Juiz Rúbeo Brasileira

Autor(a): W.Braga


Juiz Rúbeo

Capítulo 14: FESTEJOS - PARTE I

Dezenove auroras haviam se passado e uma das conseqüências que Sanis havia dito a Rubreos, começava acontecer!

Desafios e mais desafios começaram a ocorrer, entre o aprendiz de juiz e outros aprendizes.

Não importava o lugar, a hora, como estava o clima sob solo ou chuva, calor ou frio, um desafiante sempre surgia diante de Rubreos.

Eram todos tipos de aprendizes: Feiticeiros ou Feiticeiras, Magos ou Magas, Heróis ou Heroínas, Guerreiros ou Guerreiras, Gládios e Gláauroras, Caçadores ou Caçadoras.

Todos os tipos espécies: fossem humanos ou semi-humanos, bastava ser aprendiz no mesmo nível e ter a mesma idade de Rubreos.

Desafios rápidos ou duradouros: com armas místicas ou somente encantamentos, muitas das vezes demoravam porque Rubreos deixava acontecer, pois queria também praticar e por ventura subir o seu nível de aprendiz.

Muitos desses desafios: eram determinados como prêmios, artefatos, objetos e armas místicas equivalentes a Arca Mística Dourada de Rubreos, pois era considerada uma Relíquia dos Tempos Antigos e poucos possuíam tal relíquia.

Por causa do acumulo dentro da Arca Mística: o seu poder aumentava e conseqüência disso era o poder dos encantamentos e de seus Círculos Místicos conjurados por Rubreos.

Seu nome já era conhecido por toda a cidade e região próxima.

Os seus registros no Clã dos Juízes de Desafios aumentavam gradualmente e assim como os comentários dentro do Clã, na qual compartilhava com o Clã de Juízes na cidadela real de Mifia.

Sanis o avisou que por causa de sua popularidade: outros aprendizes iriam vir de fora para desafiá-los.

Os desafios ficariam ainda mais complicados para ele e que precisaria focar na agilidade e rapidez de suas invocações e novas conjurações. Fossem por sinais ou palavras.

Rubreos aceitando essas orientações: passou a praticar mais até mais tarde da noite e alguns auroras tendo que dormir na casa de Sanis.

Piertros e Niria sabiam disso e concordavam, pois logo muitos aprendizes dos diversos Clãs poderiam vir até mesmo capital de Sophianes de Iriarnes e sendo assim os desafios cada vez mais árduos para ele.

Então chegou o momento, auroras que anteceauroram os festejos, mostrava pessoas chegando para se hospedarem em vários locais.

Assim como parentes dos moradores da cidade de Zelanes, sem contar os muitos mercadores para venderem suas mercadorias.

Pietros conseguiu um contrato temporário com a Casa de Hansa para ajudar no auxilio das tropas nas vias principais de acesso a cidade.

Todos visitantes que o via, perceberam pelo cabo da espada que se tratava da espada mística de Krakateia, e assim os múrmuros e sussurros se espalhavam entre eles.

Na casa de Rubreos, Niria havia oferecido hospedagem para sua amiga Melina em vez de ficar em uma hospedaria.

Melina havia conseguido também um contrato temporário para auxiliar as tropas ficando como reserva fosse o período da festa e apos festejos.

Uma coisa que Melina percebeu, mas não falou nada foi como Rubreos estava forte fisicamente, poderia até se comparar a seu irmão mais velho.

Faltava uma aurora para começar os festejos.

Casares chefe da Casa de Hansa solicitou ao prefeito que fosse decretado temporariamente os desafios tanto na cidade como nas regiões próximas.

Assim evitando combates desnecessários e poupar até mesmos as forças dos aprendizes, não importasse em quais níveis eles estivessem.

Tanto o prefeito como o comandante das tropas da cidade concordaram e assim foi decretado até duas auroras do último dia dos festejos.

Uma mensagem foi enviada para a capital para informar do decreto e para os Juízes dos Desafios ficassem a par.

Com isso ajudava também a Rubreos precisava de mais tempo para descansar, pois recentemente seus desafiadores eram mais e mais fortes.

Tendo que usar mais vezes o Selo do Fogo da Penitencia e o Selo do Julgo Pesado, para derrotá-los.

Essas invocações: usavam muita energia mística tanto para invocar como na execução, onde algumas vezes precisou usar os selos duplos.

Em contra partida: por serem desafiadores mais fortes, as premiações também era do mesmo nível.

Rubreos chegou a dar alguns itens místicos de altos níveis: um para sua mãe (báculo de ultimo nível para todos os tipos de feitiços).

Para sua irmã (báculo que aumentava muito o poder místico de porções para cura) e irmão mais velho (escudo místico de sétimo nível, feito de um metal raríssimo místico).

Rubreos sabiam que eles poderiam vir a precisar a qualquer momento, como estava fazendo certas inimizades e crescente inveja.

Para atingi-lo poderia desafiar tanto seu irmão como sua irmã, seria bom se eles tivessem cartas nas mangas.

Como o decreto havia sido anunciado bem cedo: Rubreos e seu mestre andavam calmamente a pé pela rua próxima da casa de Sanis e até mesmo ali sendo um pouco afastado do centro.

Mesmo assim eram observados por mestres e aprendizes de outros Clãs e classes.

Onde a richa e a vontade de infrentar o jovem aprendiz de juiz crescia.

Na cidade: havia muitas decorações para todos os lados, as pessoas conversavam entre si com mais alegria do que de costume.

As mesas nas beiras das ruas algumas com pessoas bebendo e comendo, isso porque os auroras dos festejos nem haviam começado.

Sanis reparava as emoções espontâneas das pessoas, onde muito se abraçavam, pois eram familiares ou amigos que esperavam aquela época para se encontrarem.

Sendo assim Sanis avisou aos pais de Rubreos que os auroras dos festejos não teriam estudos práticos, mas que seria razoável que ele continuasse pelo menos as leituras dos livros de invocações e de outros assuntos em sua casa.

Os pais concordaram com essa orientação assim como o próprio Rubreos.

Naquela época festiva o clima se encontrava nublado e frio e algumas regiões já esperavam pela neve.

A aurora esperada chegou.

A cidade estava eufórica desde cedo: muita decoração de vários tipos e tamanhos, por onde se olhava havia uma apresentação.

Fossem de músicas e danças, Fadas, Ninfas, Elfos e Elfas e até cantoras líricas anãs.

Cenas teatrais de todos os tipos, isso tudo nas diversas praças que havia na avenida principal.

Nas ruas menores tentas e mais tendas de mercadores com seus produtos, inclusive de alimentos e bebidas para todos os gostos.

Em uma dessas ruas estava Niria, Narion Pietras e Rubreos, fazendo companhia estava Melina, andavam entre o povo local e os visitantes de todas as regiões e até de algumas capitais.

Por onde passavam os sussurros e murmúrios era percebido pelo pequeno grupo, mas eles sabiam o porquê do alvoroço, simplesmente por causa de Rubreos.

A fama de vencedor de muitos desafios era grande, de tal forma que até as moças da idade dele e até mais velha chamava atenção.

Melina rindo sussurrava no ouvido de Niria, atenção que Rubreos despertava nas moças ao redor.

Niria sabia disso, pois seu filho mesmo com dez ciclos de vida era quase da altura de seu irmão mais velho que possuía dezesseis ciclos de vida e quase o mesmo porte físicos.

Mesmo que seu irmão mais velho tenha participado também de muitos desafios e tendo vencido todos, Rubreos ainda chamava mais atenção.

Foi nesse momento na rua, que outra família encontrou com o grupo!

Eram os pais de Sarah e ela, que realizam compras.

Como a mãe de Sarah era uma Feiticeira do Clã, parou para cumprimentar Niria.

— Bom dia senhora Niria como tem passado?

— Bom dia senhora Eltras! Estou bem e a senhora?

— Sim estou bem! — e continuou: — A senhora deve lembrar no meu marido?

— Sim me lembro! Bom dia ao senhor também!

Ele com um gesto de cabeça a cumprimentou.

Niria olhou e viu a filha dela, percebeu que a menina não tirava os olhos de Rubreos e o mesmo também.

— Essa menina linda é a sua filha estou certa?

Eltras olhou para sua filha com um sorriso e respondeu para Nirias!

— Sim essa é minha filha Sarah! Sarah por favor... se apresente para todos.

Ela deu um passo para frente e de formal singela e corauroral os cumprimentou disse:

— Bom dia! Meu nome é Sarah de Ambierys prazer em conhecê-los.

Niria olhou para seus filhos e pediu o mesmo, começando do filho mais velho e terminado por Rubreos.

Niria ainda apresentou Melina para a Família de Sarah.

Conversaram por pouco tempo, pois tanto a mãe e o pai de Sarah tinham compromissos, assim se despediram.

Os pais de Sarah não haviam percebido os olhares entre sua filha e Rubreos, somente Niria e Melina perceberam, mas fingiram não ver.

Mas tarde Melina como criança ficou no pé do Rubreos deixando o constrangido.

Era hora do almoço, Pietros encontrou todos e se juntou ao grupo, nesse momento Sanis também apareceu onde eles estavam se juntou para almoçar.

Pietros sem perder tempo apresentou Melina para Sanis, que ficou admirado com a beleza da felina, da mesma forma ela percebeu o quão ele era impávido de excelente postura.

Ambos sentaram um do lado do outro.

Pietros havia acabado de voltar de uma das rondas feitas fora da cidade com um grupo misto de beligerantes e soldados da cidade.

Disse que até aquele momento estava tudo tranqüilo e só algumas intervenções por causa de brigas de bêbados e uns pequenos crimes.

Nesse momento o grupo de Fadas Líricas, o mesmo que se apresentou na festa de aniversario de Rubreos passou por eles.

Ao reconhecer o grupo ali almoçando se ofereceram para cantar umas lindas meloauroras.

O valor foi tratado e negocio fechado, Pietros, Sanis e Melina iriam realizar o pagamento caso o grupo não conseguisse juntar moedas com o publico ali presente.

Então as belas Fadas com seus instrumentos musicais começaram a tocar e cantar.

O som agradável fez com que juntassem mais e mais pessoas, inclusive algumas até para se sentar e começar a almoçar.

Com isso o dono da tenda, sussurrando ao ouvido de Pietros disse:

— Meu senhor, por favor, eu vou ajudar a contribuir com o pagamento e também não irei comprar pelo almoço do grupo do senhor. O senhor é o portador da Espada mística de Krakatel... é uma honra ter sua presença e nos dando preferência em nossa tenda, assim como seu filho aprendiz de juiz uma pessoa tão honrada.

Pietros com um sorriso agradeceu pela oferta e cordialidade do dono da tenda.

O homem saiu e avisou a todos os atendentes sob o que ofereceu aquele grupo especial.

Todos ficaram surpresos e alegres, pois sempre era importante receber clientes como eles.

Enquanto esperavam pelos pratos deliciosos, ouviam as lindas e baldas das meloauroras da fadas líricas.

O local onde era para as pessoas colocarem moedas, para o pequeno grupo de musicos, não percebeu moedas e moedas caiam.

Rubreos de forma espontânea pediu uma moeda ao seu pai, que deu a ele uma de prata, onde de forma respeitosa junto com sua irmã depositaram.

Uma das Fadas vendo o gesto gentil do jovem aprendiz de juiz sorriu para ele.

Assim que Rubreos e sua irmã se sentaram o pedido do almoço deles vieram.

Eram duas lindas atendentes, traziam tanto os alimentos como as bebidas.

Comida em fartura para eles, o aroma dos pratos, de carne vermelha e branca assada, pães assados e panelas com ensopados, para ajudar aquecer daquele frio.

Niria servia seus filhos enquanto, Pietros, Sanis e Melina se serviam sozinhos.

Rapidamente se deliciaram com aquelas iguarias com aromas que se espalhava, onde mais e mais pessoas se paravam tanto para ver o grupo lírico de Fadas cantarem.

Como também de observar o novo portador da Espada mística de Krakateia, sem contar a própria presença do mais novo vencedor de vários desafios.

Pietros mesmo estando na hora do intervalo para almoço estava tomando somente suco de uma fruta cítrica nativa de região, pois precisava depois voltar ao serviço das rondas.

Ao contrario de Melina e Sanis que tomavam uma nova bebida feita da fermentação do mel, que era chamado de Hinmel. Muito agradável, mas porem muito forte.

Melina ficou tirando sarro de Pietros que fechou a cara.

Encontra partida Pietros disse que ela também não poderia tomar muito, já que estava sob contrato e a qualquer momento poderiam precisar dela e também se Sanis, pois ele assinou um contrato temporário para tropas reservas na cidade.

Ai quem ficou com a cara emburrada foi Melina, onde fez com que Sanis risse.

Naquela hora do almoço maravilhosa, muita felicidade e alegria de todos ali presente e em volta.

Aos poucos foi diminuindo muitos estavam indo embora, o grupo lírico de Fadas realizou o recolhimento dos valores recebidos de forma de livre espontânea vontade na qual foi excelente.

Pietros se despediu de todos e se caminhou para onde havia deixado seu cavalo amarrado.

Enquanto Melina meio embriagada se agarrava a Sanis e dava em cima dele, o deixando meio sem jeito enquanto fazia Niria e seus filhos rirem sem parar.

O grupo passeou um pouco mais.

Niria comprou alguns alimentos para levar para casa.

Sanis o acompanhou eles até quando foram para casa de Rubreos.

Aproveitaram e marcaram um horário para se encontrarem novamente a noite na casa de Rubreos e irem juntos para praça central. Onde haveria uma grande apresentação.

Sanis concordou e iria está naquele horário, deixando a Melina muito feliz e com um grande sorriso.

Ele se despediu de todos e foi na direção de onde se encontrava estacionada sua carruagem.

Enquanto as os filhos de Niria conversavam, ela escutava a Melina falando do interesse em Sanis, já toda empolgada.

No meio da tarde Pietros havia se encontrado com Casares e o comandante das tropas da cidade.

Ele ouvia os relatos da mensagem do grupo misto de Beligerantes enviados recentemenrte para as redondezas das Montanhas Nebulosas.

Como havia se passado nove auroras e eles estavam pela região e poucas pistas dos misteriosos relatos dos habitantes da região.

Eles iriam para aldeias mais próximas na base da cadeia de montanhas.

Pietros via a expressão de preocupação nos rostos: tanto de Casares e do comandante das tropas da cidade.

Eles sabiam que além das cadeias de montanhas havia uma estrada que levava até a grande muralha do reino de Etedras.

Chamada de a Grande Muralha de Elfenyr, em homenagem ao primeiro herói morto por um Lorde Demoníaco da Décima Torre.

Muralha erguida com ajuda dos Grandes Feiticeiros e Magos daquela época.

Contra os exércitos do Submundo e poucos sabia como estava a situação, pois o caminho até a colossal estrutura defensiva a estrada era muito difícil por causa do clima severo.

Principamente estava chegando o tempo de fortes nevascas poderia até interditar a estrada, mesmo sendo ela toda de calçamento pedras.

Mesmo havendo uma cidadela próxima, eles a mal não recebiam informes nem da cidadela e nem da muralha.

Casares esperava que o grupo misto de Beligerantes, em suas mensagens trouxesse noticias tranquilizadoras: mesmo das fossem das aldeias, da muralha ou da cidadela Altymor.

Pietros no comando de uma guarnição de soldados da cidade continuava com as rondas pelas estradas fora da muralha.

Sempre com atenção redobrada e buscando informações dos mercadores e viajantes que continuavam a chegar na cidade.

Antes do fim dos raios de sol, Pietros com sua guarnição já voltam antes que os portões da cidade se fechassem por completo.

Quem não passasse antes do anoitecer teria que ficar nas hospedagens nos vilarejos próximos ou em algum abrigo.

Havia chegado a hora de saírem, Pietro havia tomando um banho assim que chegou Niria e seus filhos o aguardava, Melina toda arrumada e muito perfumada esperava a chegada do mestre Sanis na entrada da casa.

Ele chegou com sua carruagem na hora marcada, todos o aguardava na entrada da casa de Rubreos.

Sanis orientou ao guia da carruagem que ficasse por ali mesmo, pois as ruas estavam muito cheias para transito de carruagens. Seguiria a pé com os demais, nesse caso poderia voltar para o sobrado, caso ele precisasse contrataria outra carruagem para levá-los.

Com um gesto positivo de cabeça, o guia da carruagem direcionou a carruagem para voltar.

Melina com os olhos brilhando viu como o mestre de Rubreos estava elegante e assim que ele também a viu abriu um sorriso corauroral e sentiu aquele aroma maravilhoso de seu pergume.

Logo a cumprimentou e ofereceu seu braço para que ela o acompanhasse.

Sem perde tempo logo aceito, então estavam como um casal.

Vendo a reação de Sanis, Niria deu uma cutucada em Pietros que se tocou e fez o mesmo corauroralmente.

Os filhos do casal vendo a cara do pai, começaram a rir de repeti-la o que a mãe fez, deixando Pietros emburrado.

Enfim saíram em caminhada na direção do centro da cidade, pois naquela altura estava cheia de pessoas de todas as espécies.

Na caminhada que eles estavam fazendo até a praça central: viam como todas as tendas movimentadas, sem contar que havia muita alegria e harmonia entre todos.

Mesmo assim eles perceberam que os cavaleiros da cidade estavam em maior número, em não fez ser duplas e sim de quatro a seis cavaleiros.

Pietros estranhou a quantidade de cavaleiros e a toda o momento via grupos assim, uns andando e outros parados em pontos estratégicos.

Deveria está acontecendo alguma coisa que ele não sabia ainda e por isso aquele aumento da segurança.

Niria viu a expressão de preocupado e deu uma cutucada de leve nele, pois seus filhos estavam percebendo.

Logo voltaram a prestar atenção nos festejos, muitas apresentações estavam acontecendo por onde passavam.

Passos atrás estava Sanis e Melina, onde estava acontecendo uma paquera entre os dois.

Niria olhava e ria sozinha do avanço dos dois, ambos eram descompromissados e teria tudo para formarem um relacionamento.

Quando perceberam chegaram à praça central: na qual estava cheia dos residentes e visitantes para verem a primeira apresentação.

Onde não demorou acontecer, musicas e danças por um grupo de humanos e semi-humanos, de varias espécies de cantoras e dançarinas, todas eram muito belas e de muita formosura.

Além do palco principal havia outros palcos menores que aconteciam o mesmo tipo de apresentação idêntico ao do palco principal por causa da grande quantidade visitantes e residentes e assim todos poderiam assim melhor.

Sem perceber Rubreos e sua família mais o casal Sanis e Melina havia parado perto da jovem Sarah e seus pais, mas eles não haviam visto Rubreos e os demais.

Rubreos chegou perto de sua mãe de tocou em sua mão.

Ela o olhou e ele com um gesto de cabeça apontou para o lado.

Niria voltou para a direção que ele havia indicado e viu Sarah e os pais.

A mãe de Rubros com a mão fez um sinal que não daria para chegar onde eles estavam com isso Rubreos ficou triste.

Quando ele voltou novamente seus olhos para onde Sarah estava, ela o havia visto também e olhares e sorrisos brilhantes foram trocados.

Sarah se perceber seus pais viram a reação de Rubreos e perceberam a reação dela.

Rubreos surpreendido viu o pai de Sarah o olhar seriamente, uma cara bem fechada.

O jovem aprendiz de juiz rapidamente desviou o olhar e ficou todo sem jeito.

Rubreos sabia que muitos na cidade não gostavam dele.

Principalmente dos aprendizes dos Clãs que foram derrotados nos desafios, os lideres dos Clãs sentiam certo rancor e inveja do aprendiz de juiz.

Mesmo assim Rubreos olhava rapidamente para Sarah e a mesma corresponaurora, sob olhares dos pais da belíssima menina de cabelos cor de ouro com mechas rosa e verde.

A mãe não se importava entre olhares dos dois, mas o pai que era do Clã dos Magos e uma pessoa de muito prestigio não estava gostando e além do mais Rubreos havia derrotado quatro excepcionais e promissores jovens aprendizes de Magos. Com isso fazendo a reputação dos mestres do Clã caísse bastante.

Sanis tempos atrás havia explicado ao Rubreos que isso poderia acabar acontecendo era inevitável em qualquer Clã.

A apresentação continuava majestosamente: as melodias se entrelaçavam de uma forma harmônica, a platéia em todos os palcos admirados com tamanha beleza.

Próximas aos palcos: havia postos de coletas para a doação de livre espontânea vontade por aqueles que eram sensibilizados pelos cantos, na qual faziam com muito gosto por todos os presentes.

Poderia ser uma simples moeda até mesmo uma de ouro ou até mesmo pequenas pedras preciosas eram colocadas.

Então chegou ao fim daquela primeira apresentação de muitas que iriam acontecer.

Os pais Rubreos junto com Sanis e Melina resolveram ir a mesma tenda que almoçaram mais cedo.

Principalmente Pietros, queriam experimentar o Hinmel, pois todos estavam comentando pela cidade.

Como ele não iria mais fazer rondas a noite e na parte do aurora também não e por isso queria tomar muitas canecas dessa bebida que estava chamando atenção de todas.

Então decidiram ir até o local e assim começaram a caminhar entre o povo, um pouco atrás deles, seguia Sahar e seus pais, também procurando um local para comerem.

Caminharam por um longo trajeto até chegarem ao destino, por sorte havia uma mesa sobrando e rapidamente sentaram.

Vendo quem era uma das lindas atendentes foi chamar o dono da tenda e ao ver que realmente era família que honrou na hora do almoço voltou novamente...

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