Volume 2 – Parte 2
Capítulo 60: Despedida
— Nós não podemos ir com vocês...
A criança murmurou enquanto desviava o olhar, seus punhos cerravam-se com esforço.
— Sei que o maninho e a maninha querem nos proteger acima de tudo, mas... eu não consigo deixar eles pra trás assim.
Segurando as emoções, Bianca ergueu o queixo a fim de contrair toda a expressão corada.
Já era início da tarde do dia anterior à batalha decisiva na qual os Marcados de Altair e Vega participariam.
Próximas do percurso que as levaria ao transporte necessário para retornarem a um local seguro no Norte, a pequena escolheu seguir o coração.
Tão resoluta quanto a amiga de universidade do rapaz, não permitiria quaisquer medidas insistentes por parte da grande freira, responsável por conduzi-las assim como lhe foi requestado.
Sua filha também não aparentava carregar objeções quanto a tardia decisão da menina.
Apesar de não ter o direito de mandar na dupla. Beatrice Grace ainda sentia certo peso por deixá-las sozinhas.
O favor que cumpria ao garoto cacheado tinha uma simples motivação: o pagamento de uma dívida.
— Eu realmente prefiro que vocês venham conosco. — Virou a metade restante do torso, até ficar frente a frente com as duas. — Você está ciente de que, caso volte até aqueles jovens...
— Sim! — Bianca a cortou, determinada. — Mas eu não me importo com o que o maninho ou a maninha vão pensar. Eu quero ficar junto com eles. Não quero que... eles fiquem longe...
Uma mudança emocional repentina tomou conta da criança, que segurou os próprios braços com força, conforme inclinava o olhar até o solo.
As três aliadas a fitaram quietas, a Marcada de Capella já assimilava com clareza a razão daquele gesto.
— Eu concordo com ela. — Helen se pronunciou, puxando a atenção da líder. — Também estou preocupada. Com Norman, principalmente. Sei que não posso fazer muito para ajudar. Até porque mal conheço os detalhes deste evento. Mas se for possível acreditar em intuição... então ela está gritando para que eu volte!
As fortes palavras da menina, inserida de volta em toda aquela loucura após quase quatro meses de puro trauma, trouxeram um arrepio incomum à mulher de sardas.
A Marcada de Deneb também levantou as sobrancelhas, sentindo todo o temor da solidão ser varrido graças a confiança da universitária.
Defronte tais posturas irredutíveis, a freira resumiu-se a exalar um fraco suspiro de vistas cerradas.
Embora soubesse que, caso insistisse um pouco mais elas acabariam desistindo, ficou sem coragem para realizar tal afronta.
Afinal, podia ver nos olhos de ambas a angústia em pensar sobre futuros arrependimentos.
Ela já havia passado por isso, portanto não desejava repetir os mesmos erros.
Divagar sobre isso a fez olhar de canto para Judith, à parte de toda a discussão por vontade própria.
— Tudo bem... — Cedeu exasperada. Era o melhor a se fazer, pensou antes de concluir. — Entendo o que sentem, de verdade. Por isso, se desejam mesmo ir...
Com a aceitação da mais velha, Bianca abriu um sorriso animado. Helen também reagiu contente, de uma forma bem moderada.
A semelhança no gestual das duas deu-se por meio da troca de olhares, seguida pelos agradecimentos:
— Obrigada, tia!
— Desejo que voltem em segurança a partir daqui.
A garotinha alva e a jovem forasteira assentiram juntas e não pensaram duas vezes em dispararem no caminho de onde vieram.
— Vai deixar elas irem mesmo? — Judith enfim se pronunciou, sem sequer fitar o rosto pensativa de sua mãe.
— Se eu não permitisse, talvez elas jamais perdoariam a si mesmas. — A resposta dela puxou uma olhadela periférica da menina. — A questão é como vão lidar com as prováveis consequências disso tudo...
Sem replicações em potencial, a Marcada de Acrux adotou a taciturnidade mais uma vez, voltando a observar o distanciamento da dupla.
O leve aperto no peito a fez entender o sentimento delas para com os marcados que ficaram para trás — sobretudo o escolhido da Águia.
Nem ela conseguiria negar seu estado de aflição quanto aos resultados da batalha vindoura.
No entanto, como dito pelo próprio responsável por salvá-la, deveria seguir em frente e fazer o que pudesse.
Ainda tinha seus desejos e objetivos a resolver.
Portanto, por meio de um semblante convicto, a pequena freira deu as costas àquelas garotas a fim de prosseguir com as aspirações pessoais.
Beatrice acompanhou, num primeiro momento, o caminhar da filha em silêncio.
Ofereceu uma última leitura ocular do cenário, onde já não podia mais enxergar a silhueta das que se foram.
“Irei orar para que fiquem bem...”, decidiu consigo antes de dar à volta e acompanhar a garota.
O regresso de Bianca e Helen durou até metade do entardecer.
Embora a ameaça de nevasca fosse nula com a abertura do tempo, o cansaço acumulado por horas e horas de caminhada sem parar passou a afetá-las.
Elas tinham alguns lanches guardados nas mochilas que carregavam, mas não seria tão satisfatório quanto uma refeição completa. Além disso, havia outro problema no qual as duas necessitavam definir.
— Não deveríamos voltar à igreja hoje... consegue entender o que quero dizer?
Helen olhava para o céu parcialmente alaranjada, onde a lua crescente já podia ser enxergada.
— Sim... Eles devem estar descansando pra amanhã... Só se preocupariam se a gente chegasse lá...
Apesar do tom cabisbaixo, a Marcada de Deneb reconhecia aquela escolha como a melhor possível, em prol de não trazer problemas aos dois.
— Mas dormir ao ar livre pode ser tão ruim quanto...
— Ah! — Bianca arregalou os olhos esverdeados ao pensar rápido. — Tem um lugar que a gente pode ficar!
Diante da dubiedade demonstrada pela universitária, a criança liderou o caminho a partir do pequeno riacho.
As lembranças ainda eram um pouco confusas por conta da urgência na qual atravessou aquela região com Norman e Layla, na época em que fugiram das batalhas no shopping e na Floresta de Ilusões.
Com o cair da noite, permitindo às esferas cintilantes pulsarem na abóbada obscurecida, enfim alcançaram a pequena cabana.
Ali residiram por algum tempo até o desaparecimento da Marcada de Vega.
— Não é o melhor lugar, mas... — disse aos arquejos.
— Não, nada disso. Será ótimo. — Helen sorriu para a menina, que ficou feliz ao receber a afirmação.
As duas entraram na residência maltrapilha. Por já ter certo conhecimento sobre o interior, a garotinha indicou todos os cômodos possíveis à nova companheira.
No quarto principal, encontrou a carta redigida pelo Marcado de Altair antes de saírem na neve em busca da aliada desaparecida.
Graças à sequência de acontecimentos desde então, sequer lembrava daquilo.
Por causa disso, entrar em contato físico e ocular com aquele papel a fez marejar as vistas.
Depois de se habituar ao local, Helen encontrou a menina paralisada à frente do móvel antigo, enquanto segurava com ambas as mãos o bilhete.
Finos fios de lágrimas escorreram por seu rosto.
— Eu não quero... — O levou até o peito, tão apertado quanto. — Não quero ficar longe... do maninho...
A fim de afagá-la, se aproximou a passos curtos até lhe fazer um carinho gentil nos fios brancos que caíam sobre os ombros.
“Ela também... o Norman também... todos sempre precisam carregar algum peso”, divagou consigo, ao passo que tomava o corpo trêmulo da menina em um abraço acalentador.
Adotou o silêncio enquanto encarava o teto, tão condenado quanto o piso.
Caso a sorte estivesse do lado delas, poderiam passar a noite sem serem soterradas por um eventual colapso das estruturas deterioradas.
Talvez não fosse bom pensar nisso, determinou...
— Ele te salvou também, não foi? — murmurou ao pé do ouvido dela.
Com o rosto embrenhado em seus seios, a única resposta foi um fraco aceno de cabeça.
De alguma maneira, aquilo fez a garota exalar um suspiro fleumático. A manteve segura em seus braços, até que a folha do papel foi largada sobre a madeira.
Não demorou muito até a menina cair no sono.
Tranquilizada pelo adormecer dela, a universitária secou as lágrimas restantes em seu rosto e a deitou na única cama do recinto.
Ficou acordada por mais um tempo, a barriga embrulhada não a deixava pregar os olhos.
As memórias de sempre pareciam retornar à medida que a insônia lhe tomava a cabeça.
Encostada na parede paralela a Marcada de Deneb, flexionou as pernas de modo a afundar a testa sobre os joelhos.
Buscando um momento de paz em meio ao turbilhão de lembranças pesadas, decidiu pensar no garoto responsável por resgatá-la duas vezes.
Depois de alguns minutos, por fim adormeceu.
— Helenzinha! Helenzinha!
Num primeiro instante, a voz agitada soou como balbucios distantes.
Imaginando estar num sonho, a garota se virou para o outro lado, no intuito de continuar dormindo.
— Acorda! Já é de manhã!
— Hmm...?
Ao abrir os olhos vagarosamente, recebeu a luz do sol atravessando a janela do cômodo.
Acima de seu corpo, originando uma sombra parcial pela posição inclinada, Bianca a balançava na altura do ombro.
Fitar o semblante exasperado da menina trouxe a consciência de Helen, que se levantou no susto.
O movimento brusco também amedrontou a criança, que recuou o braço e o torso.
Enquanto tentava processar a situação na mente recém-despertada, a garota varreu o cômodo através dos olhos esgazeados.
“Eu dormi demais?”, indagou a si mesma ao que a Marcada de Deneb, com uma das mãos sobre o peito, voltava a se aproximar.
— Helenzinha...?
— Perdão, acabei apagando. Como você está? — perguntou ao esfregar os olhos sonolentos.
— Estou bem, mas... — Ela abaixou a cabeça, as sobrancelhas contraídas denotavam sua extrema inquietação. — Eu ouvi a voz do maninho... e, também, da maninha...
— Ouviu...?
Ficou de pé num semblante desentendido.
Mais uma vez a resposta da garotinha foi acenar positivamente com a cabeça, trazendo um mar de dúvidas à universitária.
Pensar naquele evento como algo fora dos padrões da realidade já havia se mostrado tangível. Isso a fez remeter ao encontro total na igreja, há alguns dias.
“Seria isso um desses poderes estranhos?”, guardou o questionamento enquanto encarava a companheira aflita.
— A maninha parecia estar chorando... e o maninho... — Encontrou dificuldades para colocar as informações em palavras. — Eles devem estar em perigo!
O tom sôfrego no grito da menina fez Helen agir o mais rápido possível.
Apanhou as mochilas ao lado do móvel e devolveu a menor para Bianca.
Passou os braços por entre as alças até ajeitá-las na altura dos ombros, dirigindo-se até o corredor principal da cabana.
— Vamos para a igreja, rápido.
Agora, tão apressada quanto a marcada, liderou o caminho em direção ao objetivo principal.
Demorou um pouco até as vistas se acostumarem com a forte luz solar do exterior.
Sequer tiveram tempo para comer ou vestirem seus agasalhos; a apreensão sobrepunha quaisquer outros sentidos naturais do corpo delas.
A passos apressados, alcançaram o templo destruído dentro de alguns minutos.
Nas iminências do objetivo, a criança foi a primeira a correr em disparada.
Sem outra escolha, a universitária a acompanhou. As duas chegaram na entrada aberta, em resultado da batalha de três dias atrás.
Ficaram paradas a fim de recuperarem o fôlego, antes de adentrarem a construção religiosa.
O altar tinha as velas apagadas.
Não havia qualquer sinal de alguma pessoa presente ali, portanto a menina resolveu apostar nas fichas que tinha em mãos.
A energia calorosa que envolveu seu corpo, partindo do musculo deltoide no braço destro, fez as pontas do curto cabelo levitarem.
O uso da Telepatia buscou vozes no interior dos cômodos a seguir, porém não encontrou nada além da garota que a acompanhava.
— Não tem ninguém...
— Oi? — Helen tentou se aproximar ao escutar o fraco mussito da criança.
“Mas se não tem ninguém, então... de onde vieram... aquelas vozes?”, Bianca mantinha os olhos arregalados sem desativar o Áster.
— Ei, Bian...
A voz da garota desapareceu.
Sem entender o motivo, Bianca girou o corpo em alta velocidade. Ao invés de se deparar com o campo relvado do lado de fora...
“O quê...?”, o cenário que a fez entrar em choque absoluto mostrava diversas esferas plasmáticas, girando em torno de um horizonte que misturava colorações escurecidas em profusão.
Embora não estivesse mais com a Telepatia ativada, o formigamento na área de seu símbolo persistia.
O cintilar tornou-se tão poderoso que foi capaz de queimar o tecido que o cobria, o deixando exposto ao espaço.
A menina, logo ao perceber a luz branca emanar com intensidade, tentou tapá-lo com a palma canhota.
Contudo a simples aproximação ao toque lhe trouxe uma ardência insólita, o suficiente para fazê-la recuar o movimento.
Incapaz de cobrir a marca do Cisne, sentiu um déjà vu percorrer a mente. As lembranças estavam desorganizadas e, por muitas vezes, borradas pelas condições nas quais se encontrava na época.
Porém ela já tinha vivenciado aquela situação surreal.
— A todos os Marcados das Estrelas!!
A voz retumbante se espalhou pela imagem do Cosmos, como se ressoassem em sua cabeça.
“Essa voz... não pode ser”, a Marcada de Deneb olhou para o céu.
— Maninha...? — Seu rosto se contorceu em perplexidade.
— A Seleção Estelar chegou ao seu fim! O atual Rei Celestial foi deposto. Dessa forma, tornar-me-ei a nova Rainha Celestial!
O baque sofrido com aquela informação fez seu coração quase pular a boca.
— Ela... conseguiu? — Mal conseguia expressar suas reações. — Então...
— Bianca!? — O grito de Helen a trouxe de volta. — Ei, o que houve!? Me responde!
Sem entender bulhufas, a garotinha voltou a enxergar a presença da garota que a balançava pelos ombros.
Incapaz até de piscar, viu-se rodeada pelo templo devastado.
Foi tudo tão rápido que as memórias voltaram a embaralhar, trazendo um mal-estar à menina.
Quando o fulgor do símbolo do Cisne cessou, ela quase veio à síncope, segura por Helen durante a repentina queda.
— O que aconteceu? Você ‘tá bem!?
Enfraquecida pelo contexto místico, a marcada tratou de controlar a respiração.
Por meio de piscadas demoradas, aguardou o reestabelecimento emocional antes de responder:
— Eles... conseguiram...
— Conseguiram? – A jovem estreitou as vistas.
— A maninha... se tornou... Rainha...
Helen reagiu boquiaberta sem sequer notar.
Um súbito arrepio percorreu seu corpo, a deixando tão estremecida quanto a companhia debilitada.
— Isso é... E o Norman!?
Bianca balançou a cabeça negativamente, trazendo uma dor ao peito da universitária.
Enquanto já esperava pelo pior, acompanhou a menina retomar a postura, embora ainda tonta.
Ela caminhou a passos curtos até a saída da igreja, onde se apoiou numa das estruturas de madeira que resistiu ao conflito anterior.
— Temos que... procurar eles... — proferiu com a voz rouca, o medo tomava conta de suas emoções. — Eu... consigo sentir...
Sem precisar dizer muito mais, convenceu a garota de que ainda havia esperança.
Num ritmo cadenciado por conta da inesperada debilidade, as duas seguiram o fluxo traçado pela habilidade da criança.
Com alguma delonga, chegaram à zona florestal.
Atentas a qualquer movimentação esquisita entre o denso matagal, atravessaram a região fechada até escutarem o característico som da queda d’água.
Já recuperadas do baque anterior, se depararam com a grande cachoeira.
Os dois vales entrecortados por uma montanha rochosa foram analisados por cada uma.
Não levou muito tempo até a Marcada de Deneb enxergar uma pessoa caída a metros abaixo, ao lado do canal criado pela catarata.
Após gritar pela parceira, começou a correr à zona florestal que provavelmente a levaria até o terreno baixo.
Antes de acompanhá-la, a garota observou o segundo local, sem presença de água.
Esse mostrava uma destruição fora do comum, recheado de escombros derrubados das vertentes e rachaduras nos solos que criavam plataformas estranhas.
Além disso, se deparou com rastros de sangue que levavam ao caminho adiante, onde desapareciam numa curva próxima a outra grande floresta.
A fim de não perder a garotinha de vista, deixou aquilo de lado e avançou a passos largos pela trilha mais próxima.
O caminho foi tão longo que as duas só chegaram no vale durante o anoitecer.
Extremamente desgastadas de tanto correrem e andarem sem parar, seguiram o fluxo do rio criado pela queda d’água até alcançarem o leito.
Envolvidas pelo ruído natural de novo, encontraram o garoto ainda desacordado no solo rochoso.
— Maninho!! Maninho!!
Bianca alcançou Norman, sem dar indícios de que iria acordar.
Agachou-se a tocar os joelhos no chão e, ao lado dele, moveu seus ombros desesperadamente.
Helen chegou em seguida.
Logo tratou de verificar seu estado; o coração ainda batia, a respiração mostrava-se branda.
— Ah... graças a Deus... — suspirou aliviada ao confirmar que ele estava vivo. — Ele está bem. Só está desacordado.
Ao receber a informação positiva da companheira, a Marcada de Deneb não conseguiu segurar o pranto que desceu copiosamente pelo rosto enrubescido.
Afundou o rosto no peito do garoto e gritou com todas as forças, despejando todas as lamúrias causadas pelas preocupações e pelo cansaço.
Enquanto a permitia desafogar, a morena ponderou sobre o estado de Layla, que não residia naquele lugar e tampouco no vale ao lado.
A explicação da garotinha na igreja, de que ela tinha se tornado Rainha, voltou a martelar em sua cabeça.
Quiçá fosse a explicação para seu paradeiro...
Com a proliferação da noite, encarou o firmamento escuro com diversas estrelas em destaque envolta da lua crescente.
Ao botar os olhos numa região específico da imensidão celeste, as pupilas contraíram junto às sobrancelhas levantadas.
— Ei... isso é sério?
O murmúrio deturpado dela chamou de volta a atenção da chorosa Bianca, que fungando diversas vezes, perguntou:
— O que foi... Helenzinha?...
Após alguns segundos em silêncio, incluindo uma intensa engolida em seco, ela replicou:
— Eu achei que fosse coisa da minha cabeça num primeiro momento. Mas... — Executou uma breve pausa, como se buscasse coragem para entoar. — A estrela da Lira... desapareceu...
Sem deixar o foco da amplidão, Helen soou transtornada perante tamanho acontecimento inexplicável.
A garotinha seguiu sua linha de visão e contatou a escuridão pontilhada.
Diferente dela, não entendia bem sobre posições e asterismos, tampouco o que aquela descoberta significava.
Naquele dia, onde a grande seleção terminou...
E Vega sumiu do céu noturno.
Opa, tudo bem? Muito obrigado por dar uma chance À Voz das Estrelas, espero que curta a leitura e a história!
★ Antes de mais nada, considere favoritar a novel, pois isso ajuda imensamente a angariar mais leitores a ela. Também entre no servidor de discord para estar sempre por dentro das novidades.
★ Caso queira ajudar essa história a crescer ainda mais, considere também apoiar o autor pelo link ou pela chave PIX: a916a50e-e171-4112-96a6-c627703cb045
Apoia.se│Instagram│Discord│Twitter
Apoie a Novel Mania
Chega de anúncios irritantes, agora a Novel Mania será mantida exclusivamente pelos leitores, ou seja, sem anúncios ou assinaturas pagas. Para continuarmos online e sem interrupções, precisamos do seu apoio! Sua contribuição nos ajuda a manter a qualidade e incentivar a equipe a continuar trazendos mais conteúdos.
Novas traduções
Novels originais
Experiência sem anúncios