Juiz Rúbeo Brasileira

Autor(a): W.Braga


Juiz Rúbeo

Capítulo 14: FESTEJOS - PARTE II

Rapidamente o dono foi até a mesma onde estavam e os cumprimentou.

— Boa noite senhores e senhoras! Obrigado por novamente por nos dar a honra de sua estimada presença em nossa humilde tenda, em que posso ajudá-los.

Pietros sem perder tempo já disse com um largo sorriso:

— Me traga canecas de Hinmel, para mim e meus amigos! O restante veja com minha senhora esposa!

Com um gesto de mão o dono da tenda já chamou duas atendentes que vieram rapidamente, uma anotava os pedidos e a outra voltou para buscar as canecas de Hinmel.

A segunda atendente depois que falou com Niria, voltou a passos largos para levar os pedidos.

Nessa hora passando pela rua, era o grupo lírico das Fadas, cantando suas lindas meloauroras com seus belíssimos instrumentos de corda e sobro.

Todos ficavam fascinados com as belas canções.

Ali por perto deles, estava Sarah e seus pais, procurando um lugar para se sentarem e comerem, mas estava todos ocupados pelo grande movimentos.

Rubreos viu que na mesa que eles estavam daria para ter mais três pessoas, ele se levantou e foi até sua mãe e com isso sussurrou no ouvido dela

Ela olhou, viu Sarah e seus pais procurando por um lugar e realmente viu que havia lugares para os três na mesa deles.

Ela pediu para Rubreos voltar a sentar e ficar do lado do irmão dele, enquanto ela se levantou sob olhar de todos onde o seu marido perguntou:

— Aonde que minha amada esposa vai?

Ela olhou e sorriu.

Eles ficaram acompanhando os passos que ela dava rapidamente até chegar ao destino.

Cordialmente ela cumprimentos os três e perguntou se não gostaria de se juntar a família e um casal de amigos.

A mãe de Sarah não fez objeção a idéia, mas o marido ainda tentava encontrar outro local.

Niria o convenceu, pois estavam tudo muito cheio e não achariam lugar para sentarem e comerem, lembrou que estava com uma jovem, ainda disse que a comida e a bebida daquela tenda eram excelentes, pois toda a família havia almoçado de manhã.

Sem como argumentar o pai de Sarah concordou e os três foram levados por Niria a se juntarem ao grupo na mesa.

Ao chegarem todos que estavam sentados se levantaram e cumprimentaram Sarah e os pais que retribuíram corauroralmente.

Então Niria apresentou os três ao mestre Sanis, pois era o único que ainda não os conhecia.

Todos se sentaram e ficou assim a mesa: Pietros e Niria, ao lado a mãe depois Sarah e o pai; do outro lado Sanis e Melina, Rubreos, Pietras e Narion.

Pietros chamou a atendente que havia atendido eles primeiramente para pegar os pedidos da família.

Sem perder tempo a linda e formosa atendente veio e pegou o pedido feito pelo pai de Saran.

Ela voltou passos largos levando o novo pedido e passou para que preparasse os alimentos e as bebidas.

A Niria colocava na conversa a mãe de Sarah junto com Melina.

Pietras puxava conversa com Sarah, pois as duas estavam sentadas de frente a frente, pois uma era Maga e outra uma Feiticeira, sem contar que o pai de Sarah também era um Mago e prestava atenção na conversa das duas

Nesse momento apareceu a irmã mais nova de Niria: Elenias e seu o esposo Gandrio e seus três filhos: Edes, Francias e Helbenes.

A pedido de Pietros seus primo: Vilner e Belenis, com suas respectivas esposas Tercerá  e Elfines.

Pietros havia dito em mensagens anteriores aos seus primos, que o chefe da Casa Hansa queria ver com eles se aceitariam contratos temporários, de tropas reservas auxiliares, e por isso eles vieram, além de participarem dos festejos.

Pietros pediu ao dono da tenda se teria como colocar mais uma ou mais mesas ali na qual o grupo pudesse se sentar perto deles.

Prontamente o dono da tenda foi providenciar e assim conseguir alocar todos os eles e assim formando uma grande reunião de familiares e amigos.

Logo muita comida estava na mesa, assim como as bebidas inclusive o Hinmel.

Pietros levantou a sua caneca e todos brindaram com muita alegra e festa.

Niria deu uma cutucada em Pietros, ele olhou para ela achando que ira brigar por tanto entusiasmos, mas não era para ele prestar atenção em Rubreos e na Sarah.

Quando ele olhou discretamente, viu como os dois trocavam olhares e sorrisos.

Pietros observou também que o pai de Sarah os vigiava com os olhos e logo tomou uma iniciativa.

Como Pietros ainda estava de pé por causa do brinde ele saiu de onde estava e foi até o pai de Sarah e disse de forma corauroral:

— O senhor já experimento essa bebida que acabou de chegar a nossa cidade.

— Não meu senhor eu não tomo esse tipo de bebida!

— O que é isso experimenta só um pouco!

— Não senhor obrigado!

A mãe de Sarah vendo que o marido estava emburrado, por baixo da mesa deu um chute na canela dele.

Ele olhou para ela com ar de reprovação, mas ela mostrou como todos estavam olhando para ele e que seria uma desfeita. Ainda mais que ofereceram um lugar para que os três pudessem se sentar e se alimentarem, naquela noite sem estrelas e as luas com ventos gélidos.

Sem opção ele olhou para Pietros e disse corauroralmente.

— Vou experimentar somente uma caneca!

E todos riram e se alegraram inclusive sua esposa e filha, pois era uma noite de alegria e festa.

Pietros pediu para atendente trazer então uma caneca de Hinmel para o pai de Sarah.

A festa continuava alegre não só ali mais por toda a cidade de Zelanes, fossem nas ruas e avenidas como nas tabernas e grandes salões.

O pai de Sarah gostou muito da bebida e acabou tomando mais, assim como Pietros, Sanis, Melina, seus primos e até suas esposas, o marido da irmã de Niria,

Antes que o grupo lírico das Fadas fizesse um intervalo para descansarem suas vozes e se alimentarem também.

Cantaram uma melodia em homenagem aos grandes beligerantes que desafiaram as inóspitas, misterioriosas e as cruéis Masrmorras Místicas.

Todos ao redor: ficaram em um profundo silêncio, atenções dos olhos brilhantes de todos, aonde em alguns chegavam a escorrer lágrimas de fortes emoções.

Mesmo após terem terminado todos ainda estavam em silêncio em respeito a tantos que perderam suas vidas em desbravar as estruturas místicas.

Após um curto período todos começaram a voltar a conversar a sorrir.

Rubreos perguntou ao seu mestre:

— Mestre o senhor conhece algum beligerante que tenha enfrentado uma Masmorra Mìstica?

Sanis surpreso com a pergunta, da mesma forma os demais.

— Não meu aprendiz. Mas tem muitos registros de juízes que participaram de investigações nas Marmorras Místicas.

Pietros tomou a palavra e também disse:

— Apesar de termos uma Masmorra em nossa região, somente beligerantes do mais alto nível e com autorização do rei e dos Clãs podem entrar em uma!

Um dos primos de Pietros disse:

— Eu já ouvi muitos relatos dessas Masmorras, parece que cada uma se apresenta de uma forma diferente.

Sanis completou:

— Sim cada uma tem sua pecularidade, nunca são como as outras, nem suas estruturas e menos ainda as criaturas que as habitam.

Rubreos ficou admirado, fazendo que seus olhos brilhassem intensamente.

Pai de Sarah ainda disse:

— Há relatos nos escritos que as Masmorras são ligadas a uma ou mais Entidades Celestiais.

Sanis olhou para seu aprendiz e disse:

— Vai chegar o momento onde você terá esses ensinamentos nos livros que ira ler Rubreos e assim entenderá melhor.

O aprendiz de juiz sorriu.

Nessa hora Pietros juntou com seus primos e começaram a etoar um cândico.

Não eram desafinados e a canção era bem conhecida por muitos dos Beligerantes.

Começaram a cantar e logo acompanhados pelas esposas dos primos, em seguida Niria se juntou a cantoria junto com Melina.

Sanis já havia escutado a canção e se juntou também, sem demora a irmã de Niria e seu marido fizeram o mesmo.

Vendo aquela cena a mãe de Sarah também se juntou a cantoria, mesmo ela tendo participado de poucas de missões. Ainda era considerada uma Beligerante e por isso se juntou ao grupo cantado.

Os que não conheciam a canção comeram então a formarem casais e ali mesmo onde havia espaços começaram a dançar no ritmo da canção.

O pai da Sarah nem prestava mais atenção da filha que estava em boa companhia da irmã de Rubreos e assim se juntou a cantar, depois de aprender a letra da linda e animada canção.

Todos ali presente e os que passavam paravam e com palmas sincronizadas acompanhavam o ritmo da canção.

Alegria e mais alegrias, o grupo lírico das Fadas os que usavam instrumentos musicais não resistiram e se juntaram dando ainda mais harmonia na canção.

Era uma canção de longa, onde contava a coragem e honra dos Beligerantes em combate e das alegrias em suas muitas vitórias.

Ao som de muita bebida, canções fossem eles mesmos cantando ou do grupo lírico das Fadas e muitas danças eles ficaram até a madrugada.

Mas o efeito do Hinmel já fazia efeitos em alguns como, por exemplo, no pai da Sarah e Pietros, em seus primos e no marido da irmã de Niria.

Pelos os maridos estarem bêbados, as suas esposas com ajuda de Sanis e Melina realizaram o pagamentos dos gastos na tenda.

Onde o dono deu um excelente desconto, pois não só o grupo de Fadas Líricas se apresentou novamente diante a tenda dele, como o próprio grupo proporcionou uma verdadeira festa.

Assim atraindo muitos clientes, quase chegando a acabar com todas as bebidas e inclusive o Hinmel.

Dessa forma todos saíram ganhando disse ele com um sorriso de muita satisfação.

Então seguiram na direção de onde as carruagens estavam estacionadas e assim tentar contratar algumas para levar todos, pois tirando as esposas, as crianças, Sanis e Meina, os demais estavam todos bêbados e não agüentariam a andar muito.

Principalmente o pai de Sarah porque era fraco para aquele tipo de bebida, não possuía costume, agora os demais eram por excesso mesmo.

A mãe de Sarah com ajuda de sua filha tentava levar o marido embora que misturava as letras da canção.

Sanis e o filho mais velho de Niria seguravam Pietros completamente bêbado, assim como seus primos e o marido da irmã de Niria.

De alguma forma todos estavam sendo carregados e sendo levados até acharem as carruagens.

Naquela altura da madrugada o movimento havia diminuído bastante e a sensação do frio era maior ainda.

Mas todos conseguiram arrumar carruagens para que pudessem seguir a caminho do destino de cada.

Despedidas entre os bêbados foram feita e colocados nas carruagens a força.

Melina olhou para Sanis só de olhar ele sabia o que ela queria.

Então ele chamou uma carruagem para levar ambos para a casa dele.

Assim Melina se despediu de Niria com um sorriso malicioso, fazendo sua amiga balançar a cabeça negativamente.

Como o pai de Sarah deitado no banco dentro da carruagem Rubreos e Sarah enfim puderam trocar palavras, uma que estavam felizes por estarem um perto do outro.

Seus olhares os sorrisos era admirado pelas duas mães que assistiam a tudo com orgulho de seu filho e filha.

Mas foram interrompidos pelos roncos pesados do pai de Sarah onde todos que ouviram soltaram risadas.

Foi quando Rubreo disse cordialmente:

— Espero encontrar a senhorita novamente!

Ela de uma forma elegante disse:

— Eu também espero senhor Rubreos!

Ambos trocaram sorriso.

Da janela da carruagem Sanis e Melina vieram a cena dos dois jovens aprendizes, quando seus olhares se encontraram ambos se beixaram e assim a primeira carruagem partiu.

Em seguida da família da irmã de Niria, os primos de Pietros e suas esposas e depois Sarah e seus pais e por último Rubreos e toda a sua família.

Em um determinado ponto as carruagens tomaram caminhos diferentes.

Rubreos da janela via a carruagem de Sarah seguindo por outro caminho e ela via a mesma coisa.

Niria abraçou Rubreos e disse sussurrando em seu ouvido:

— Você gosta dela meu filho?

Ele sem jeito balançou a cabeça positivamente!

— Pode deixar que a mamãe vai fazer de tudo para ajudar!

Niria olhou para os outros dois e disse a mesma coisa, mas não gostaram.

— O que mãe... não sou mais criança! — falou bravo Narion.

Em seguida foi Pietras:

— Eu também não sou criança... mãe!

Niria parou e pensou, logo disse:

— Há então vocês já dois já têm seus pares!

Sem jeito nenhum dos dois responderam e ficaram em silêncio enquanto a mãe deles ria.

Enfim chegaram em casa.

Para descer Pietros, foi muito complicado, mas conseguiram.

Enquanto Niria e Narion seguravam Pietros, Rubreos pagava para o guia pelo serviço de transporte prestado.

Em seguida voltando na direção do centro da cidade.

Andando lentamente e carregando um bêbado.

Niria pediu para que Pietras abrisse a porta, na qual já se encontrava com as chaves e assim ela a passos largos foi na frente, para entrar e ir acendendo as velas.

Niria pediu a Rubreos assim que entrasse fosse aos quartos e acendesse os braseiros com cuidado em ambos os quartos e por último a lareira da sala.

Ao abrir a porta tanto Pietras e Rubreos foram fazer o que sua mãe havia pedido e assim fizeram sem problema nenhum.

Enquanto isso Niria e Narion carregavam Pietros pela escadaria acima para o quarto do casal.

Ao entrarem pelo quarto Rubreos já havia acendido o braseiro e algumas velas.

Então se aproximaram da cama e jogaram Pietros em cima, que caiu como uma pedra e roncando muito.

Niria disse:

— Veja se toda a casa está trancada, de uma olhada pela janela dos fundos veja está tudo em ordem, em seguida leve seus irmãos para se trocarem e se lavarem para dormirem!

— Sim pode deixar!

— Deixa-me ajeitar seu pai que logo vou ver vocês!

Narion concordou com ele e saiu de perto para fazer o que sua mãe havia pedido.

Niria arrumava o Pietros para dormir adequadamente, tirando um pouco de suas roupas e o cobrindo com grossas cobertas.

Vendo que estava tudo certo por ali no quarto, ela foi aos demais quartos da parte de cima do sobrado, viu que estava tudo em ordem em seguida viu seus filhos fazendo que e havia pedido a Narion.

Depois de dos filhos estarem lavados e trocados estavam todos deitados em suas camas.

— Mãe esta tudo bem trancado e nada de estranho eu vi nos fundos da casa!

— Muito bem meu filho obrigado!! Vamos todos dormir tranqüilo em paz! Boa noite meus amados filhos.

Ela deu um beijo na testa de cada uma até sair do quarto fechou a porta deixando os para dormir.

Ela foi para o quarto e se preparou para dormir se deitou e apagou uma a vela que estava perto dela.

Madrugada gelada na cidade Zelanes, nas avenidas, ruas e vielas, somente se viam os cavaleiros da cidade fazendo as rondas.

Os ventos algumas vezes com rajadas fortes que chegavam a balançar as janelas ou ventos moderados traziam o frio das cadeias das Montanhas Nebulosas, inclusive em algumas regiões começavam a nevar.

Em sua sala de trabalho: Casares olhava para sua lareira, enquanto tomava uma bebida quente para ajudar a esquentar.

Mesmo assim ele sentia calafrios, não por estar sentido frio ou algum principio de doença, mas sim misticamente.

Aqueles ventos não iriam trazer boas noticias: principalmente do grupo misto de Beligerantes que havia sido enviado e até o momento a última mensagem era que nada foi encontrado.

Nas mãos de Casares: outras mensagens vindas de regiões por perto deles, trazidas por mercadores e outros viajantes, mostrava que estava se espalhando e isso se preocupava o chefe da Casa de Hansa.

Mensagens nas quais diziam: que os animais selvagens para caça estavam desaparecendo misteriosamente sem deixar rastros.

Até mesmo durante a aurora, pois pareciam estarem com medo de sair de suas tocas até animais de médio para grande porte.

Rebanhos de animais pequenos e médio porte dos aldeões, sumindo sem deixarem pistas.

Ele sabia que naquele momento até mesmo o prefeito já saberia da situação e assim permaneceu ali pensativo com sua caneca de bebida quente...

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