Volume 11
Epílogo: Entrada conjunta na batalha
— HMMM… tem alguma coisa nisso que simplesmente não parece certa…
Depois que a cerimônia de encerramento terminou e ele acabou de ajudar na preparação do local para a festa de Natal, Masachika ficou sozinho diante do espelho do banheiro masculino, com uma expressão preocupada.
O que ele vestia era um terno que havia comprado naquela primavera para ocasiões formais. Não era exatamente barato pelos padrões gerais… mas, como não era sob medida e sim de loja, pelos padrões daquela academia provavelmente era considerado de nível baixo.
No mínimo, ele pensou que deveria arrumar o cabelo direito. Tentou modelá-lo com uma cera que não estava acostumado a usar, mas… simplesmente não pegava forma.
— Em casa ficou um pouco melhor…
Murmurou isso e então se lembrou de repente — quando havia feito isso em casa, tinha sido logo depois do banho.
Espera… será que… sujeira ou oleosidade no cabelo influenciam tanto assim?
Um suor frio e desconfortável começou a se espalhar lentamente por suas costas.
Mas ainda assim… quando eu arrumava o cabelo para os recitais de piano quando era criança… como eu fazia naquela época? Acho que era…
Confiando em memórias distantes, tentou novamente, mas não deu certo. Talvez fosse melhor lavar tudo e começar do zero. Mas mesmo que quisesse lavar o cabelo, fazer isso na escola… além disso, já não havia muito tempo—
Espera… isso aqui está… meio… não, falando sério… isso está ruim?
A ansiedade aumentou rapidamente, seu coração batendo de forma desagradavelmente acelerada.
Ah, droga! Entre o discurso na cerimônia e isso—eu fui totalmente despreparado! O que diabos eu estou fazendo?!
Desde que ouviu o juramento de Alisa, Masachika vinha sendo movido por um impulso incontrolável de motivação. Graças a isso, até ontem, tudo — seus estudos, as atividades do conselho estudantil, até o treino da banda — vinha correndo bem.
Mas agora, no dia mais importante… A visão limitada causada por esse "modo invencível" estava realmente atrapalhando.
Ugh—droga!!
Dominado pela frustração e autodepreciação, ele agarrou o próprio cabelo com força—
— O que você pensa que está fazendo, Kuze?
— Por que diabos você está aqui?
Em algum momento, Yuusho havia entrado. Encostado na parede do banheiro, de braços cruzados, ele encontrou o olhar de Masachika através do espelho. Masachika respondeu de forma direta.
— Por quê? Acabei de acompanhar minha Sumire-onee-san e vim usar o banheiro.
— Entendo.
— Mas deixando isso de lado… foi um juramento e tanto. Você realmente acha que consegue cumprir?
Embora Yuusho tenha perguntado em um tom levemente provocativo, a resposta de Masachika já estava decidida.
— Não se trata de conseguir ou não. Eu vou fazer.
— Entendo….
Yuusho respondeu de forma vaga, então desviou o olhar para o cabelo de Masachika.
— Bem, deixando isso de lado… o que houve com o seu cabelo? Qualquer cavalheiro decente deveria ao menos saber arrumá-lo direito.
…
Normalmente, ele retrucaria — mas dessa vez, Masachika não tinha argumento e ficou em silêncio. Yuusho suspirou exageradamente e balançou a cabeça antes de se afastar da parede.
— Sinceramente… não suporto a ideia de um homem que considero meu rival aparecer na festa desse jeito.
…
Várias respostas vieram à mente de Masachika — Desde quando virei seu rival? ou O estranho aqui é o seu cabelo — mas percebendo o que Yuusho estava prestes a fazer, ele as engoliu.
— Aqui, abaixe um pouco a cabeça.
Como instruído, Masachika flexionou levemente os joelhos. Yuusho pegou um pouco de cera com os dedos e, olhando para o espelho, passou as mãos pelo cabelo dele.
Com movimentos experientes, distribuiu a cera, deu volume e modelou o cabelo em pouco tempo.
— Hmm… o ideal seria ter começado com um secador… mas isso serve por enquanto.
Embora não parecesse totalmente satisfeito, Yuusho afastou as mãos. Para ele, aquilo mal passava — mas ainda assim, estava muito melhor do que o que Masachika havia conseguido em casa.
— Obrigado, Kiryuin. Dessa vez, vou dizer com sinceridade…
— Entendo. Então trate de conseguir fazer isso sozinho na próxima.
— Sim. Sério, obrigado…
Depois de agradecê-lo e lavar as mãos, Masachika correu em direção à sala da turma 1-B.
— Certo. Ótimo, ela ainda não chegou.
Abrindo a porta de correr da sala, ele soltou um suspiro de alívio ao ver que sua parceira ainda não havia chegado. O relógio na parede marcava 15h40.
A festa começa às 16h30… e os portões abriram às 15h30, né? Acho que já devo ir… embora, como eu e Alya somos da organização, não é como se precisássemos entrar cedo.
Mesmo assim, sentindo-se estranhamente inquieto, Masachika olhou para o pátio da escola. Do portão principal, ao longe, dava para ver alunos bem vestidos chegando um após o outro.
Uau… como esperado de uma escola de ricos… todo mundo caprichou mesmo…
Mais uma vez, seu terno de loja pareceu deslocado. Mas não adiantava reclamar agora. Pelo menos devo me portar com confiança, pensou, lembrando-se da etiqueta ensinada na casa dos Suou…
Nesse momento, seu celular vibrou no bolso.
— Hm?
A vibração parou após alguns instantes. Ao pegar o celular, Masachika viu uma mensagem de Alisa. Quando abriu, havia apenas uma linha: "Venha me buscar."
— Me buscar…? Na sala do conselho estudantil?
Todas as integrantes do conselho — incluindo Alisa — estavam se preparando para a festa lá. Naturalmente, isso incluía trocar de roupa, então ele hesitou por um momento se era mesmo apropriado ir…
— Bom… se ela disse isso, então provavelmente já terminaram de se trocar… né? Mas ainda assim, por que "me buscar"…? — murmurando para si mesmo, Masachika inclinou a cabeça e saiu da sala, indo em direção à sala do conselho.
Quando chegou e bateu na porta, ouviu a voz de Alisa lá de dentro.
— Sim.
Masachika abriu a porta.
— Alya? Aconteceu alguma coi—
As palavras morreram em sua boca no instante em que a viu.
— Ah… obrigada por vir, Masachika-kun.
…
Vestida com um vestido de gala, o cabelo trançado e preso com elegância, Alisa estava ali. Com uma maquiagem leve destacando seus traços, ela parecia muito mais madura do que o normal.
E acima de tudo… Ela era tão bonita que o deixou sem palavras.
Ela… mudou…?
Comparado à vez em que a viu de vestido na festa pós-festival de outono, a impressão que ela causava era completamente diferente. Não era só o penteado ou a maquiagem, era algo que brilhava de dentro dela.
É como se… aquela fragilidade, aquela instabilidade que ela tinha… tivesse desaparecido.
A aura quase etérea, semelhante a uma fada, havia sumido. Em seu lugar, havia uma dignidade composta, nascida da confiança e do orgulho. Era como se uma fada tivesse descido à terra e se tornado humana… e, ao fazer isso, sua beleza tivesse se tornado ainda mais irreal.
— Masachika-kun?
— Ah—não, é que…
Trazido de volta à realidade pela voz confusa dela, Masachika tropeçou nas palavras antes de finalmente conseguir dizer:
— Você… está… muito linda.
— S-Sério? Obrigada… hum… você também está bonito, Masachika-kun.
— Ah… obrigado.
Talvez percebendo a sinceridade dele pelo seu comportamento incomumente nervoso, Alisa desviou o olhar timidamente. Isso ajudou Masachika a se acalmar um pouco, e após pigarrear, ele repetiu a pergunta de antes.
— Então… aconteceu alguma coisa? Você disse para eu vir te buscar…
— Hm? Ah, bem…
Brincando com o cabelo, Alisa murmurou suavemente, quase envergonhada:
— Я просто... хотела, чтобы ты первой меня увидела.
(Eu só… queria que você fosse o primeiro a me ver.)
—!
Aquelas palavras inesperadamente sinceras, quase tímidas, vindas de alguém tão deslumbrante, quase o fizeram engasgar. Ainda assim, ele se forçou a manter a compostura e respondeu com a frase esperada:
— O que foi isso?
— Não é dever de um cavalheiro acompanhar uma dama?
— Ah… certo, claro.
Ao ouvir a palavra "cavalheiro", Masachika se recompôs mentalmente. Recorrendo ao que aprendera na casa dos Suou, ele estendeu o braço esquerdo para ela.
— Vamos?
— Sim…
Talvez um pouco impressionada com o gesto refinado inesperado, Alisa estendeu a mão hesitante—
— ?.. Alya?
Mas, por algum motivo, ela parou no meio do movimento. Sem responder ao olhar questionador dele, abaixou o olhar e pareceu pensar por alguns segundos… então, com uma expressão estranhamente decidida, levantou o rosto de repente.
— Saia um momento!
— Hã? O quê? Por quê—
— Só faça isso!
Antes que ele pudesse reagir, ela o empurrou para o corredor, deixando-o piscando, confuso.
— Hum…?
— Espere aí! Até eu te chamar—não abra a porta, não importa quem venha!
— O-Ok…
Por um momento, ele se perguntou se tinha feito algo errado, mas não parecia ser o caso. Completamente confuso, decidiu simplesmente obedecer às instruções da dama.
Depois de cerca de dez minutos—
— Já pode entrar.
— Ah—
— E não tem mais ninguém por perto, né!?
— Não, não tem…
— C-Certo… então… pode entrar.
Ouvindo a voz tensa e um pouco rígida dela do outro lado da porta, Masachika a abriu com cautela. Alisa estava parada bem à sua frente. Sua beleza o atingiu com a mesma força de antes… mas o vestido que ela usava havia mudado completamente.
…!?
Um vestido preto adornado com corsagens de rosas azuis. Sua pele branca e pura estava ousadamente exposta, brilhando suavemente sob as luzes como neve intocada.
Espera—calma—o peito dela—! Não, esquece isso—o peito—!
Isso é enorme—! E onde foi parar a roupa íntima dela!?
Mal conseguindo se conter para não dizer isso em voz alta, Masachika fechou rapidamente a porta atrás de si—mas, ainda assim, seus olhos inevitavelmente foram atraídos para… aquilo—a curva marcante de seu peito, enfatizada com orgulho, e a linha hipnotizante de seu decote.
Não, não, calma. Objetivamente falando, comparada a alguém como a Masha-san, a Alya nem é tão grande. É só que a cintura e os ombros dela são absurdamente finos, então o contraste faz parecer maior. Calma. Se você olhar só para o peito em si, não é tão—
…Não. É grande. Muito grande. Parece coisa de mangá.
Mesmo tentando analisar de forma lógica — e até depois de olhar de novo — o impacto era inegável. Masachika ficou imóvel, encarando o peito bem delineado e destacado dela. Então, Alisa se moveu levemente, adotando uma pose sutilmente sedutora e, com a mão direita levantou suavemente a barra da saia.

…!?
Debaixo da saia preta, sua perna direita — de um branco radiante — surgiu à vista… E então até a perna esquerda — uma pequena surpresa~.
Espera—sério, onde foi parar a roupa íntima dela!?
Sem conseguir encontrar sequer um sinal das alças onde deveriam estar, Masachika gritou internamente. Aquilo não fazia sentido. Em termos de quantidade de tecido, superava facilmente um traje de banho… e ainda assim, as partes que um biquíni normalmente cobriria estavam praticamente desprotegidas — tanto em cima quanto embaixo.
Esse desequilíbrio era o suficiente para travar seu cérebro. Então, como se quisesse provocá-lo ainda mais, Alisa sorriu de forma sedutora e falou em russo:
— Настоящее — это… я♡
(O presente é… eu♡)
…
Ela arqueou levemente as costas, o vestido preto aderindo ao seu corpo com um brilho suave. As curvas impressionantes de seu corpo se destacavam nitidamente sob o tecido—como se o vestido existisse apenas para emoldurar e realçar sua silhueta perfeita.
Entre os vãos do tecido, vislumbres de sua pele clara surgiam com uma sedução perigosa — tão provocantes que quase tiravam o fôlego. Somado à doçura de suas palavras sussurradas em russo, o impacto foi avassalador, a ponto de Masachika não chegar sequer a corar, mergulhando direto em um completo travamento mental.
…
… …
Quanto tempo ficaram ali, se encarando, ele não sabia. Quando percebeu, a pele de Alisa — da clavícula até o peito — havia adquirido um leve tom avermelhado…
Oh… então o sangue realmente corre pelo corpo dela… hmm… ela realmente é um ser humano vivo, afinal…
Enquanto esse pensamento meio absurdo passava pela mente de Masachika, Alisa — com a pele clara agora tingida de um leve tom rosado, como pétalas de cerejeira — de repente se virou de costas.
— Vou ali me matar.
— !? Ei, espera! Não morre vestida assim!!
Murmurando em um tom estranhamente sério, ela começou a ir em direção à janela. Em pânico, Masachika segurou sua mão direita para detê-la. Talvez percebendo novamente sua roupa por causa das palavras dele, Alisa rapidamente cobriu o peito com a mão esquerda — e então lançou-lhe um olhar afiado.
— P-Para de olhar tanto!
— Isso é um pedido bem injusto…
Diante de uma reclamação tão absurda, Masachika soltou um suspiro de exasperação.
Eu digo, você nem está cobrindo direito… na verdade, tentar esconder só deixa ainda mais—não, não, para com isso.
Para começar, o vestido já revelava bastante nas laterais, então cobrir só aquela parte não ajudava muito… mas ele engoliu esse comentário e, em vez disso, levou os dedos à têmpora, fazendo uma pergunta mais fundamental.
— Hum… então… o que exatamente está acontecendo aqui?
— E-Esse vestido foi… hum… meio que imposto pelo clube de artesanato…
— Esses caras de novo…
Pelo que ele entendeu, os membros do clube de artesanato souberam que o conselho estudantil iria participar da festa de Natal e praticamente imploraram — não, insistiram — para fornecer vestidos para todas as integrantes. O fato de servirem tão perfeitamente provavelmente era porque as garotas já tinham participado juntas de um evento de crossdressing antes.
(N/SLAG: Crossdressing (ou "crossdress") é quando uma pessoa usa roupas, acessórios ou aparência tradicionalmente associados a outro gênero.)
— Então isso quer dizer que os vestidos da Masha-san e da Sarashina-senpai também…?
— Estão ali.
Seguindo o olhar de Alisa, ele viu cerca de quatro capas de vestido pretas colocadas no sofá. Pelo jeito, ainda estavam cheias — o que significava que as outras provavelmente já tinham ido para o local usando seus próprios vestidos.
Faz sentido… se a Alya está assim, então a Masha-san provavelmente estaria ainda mais absurda…
— Masachika-kun?
— S-Sim! O que foi!?
— Eu já disse—para de olhar pra cá!
— Guh—!
Ela virou a cabeça dele à força com a mão esquerda, arrancando um som estranho de sua garganta. Enquanto continuava empurrando-o em direção à porta, Masachika rapidamente virou o corpo inteiro para evitar machucar o pescoço.
— E-Eu só experimentei porque me deram, mas… vou trocar! Vou trocar, então sai!
— S-Sim, senhora…
Enquanto ela dava essa desculpa excessivamente formal, Masachika saiu da sala — sentindo uma leve relutância. Fechando a porta da sala do conselho estudantil atrás de si, soltou um longo suspiro.
…Bom, de certa forma… fico aliviado. A Alya ainda é a Alya.
A versão dela que ele tinha visto no palco antes — já com a presença de uma presidente do conselho estudantil… E a beleza deslumbrante e digna que ela havia mostrado agora há pouco. Por um momento, pareceu que ela tinha se tornado alguém distante. Mas, aparentemente, não era o caso.
…Ainda assim, talvez seja só questão de tempo.
Esse pensamento cruzou sua mente de repente. O que ressurgiu foi a imagem de Alisa que ele tinha visto nos bastidores poucas horas antes. Sob os holofotes, com as expectativas do público elevadas ao máximo pela sua própria introdução… E ainda assim, ela havia declarado seus ideais com confiança e sem hesitação.
Nem eu… nem a Yuki… conseguiríamos fazer algo assim.
Ele admitiu isso honestamente. E até sentiu — ainda que um pouco — que não estava à altura. A velocidade de crescimento de Alisa havia superado muito o que Masachika imaginava. E o ritmo com que ela avançava… provavelmente ultrapassaria o dele.
...
Por quanto tempo ele conseguiria permanecer ao lado dela? Agora, ele estava em posição de apoiá-la porque tinha mais experiência, conexões e habilidades de comunicação. Mas… Pouco a pouco, ela estava chegando a um ponto em que talvez não precisasse mais disso. Essa realidade o atingiu com força durante a cerimônia de encerramento daquele dia.
…Bem.
Tudo que posso fazer é acompanhar.
Como se interrompesse seus próprios pensamentos, disse a si mesmo com firmeza: Ele já havia decidido parar de baixar a cabeça em frustração e ficar parado. Mesmo que chegasse o dia em que ela o deixaria para trás. Até lá, ele continuaria correndo atrás dela com tudo o que tinha.
Nesse momento, a porta atrás dele se abriu. Masachika se sobressaltou levemente e se virou.
— Desculpa por fazer você esperar….
— Ah….
Evitando o olhar dele de forma um pouco constrangida, Alisa saiu — agora de volta ao seu vestido original. Uma mistura de alívio e leve decepção passou por ele enquanto, mais uma vez, estendia o braço esquerdo.
— Vamos?
— Sim.
Desta vez, Alisa colocou corretamente a mão em seu braço. E os dois começaram a caminhar lentamente. Eles atravessaram o corredor, desceram as escadas e saíram pela porta no final do corredor do primeiro andar, indo em direção ao ginásio onde a festa estava sendo realizada.
Ainda deveria haver tempo antes do início do evento, mas parecia que muitas pessoas já haviam chegado — a atmosfera animada do ginásio já podia ser sentida de longe. Ao perceber isso…
Masachika parou inconscientemente.
— ? O que foi?
— Nada.
Ele respondeu por reflexo, mas o motivo de ter parado era óbvio. No momento em que se deu conta dos olhares das outras pessoas — e do fato de que os dois estavam prestes a entrar juntos ali—aquele velho complexo de inferioridade voltou à tona.
Eu não pertenço ao lado de alguém como ela…
De qualquer forma que você olhe, nós não combinamos.
Esses pensamentos prenderam seus pés no lugar.
Bem… objetivamente, é verdade que não combinamos em aparência… cara, numa hora dessas, eu queria tanto ainda ter aquela confiança do "modo invencível"…
Enquanto zombava de si mesmo por dentro, Alisa — que o observava com uma mistura de confusão e preocupação — de repente sorriu de forma travessa.
— Será que… você não quer que mais ninguém me veja assim?
Era o tipo de pergunta que, vindo da maioria das pessoas, soaria presunçosa—mas, vindo dela, Masachika não pôde evitar um pequeno sorriso irônico.
— É. Você está tão bonita hoje que dá vontade de guardar só pra mim.
— ! …S-Sério? Bem… se for assim… eu não me importaria.
Ao dizer isso, afastando o cabelo para esconder o constrangimento, Masachika franziu levemente a testa.
— O que você quer dizer?
Lançando um olhar de lado para ele, Alisa respondeu:
— Se o que você quer é algo como aquela dança particular que tivemos no festival de outono… eu também aceitaria. Agora, quem está sendo acompanhada sou eu. Vou para onde você me levar—

Essa declaração — cheia de confiança, confiando-se a ele — varreu instantaneamente a inferioridade que pesava no coração de Masachika.
É… ela tem razão. Se eu me deixar levar pela insegurança depois de ouvir isso, que tipo de homem eu seria?
Mais uma vez, ele trouxe à tona aquela confiança do "modo invencível" dentro de si.
NOTAS TRADUTOR/REVISOR
SLAG: Opaaaaaaaaaaaaaaa, chegamos no último capítulo do volume 11. E agora, vamos à análise. Sinceramente, houve capítulos bons e outros nem tanto. Mais do mesmo e outros completamente diferentes, mas, ainda sim, sinto que o autor está enrolando muito essa história. Acredito que a obra não dure muitos volumes, ou vai acabar sendo muito maçante (o que já está sendo, sinceramente. O que salva é umas cenas ali… SALVE YUKI/NONOA). O romance entre os nossos queridos já está claro que só vai acontecer quando a Alya de fato ganhar a eleição, já que vimos que o nosso MC, vulgo cabeça de vento (o herdeiro da família suou, que foi dito como um gênio — nem tanto, pelo visto — não consegue ligar 1 com 1, e perceber que essa garota está completamente apaixonada por ele. (EDIT: O que eu quero dizer é que essa falta de confiança do Masachika não faz sentido nenhum nessa altura do campeonato. É só ele dizer as palavras. Não é como se a Alya não gostasse dele.............) Ademais, outros capítulos para encher linguiça, como o desfile ou o novo jogo de oneechan e oniichan (que caralhos era aquilo, quase me matei…..) acredito que já tenha passado a época disso, estamos no volume 11, meu patrão! tenha dó da alma dos leitores. Mas, eu acredito que agora estamos entrando no clímax nos próximos volumes. Então é isso, guys. Obrigado por ler, e até a próxima. Não esqueçam de entrar no nosso servidor do discord para mais informações sobre o VOLUME 12: que não temos nada por enquanto. BOA SORTE PRA ESCREVER ALGUMA COISA, SHISUI.
Shisuii: Bom, meu caríssimo companheiro Slag falou muito bem sobre a análise que a gente vem fazendo há um tempo sobre a obra, e eu concordo com muita coisa ou, em alguns pontos, tenho uma opinião até mais severa, mas aí já são detalhes. De qualquer forma, venho aqui agradecer novamente a todo mundo que está acompanhando a gente nessa jornada e aproveitar para convidar vocês para o novo servidor. Desta vez, os principais responsáveis somos nós, que cuidamos de Roshidere. Então, para quem se interessa em saber sobre traduções futuras, todos são bem-vindos para conversar diretamente com a gente. (¬‿¬)
📖✨ Este capítulo foi traduzido por Slag e revisado por Shisui
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