Volume 1
Capítulo 6.3: The Little BOY
— E então, eu tenho todas essas opções para você — falou Emília, arrumando os óculos vermelhos em seu nariz e com algo que parecia ser uma régua de madeira, ela apontou para o quadro.
— Ehh... Emília eu não consigo ver sem os meus óculos — respondeu Jhenne, ela estava estreitando os olhos tentando enxergar o grande quadro em sua frente, Emília tinha feito algumas anotações lá, mas ela não conseguia ver, pois sua amiga estava com seus óculos.
— Há...
Eu olhei para a situação de Jhenne e sorri.
— Ah, tudo bem, eu vou falar elas para você.
Primeira opção: você quer se tornar uma garota popular?!
Segunda opção: você quer se tornar uma garota popular e cheia de garotos?!
Terceira opção: você quer se tornar uma garota popular cheia de garotos para te paparicar?!
— As opções são tão parecidas, você não acha?
— Não é!
— Há-ha-ha...
— Há-ha-ha..
Jhenne e eu começamos a rir juntos da situação, Beatriz ainda tinha a mania de tapar a sua boca enquanto sorria, mas sinceramente era lindo vê-la sorrir assim.
— Ei!
Taki!
Taki!
—Aiii...!
— Não deem risada enquanto eu explico.
Emília bateu com a régua em nossas cabeças para que parecemos de rir, não foi forte o bastante para criar uma fratura exposta, mas ao receber uma agressão de Emília todo cuidado é pouco.
—Continuando...
Quarta opção: você quer ser uma garota popular com muitos garotos te paparicando e... Com muitos amantes enormes?!
— HOOOO!
Jhenneffer definitivamente se interessou por essa opção, seus olhos cintilaram enquanto ela empinou seu corpo para frente.
— Eii! Por que têm tantos homens nessas opções?!!
— Silênnncioo!!
Taki!
— Aii!
— Há-ha-ha.
Eu recebi uma punição por atrapalhar e como de costume, Jhenne sorriu.
— E então, qual dessas opções você escolhe?
— Eh... Ah... Eu não quero escolher nenhuma delas. — disse Jhenne com a cara mais lavada possível.
— Ahhh! Amiga você tem que escolher alguma delas.
Emília começou seu drama se atirando para cima dos ombros de Jhenne e balançando ela de um lado para o outro, Beatriz apenas pareceria um boneco de palha sendo balançado pelo vento.
— Vai, Jhenne você precisa escolher...
Não, ela definitivamente não precisa escolher.
Eu pensei balançando a minha cabeça positivamente.
— Jhenne escolhe, escolhe, você pareceu se interessar pela opção quatro...
Não, não, não, a opção quatro está fora de questão, na verdade a opção quatro nem existe, vocês se lembram dela? Porque eu não.
Eu pensava enquanto mexia a minha sobrancelha desconfiado, eu estava concordando comigo mesmo.
— Vaiii, Jhenneee...
— Ah, se fosse para escolher uma... Eu escolheria ser uma garota normal. — Jhenneffer falou de uma forma monótona, Emília e eu nós olhamos e suspiramos com um sorriso.
— Hm, Jhenne você é tão sem graça. — Mizuho soltou os ombros de Jhenneffer e foi até o quadro, então após escrever algo lá, ela retornou até Beatriz e colocou os óculos de volta em seu rosto.
Jhenneffer se levantou de sua cadeira, eu me levantei em seguida e lentamente um do lado do outro, nós fomos nos aproximando do quatro.
— O que é tudo isso? — perguntou Jhenne ao olhar o quadro.
— A sua verdadeira opção — respondeu Emília.
Estávamos todos olhando para o grande quadro, e no topo de todas as outras opções, estava escrito:
Me tornar uma garota normal...
— Mas... Eu já sou normal.
— Hm, nem um pouco...
— Não mesmo...
Emília e eu retrucamos Jhenneffer, ela apenas sorriu com desconfiança.
Emília e eu tínhamos um plano, nós iríamos vigiar Jhenneffer, iríamos olhar de perto cada um de seus passos e como ela lida com cada osbstáculo que é colocado em sua frente e ver como ela reage diante de situações difíceis, como ela lidaria com um problema e como ela o resolveria. Nós queríamos achar o efeito repetição em Jhenneffer, queríamos descobrir o que causa sua autossabotagem, queríamos descobrir o gatilho para isso.
E descobrindo o gatilho Emília e eu poderíamos ser o júri e o juiz, nós decidiríamos se iríamos apoiá-la em sua forma de resolver seus problemas e dando tapinhas nas costas em suas decisões ou se iríamos intervir, impondo o nosso jeito de lidar com certas situações que se repetem, decidiríamos se nós iríamos aplicar o nosso jeito de resolver problemas sobre Jhenneffer, se nós iríamos mostrar a ela outra forma de resolver o problema em questão, só que do nosso jeito.
Beatriz era uma garota de fácil influência, que costumava mudar de opinião fácil mente se o clima pedisse isso. Queríamos incentivar Jhenneffer a pular os obstáculos ao invés de voltar para trás, queríamos que ela aprendesse a contornar opiniões ao invés de abandonar a sua própria, queríamos salvá-la.
Todos nós estávamos no nono ano do ensino fundamental, lidando com um assunto sério como autossabotagem, deduzindo coisas completamente sozinhos e pensando em um plano para ajudar a nossa amiga mais fraca, isso por si só provava que Emília e eu estávamos dóis passos afrente dos nós colegas estudantes.
Não iríamos pedir a ajuda de um adulto, eles apenas iriam nos ignorar e dizer que não é nada tão grave, e com os raios da pré-adolescência batendo em nossas portas éramos todos super-heróis. Como uma síndrome do Ensino médio “o que um adulto poderia fazer que nós não faríamos melhor”, eles apenas iriam nós atrapalhar, era o que pensávamos, e esse foi um grande erro, mesmo que os adultos no primeiro momento não nos levassem a sério, mesmo que nós, nos considerássemos supers, os adultos ainda tinham maior experiência e melhor cabeça para lidar com tudo isso.
Mas naquela época, não confiávamos nos adultos, principalmente eu, então éramos super-heróis.
Já estávamos no final de março e o clima estava estranhamente agradável, e com isso eu quero dizer que o clima estava esfriando e o céu estava ficando morno em uma cor acinzentada com um pouco de Azul Acero tingindo as nuvens, esse clima é o ideal para mim, já que eu prefiro o frio ao calor, eu costumo me repetir nessa frase: “Eu adoro o frio, mas detesto passar frio, eu não gosto do calor e continuarei não gostando até o fim da minha vida”.
Eu olhava o céu nublado pela janela e amava isso, mas eu era o rei gelado convivendo com dois seres de fogo e eles detestavam isso.
— Aiii, que friuu! Quando foi que o tempo mudou assim? — Jhenne vestiu o seu cardigan, colocou as mãos para dentro das mangas e envolveu seus braços sobre mim, ela pois o seu queixo sobre minha cabeça e começou a murmurar.
— Normal — Eu disse.
- Normal! Normal se estivéssemos na Europa, mas estamos na América e na América o inverno só começa em junho.
Eu olhei para Emília e fiquei atônito.
— O que? O que foi? — Ela perguntava.
Emília estava com as bochechas cheias de ar e vestia uma blusa de moletom Azul de Prusia com o símbolo de um carinho laranja no centro, ela passava suas mãos sobre os braços para se aquecer.
— O que você está fazendo com a minha blusa? — falei
— O que? Eu estou com frio.
— Mesmo? - Eu voltei o meu olhar para o lado de fora da janela perdendo o meu interesse em Emília.
— Estamos na América do Sul, o inverno começa em junho, mas na América o inverno começa em dezembro, assim como na Europa.
— Ehh mesmo, e quem se importa sabichão. — Emília mostrou sua língua para mim.
E mesmo que você dissesse Europa, você ainda estaria nove meses adiantada, então você simplesmente não faz sentido.
Eu olhei para baixo na direção da quadra de vôlei e vi o grupo de futebol da minha classe passando pelo campo. Vendo eles, eu apenas me lembrei do que deveria ser feito.
— Eu odeio o inverno... — Jhenne suspirou e disse.
— Sério? — Eu perguntei.
— Sério.
— Hm... Então acho que não podemos ficar juntos, porque eu amo o frio.
— Ahh, eu nem imagino o motivo... — disse Emília em tom de deboche, enquanto olhava para Jhenne agarrada em mim. Beatriz se envergonhou levemente e olhou para o meu rosto, eu estava corando aos poucos.
— Sala C, primeiro piso, troca de professores quinta aula. —
— Eh?! Do que você está falando?!
— É, você não pode sair agora, vamos ter um Inter classe daqui a duas semanas.
— Você vai desfalcar o time.
— Você não pode sair.
— Arthur... por que você quer sair?
Eu estava no fundo da minha sala, sentado em cima de uma mesa, tentando manter a pose diante do meu grupo de futebol, eu estava tentando explicar a minha decisão de sair do grupo; o que eu achei que seria algo rápido e simples se tornou uma roda de garotos dentro da sala de aula.
O garoto diante de mim agora se chama Gabriel, ele é o capitão do time, e o membro mais sensato também, o único a me chamar pelo meu primeiro nome era ele.
— É como eu disse para eles, pessoas novas estão chegando na sala, então o time não vai ficar desfalcado, deem um espaço para eles, vocês não precisão mais de mim.
— Arthur você é um dos nossos melhores jogadores, nós precisamos de você, você conseguiu um espaço no time.
— Um espaço que eu não pedi para ter, porque como vocês sabem, eu fui arrastado para cá e colocado em uma posição da qual eu não poderia sair, mas, agora eu posso, é apenas isso.
— Arthur... Nós pretendíamos ganhar o Inter escolas desse ano. — Gabriel falou.
— Vocês ainda podem ganhar, só que com os novatos...
Bom!
Um garoto alto com os cabelos negros me deu um soco direto na boca, eu não reagi apenas virei o meu rosto para o lado oposto a ele
— Que droga você está falando?! Você sabe que não é tão fácil assim!
Nesse momento a sala inteira estava prestando atenção em nós.
— Vamos ter que ver cada um deles jogando, depois explicar as regras, nós vamos começar praticamente do zero com eles.
Que droga seu maldito entusiasta de futebol, você não consegue manter os seus braços juntos do corpo? Por que está com tanta raiva?
— Ainda bem que vamos começar do zero com apenas um, não é?
— Do que você está falando Gabriel? Esse cara...
— Há, vamos lá, nós não vamos ficar nos humilhando por causa de um jogador, não é?
Gabriel sorriu para mim.
— Não precisamos mais dele, vamos achar outro defensor. É melhor que ele saia agora do que se ele saísse mais tarde, quando estivéssemos de frente para a competição.
— Você pode sair Arthur, mas se você for ver a gente jogar...
— Eu mesmo acabo com você.
Muito obrigado Gabriel, você é sempre tão prestativo e somente você poderia convencer esses cérebros menores que eu não sou uma ameaça.
Eu me levantei da mesa com as mãos no bolço e andei para fora da sala, eu precisava colocar o meu nome no grupo de vôlei de Jhenne.
— E então, como foi? — Emília perguntou, ela estava me esperando no corredor.
— O que você acha? — Eu mostrei minha boca avermelhada.
— Ooh, entendi, você recebeu um brinde. — Ela falou com um sorriso debochado no rosto.
Nós subimos as escadas e fomos até a terceira sala vaga do lado direito do segundo piso, eu peguei a folha de papel que ficava dentro de uma caixa de plástico transparente na parede.
Eu anotei o meu nome na folha embaixo do nome de outros alunos, eu entreguei o papel e minha caneta para Emília e ela colocou o seu próprio nome.
— Você acha que o nosso plano vai dar certo?
— Eu não sei, mas espero que dê certo.
— Há, isso não é uma resposta sabia.
— Eu sei.
Emília devolveu o papel para a pequena caixa transparente, então, Emília e eu voltamos para nossas salas. Ao término da quinta aula nós fomos dispensados, então eu coloquei o meu material em minha bolsa e fui para casa.
—— Casa dos Williams sala de estar e cozinha ——
— Vamos mudá-la de escola, vai ser melhor para ela.
— Seu desempenho está baixo mesmo ela estando no fundamental.
— Bem-vindo filho!
— Oláaa...
Eu cheguei em casa e minha mãe me comprimento, ela e meu pai estavam tendo outra discussão morna sobre as notas de aprendizagem da minha irmã mais nova. Minha mãe estava fazendo o almoço então eu automaticamente fui até o meu quarto e larguei minha bolsa em algum lugar e comecei a tirar o uniforme azul da escola, então fui até o banheiro lavar minhas mãos, enquanto eu caminhava até lá, senti uma presença baixa me perseguindo até o banheiro.
— Tudo bem, ela ainda é uma criança, eu não acho que você precisa se preocupar tanto assim.
— Eu não estou preocupado é que...
Meu pai suspirou.
— Só gostar de jogar voleibol, não vai torná-la melhor.
Minha mãe estava fazendo o almoço então eu automaticamente eu fui até o meu quarto e larguei minha bolsa em algum lugar e comecei a tirar o uniforme azul da escola, então fui até o banheiro lavar minhas mãos, enquanto eu caminhava até lá, eu senti uma presença baixa me perseguindo até o banheiro.
— Eai Bia!
— Oi
Minha irmã havia me seguido até o banheiro, ela era meio alta para a idade dela, seus olhos eram verdes grama e seu cabelo era preto até os ombros, na verdade eu diria que seu cabelo era preto curto picotado até os ombros.
O olhar de Anna estava meio baixo, ela estava com uma expressão chateada no rosto.
— Eles estão discutindo sobre mim de novo, não é?
Eu olhei para ela e suspirei.
— Tudo bem, é só conversa de adulto e eles não estão discutindo.
— Sério? Porquê parece que eles estão.
Anna Beatriz subiu o pequeno degrau do banheiro e encostou a porta, deixando apenas eu e ela para o lado de dentro abafando o som de fora.
— Eu quero continuar jogando vôlei.
Ela falou com um olhar sério direcionado a mim.
— Então apenas jogue vôlei — falei sem dar muita importância.
— Hm, não é isso, você não entendeu.
— Você... Você acha que eu deveria mudar o que eu quero...? — disse Anna hesitante.
Ooh, agora eu entendi.
Eu olhei para Anna Beatriz e ela estava encolhida como um gato, seus pés apertavam o tapete embaixo e suas mãos estavam fechadas com força, ela estava nervosa.
Hm, ela está me perguntando sobre o certo e o errado. Será que é certo eu continuar jogando vôlei enquanto meus pais acham melhor eu parar e focar em outras coisas como os estudos?
Agora eu estou dando a devida atenção a pergunta dela... Bom se com onze anos ela já está tendo esse tipo de pensamento, isso significa que ela está um ano a frente de seus colegas de classe, na verdade um ano não, talvez quatro anos afrente deles.
Se ela estivesse no primeiro ano do Ensino médio eu diria para ela que o correto seria que ela focasse em algo que traria dinheiro ao invés de satisfação. Mas ela apenas está no fundamental dois assim como eu, mas com uma diferença de três anos.
Eu cruzei os meus braços e comecei a pensar na frente do espelho.
— Hm... isso é uma pergunta difícil, mas... Você não precisa pensar nisso agora...
Nesse momento o rosto fechado de Anna se abriu em uma leve luz.
— Olhe para o seu irmão, eu estou no nono ano do ensino fundamental, quase passando para o ensino médio e... eu não tenho ideia do que vai ser do futuro, eu deveria ter? É, mas eu não estou pensando nisso agora, então você também não deveria pensar.
— E então, você não acha que eu estou muito bem? — Eu falei e repliquei a imagem de um garoto de Dorama forte.
— Há, eu acho que você está bem ferrado.
Anna Beatriz sorriu e me empurrou para fura do espelho, ela se agachou e puxou um pequeno banco que estava embaixo da pia.
— Você não precisa mais desse banquinho sabia.
— Calado! Eu vou usar o banheiro você já pode sair.
— Eh?
Parece que ela voltou ao normal, me mandando calar a boca assim. Beatriz estava em cima do banquinho arrumando os seus cílios.
— Hm... - Eu me aproximei do espelho que Anna estava usando.
— Você sempre teve essa pinta aí
Eu estava me referindo a uma pequena pinta debaixo do olho direito de Beatriz. Nós ficamos nos olhando no espelho.
— Hm, seu olho sempre foi verde assim?
— Eu não sei, me diz... — Eu falei, olhando para ela, e Anna apenas me respondeu com a mais alta frieza em seu coração.
— Saia, Arthur - falou com seu olhar frio refletido no espelho.
— Eu estou saindo.
Pan!!
— Ei!! - Eu passei por trás de Anna Beatriz e ela me deu um chute na bumba e bateu à porta do banheiro me trancando para fora.
— Acho que é assim que as irmãs mais novas deveriam ser.
Eu pensei alto e caminhei até a cozinha, e após pegar minha comida eu me sentei do lado oposto ao meu pai.
— Arthur, você já está pensando que caminho quer seguir? — Meu pai perguntou quando eu estava prestes a colocar comida em minha boca então eu apenas parei.
— É, ainda não.
— Hm, tudo bem, mas você deveria pelo menos começar a pensar em algo que você queira fazer.
No momento, não a absolutamente nada que eu queira fazer de verdade. Será que eu deveria dizer isso a ele?
Meu pai me ensinou a ser um garoto obediente, mas como genética não se controla, eu acabei herdando algo a mais do que só os olhos verdes e os cabelos negros rebeldes, talvez eu tenha herdado um pouco de sua arrogância, pois eu não queria ligar e nem me importar com o meu futuro, eu apenas pensava, não quero me imaginar sendo um adulto como ele, que só lembra dos filhos quando a própria reputação está em pauta.
— Hm, por que o senhor está tão preocupado com Anna?
— As notas dela estão baixas. — Ele respondeu monotonamente.
— É mais... Ela não está nem no primeiro ano ainda. — Eu falei e meu pai começou a me olhar com seriedade.
— Ela gosta do vôlei... Por que o senhor não deixa ela se divertir?
Eu pai suspirou.
— Ela pode se divertir Miguel, mas se continuar assim, quando chegar a hora de decidir entre diversão e carreira. Ela não vai conseguir decidir, então eu terei que decidir por ela...
— Isso se aplica a você também Miguel.
— Eu não consigo entender.
Meu pai sorriu gentilmente e colocou a sua mão sobre a minha.
— Você não precisa entender agora Miguel, mas um dia, você vai entender.
Apoie a Novel Mania
Chega de anúncios irritantes, agora a Novel Mania será mantida exclusivamente pelos leitores, ou seja, sem anúncios ou assinaturas pagas. Para continuarmos online e sem interrupções, precisamos do seu apoio! Sua contribuição nos ajuda a manter a qualidade e incentivar a equipe a continuar trazendos mais conteúdos.
Novas traduções
Novels originais
Experiência sem anúncios