegou uma lâmina pendurada em sua cintura, e a deixou na mesa. Era uma adaga sem qualquer gravação. Uma adaga dos Cavaleiros Divinos.

Mas como uma arma portada pelo esquadrão de assassinatos, não havia nada nela para identificar a fonte. Era algo fraco demais para servir de evidência.

— Recebi isso de um conhecido que derrotou eles. A ex-Donzela Sagrada... é possível que ela tenha obtido alguma informação consideravelmente ruim.

— Isso não serve pra provar nada.

(Como pensei. Mas só preciso que ele deduza que tenho uma conexão com o Lyle. Depois disso...)

— Não me apresse. Na verdade, eles foram atacados. Também é verdade que fugiram para Beim, e é verdade que reuniram pessoal. É por isso que os elites foram enviados para o Forte Noinyl... é possível que aquele se movendo por trás dessa guerra seja Selva. Eles podem estar planejando bancar de heróis, e acabar com a gente quando tivermos danificado Lorphys.

O Chefe:

— Por que motivo?

— Quem sabe... mas se eles salvarem uma Lorphys em farrapos, a influência de Selva na área não vai subir?

Albano deixou ele deduzir a implicação de que os mercenários estavam lá para servir de sacrifícios para a causa...

... Forte Noinyl.

Diante dele punha-se a figura estupefata de Armand em seu cavalo.

— ... Qual o significado disso?

Ele havia cercado a fortaleza, montado as armas de cerco, e começado o assalto. Ao chegarem, não havia o menor sinal do inimigo, então ele se certificou de também ficar de olho na área.

Mas mesmo após atacarem a fortaleza, não houve a menor reação. Após terem facilmente destruído o portão, e enviado seus soldados, tudo que lhes aguardou foi espaço vazio.

Um mensageiro correu para dar um relatório.

— Capitão! Eles deixaram isso para trás.

O que o mensageiro portava era uma única folha de papel.

Nela...

『Estaremos tomando a capital. Quer ver se consegue chegar lá antes dela cair?』

... isso estava escrito, e Armand apertou e a esmagou em sua mão.

— Aquela vadia conspiradora! Todas as forças, partam para a capital imediatamente!

Vadia conspiradora... ele se referia a Thelma.

Nisso, seu Cavaleiro ajudante falou:

— Por favor, espere! Depois de marchar tanto, os soldados estão mostrando sinais de fadiga. E se nos movermos depois de desmantelar as máquinas de cerco...

— Idiota! Levar só aqueles que podem se mover está bom! Se as coisas continuarem como estão, a capital vai cair!

O ajudante:

— De jeito nenhum. O inimigo tem quinhentos no máximo. E mesmo agora, há cerca de mil homens capazes de lutar na capital. Ela não vai cair tão facilmente.

Ouvindo isso, Armand murmurou um “isso é verdade”, mas ainda tinha suas dúvidas.

— ... Mesmo assim! Retornem imediatamente! Rearrange as formações das tropas para mobilidade!

O ajudante respondeu, mas sua expressão mostrava dúvidas de Armand...

... Capital de Zayin.

O portão deveria estar fortemente selado.

Mas estava completamente aberto. Os soldados inimigos transbordavam para dentro, não havia sinal nenhum do portão ter sido aberto à força.

Havia um certo elemento de negligência, mas antes que qualquer um percebesse, eles haviam penetrado o portão, e o aberto.

Eles se permitiram nos solos do templo sagrado.

Cavaleiros blindados levantavam suas armas aos inimigos que chegavam. O que os Cavaleiros protegiam era Remis... a Donzela Sagrada.

O inimigo diante deles tinha manchas de sangue em sua armadura azul e branca. Ele usava um elmo com um visor, então eles não podiam ver seu rosto.

Remis olhava para o Cavaleiro que parecia estar liderando a investida, e tremeu.

— O que é isso; o que são vocês!!?

Diante de suas palavras, seus próprios Cavaleiros o atacaram, mas ele os cortou com o sabre em sua mão direita.

E aquele Cavaleiro nos trajes mais chamativos limpou o sangue de sua lâmina, e falou para a Remis cercada pelas outras virgens do templo.

— Você é Remis Zayin, correto?

Enquanto uma trêmula Remis era incapaz de responder, uma garota familiar caminhou de trás do Cavaleiro inimigo. A força inimiga havia aberto um caminho enquanto Aura ousadamente caminhava para se pôr diante dela.

— Não há dúvidas disso. É a Remis...

Vendo a expressão levemente triste de Aura, Remis falou:

— Você entende o que fez!? Isso é rebelião. Fazendo tudo isso só para se vingar por ter perdido para mim... não ache que isso vai acabar bem para você!

Nisso, Aura respondeu:

— Será que você está contando com Selva?

Remis crispou-se, e dirigiu seu campo de visão em volta da sala. Aura não deixou isso escapar.

— ... Eu já sei que você deu as mãos com Selva.

Nisso, Remis entrou em um frenesi.

— E daí? Aquela velhota pode não saber, mas isso é Zayin! É isso o que temos feito para chegar até aqui!

Aura exalou.

— Como pensei.

Remis desviou seus olhos apressadamente.

(Qual o significado disso!? Aquele Armand não partiu para o forte? Será que esses caras derrotaram o Armand?)

Em seu medo, Remis começou a reconsiderar a escala das forças inimigas.

(Eles derrotaram três mil, e conseguiram nos invadir? Qual o significado disso... não é preciso três vezes a mais que a força residente para se tomar um castelo!?

Uma Cavaleira blindada estendeu fios da ponta de seus dedos para prendê-la com as outras virgens. Presa no chão, Remis levantava seus olhos para Aura.

— Hah, que trajes pervertidos são esses que você está vestindo!? Seu peito carente está totalmente exibido!

Remis pôs uma fachada forte, mas Aura se reclinou, e falou:

— Sinto muito, mas faremos você morrer por nós.

— … Eh?

Remis olhava para o sorriso de Aura com um rosto pálido...

Após aprisionar a Donzela Sagrada, nós ousadamente declaramos no templo:

— A Donzela Sagrada caiu diante da verdadeira Donzela Sagrada... diante de Aura Zayin! Abaixem suas armas! Rendam-se, e suas vidas serão poupadas!

Quando Gastone-san deu essa mesma declaração na praça de frente ao templo, as pessoas começaram a se reunir. E pareciam estupefatas com as notícias da rebelião ter terminado antes de notarem.

Quando os soldados posicionados nas muralhas ouviram a confusão, e retornaram ao templo, descobriram que tudo já havia terminado.

Eu os observava, enquanto me certificava que ninguém estava realizando nenhuma ação suspeita.

Leves... Eu trajava armaduras extremamente leves apenas para manter as aparências, e usava a Skill 【Conexão】 para estabelecer comunicação com um destacamento separado.

『Aria, como estão as coisas do seu lado?』

Recebi uma resposta:

『Os Cavaleiros foram desarmados. Melhor dizendo, parece que eles não sabem o escopo das nossas forças.』

Antes do amanhecer, o esquadrão que montava na May sobre as muralhas... ela nos carregou, e abrimos os portões.

Depois disso, apenas avançamos, e corremos até o templo.

No alvorecer, não levou muito tempo para levar tudo a um fim.

Conferi com a Eva.

『Eva, como estão as muralhas?』

『O portão foi fechado, e o inimigo ainda há de vir. Bem, mesmo se retornarem, vão levar alguns dias independentemente de como se apressem, não vão?』

Dentro do templo.

Ainda havia alguns que se trancavam do lado de dentro, então fiz o Creit-san e companhia lidar com esses.

Eu guiava a Novem e a Miranda, e as notificava das posições de inimigos ocultos.

『Miranda, um está escondido na próxima sala.』

『Eu sei.』

No mapa em minha cabeça, pontos vermelhos, azuis e amarelos se moviam. Era possível compartilhar essa informação com todas, mas como não estavam acostumadas, isso acabava causando dores de cabeça.

Então eu verbalizei a informação, e limpei o interior do templo.

『Não matem demais.』

Quando falei isso, a Miranda...

『Se eles não resistirem, irei considerar.』

Nesse momento, Thelma-san começou um discurso para as pessoas reunidas do lado de fora. A fim de persuadi-los, e encaminhá-los à Aura-san.

Decidi me concentrar ali.

(Temos cerca de seiscentos... temos que colocar essa área sob controle, de qualquer modo.)

Nós reunimos tropas atabalhoadamente enquanto nos movíamos, e as lideramos até a capital.

A armadura que eu vestia era uma falsificação feita pela Mônica. A razão de seu baixo peso era por não ser feita apenas de metal. Ela também possuía partes de madeira, e só estava lá para manter as aparências.

Porque não tínhamos tempo para prepará-la.

(Merda, por que fomos pressionados nessa situação de último segundo?)

Eu estava em pânico por dentro, enquanto grandiosamente vigiava o discurso da Thelma-san e da Aura-san.

Eu ouvi vozes da Joia.

Do Terceiro para cima:

『Com isso, você tem uma Donzela Sagrada em suas mãos.』
『E um tesouro nacional além disso.』
『Já que chegou a isso, os movimentos dos mercenários mudarão.』
『Hmm... teremos que enviar uma mensagem para Lorphys. De que a hora chegou.』

Eles estavam em alto astral. Como sempre, eles eram confiáveis em momentos assim.

Mas a quantidade de vozes que eu podia ouvir havia sido reduzida. Me senti um pouco solitário, enquanto me inclinava para ouvir o discurso, e manter vigia.


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