Akai Sakura Brasileira

Autor(a): Matheus Mariano


Volume 2 – Arco 4

Batalha de Zhelezo

Após a reconquista da cidade de Gluboky, capital da província de Shanky. Agora, eles partiriam para a vila Zhelezo, no norte de Shanky.

Kamui e Tomoe se encontraram com Ksenia, Hanqying e os tenentes-coronéis na cabana principal para discutir o plano de reconquista da vila.

— Bom dia. Agora que reconquistamos Gluboky, partiremos para Zhelezo. Acredito que, agora que conseguimos destruir grande parte das forças do exército Nachtagenten. Provavelmente  o nosso trabalho será mais simples. Porém não podemos baixar a nossa guarda.

— Sim. Mesmo com o exercíto Nachtagenten enfraquecido. Ainda tem a Ayaka e o Toshiro. — disse Hanqying.

— Ivan, vocês encontraram algum acampamento ou outra estrutura na região da vila Zhelezo?

— Sim. Encontramos um acampamento próximo à vila e dois postos avançados um pouco mais distantes.

Ivan pegou o pincel e marcou as estruturas no mapa. Zhelezo ficava a cerca de oitenta quilômetros da capital Gluboky. Os dois postos avançados estavam a cerca de dez quilômetros da vila, enquanto o acampamento ficava a duzentos metros.

— Eles ficam nessa região.

— Obrigada. Vocês perceberam alguma movimentação de tropas Nachtagenten no local?

— Não percebemos nenhuma movimentação deles.

— Certo.

— General Ksenia, esses dois postos adicionam uma complexidade à infiltração na vila. Mesmo com superioridade númerica, podemos ter alguns problemas. Principalmente porque não sabemos como Ayaka ou Toshiro reagirão ao perceberem nossa presença no território.

— Mikhail, você levantou um ponto importante. Minha ideia é utlizar os canhões mágicos para atacar diretamente esses três pontos. Os canhões poderiam ficar posicionados nessa região ao leste de Zhelezo — Ksenia apontou para o mapa com uma varinha. Ela mostrou uma região elevada e plana, perfeita para a instalação dos canhões. Daquele local poderiam atingir qualquer ponto em Zhelezo — Seríamos percebidos, mas isso já causaria um certo alvoroço nos inimigos. Em seguida, sem perder tempo, avançaremos com tudo em um único grande grupo. O objetivo é tomar a vila rapidamente. 

— Hum… isso pode funcionar. — comentou Mikhail.

— Gostei da ideia! — disse Tasha, empolgada.

— Sobre a Ayaka e o Toshiro, Kamui e Evelyn se infiltarão antes de nós, forçando-os a entrar em combate e assim nos dando tempo para chegar à vila.

— Pode deixar com a gente. Dessa vez nós vamos acabar com eles. — disse Kamui.

— Tasha, separe um pelotão para apoiar a artilharia no deslocamento até o local onde os canhões serão montados. Os demais repassem a estrátegia aos soldados e depois reúnam todos em frente à cabana central.

Todos seguiram as ordens de Ksenia. Tasha separou o pelotão que escotaria a atirharia até o ponto onde os canhões seriam montados. Esse foi o primeiro grupo a partir para Zhelezo. Valia e Yuxuan acompanharam o grupo. No acampamento, após os outros repassarem a estratégia aos soldados. Eles se reuniram em frente à cabana principal. No palanque estavam Ksenia, os tenentes-coronéis de Zarya e Ming, além de Kamui e Tomoe. Com o sol se pondo, Ksenia realizou seu discurso:

— Soldados, hoje partiremos para a vila Zhelezo. Estamos cada vez mais próximos do nosso objetivo de expulsar de vez os Nachtagenten de nossa terra. No sul, a princesa Sasha, juntamente com apoio da princesa Akila, do império anka, e de outros, conseguiram reconquistar a próvincia de zamerzshiye Al'py. Ainda temos muito trabalho a fazer. Não pensem que, por termos causado grandes danos a eles com a vitória da batalha de Gluboky, que o nosso trabalho será fácil. Não baixem a guarda. Mantenham a mesma garra de antes da batalha de Gluboky. Somente assim alcançaremos o nosso objetivo. Vamos mostrar a eles toda a nossa força e poder! Vamos recuperar o que é nosso!

Após o discurso de Ksenia, eles partiram rumo à vila Zhelezo. Os canhões já estavam montados no local planejado. As tropas pararam no final da floresta. Abaixo estendia-se a plánicie onde a vila Zhelezo se encontrava. Conseguem observá-la de longe. Naquele momento já era noite. Ksenia utilizou um cristal mágico para se comunicar com Valia, avisando-a sobre a chegada das tropas. 

De acordo com o plano, Kamui e Tomoe avançaram para vila, desviando dos postos avançados e do acampamento para não serem notados pelos inimigos. Assim que chegaram à cidade, foram direto para a praça central, local onde ficava a casa do chefe da vila. Pensaram que seria um local mais provável onde Ayaka poderia estar. Não havia nenhuma pessoa na praça central. Como era quase madrugada, todos os moradores dormiam em suas casas. Apenas alguns soldados faziam patrulhas pelas ruas da cidade. Tomoe utilizou magia e destruiu a fechadura da casa, assim abrindo a porta. Eles entraram na casa, porém não encontraram nada no primeiro andar.  Sequer as lanternas estavam acesas.

— Aqui em baixo está vazio. Vamos ver se ela está no segundo andar.

— Sim. — concordou Tomoe.

Enquanto isso, os canhões já estavam apontados para os alvos. Eles esperavam apenas a ordem de Valia para disparar. Após Valia terminar de falar com Ksenia, ela ordenou que os soldados efetuassem os disparos. Os canhões dispararam. Os projéteis atingiram os os alvos. Os postos avançados foram destruídos e parte do acampamento também, e a área ao redor do acampamento foi incendiada. 

Após os disparos, as tropas de Zarya avançaram com tudo rumo à cidade. Do acampamento saíram todos os soldados Nachtagenten que estavam no local. Eram cerca de oitocentos soldados. Zarya estava com cerca de dois mil e oitocentos soldados. 

Na casa do chefe da vila, Kamui e Tomoe escutaram e sentiram o tremor causado pelos disparos. Eles chegaram ao segundo lugar, mas não encontraram ninguém. Acontece que Ayaka não estava naquela casa. Ela participava de uma reunião com todos os soldados Nachtagenten no acampamento. 

— É nenhum sinal dela. — disse Kamui.

— Ela deve estar no acampamento. Temos que ir correndo para lá.

— Sim.

Tomoe utilizou magia de teletransporte, com isso, eles chegaram no acampamento no mesmo instante. Os soldados Nachtagenten já haviam saído do acampamento e lutavam com o exército de Zarya  alguns metros à frente. Na região onde ficam os postos avançados. Kamui e Tomoe entraram na cabana principal e lá encontraram Ayaka, ainda sentada à mesa. Ela estava pensativa. Tomoe não perdeu tempo, sacou sua foice e atacou Ayaka, que bloqueou o ataque.

— Olha quem está aqui. Vocês não desistem, não?

— Acho que você está invertendo a ordem. Quem perdeu recentemente foi você. Dá última vez, a Raiden decepou suas pernas. Aquilo deve ter doído, não é? Então estou aqui para fazer o que deveria ter feito em Gluboky. — provocou Kamui.

— Haha! você está confiante demais. Se não fosse ela você estaria morto.

— Tenho que concordar com você. Eu não sou nada sem a Raiden. Mas é a nossa parceria forte que faz com que qualquer obstáculo seja vencido.

— Ah! Você fala demais, você é irritante, muito irritante.

Ayaka avançou agressivamente contra Kamui. Que bloqueou o golpe com sua espada. Após isso, eles trocaram vários golpes. Tomoe procurava uma brecha para poder atacar Ayaka. Em um momento, Kamui conseguiu ferir o braço direito de Ayaka. Quando ela recuou por causa da dor, Tomoe lançou uma bola de fogo contra ela. Ayaka criou um escudo de fogo que bloqueou o golpe de Tomoe. Ayaka aproveitou o momento para curar seu ferimento. Após estar recuperada, ela avançou contra Tomoe. Aplicou fogo em seu espadão e lançou várias bolas de fogo contra Tomoe. Que conseguiu se esquivar de todas. Em seguida, elas trocaram vários golpes. Kamui utilizou um totem para se aproximar e lançou uma bola elétrica que acertou Ayaka em cheio, fazedo-a cair. Ela agiu rapidamente e se teleportou um pouco para longe para escapar do golpe de Tomoe. Em seguida, ela aplicou fogo novamente em seu espadão e bateu-o no chão, com isso, do chão saiu um grande rastro flamejante. Kamui e Tomoe conseguiram desviar. Depois, Tomoe avançou e tentou uma investida contra Ayaka que bloqueou seu ataque. Kamui utilizou um totem para se aproximar e lançou as magias Tempestade e Respiro da Kitsune. Porém, Akaya conseguiu se esquivar de tudo. Depois, ela lançou uma grande bola de fogo contra eles. Kamui criou um grande escudo de eletricidade que os protegeu do ataque. 

Em seguida, utilizou um totem para se aproximar de Ayaka, e trocou vários golpes com ela. Tomoe aproveitou o momento, e lançou um poderoso jato flamentante contra Ayaka. Ela não conseguiu desviar e foi acertada em cheio. O golpe fez com que ela perdesse o braço direito e deixasse o espadão cair no chão. Mas rapidamente recuperou-o e fugiu por um portal. 

— Droga. — disse Tomoe.

— Ela não deve ter fugido para muito longe. Provavelmente ela vai invocar alguma criatura. Ela sabe que o exercíto Nachtagenten não tem chance alguma contra o de Zarya.

— Não duvido que ela faça isso. 

— Vamos fazer o seguinte. Eu vou procurar por ela e você fica apoiando as tropas. 

— Está bem.

Kamui saiu à procura de Ayaka, enquanto Tomoe foi se juntar às tropas de Zarya. Eles já haviam avançado muito. dos oitocentos soldados Nachtagenten restavam quatrocentos. Era questão de tempo até que fossem derrotados. 

Ayaka fugiu para a casa do chefe da vila e lá ela usou magia para regenerar o braço que havia perdido. Além disso, tomou uma poção de mana. Ela também invocou um monstro no local onde estava o exército de Zarya. Pois sabia que, se dependesse apenas do exército Nachtagenten a derrota seria quase certa. Além disso, ela queria se livrar da luta de Kamui e Tomoe, pois ela estava com dificuldades em lutar com os dois ao mesmo tempo. 

De repente, do chão, surgiu uma serpente gigante de escamas brancas. Seus olhos eram vermelhos carmesim e suas escamas brilhavam intensamente.

— Era o que eu esperava.

— Isso é coisa da Ayaka, não é? — perguntou Tasha.

— Exatamente.

Kamui andava pelos telhados à procura de Ayaka ao ver as luzes na casa do chefe da vila, ele aterrissou na sacada e encontrou Ayaka no quarto.

— Então você me achou…

— Sim, e agora será o seu fim!

— Haha! Quanta confiança. Você viu o meu bichinho lá fora?

— Vi, sim. Mas tenho certeza que aquilo será algo simples para a Tomoe.

— Vou acabar com você e entregar sua cabeça para ela. 

— Pode tentar. Você não vai conseguir. 

Após a troca de farpas, a luta começou. Ayaka avançou como um raio na direção de Kamui. Ele se esquivou, pulando para a praça. Ayaka o acompanhou e eles trocaram vários golpes. Em um momento, Kamui conseguiu utilizar a magia Bomba Elétrica, o que forçou Ayaka a recuar. 

Do outro lado, a grande serpente branca fazia estragos. O éxercito de Zarya foi forçado a recuar. Os soldados atiravam com os rifles mas não causavam dano sequer. Tomoe tentava atacar a criatura, porém também não conseguia causar muitos danos. Apenas alguns arranhões.

— Os tiros não estão funcionando. — disse Tasha.

— Cuidado! — gritou Tomoe.

A grande serpente havia acabado de emergir no solo. Ela surgiu bem no meio das tropas de Zarya. Com esse ataque, vários soldados perderam a vida.

— Droga, recuem. — ordenou Ksenia.

As tropas recuaram ainda mais. Tomoe avançou com tudo contra a criatura. Com sua foice em chamas, ela conseguiu partir a cauda da serpente. No mesmo instante, a criatura regenerou a parte perdida. 

— Ah… Já esperava por isso.

Os magos lançaram várias bolas de fogo contra a criatura; ela sofreu alguns ferimentos, mas os curou no mesmo instante.

— Essa cobra é muito resistente. — disse Tasha.

— Sim. Mas ela deve ter um ponto fraco. Precisamos encontrá-lo.

Na praça central, a luta entre Kamui e Ayaka continuava intensa. Ambos trocravam golpes poderososos. No momento, quem dominava a luta era Ayaka. Ela lançava várias piromancias contra Kamui, que se esquivava com habilidade. Em um momento, Kamui conseguiu se desvencilhar dos golpes de Ayaka e se afastar. Então ele utilizou seu trunfo: a magia Tempestade, seguida do Respiro da Kitsune. Os ataques foram altamente eficazes. Ayaka até conseguiu escapar dos raios, mas acabou sendo acertada em cheio por Raiden em forma de Kitsune. Ela caiu no chão e se levantou rapidamente, cuspindo sangue. O golpe deixou Ayaka ainda mais furiosa. Ela aplicou fogo em seu espadão e avançou com tudo contra Kamui.

Tomoe continuava a lutar contra a criatura. Ela havia conseguido fazer com que a criatura se afastasse do exército dos Nachtagenten. Com isso, as tropas de Zarya poderiam se concentrar em atacar os soldados inimigos. Com ela estavam, Tasha, o pelotão de atiradores e alguns magos. No decorrer da luta, Tomoe percebeu que as piromancias e os tiros, pelo menos, faziam com que a criatura ficasse levemente atordoada.

— Vamos fazer o seguinte. Tasha, eu quero que vocês atirem sem parar naquela cobra, e que os magos lançem vários raios de fogo contra ela. 

— Afirmativo! — disseram eles. 

Eles seguiram as ordens de Tomoe. Os tiros e os raios flamejantes fizeram com que a grande serpente ficasse atordoada. Tomoe agiu com rapidez. Aplicou fogo em sua foice e avançou contra a criatura. Ela cortou a cabeça da serpente, que caiu no chão levantando uma imensa nuvem de poeira. Em meio ao nevoeiro, Tomoe encontrou o cristal na cabeça da criatura e o destruiu. 

— Pronto.

— Ei, Evelyn, ela se levantou de novo! — disse Tasha. 

De alguma forma, a criatura havia conseguido regenerar sua cabeça. Aquele cristal era um núcleo falso da criatura. 

— Vamos seguir com a mesma estratégia. O núcleo dela deve estar em algum lugar. Só nos resta descobrir onde está.

Na praça, a luta entre Kamui e Ayaka estava ainda mais intensa. Naquele momento, quem dominava a luta era Kamui. O golpe que Ayaka recebera de Raiden em forma de kitsune havia causado uma hemorragia interna. Ayaka já havia conseguido tratar a hemorragia. Pórem seu corpo já estava prejudicado. Ela não queria desistir, pois acreditava que a serpente ainda poderia ser o ponto de virada na batalha. 

Eles trocaram vários golpes. Ayaka mais defendia do que atacava. Ela estava exausta. Tentou uma investida contra Kamui, lançando um grande raio de fogo contra ele. Kamui defendeu-se criando um escudo de eletricidade.

— Renda-se, Ayaka. Olhe para a sua situação. Você não tem condições de continuar lutando.

— Essa luta só terminará quando eu te matar. 

Sem ter que se preocupar com a serpente, o exército de Zarya conseguiu lidar muito bem e aniquilar a força inimiga. Com o exército Nachtagenten derrotado, seguiram para a cidade. 

Tomoe continuava a lutar contra a serpente. Naquele momento, a criatura realizava vários ataques. Entrava e saía da terra e tentava acertar os soldados com sua cauda. Tomoe ajudava criando escudos que protegiam os soldados dos ataques. Em um momento, a serpente abriu sua boca e começou a gerar uma gigantesca bola de luz.

— Cuidado! Cheguem mais perto de mim, rápido.

Eles seguiram a ordem de Tomoe. Ela criou um grande escudo de fogo que os protegeu do ataque da serpente, que lançou um poderoso raio de luz. O escudo os defendeu totalmente.

Após o fim do ataque. Tasha ordenou que os atiradores voltassem a disparar contra a criatura e que os magos retomassem os sucessivos raios de fogo. Tomoe utilizou a magia Raio Definitivo. O ataque partiu o corpo da serpente ao meio, revelando seu núcleo real. Tomoe avançou rapidamente e destruiu o núcleo, e assim, a criatura foi derrotada.  

Na praça, a luta entre Ayaka e Kamui continuava. Ayaka apenas se esquivava ou bloqueava os ataques. Kamui não deixava espaço para ela contra-atacar. Em um momento, ela finalmente conseguiu acertar o braço direito de Kamui. Ele se afastou e gemeu de dor. Raiden rapidamente curou seu ferimento. O ataque bem sucedido fez com que Ayaka recuperasse sua confiança. Ela aplicou fogo no seu espadão e avançou agressivamente contra Kamui. 

Eles trocaram golpes por algum tempo. Em um momento, Ayaka conseguiu arremessar uma grande bola de fogo contra Kamui, porém ele conseguiu se esquivar. Em seguida, Kamui avançou contra Ayaka utilizando um totem e conseguiu cortar o braço esquerdo dela. Ela gemeu de dor, mas, mesmo assim, não desistiu e tentou contra-atacar, porém não teve sucesso.

— Dessita, Ayaka.  Você já perdeu essa luta. 

— Não, eu não perdi. Vou te matar agora.

Naquele momento as tropas de Zarya chegaram à praça central. Vendo que, se continuasse ali, seria morta ou capturada. Ayaka criou um portal e fugiu.

— Ah… fugiu…

— Kamui!

— Ah, Ksenia. 

— Ótimo, ela fugiu. Tudo bem o importante é que recuperamos a vila Zhelezo.

— Sim. Realmete isso é o mais importante.

— Soldados, avisem os moradores sobre o fim da batalha depois reúnam-se aqui na praça central novamente.

Os soldados seguiram as ordens de Ksenia. Poucos minutos depois. Tomoe, Tasha e os outros soldados chegaram na praça.

— Ah… estou exausta. Lutar contra aquela cobra não foi nada fácil.

— Realmente aquela cobra tinha uma força surreal. — disse Tasha.

— O bom é que conseguimos conquistar nosso objetivo.

— Sim. E a Ayaka, fugiu de novo?

— Sim, fugiu mais uma vez.

Após os soldados comuniarem a polulação sobre o fim da batalha, todos se reuniram na praça central. Lá, Ksenia realizou seu discurso:

— Boa noite, povo de Zhelezo e soldados. Conquistamos mais um passo em nosso objetivo de expulsar os Nachtagenten de nosso território. Agora faltam apenas duas vilas para livrar de vez a província de Shanky da ameaça dos Nachtagenten. Nessa batalha, infelizmente, permos alguns companheiros. Estes que entregaram suas vidas para salvar a nossa nação. Ainda temos trabalho a fazer. Vamos recuperar o que é nosso!

Após o discurso de Ksenia, os soldados e a população da vila Zhelezo comemoram a vitória. Mais tarde, no ambiente interior da Muramasa no Kitsune. Kamui, Tomoe e Raiden conversavam sobre a batalha.

— É… agora só faltam duas vilas. E as coisas estão indo bem no sul. A Sasha e Akila conseguiram recuperar a província de Zamerzshiye Al'py, e provavelmente já estão se preparando para tentar recuperar a província de Ploskiy.

— Sim… tudo está dando certo. Mas ainda temo que o Toshiro faça algo. Ele não assumirá essa derrota tão fácilmente. 

— Ah é simples! Nós acabamos com eles antes que eles tentem algo. A Ayaka consegiu escapar por pouco. Hoje foi o dia em que ela chegou mais próxima da morte.

— Na próxima vez nós vamos acabar com ela. Mesmo se o Toshiro aparecer para ajudá-la. Eles não vão conseguir nos vencer.

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