Dançando com a Morte Brasileira

Autor(a): Dênis Vasconcelos


Volume 2 – Arco 9

Capítulo 200: Com Lambança

Plap!-Plap!-Plap!

Nathaly estava de quatro, agarrada na borda da banheira, gemendo sem vergonha nenhuma enquanto Nina a fodia com graça, rebolando em cada enfiada danada.

Do lado de fora, os vizinhos, irritados com o barulho, chamaram os soldados. Os homens chegaram rápido, pararam em frente à porta... e logo ouviram os sons macabros misturados com batidas de carne contra carne:

OOHHH! AINMN!...

Trocaram um olhar... e imediatamente decidiram se retirar.

Lembraram das ordens claras que tinham recebido das duas ao alugarem a casa: não era para serem incomodadas por motivo nenhum. Sabendo que era uma Primordial e a Heroína lá dentro... simplesmente deram meia-volta, desaparecendo no meio da noite.

Plash!-Plapsh!

Dentro da banheira, a água se agitava como um mar em tempestade.

PÁ!

Nina não resistiu. Ver as ondinhas na bunda redonda e empinada tomando taca era dopamina excessiva. Balançava na frente dela — uma gelatina balística perversa. O som do tapa ecoou com pressa, Plap!-Plash!-Plapsh! acompanhando o trabalho das botadas rebolantes da Primordial faminta. 

Plap!-Plap!-Plap!

Entrava com facilidade e a cada batida a bundinha se tornava mais marcada. Sua mão tatuada em vermelho, os choques tingindo o restante da bunda branquela lhe recebendo com malícia e desejo.

ShluurrrBlob!

Nina retirou de dentro... Nathaly sentiu o deslize suave e olhou-a por cima do ombro esquerdo. Fluash... Nina abandonou a bucetinha chorando e saiu da banheira... Nathaly permanecia de quatro, submissa e obediente, aguardava sua mulher lhe ordenar o que quisesse para acatar sorrindo bem safada.

Viu-a se aproximar por fora da borda... Plaki! Nina colocou o pau por cima de seu rostinho pidão. Nathaly abriu um sorriso travesso vendo-o bloquear sua visão. As mandíbulas reagiram, a boquinha se entreabriu e a língua quase salivava pedindo permissão para sua mulher sem vergonha na cara.

A-r-arff...

— Ainda não.

Nathaly respirava entrecortadamente, sentindo a maciez e o calor, querendo engoli-lo com pressa. Se aproximou bem esperta... e parou ao escutar as ordens de sua dona perversa. Podia senti-lo dentro, o gosto, o formato... mas o brinquedinho se encontrava a dois centímetros de seus lindos lábios entreabertos.

Nina esticou a mão direita sobre a cabeça da namorada... sangue escorreu da palma, e Nathaly foi banhada. Nina adorava fodê-la vestida... precisou fazer umas mudancinhas no look da menina para o dia.

Nathaly sentiu o sangue deslizando por sua cabeça e corpo... desfez seu rostinho sapeca de novo. Olhou-se e viu a criação sendo moldada — um cropped moletom preto, de mangas longas revelava seu abdômen definido.

Sentiu Nina tocar seu queixo... ergueu o rosto e o olhar respondendo ao desejo. Via a namorada lhe olhando com carinho. Nina ergueu-a de pé, e um shortinho jeans desfiado, preso por um cinto escuro e detalhado com uma corrente... tampou suas partes esperando por sua dona contente.

Ligas conectavam o short, subindo e passando pelo lado de cada seio farto, dobrando nos ombros e se prendendo no shortinho por trás... Por baixo dele... havia outras. Conectando outras ligas às meias arrastão, finalizadas com renda na parte superior das coxas da bela moça hipnotizada pelo toque suave em seu queixo dado por sua amada demônio.

Nina não mudou a gargantilha de Alissa... mas deu à Nathaly um penteado diferente para a noite — dividiu o cabelo em uma maria-chiquinha e prendeu-os com scrunchies mantendo o tom preto de todas as peças.

— Coloque as mãos para trás... Isso... Agora me mostra um rostinho de brava bem safada — Nina rosnava... e Nathaly obedecia calada. — Boa garota...

Levou a mão ao queixo outra vez, erguendo um pouco mais o rosto, para descer o seu... Mwrrrh... beijo nervoso. 

Mmn...

Harff...

Um gemidinho foi solto... Nina respirou com gosto, segurando-a e olhando-a no olho.

— Agora desce — rosnou de novo.

Nathaly respondeu com o corpo.

Shuas...

Ajoelhou-se na água — o pau apontado para sua cara. Se aproximou com calma... fechou os olhos e a linguinha chegou na piroca moldada. Mwa... continuou o beijo de cima, embaixo... mamava sua mulher de forma calma, bem babada.

Só a cabeça dentro da caminha molhada... quase mastigava seu brinquedinho macio e salgado. O maxilar trabalhando, o excesso de baba sendo engolido pela garganta lasciva se movendo.

Sua submissa safada não lhe olhava e muito menos apoiava as mãos... Os olhos continuavam selados, e a cabeça só ia e voltava... ia e voltava cobrindo em um beijo quente só a cabecinha malcriada... Nina só sentia o aperto suave dos lábios e o calor da boquinha de sua garotinha mimada. A franja cobrindo-a levemente de forma sensual e levada.

Nina fechou os olhos... Mmn... Glu-mnm... e Nathaly resolveu dar atenção ao restante do seu brinquedinho preferido. Chupando com fome, Glu-kmnm... parecia um pombo lançando a cabeça para frente e para trás... Sua garganta relaxada, descendo até o nariz encostar na barriguinha definida de sua menininha safada. O pau entrava e saía completamente, babado, pulsando contra a língua quente e mais que indecente. 

As contrações salientes... a massagem realizada com carinho pela garganta da namorada deixava Nina enlouquecida... "coitada". As mãos foram posicionadas... Nathaly abriu os olhos ao sentir as marias-chiquinhas serem seguradas.

Hunnmhaff... — Nina gemeu arrastada.

Nathaly notou e se preparou para aguentar sua garota danada. Nina rodou as mãos e fez duas alças... antes de roubar o ritmo, Grk-Gk-Glu-Mnmn... fodendo com tudo a boquinha de sua namorada obedientemente safada.

Cabeça indo e voltando... suas mãos continuavam fora dos planos.

Penetradas rápidas e profundas... saliva escorrendo pelo queixo... pequenos lacrimejos descendo em suas bochechas vermelhas cheias de sede e desejo.

Gemia e só permitia — Nina era sua garotinha, e sua menina podia usá-la como quisesse para se satisfazer todos os dias. (...Não era como se Nina não se preocupasse em satisfazê-la junto... espertinha...) Toda a pressão sendo segurada com maestria, seus engasgos e gemidos calculados e propositais destruindo a cabeça de sua mulher mais acima.

Nina abriu os olhos... seu rostinho suado olhando-a engolindo seu pau mais embaixo. Soltou o cabelo — uma mão foi para o queixo... e a outra para a base do seu taco. Nathaly olhando-a com um olhar de caçadora... Nina sentindo o aperto diminuir conforme retirava-o do fundo da garganta fofa.

Deixou só a cabecinha pausada na língua, Spluuuurrrt! e gozou dentro da boquinha submissa... Nathaly fechou os olhos, e com lindos movimentos mamando, Glup... Glu... engolia com obediência sem desperdiçar uma gotinha sequer.

Aaaahrrff... Ha-arff... Hurrff...

Nina ofegava de forma fofa — Nathaly nem parecia ter feito força. Acariciou o rosto dela com carinho. Nathaly sorriu, safada, mostrou a língua suja de porra e se inclinou para frente, Mwah! dando um beijinho molhado na cabeça do pau meio flácido.

Aaaahgurp... — Voltou a mamar levemente, limpando-o.

— Você não vai dormir essa noite — murmurou Nina, voz rouca.

Nathaly riu, sapeca, Tlik!-Tlik! e bateu o pau duas vezes no próprio rosto.

— Endureça isso. Ainda não acabei com você — rosnou sua provocação.

Nina riu baixo.

O pau obedeceu na mesma hora, voltando a ficar duro e latejante na mão dela.

Nathaly soltou um gemidinho satisfeito, Mwah! deu mais um beijinho na ponta lhe olhando, Fluash... e se virou de novo na banheira, ficando de quatro, bunda empinada alta, quadris balançando devagar em um convite mais que explícito. 

Olhava para trás por cima do ombro esquerdo, vendo Nina hipnotizada lhe olhando sem piscar... PÁ! Se deu um tapa na bunda — seu sorrisinho provocante deixava Nina maluca:

— Ela está esperando para ser espancada por você...

Flussh...

Nathaly gargalhou vendo-a quase cair no desespero que arrumou se jogando dentro da banheira... Swish-Swish... Posicionou o pau sobre o shortinho simulando perfeitamente a textura do jeans e se esfregou um pouquinho.

— O-onde você quer primeiro? — perguntou de forma afobada, fofa. 

— Escolha, meu bem — Nathaly sussurrou cheia de malícia, olhando-a por cima do ombro... antes de desviar o rostinho, sentindo cada pulsar do seu brinquedinho de adulto.

Um pouco do sangue do cropped subiu ao pescoço e criou uma gargantilha reforçada — uma coleira com corda. Nina firmou-a em sua mão, puxando-a um pouco para si... Nathaly riu animada, e um ventinho colidiu com suas partes rosadas.

Nina olhava...

Era seu sangue... não era necessário colocar o shortinho de lado. Dois buracos surgiram no tecido, revelando cada um dos seus brinquedos preferidos. Uma segunda rola foi criada, S-ShhlluurrrPprp... e Nathaly sentiu seu cuzinho e sua bucetinha sendo arrombadas.

Aarrrrrhmnnmhaff!!... — Nathaly contraiu o corpo inteiro. Tremeu e quase arqueou as costas... lutou e continuou de quatro com a bundinha bem empinada.

Cabeça baixa... olhos fechados. Respiração pesada, relaxando o corpo para aguentar a nova modalidade aplicada. PAH! ...Nina deu um tempinho, no entanto, logo puxou a coleira com força, obrigando-a a erguer a cabeça e engolir os dois brinquedos de uma só vez.

Plap!... Plap!...

— O que você quer? — sussurrou, enquanto começava a foder as duas entradinhas com estocadas fundas e ritmadas. Plap!... Plap!... Seu quadril rebolante, suas coxas e bunda tremendo mais que as da menina a cada choque em batidas.

Plap!... Plap!...

Nathaly só ria, olhos fechados, completamente entregue.

Como não respondeu... ShluurrrpPAH!... Nina puxou a coleira com ainda mais força, mantendo tudo dentro na penetração dupla.

Nathaly ergueu o corpo com a coleira apertando seu pescoço. Nina aproximou a boca da orelha dela no tempo que esta respirava ofegante:

— O que você quer? — repetiu, mostrando "quem" mandava.

Nathaly abriu um sorriso trêmulo, olhos ainda fechados, voz rouca de tesão:

— Quero que me encha de leite...

— O que você querhaarrrff? — suspirou na orelha dela... o sorriso de Nathaly se ampliou como uma droga.

— Quero... quero que você me encha de leite, por favor...

Sliss... Nina soltou a corda. Deixou-a deslizar em sua mão, vendo Nathaly despencar, Ploshh... até se apoiar novamente de quatro, no fundo da banheira quente.

Plap!-Plop!

Enquanto Nina trabalhava com maestria o quadril metendo em cada puxada de coleira, Nathaly sentiu algo bloquear a luz das tochas em sua dianteira... Abriu os olhos, Plaki! outra Nina se revelou, deixando o pau cair sobre seu rostinho ruborizado...

Não perguntou e muito menos perdeu tempo. Abriu um sorriso travesso, desviou o rosto sentindo-o escorregar por sua pele e, cheia de fome, Nhau! abocanhou a cabeça do pau do clone. Glup-Glu... Enquanto Nina, Plap!-Plop! continuava metendo forte por trás.

O clone se sentou na borda da banheira, e o movimento da boca ansiosa mudou... Agora descia e subia, descia e subia engolindo tudinho bem obediente às ordens da segunda Nina.

Flussh...

Retirou as mãos do fundo da banheira — apoiou-as nas coxas do clone em busca de firmeza... e Nina não gostou nadinha. Sangue deslizou das mangas compridas até os dedos, onde criou duas luvas sem dedos conectadas em algemas...

Uma nova corda se esticou, se fundiu na da coleira e Nathaly agora tinha os braços esticados presos para trás, nas costas, seguindo as ordens das puxadas de Nina em seu pescoço.

Plap!-Plap!-Plop!

Deixou-a somente no apoio dos joelhos, firmou a corda na mão e continuou puxando-a, penetrando-a sem parar. Sorrindo e cada vez mais excitada com a visão espetacular.

Nathaly continuou os trabalhos de boca... todavia viu a segunda Nina prendendo o pulso nas duas marias-chiquinhas. Glu-Grk!... Era notório a preocupação, esperou Nathaly estar visivelmente preparada para então começar a forçá-la para baixo no brinquedão.

Enfiava tudo... deixava por alguns segundos e a subia beeeem lentamente, sentindo cada contração e engasgo... até, Aaaarrhff... haff... retirar de dentro e escutar as respirações pesadas da cachorrinha de linguinha pra fora. 

Tudo isso para recomeçar de novo... e de novo... e de novo...

Plap!-Plap!-Plop!

Um tempinho para respirar... mesmo que atrás as batidas continuassem a rolar. O clone deixou o pau ao lado do rosto — Nathaly arfando pesado olhando para cima em seus olhos. Voltava um olhar carinhoso, todavia, ainda tinha uma promessa para cumprir.

Mandou-a se preparar, e era isso que Nathaly queria naquela noite espetacular... Plaki! O pau saiu do lado e caiu sobre o rosto dela, tampando os olhos... e esta entreabriu os lábios — sua boquinha parecia pedir para que colocasse lá dentro de volta.

— O que você quer mesmo?

— Me... M-me dê... — Sua cabeça abaixava lentamente a cada respiração, porém continuava equilibrando a rola em seu rosto quase babão. 

PÁ!

— Ohmnnm...

Um tapa forte na bunda ecoou... Nathaly gemeu e sua cabeça despencou... (Opss!) ShluurrrpPAH!... Nina não havia permitido — puxou a coleira e a ergueu ajoelhada, deixando-a colada em seu busto.

As pernas tremulas... Abriu uma fenda em seus olhos e via o clone lhe esperando com a rola duraça para ser chupada, do jeito que mais gostava, a poucos centímetros sentada na borda da banheira agitada.

— Me implore, quero escutar da sua boca — sussurrou, deixando sua respiração bater na orelha dela.

Uhmnmff... Mef... Me dê... 

— "Me dê"...? 

H-ar-haff... Me dê... Me dê leite! Por favor...

Nina a soltou e a segurou pela corda para que não caísse completamente.

Shuash...

O clone se levantou e viu Nathaly com a boca aberta, esperando por ele.

 — Aaaahn...

Sem precisar encaixar, Nathaly foi até ele com os lábios, Slurp... Glurp... voltando a chupá-lo enquanto o clone se movia lentamente, atento a qualquer sinal de desconforto para parar imediatamente.

Nathaly, com os braços esticados sobre suas costas, a mão esquerda de Nina próxima de sua cintura, segurando no shortinho de cintura baixa, enquanto a direita segurava e puxava firmemente a corda, mantinha-se com o olhar carregado de desejo e alegria, sentindo cada alargada dupla profundamente em sincronia.

Tendo sua garganta ocupada, no momento em que olhava para cima, com o clone alisando seu rosto e movendo levemente o quadril, Grk! entrando com tudo e saindo lentinho, viu passar pelos seios da segunda Nina, o olhar de desejo dela para com sua menina submissa... e foi aí que as duas disseram juntinhas: 

— Seu pedido é uma ordem, minha princesa divina.


Já na vila, Nino estava de pé, segurando Anna de cabeça para baixo, presa entre suas coxas fortes enquanto o 69 continuava sem piedade. 

Glu-Mnnm-Sluurrp!

A Primordial movia a cabeça para frente e para trás, mamando com fome, Sslick... Glurp... sentindo a língua dele brincar no rasinho da sua bucetinha molhada... (Maldade, por que não entrava?)

Nino andou até a cama, Paf e a deitou de costas, com a cabeça pendurada para fora da borda. Ainda invertida, Anna olhou para cima — seus olhos azuis brilhando de luxúria. Plaki! Nino bateu o pau grosso e quente em sua boquinha, sentindo a maciez da pele contra a carne latejante.

Aaaaahghurp... Glup-Glup...

Anna abriu os lábios, sua língua de fora recebendo a cabecinha com cordialidade... Nino enfiou sem pressa... Enfiou beeem lentamente, passando pela garganta e continuando até as bolas encostarem no nariz de sua namorada obediente... (Só na cama... Melhor que nada, né?)

O relevo do membro marcava-se claramente na pele delicada e clara do pescoço. Nino segurou-o com uma mão, apertando levemente, sentindo o pau deslizar por baixo dos dedos a cada investida funda e saliente.

Grknnmm...

Sem ar... nem precisava, só deixava seu garotinho brincando livremente com sua garganta dilatada... mas o tesão não parava. As mãos paradas ao lado do corpo deitado se moveram com pressa.

Slic-lic-lic...

Enfiou a mão direita dentro do shortinho leve e agora se masturbava desesperada... porém Nino afastou a mão dela com firmeza e assumiu o controle. Slic-lic-lic-lic-lic-lic... dedilhando a bucetinha inchada com maestria perversa.

Depois de um tempo, Cof-Cof... Haarrff... tirou o pau da garganta dela, brilhando de saliva. Anna ainda o encarava de cabeça para baixo, ofegante, mas logo se ergueu, sentando na cama com um sorriso safado.

Nino agarrou as pernas dela, Swiisshh... puxando-a até a borda do colchão e deixando-a de barriga para cima. Plaki! Posicionou o pau sobre a bucetinha coberta, encostando a cabeça grossa acima do umbigo dela. Anna mordeu o lábio inferior, encarando-o em pura provocação.

Shluurrrp... Plap!-Plap!

O shortinho deu espaço para a piroca entrar de uma vez, fundo e sem aviso, segurando as pernas dela para cima enquanto começava a meter com força e compromisso.

Plap-Plap-Plap!

Os olhares se prendiam, intensos. Anna abriu as pernas ainda mais, prendeu a cintura dele com os calcanhares e o puxou contra si, exigindo MAIS. Pl Seus corpos colaram. Mwrrrrnn... Os beijos vieram ferozes, línguas se enroscando enquanto Nino continuava penetrando — seu quadril subindo e descendo.

Plap-Plap-Plap!

Uhnm-mnn-mnm... — gemia cheia de tesão contra a boca do seu branquelo.

Pararam de se beijar por um segundo, rostos colados, respirações misturadas, apenas se encarando enquanto ouviam o som molhado das estocadas na bucetinha encharcada...

Plap!-Plop!-Plap!

Dois demônios de sangue frio sentindo o corpo um do outro quase queimando de tão "febril".

Os olhos desceram para os lábios... Uma risadinha safada escapou dos dois ao mesmo tempo antes de voltarem a se devorar num beijo ainda mais safado.

Mwrrrrh...

Plap!-Plop!-Plap!

Nino parou de beijá-la, mordeu o lábio inferior dela e puxou devagar para trás, ShluurrrBlob! enquanto se levantava, retirando seu pau todo molhado de dentro da sua menina levada.

— Empina essa bunda — ordenou, Fwwaap-Faaap! masturbando-se devagar com a mão direita.

Anna sorriu obediente e ficou de quatro na cama, empinando a bunda redonda e branca para ele.

PÁ!

Nino apertou a carne quente da bunda após presenteá-la com um belo tapa. Afastou um pouco mais o shortinho de lado abrindo a visão e lhe socou dedada.

Slirc-Lirc-Lirc... Enfiou três dedos na bucetinha encharcada algumas vezes e pressionou o cuzinho com o polegar. Então, ShluurrrpPlah!-Pah! meteu o pau inteiro de uma vez alargando o caminho do barro sem hesitar.

Anna mordeu o lábio com força. Apertou os lençóis e revirou os olhos perdendo as forças... Paff! Nino empurrou as costas dela para baixo, deixando a bunda empinadinha bem alta.

Pah!-Pah!-Pah!

Nino a fodia na diagonal, quase em um ângulo vertical, fundo e possessivo. Passou a mão direita por baixo da garota, segurando a garganta com força. Deixando-a mais uma vez sem conseguir respirar… Sua mão se moldando ao pescocinho saliente...

Levantou a cabeça de Anna para trás, curvando-se sobre ela. Plahp!-Plahp!-Pah! Metendo fundo, olhando-a começar a lhe olhar... Anna abriu os olhos bem devagar, sorrindo travessa, e soltou uma risadinha rouca. Nino riu junto, Plahp!-Plahp!-Pah! vendo aqueles olhos azuis brilhando e se revirando de prazer a cada penetrada bruta... Paff... Soltou-a.

ShluurrrpBlop!

O pau deslizou para fora e Nino se levantou parcialmente. O buraquinho completamente alargado se fechando conforme a regeneração se mostrava inconveniente... Nino não ficou contente.

Quando Anna tentou se virar, Bm o Primordial segurou sua cintura, Paff ergueu-a e deitou-se na cama, puxando-a por cima de si, de costas para ele.

Segurou as pernas dela dobradas para cima com um braço forte, encaixou o pau com o outro e começou a meter rápido no cuzinho desobediente.

PLOP!-PLOP!-PLOP!

O pau marcava forte na barriguinha definida e exposta pelo pequeno cropped a cada estocada nervosa. Anna arregalou os olhos, surpresa com a sensação do peitoral dele contra suas costas... O volume enorme lhe abrindo por dentro.

PLOP!-PLOP!-PLOP!

Sssquiirrtt!

Não aguentou tal sensação repentina... Seu corpo imobilizado, as perninhas dobradas para cima. Sua bucetinha chorou cheia de ciúmes, era ela que queria... mas o cuzinho roubou seu dia.

Nino sentiu e a viu esguichando na cama — a cada penetrada parecia que mais néctar divino sairia... PLOP!-PLOP!-PLOP! Continuou metendo firme, sentindo e escutando os sons que Anna produzia, os gemidinhos baixos e cansados de sua poderosa garotinha.

PLOP!-PLOP!-PLOP-Plop!... Plop!... Plop...

Aos poucos foi diminuindo o ritmo... Plop... Plop... até parar, Paf... e virá-la de lado na cama, ainda de costas para ele. O rostinho dela cansado e destruído. O dele contente e suado.

Hurff...

Harrff-haff...

Encostou o rosto no dela, corpos colados, sentindo as respirações profundas. O pau latejava dentro, Plap... Plop... metendo devagar de conchinha.

Deslizou a mão pela barriguinha até chegar no relevo do pau marcando por baixo da pele... Frc-Frc... fez carinho em sua cabeça... Anna soltou uma risadinha trêmula e bem travessa.

— Vou aceitar a derrota dessa vez. Não esperava esses movimentos surpresas...

Nino riu do tom dela, Shlluuurrrpp... e a puxou mais para trás, encaixando-a perfeitamente contra o corpo dele.

Hunrrrmnumff...

O pau entrou até o fundo. Anna soltou um gemido silencioso que fez Nino latejar ainda mais de tesão no profundo buraquinho tentando piscar todo confuso.

Plap... Plap...

Nino continuou metendo devagar, agora com um dedo na boquinha dela.

— Já te disse hoje o quanto você é linda e gostosa?

Tirou o dedo e a abraçou por trás — mão espalmada entre os seios.

— Todo dia.

— Então vai escutar mais uma vez hoje: você é a mulher mais linda e gostosa do universo inteiro.

— É?

— É! Mwah!-Mwah... — Nino começou a dar beijinhos quentes no pescoço, enquanto ela, Plop... Plap... sorria ofegante, sendo fodida devagar.

— Já disse o que acontece quando você começa a fazer isso?

— O que acontece?

— Você desce.

— Eu desço, é?

— E vai ficar lá a noite toda.

— É?

— É!

Nino tirou a mão dos seios e, PÁ! Mnm... ...Com a contração que ela deu no pau após o tapa, apertando forte a bundinha safada, ShluurrrpBlop! retirou-se de dentro e se levantou, vendo o estrago que causou se fechar com um delay maior... desta vez.

— Seu pedido é uma ordem, Deusa da minha vida todinha…

Se ajoelhou no chão, Swwiissshh... e puxou as coxas grossinhas como se fosse um prato de comida, um banquete inteiro, até ele.

Logo a deixou na beira e começou a brincar com sua propriedade, Mwah!-Muua... dando beijinhos molhados nos lábios encharcados.

Anna sorria para o teto, olhos semicerrados.

Nino parou de beijar e enfiou a língua com calma.

Lick-Slik...

Tocando propositalmente nas paredes, mudava o formato da língua e suas propriedades: lisa, áspera, aveludada, macia, rugosa, crespa, esburacada, granulada, melada, seca, esfarelada, quente, fria, rígida, escamosa...

...O sorriso de Anna desapareceu.

Huurrhnmnmn!!...

Sua menina contorceu o rosto todo. Paff! Jogou a cabeça para trás — parecia querer furar o colchão — e agarrou a cabeça dele com as duas mãos, Rrggmnmn... prendendo-o ali, escutando-o grunhir para destruir as camadas da sanidade da Primordial sendo chupada...

As coxas grossas se fecharam ao redor do rosto dele, entregando-se completamente ao desejo carnal...

Queria ter a absoluta certeza de que ele não sairia sem a sua permissão daquele ato infernal.

Ssssliiick-Slissrrrk!

A língua de Nino cresceu absurdamente dentro dela, movendo-se com intensidade, lambendo, girando, sugando. Anna delirava, corpo arqueando, gemendo sem controle enquanto ele fazia a festa, sabendo exatamente como levá-la à loucura de sua obsessão perversa.


Thoon...

Era um novo dia... uma nova manhã.

Nina entrou no salão real acompanhada por Nathaly que vinha logo atrás, embriagada, sorrindo feito uma boba feliz.

Corpo todo bambo, cambaleando para tudo que era lado... Nina sempre lhe tocando no ombro para não vê-la cair do nada.

— Você está com um rosto muito feliz hoje, Grande Heroína — comentou Morf.

— Tive uma boa noite...

— Dormir é bom mesmo, hahahaha! — com um sorriso no rosto, o rei gargalhou cheio de energia.

"Mas eu nem dormi...", Nathaly pensou, mantendo os olhos fechados, balançando seu corpo para frente e para trás. Tap... Nina mais uma vez impediu-a de se regaçar no chão.

— ...Pintou o cabelo?

Aham... 

— Dentro da igreja, havia laboratórios com crianças humanas sofrendo experimentos pros rituais do tal Semi-Deus Artificial, como o bispo X9 disse — Nina interrompeu o rei "enchendo o saco".

— O que é "X9"?

Nina olhou para o rei com desdém.

— Não importa. Lá dentro, também tinha um mapa de dois reinos: Van-Sirieri e Dirpu. Conhece?

— Sim. Temos relações comerciais com Van-Sirieri. Não entendi por que haveria um mapa nesse lugar. A menos que haja uma igreja lá também...

— Como assim?

— ...Esta igreja começou no reino de Dirpu, e alguns bispos vieram para cá e abriram uma igreja aqui também... Talvez tenham ido para Van-Sirieri. Se vieram até aqui, que fica bem mais longe do que ir para lá, acredito que foram para lá também.

— Entendi. Então... tudo começou em Dirpu?

— Acredito que sim.

Thoon...

Uma serva entrou acompanhada da princesa. Quando Aurora viu Nathaly, se alegrou imediatamente. Ergueu os bracinhos de longe e saiu correndo gritando:

— Tia Nataaaayyy!

Thunf... Nathaly a segurou no colo.

— Como você está, princesa?

— Muito feliz!!

Nina olhou com desdém para a princesa nos braços da SUA mulher e se virou novamente para o rei:

— Vocês possuem algum mapa que mostre o caminho até Dirpu?

— Sim, está na biblioteca. Fiquem à vontade para buscá-lo antes de partirem em viagem. — Morf olhou para Aurora — Filha!

— Oi, papai!?

— Vem cá.

Nathaly a soltou no chão, e ela correu até o rei, subindo em seu colo.

— Vou mandar uma mensagem por telepatia para meu amigo, o rei de Dirpu, avisando que vocês estão indo investigar a igreja de lá. Assim, eles não se preocuparão com a chegada inesperada de vocês.

— Isso ajuda. Bom, vou passar na biblioteca então.

— Tudo bem... — Morf fechou os olhos com um sorriso estranho, igual o do bispo na igreja... Nina não percebera... Havia se virado e caminhava na direção da porta.

— Vocês estão indo viajar?! — perguntou Aurora.

— Sim — respondeu Nathaly, após se virar novamente para o trono.

— QUE LEGAL!! Bom passeio, tia Natay! Tchau, moça!

— Tchau, princesa — Nathaly respondeu com um sorriso.

Nina não respondeu nem se virou; só continuou andando até a porta.

Ao passar por ela, tudo voltou ao que realmente era: um palácio completamente sujo e destruído, com rachaduras nas paredes, tapetes rasgados e queimados... Todavia, não conseguiam ver a verdade e apenas continuaram a andar pelos corredores, vendo uma ilusão criada em suas mentes.

— Onde é a biblioteca?

— Só me acompanhar, novinha. — Pá! — Sei onde é.

Nathaly deu um tapa apertando firmemente a bunda da namorada.

— Nossa... redondinha.

— Tá louquinha pra ficar sem andar por uma semana, né? — Nina respondeu com um olhar sério.

Nathaly riu muito alto... uma risada sapeca e meio envergonhada, enquanto Nina manteve o olhar fixo, vendo a pele branquinha da garota ficar vermelha em poucos segundos. Mas, devido à ousadia, Nina não deixaria barato.

— Relaxa, depois vou te pôr numa fantasia de policial, te botar num kit preto, um shortinho enfiado no rego, enquanto te fodo toda algemada e amarrada na minha frente.

Nathaly ficou ainda mais envergonhada, olhando Nina a encarar com algo que parecia raiva. Esta a segurou, Phaf! e a pressionou na parede, mantendo o joelho entre suas coxas grossinhas.

— Depois, quem sabe enfermeira... você entra pra cuidar da paciente e ela te dá uma coç...

Muannh!

A mais baixa a interrompeu com um beijo, muito embaraçada e com pensamentos conflitantes sobre se deveria deixar ou tentar fazê-la parar... porém Nina segurou o pescoço dela e se soltou.

— Se controle, já, já começa a escorrer pelas pernas... — Aproximou o rosto do pescoço... seus sussurros raivosos. — Mwah! Vou te fuder aqui mesmo. Quem nos ver, morre. Já tá molhadinha, prontinha pra mim?

Nina levantou o rosto ao sentir as pernas bambas — uma tremedeira inocente tentando manter os joelhos firmes. Vendo o olhar de vergonha e excitação de Nathaly desejando-a, riu e a soltou no tempo que a zombava:

— Booora, me leve até o mapa.

— ...NÃO TEM GRAÇA!

— Relaxa, vou te deixar bem calminha e obediente todas as noites durante essa viagem — respondeu, com um carão provocante e um toque de deboche.

Nathaly desviou o olhar... um fio de fluido escorrendo pela perna.

— Ó, ó, fecha a torneirinha, novinha — zombou com um sorrisinho.

— PARA!

Depois de alguns minutos caminhando pelos corredores, chegaram à biblioteca e entraram na escuridão do lugar. Logo, Nathaly foi até onde havia ajudado Aurora a guardar o mapa quando precisou da ajuda dela. Caminhando pelos corredores destruídos, pegou o livro invisível da estante inexistente.

Caminharam até as mesas e apoiaram o livro no ar, abrindo-o atrás do mapa. Nina pegou o mapa e retornou o livro ao seu lugar imaginário. Após saírem da linda e iluminada biblioteca, fecharam a porta dupla, deixando o lugar completamente escuro novamente.

Fu!-Fu!

Saíram do palácio e correram rapidamente, subindo nas muralhas ao Leste.

Nina olhou para o mapa invisível aberto em suas mãos e comentou:

— Então, tecnicamente, é só seguir reto até a casa do caralho e depois virar um pouco pra direita em direção à puta que pariu.

Nathaly começou a rir dela. Esta olhou para Nathaly rindo e acabou rindo junto.

— É tão longe assim?

— Não sei dizer, mas deve ser mais longe do que nossa vila. Pode ter certeza.

— Bora, então... Quem chegar primeiro ganha! — Fu! Nathaly disparou, pulando o enorme fosso ao redor do reino e cortou caminho pelo deserto.

— MAS EU É QUE TÔ COM O MAPA! — Nina gritou, colocou o mapa imaginário dentro da roupa de sangue e, Fu! saiu correndo atrás dela, mantendo um sorriso no rosto, enquanto a alcançava sem muito esforço.

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