Volume 9
Capítulo 829: A Caça ao Tesouro da Raposa Prateada
Han Sen se aventurou de volta às montanhas na esperança de rastrear mais Super Criaturas. Até podia ter muitas Super Criaturas, mas não podia simplesmente ir atrás de qualquer uma. Além disso, precisava encontrar as de segunda geração, o que estreitava bastante aquelas que podia considerar alvos apropriados.
Han Sen pensou com ganância: "Quando vou conseguir derrubar o abrigo do Rei Sangue-Demoníaco? Deve ter muitas Super Criaturas de segunda geração lá."
Mas eram apenas pensamentos e nada mais. Com seu poder no nível atual, sabia que seria incapaz de lidar com tantas Super Criaturas de uma só vez. Só podia ter pensamentos e fantasias de uma investida tão ousada, nada além disso.
Ao sair de um certo vale, Han Sen percebeu que estava deixando as cordilheiras para trás. Tendo procurado por tanto tempo, ele se sentiu desanimado pela incapacidade de localizar uma Super Criatura de segunda geração.
Han Sen esperava se tornar um Transcendente em breve, pois estava fraco demais neste momento e não podia competir com as elites da Aliança. "Faltam pouco menos de quarenta Pontos de Super Gene para eu maximizar."
Ele usou toda a força que possuía para derrotar Yu Qielan e teve que fazer uso do poder da Aranha de Olhos Demoníacos. Com ela, enganou a mente do Asura por um único instante, o suficiente para Han Sen desferir o golpe que destruiu o cérebro do membro da realeza. Se não tivesse feito isso, não teria como garantir a vitória.
Contudo, caso se tornasse um Transcendente, uma luta assim teria sido fácil. Matar qualquer um de força semelhante seria uma conquista trivial com o poder que possuiria.
Deixando para trás as encostas escarpadas das montanhas, ele se viu no meio de extensões verdejantes e pastagens de esmeralda. Os campos ainda estavam um pouco inclinados, mas eram decorados com uma abundância de plantas.
Nos campos gramados, Han Sen viu uma única criatura expulsando todo um grupo de criaturas menores. Elas eram como ovelhas sendo pastoreadas, e havia muitas delas.
A criatura que as perseguia tinha seis pernas e dois braços. Era uma coisa de aparência curiosa, e foi difícil para ele discernir o que ela era ou pensar em outra criatura à qual se assemelhasse.
Ao ver sua força vital, percebeu que era uma Criatura de Linhagem Sagrada.
Han Sen não tinha interesse em matar Criaturas de Linhagem Sagrada, então planejou voar por cima da confusão em andamento e poupar o tempo e a energia que levaria para eliminá-las.
Só que a Raposa Prateada saltou do ombro dele, quando Han Sen voou por cima. Depois de aterrissar, ela saiu correndo em direção ao monstro estranho.
A Raposa Prateada pulou em cima do monstro e o eletrocutou com rapidez, que deixou Han Sen bastante confuso.
Raposa Prateada nunca atacava agressivamente uma criatura por vontade própria, então não tinha certeza do motivo de estar fazendo isso agora. As criaturas parecidas com ovelhas também eram estranhas.
Suas forças vitais eram em sua maioria Comuns, e as mais fortes entre elas eram Mutantes. Estranhamente, nenhuma das criaturas parecia fugir da presença da raposa prateada.
Depois que a raposa prateada matou o monstro, ela não prosseguiu para matar as ovelhas. Em vez disso, tudo o que fez foi observá-las de longe. Han Sen só podia imaginar o motivo.
Com uma expressão intrigada, foi até a raposa prateada e se agachou ao lado dela para observar as ovelhas, assim como sua pequena mascote fazia.
Foi então que Han Sen viu algo estranho. Criaturas Comuns raramente comiam plantas ou comida no geral.
Apenas os filhotes de criaturas comiam plantas tradicionalmente, e eles costumavam ser Super Criaturas.
Mas o rebanho de ovelhas que Han Sen observava pastar era composto inteiramente de criaturas Comuns, Primitivas e Mutantes. Era uma visão curiosa vê-las baixar a cabeça até o chão e consumir grama.
Mas, fora esse aspecto estranho, nada mais chamou a atenção do Han Sen. Para todos os efeitos, pareciam ovelhas e nada mais.
— Raposa Prateada, está na hora de irmos.
Quando Han Sen falou com a raposa prateada que era hora de partir, ela não se mexeu. Tudo o que fez foi continuar deitada na grama e observando as ovelhas.
Não havia nada que Han Sen pudesse fazer quanto à sua teimosa recusa em ir embora, então tudo o que fez foi voltar para a raposa prateada e continuar observando as ovelhas ao lado dela. Embora parecesse não ser nada, ele começou a suspeitar que a raposa prateada tinha feito algum tipo de descoberta, e Han Sen simplesmente ainda não tinha descoberto.
Eles passaram metade do dia observando as criaturas pequenas, e, durante todo o tempo em que observaram, as ovelhas permaneceram na área, alegremente pastando conforme as horas passavam.
Quando o sol pareceu prestes a se pôr, as ovelhas começaram a se deslocar. Uma ovelha tomou a dianteira, e guiou todas elas diretamente para a cordilheira na qual Han Sen acabou de descer.
A raposa prateada as seguiu, e Han Sen a seguiu. Pouco depois, as ovelhas entraram num vale que era fechado numa das extremidades. Mas parecia ser ali onde as ovelhas viviam.
A raposa prateada farejou o chão por toda parte como um porquinho, o que divertiu Han Sen.
Mas Han Sen entendeu que esse comportamento era anormal para a raposa prateada. Ela só se comportava assim quando tinha encontrado alguma coisa. Portanto, ele lhe deu o tempo de que precisava.
Han Sen pensou profundamente: "Tem algum tesouro para ser encontrado aqui nas montanhas?" Mas então viu a raposa prateada apressar o passo e seguir mais para dentro do vale. Han Sen saiu dos seus pensamentos e correu rapidamente para alcançá-la.
A raposa prateada farejou o chão por todo o caminho, como se estivesse em busca de alguma coisa. As ovelhas não pareciam agressivas, e tudo o que as ovelhas fizeram foi sair correndo quando a dupla se aproximou delas. Elas observavam os dois que tinham vindo ao vale delas.
Han Sen pensou: "É uma sorte que elas vivam aqui, e que não haja humanos por perto. Todas já teriam sido mortas, se houvesse humanos circulando por essas regiões."
A Raposa Prateada continuou seu caminho para as partes mais profundas do vale. Parecia ter sido guiada até a face de um penhasco, e começou a arranhar a pedra com as garras.
Havia uma rachadura muito fina onde a raposa prateada estava cavando. Nada, exceto algo com a espessura de papel, conseguiria entrar nessa rachadura.
— O que estamos fazendo aqui? — Han Sen se aproximou da parede e olhou o que a raposa prateada estava tentando cavar.
Uma espécie de líquido vazava da fenda pequena. Parecia estar fornecendo umidade às plantas da área, permitindo que crescessem com mais rapidez. A apressada raposa prateada conseguiu cavar um buraco de dois metros no chão. No fundo dele, havia uma abertura para uma caverna. Era enorme, e a caverna estava repleta de uma grande quantidade de estalactites.
Estava bastante úmido lá dentro. E também era possível ouvir o som constante de água pingando dali. Han Sen viu muita água cair das pontas das estalactites, aumentando uma poça que havia se formado abaixo delas.
A água que escorria para fora da montanha devia ter vindo dessa poça, mas não parecia ser nada especial.
A raposa prateada se aproximou da poça e deu várias voltas ao redor dela, como se estivesse procurando algo específico.
Han Sen seguiu a raposa prateada, mas, antes que se juntasse a ela ao lado da poça, a raposa prateada se virou, mostrou os dentes para seu mestre e rosnou.
— Não seja tão egoísta! Mesmo que você tenha localizado algo bom, não vou roubar de você.
Han Sen até podia ter dito isso, mas era apenas mentira. No seu coração, pensava em um jeito de roubar qualquer coisinha boa que a raposa prateada estivesse procurando.
Mesmo assim, com a raposa prateada se comportando dessa maneira, Han Sen conteve sua aproximação. Ele ficou a uma curta distância e observou a raposa prateada, esperando conseguir vislumbrar o que ela estava procurando.
Não muito depois, Han Sen percebeu o motivo pelo qual a raposa prateada o tinha afastado. Não era por ganância, mas porque havia algo vivo dentro da poça. A Raposa Prateada o estava avisando.
Han Sen não percebeu isso a princípio, mas notou que tinha algo errado quando a raposa prateada parou para observar a poça.
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