Light Novel

Capítulo 14: Treinamento Conjunto de Combate (1)

A aula conjunta de combate entre os alunos do primeiro e do segundo ano poderia parecer um evento comum, mas na verdade tinha um papel importante na história. Isso porque era nesse evento que Taylee seguraria uma espada pela primeira vez.

Até então, Taylee havia treinado apenas combate corpo a corpo, seguindo o currículo do Departamento de Combate.

Mas, durante esse evento, ele conseguiu cortar um ataque de raio de Lazy Lucy com uma espada.

Taylee havia nascido com um talento inato para a esgrima. Para alguém que nunca havia percebido seu próprio dom e que vinha treinando apenas artes marciais desarmadas, esse momento marcava uma grande virada em sua vida.

Ele foi emparelhado com Lucy Mayreel, cuja genialidade ainda não havia despertado completamente.

Ao enfrentar Lucy, Taylee conseguiu cortar seu ataque de raio com precisão, pegando-a desprevenida. Lucy, surpresa, reagiu lançando um feitiço de raio intermediário avassalador, derrotando Taylee completamente.

Porém, ao fazer isso, Lucy violou uma das regras do treinamento, que permitia apenas o uso de magia elemental básica. Como resultado, Lucy foi desclassificada, e Taylee venceu por critério técnico.

Mesmo tendo recebido aquele golpe final avassalador e só vencido devido a uma formalidade, o fato era que ele havia derrotado Lucy Mayreel.

E foi a partir desse duelo que ele confirmou seu talento para a espada, e seu nome começou a circular entre os alunos do primeiro ano.

Como ainda não havia nenhuma grande mudança na linha da história, provavelmente tudo aconteceria conforme o roteiro original, certo?

 

◇ ◇ ◇

 

Fim de semana tão esperado.

Era a oportunidade perfeita para resolver todas as pendências que não consegui lidar durante a semana letiva.

Descobri que havia muito mais espaço para armazenamento de comida do que imaginei. Minha eficiência na caça havia aumentado depois que alcancei um certo nível de proficiência.

Mas o mais importante de tudo foi que aprendi a montar armadilhas de caça.


[Novo Item Criado]

Armadilha de Laço

Uma armadilha feita amarrando uma corda, obtida no canteiro de obras do Olren Hall, a um tronco de árvore elástico.

Eficiente para capturar pequenos animais.

Nível de Dificuldade de Produção: ⬤〇〇〇

《 Produção concluída. Habilidades de produção aumentadas. 》


Apesar de ter sido feita às pressas, seguindo as instruções de um guia de sobrevivência que peguei emprestado na biblioteca, a armadilha ficou melhor do que eu esperava.

Minhas habilidades de produção aumentaram e minha proficiência em marcenaria estava quase atingindo o nível 10.

Acima de tudo, armadilhas eram eficientes em termos de tempo.

Mesmo enquanto eu assistia às aulas ao longo do dia, as armadilhas continuavam ali, trabalhando por mim.

No final do dia, tudo o que eu precisava fazer era visitar os locais onde as deixei e coletar os animais selvagens pendurados nas árvores.

No começo, só conseguia pegar criaturas pequenas, como esquilos e coelhos. Mas, ocasionalmente, eu tinha um golpe de sorte e pegava algo maior, como um guaxinim.

Claro, na maioria das vezes, a corda se rompia ou a isca de carne seca desaparecia sem deixar vestígios.

Mas considerando o mínimo de esforço necessário depois que as armadilhas estavam montadas, ainda assim era um método vantajoso.

Ao estabelecer esse método duplo de obtenção de comida, caça direta e uso de armadilhas, consegui garantir mais do que carne suficiente.

Na verdade, o problema deixou de ser caçar e passou a ser lidar com o trabalho árduo de limpar os animais.

Mas, mesmo assim, era um problema positivo.

Minha qualidade de vida também melhorou consideravelmente.

Antes, minha produção estava limitada aos materiais que conseguia encontrar na floresta.

Mas, desde o início das aulas, passei a coletar itens descartados das salas de aula e dos canteiros de obras espalhados pelo campus.

Dessa forma, obtive materiais que não poderiam ser encontrados na floresta.

Atualmente, havia várias construções sendo erguidas com o patrocínio da Filha Dourada, Lortel.

Graças a ela, diversos canteiros de obras estavam ativos nos arredores da academia. Vasculhar esses locais me rendeu materiais valiosos.

Consegui encontrar tábuas de madeira descartadas, pregos enferrujados e cordas de tamanhos variados.

Mas minha melhor descoberta foi um machado de mão.

Crack! Crack!

O som da lenha sendo rachada ecoou pela floresta.

Eu usava a base de uma árvore que cortei como bancada para dividir os troncos.

Por mais desgastado que estivesse, esse machado abandonado pelos trabalhadores era, sem dúvidas, meu achado mais valioso do mês.

'Muito obrigado aos operários que deixaram isso para trás! Eu poderia chorar de emoção…!'

— Phew… Isso é bem cansativo…

Usei Lâmina de Vento para dividir toras grandes e depois as parti verticalmente com o machado de mão.

Minha magia Lâmina de Vento ainda estava no nível iniciante e não era forte o suficiente para derrubar uma árvore inteira.

Por isso, até então, eu vinha usando galhos pequenos para manter a fogueira acesa.

O problema era que esses galhos tinham tamanhos irregulares e, às vezes, ainda continham umidade, o que comprometia sua eficiência.

Mas agora, com lenha de verdade, minha capacidade de manter o fogo melhoraria significativamente.

Cuidar da fogueira era uma tarefa exaustiva e essencial.

Precisava do calor durante a noite para afastar os animais selvagens, então era necessário vigiá-la constantemente.

Mas, devido à má qualidade dos galhos que usava antes, o fogo não durava muito tempo.

Houve até casos em que ele se apagou, fazendo a fumaça encher o abrigo com um cheiro acre.

E, como se não bastasse ter dificuldades para encontrar tempo para dormir durante o dia, ainda perdia o sono à noite.

— Phew… Olha só esse suor…

Minhas roupas casuais estavam completamente encharcadas.

Nos fins de semana, eu costumava lavá-las duas vezes por dia.

Entre coletar ervas e plantas comestíveis, caçar, preparar suprimentos diários e inspecionar o acampamento, minha rotina inteira tinha se tornado uma série interminável de exercícios aeróbicos.

Não passava um dia sequer sem suar.

Caminhei até o riacho para me lavar.

Mesmo a alguns metros de distância, ver meu acampamento me aquecia o coração.

O progresso era lento, mas constante.

Sentia orgulho ao ver seu aspecto melhorar um pouco mais a cada dia.

— ……

Ultimamente, eu vinha recebendo uma certa visitante indesejada com bastante frequência.

Soltei um suspiro ao ver Lucy dormindo preguiçosamente sobre uma pedra plana perto do riacho.

Desde aquele primeiro dia, Lucy passou a aparecer no meu acampamento sempre que queria tirar um cochilo.

Não havia nenhuma regularidade em suas visitas. Parecia que ela simplesmente vinha quando bem entendia.

— Oi.

Mesmo sem sermos totalmente próximos, acabamos nos cumprimentando sempre que ela me encontrava antes de cair no sono. No instante seguinte, ela já não estava mais lá.

No começo, tentei evitar me aproximar de uma personagem tão importante quanto Lucy Mayreel, mas, depois de alguns dias, simplesmente parei de me importar.

Quero dizer, as visitas de Lucy eram como desastres naturais.

Eu estava atolado de trabalho acumulado neste fim de semana. Não tinha energia sobrando para desperdiçar tentando espantar um gato de rua.

Além disso, não era como se ela estivesse me causando algum mal.

Ela simplesmente vinha, deitava e dormia. Às vezes, comia alguns pedaços de carne seca e ia embora quando queria.

Comecei a encará-la apenas como parte do cenário.

Ela também ampliou sua zona de conforto pelo acampamento.

Às vezes, dormia no topo das árvores ou sobre as pedras perto do riacho, sob o sol.

Parecia que ela gostava muito daquele riacho.

Recentemente, coloquei peles secas de martas e esquilos no chão do meu abrigo como isolamento térmico. Lucy fez um escândalo dizendo que adorou a textura fofa.

De alguma forma, tudo isso me fazia sentir que… eu estava mesmo criando um gato?

— Zzz… Zzz…

Passei por Lucy e fui lavar o rosto no riacho.

A imagem refletida na água mostrava um rosto completamente acabado depois de cortar toda aquela lenha.

Mergulhei as mãos na água fria e as levei ao rosto para me refrescar.

Foi então que percebi que fazia um bom tempo desde a última vez que verifiquei meus status.

— O QUÊ???!!!

— Eughakk?!

Meu grito acordou Lucy, que rolou da pedra direto para o chão.


[Nome: Ed Rothstaylor]

Gênero: Masculino

Idade: 17

Ano Escolar: 2º

Espécie: Humano

Conquistas: Nenhuma

Vitalidade: 5

Inteligência: 5

Destreza: 9

Determinação: 7

Sorte: 6

≪ Detalhes das Habilidades de Combate ≫

≪ Detalhes das Habilidades Mágicas ≫

≪ Detalhes das Habilidades de Vida ≫

≪ Detalhes das Habilidades de Alquimia ≫


— Oi, Ed! Você parece feliz hoje! Aconteceu algo bom?

'Mas é claro que sim!'

Minha proficiência em marcenaria e magia vinha aumentando gradualmente, elevando meus atributos de Destreza e Inteligência, respectivamente.

Mas isso não era o mais importante.

Meu atributo de Vitalidade havia aumentado dois pontos inteiros.

O que isso significava?

Significava que meu treinamento finalmente havia quebrado os limites desse corpo inútil, que não nasceu com nenhuma aptidão física.

Seria estranho se minha Vitalidade não tivesse subido nem um pouco, considerando todo o trabalho físico que eu vinha fazendo ao longo do mês.

Porém, esse corpo não nasceu com força muscular, agilidade ou resistência adequadas.

Não importava o quanto eu treinasse, minha Vitalidade permanecia travada, o que já estava partindo meu coração.

Então, o fato de finalmente ter subido dois pontos inteiros era inacreditável!

Uma barreira que me bloqueava há tanto tempo finalmente havia sido derrubada.

Agora, eu estava em um novo estágio.

A partir daqui, eu poderia crescer ainda mais.

Como eu não ficaria feliz com isso?!

Mas, obviamente, não poderia demonstrar essa alegria.

— O quê? Nem tanto…

Após a aula, os alunos começaram a deixar a sala da Professora Hela, onde acontecia a Introdução à Magia Elemental.

Mesmo que eu respondesse friamente para Yennekar, ela continuava falando comigo com um sorriso, como sempre.

— Ei, Ed! Ahm, você já sabe sobre a aula prática de combate de amanhã? Vai ser com os alunos do primeiro ano. Os grupos já foram decididos. Não dá um frio na barriga só de pensar nisso? Ainda não me acostumei a ser uma veterana, por algum motivo. Haha!

Então, já era a aula prática de combate.

Não tinha escolha a não ser participar, pois era obrigatória.

Aula Conjunta de Combate…

Como o próprio nome indicava, era um treinamento simulado de combate individual.

Claro, os alunos não usariam armas reais nem magias muito poderosas.

Os estudantes do Departamento de Combate utilizariam armas falsas, enquanto os do Departamento de Magia poderiam usar apenas magia elemental básica.

Já os alunos do Departamento de Alquimia não poderiam usar poções ou habilidades espirituais muito fortes.

Não haveria nenhuma cooperação real entre os grupos formados. Era mais uma sequência de duelos individuais do que qualquer outra coisa.

Os combates aconteceriam diante de todos os alunos, conforme um cronograma de lutas gerado aleatoriamente.

A aleatoriedade das lutas permitia várias combinações diferentes.

Primeiro ano vs primeiro ano: Boa oportunidade para os novatos exibirem suas habilidades e receberem conselhos dos veteranos.

Primeiro ano vs segundo ano: Uma chance para os novatos aprenderem na prática com um combate direto contra veteranos.

Segundo ano vs segundo ano: Uma maneira dos alunos do primeiro ano verem o nível que deveriam almejar.

O objetivo principal era observar todas as lutas e aprender com elas.

Se minha memória estava certa, todos os personagens importantes participariam dessa aula.

A turma era enorme, pois todos os alunos deviam participar, independentemente de seu departamento.

A Benevolente Princesa Penia, a Filha Dourada Lortel, o Lança da Natureza Ziggs, a Elementalista Yennekar, a Trabalhadora Emilla, a Preguiçosa Lucy, o Sombrio Clevius, o Romântico Adele…

A lista de personagens era infinita.

Mas o mais importante de todos era… O Mestre de Espadas Fracassado, Taylee.

Eu já conhecia a lista de combates, o que significava que sabia quem ganharia e quem perderia.

E, por mais frustrante que fosse, os alunos do primeiro ano venceriam quase todas as lutas.

A ideia da aula conjunta era permitir que os novatos aprendessem com os veteranos, mas os novatos eram os protagonistas da história, então eles simplesmente massacravam os veteranos.

Ver o Professor Glast aplaudindo com um sorriso satisfeito era sempre um espetáculo à parte.

Mas… fazer o quê?

Se os veteranos estavam infelizes com isso, deveriam ter sido os protagonistas da história, haha!

No entanto, havia um único veterano que venceu um dos protagonistas do primeiro ano.

Yennekar Palerover derrotou completamente a Filha Dourada, Lortel.

Para ser justo, isso não era nenhuma surpresa.

Ela era a chefe final do Ato 1, e essa aula prática era sua primeira aparição na história.

— Ed, quer dar uma olhada?

Yennekar me entregou a lista de combates com um grande sorriso no rosto.

"Não, tudo bem. Vou conferir depois."

Era o que eu pretendia dizer para manter distância.

Mas, então, a curiosidade bateu.

Quem seria meu adversário?

Eu não deveria nem existir nessa parte da história.

Se minha presença tivesse alterado a lista de combates, isso poderia significar uma grande mudança na história.

A maioria dos alunos do primeiro ano que participariam da aula eram personagens importantes na trama original.

Eu vinha evitando ao máximo me envolver com personagens principais, mas essa era a única situação onde não tinha escolha.

Afinal, eu não tinha controle sobre quem seria meu oponente.

Então, só me restava manter a calma e lidar com a situação.

— Vamos ver…

— Ah, achei! Aqui está! Olha!

Yennekar me entregou animadamente a lista de combates, parecendo contente por finalmente ter recebido uma resposta minha.

Felizmente, não houve grandes mudanças.

A maioria das lutas ainda eram exatamente como eu lembrava.

Exceto por uma.

"Luta 13 - Ed Rothstaylor vs Penia Elias Kroel"

Esse nome me parecia familiar…

— ……

'Não… Oh… Meu… Deus…'

— ……

'Não deveria ser ela…!'

 

◇ ◇ ◇

 

O palácio real estava em alvoroço com as últimas novidades.

Aparentemente, as roupas luxuosas recém-chegadas ao distrito comercial estavam fazendo sucesso.

Os produtos distribuídos pela Companhia Elte estavam vendendo como água.

Mas Princesa Penia não ficou nada satisfeita com essa notícia.

— Aquele esquema de raposa… Eu vejo isso claramente, mas…

Os Olhos Perspicazes da princesa lhe permitiam enxergar a essência das pessoas, e tudo o que via dentro da Filha Dourada, Lortel, era pura astúcia e manipulação.

Isso lhe causava um grande desgosto.

Ela era uma das três alunas Classe A, reconhecidas pelo Professor Glast durante o exame de admissão.

Lortel Kehelland, a única filha do maior comerciante do continente, era tão ardilosa quanto seu pai.

Sempre se portava com polidez e elegância, mas escondia sua verdadeira natureza, um olhar afiado e calculista, que pesava tudo na balança do lucro.

Sentada em sua cama luxuosa, a princesa suspirou.

Até esse lugar sagrado do aprendizado era apenas mais um meio de fazer dinheiro para Lortel.

Ela não usava sua aptidão mágica, nem seu cérebro excepcional, capaz de memorização fotográfica, para realmente estudar.

A princesa sentia isso com seu sexto sentido.

A Companhia Elte estava, pouco a pouco, tomando controle dos canais de distribuição de Silvenia.

E isso não era algo irrelevante para a princesa.

— Eu realmente não gosto dela… Mas não posso lidar com isso apenas com base nos meus sentimentos pessoais…

A princesa se afundou nos livros de magia, documentos e bolsas espalhadas por sua cama.

— De novo e de novo… Só consigo pensar no reino e na política… Mesmo depois de tanto tempo longe de casa…

Por mais magnífica que fosse sua residência real, ela jamais se compararia ao verdadeiro palácio.

Se estivesse no castelo, não poderia simplesmente deitar na cama desse jeito, nem espalhar livros de referência e documentos por todo o colchão.

Fazer essas pequenas "transgressões" lhe dava uma sensação momentânea de rebeldia.

Mas, ao mesmo tempo, vinha acompanhada de autodepreciação…

E, de forma contraditória, também lhe trazia um estranho senso de satisfação.

Afinal, ela também era humana.

A princesa se espreguiçou mais uma vez, sorrindo amargamente.

— Keughk! Phew…

— Certo… O mais importante é continuar me desenvolvendo através do aprendizado.

Com esse pensamento, pegou o aviso distribuído aos alunos do primeiro ano.

Precisava revisar cuidadosamente todas as informações sobre a aula prática.

Mas, ao ver a lista de combates, afundou o rosto no travesseiro mais uma vez.

— Isso é igual da última vez… Essa estranha relação fadada…

Ela passou três dias e três noites agonizando sobre se deveria ou não forçar Ed Rothstaylor a deixar a escola.

No fim, decidiu adiar a questão.

Ao invés disso, pediu para Claire, chefe de seus cavaleiros reais, e para o Reitor McDowell, do Departamento de Magia, ficarem de olho nele.

Ele era um caso peculiar, um homem que a princesa não conseguia enxergar completamente, nem mesmo com seus Olhos Perspicazes.

Com o início do semestre e os vários compromissos que a mantinham ocupada, foi empurrando esse problema para depois.

Mas, por mais que tentasse, Ed Rothstaylor não era alguém que pudesse simplesmente ignorar.

Um homem repleto de incógnitas.

Mas que não parecia ter nenhum talento excepcional para a magia.

Provavelmente, ela venceria sem dificuldade.

— Não há motivo para me preocupar tanto.

Decidiu que iria dormir.

Afundou-se no colchão macio, sem nem mesmo tirar o uniforme escolar, e sem organizar os livros espalhados pelo quarto.

A primeira coisa que queria era aliviar seu cansaço.

Algo impensável para alguém da família real.

Havia tantas coisas que exigiam sua atenção.

Mesmo que o Imperador Kroel só quisesse que ela relaxasse e aproveitasse a vida de estudante.

Ele desejava que ela deixasse o reino e a política de lado, e simplesmente desfrutasse da experiência de aprendizado.

Mas… essa era uma tarefa impossível para uma jovem da realeza.

Esse era o fardo de um monarca.

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