WCC – Capítulo 92 – Festival da Criação. A Parada



Capítulo 92 – Festival da Criação. A Parada

Décimo sexto dia do calendário da Escuridão, o dia de Esculpir com Vento. (NT: Ou esculpir o vento…)

A cidade ainda estava agitada com o Festival da Liberdade, mas com todos os feriados do ano passado agora para trás, os cavaleiros do palácio estavam ocupados se preparando para o Festival da Criação, e sua parada significando a vinda do ano novo.

Toda corps estaria vestindo uniformes maravilhosos especialmente costurados e iriam marchar do palácio de Volance até o portão do distrito da classe inferior. Este ano, a Praça da Torre de Observação foi escolhida como o destino da procissão.

A Corps do Deus da Escuridão também estava se preparando para a parada, mas comparada com as outras corps, seus números eram muito pequenos. Não importa o que eles fizessem, eles estavam sem comparação pelas outras corps em velocidade de execução e o número de ideias que eles conseguem ter, logo sua preparação era calma e faltava com o fervor agitado que alguém podai ver entre as corps do palácio restante.

Ao invés disso, a Corps do Deus da Escuridão prestou muito mais atenção para mitigar o dano causado pelos rumores sobre a relação do Capitão deles e o Deus Maligno. Eles estavam especialmente focados em direção de abaixar os perpetradores que estavam espalhando os rumores, mas seus esforços não geraram os resultados desejados.

Feras malignas estavam surtando em todo país e as pessoas começaram a fofocar que Gazzeta se tornou o país mais seguro para se viver durante esses tempos. Esses rumores adicionaram ainda mais gasolina para os rumores sobre Yuusuke já que as fofocas culpavam o “Deus da Calamidade, o Capitão da Corps do Deus da Escuridão” pelas feras surtando e clamavam que ele era um peão de Gazzeta.

Reifold estava tentando fazer seu melhor para eliminar as fontes desses rumores, mas ele não era um nativo de Fonclanc e sua rede de espiões não era tão forte dentro de Fonclanc. Ele tentou seu melhor à apoiar seus aliados, mas seu status não deixou nada mais fácil para ele pegar as pontas soltas desses fios.

“Yo, como estão as preparações para a parada?” (Reifold)

“Uh, é você Reifold… elas estão indo para frente pouco à pouco, eu acho.” (Yuusuke)

Reifold veio encontrar Yuusuke, que estava ocupando uma das salas de descanso dos guardas e estava sentado diante de uma pilha de pequenos brincos que ele estava preparando para o festival. Reifold pegou um dos brincos da mesa, inspecionou ele em sua mão e finalmente falou das questões depois de colocar o brinco de volta à pilha.

“O rei está preocupado sobre as feras malignas, e me instruiu à pedir se você tem quaisquer ferramentas convenientes que ajudariam a cuidar delas.” (Reifold)

“Entendo, eu posso fortalecer algum equipamento se ele desejar que eu faça isso, mas dez dias não se passaram desde a última vez que eu fiz isso.” (Yuusuke)

Yuusuke havia proclamado que ele só podia usar suas artes divinas uma vez a cada dez dias e usou esta limitação para lentamente aprimorar o equipamento dos cavaleiros do palácio. Se outros ficassem sabendo das verdadeiras capacidades dele, não haveria fim aos pedidos e Yuusuke queria evitar isso à todo custo.

“É verdade, o jeito que você se importa com seus subordinados é certamente impressionante. Eu acho que isso pode ter afetado também outros capitães.” (Reifold)

“O que você quer dizer com…” (Yuusuke)

“Hey!” (Violet)

Uma voz brava interrompeu eles. Violet entrou no quarto dando passos largos, fazendo suas twin-tails balançarem ao redor dela. Ela jogou um olhar frio para Reifold como se ele estivesse tentando colocar pensamentos estranhos na cabeça de Yuusuke, ela rudemente ficou entre os dois. Reifold espalhou seus braços para fora, fingindo surpresa, e desistiu depois de se curvar respeitosamente para a garota nobre. Seguindo o aceno, seu corpo foi cercado pelo vento leve, e antes que qualquer pessoa tivesse uma chance para notar, ondas no ar deixaram ele invisível e o espião se foi.

“Eu juro, aquele cara não tem tato nenhum…” (Violet)

“Estava tudo bem em mandar ele embora assim?” (Yuusuke)

Yuusuke estava preocupado que Reifold pudesse ter tido alguma missão secreta para ele do Rei, mas Violet respondeu com uma voz tão dura, que ele só ouviu ela duas vezes desde Driadria e o desastre no instituto de Feras Malignas.

“Mesmo que meu Pai tenha usado ele para mandar uma mensagem, eu não consigo confiar naquele homem.” (Violet)

“Não tem como eu poder ignorar um pedido do Rei!” (Yuusuke)

“Você não tem que fazer porque você responde diretamente à mim.” (Violet)

Violet acenou seu dedo indicador diante do rosto duvidoso de Yuusuke, pressionando sua opinião, e então saindo para o campo de arquearia onde ela havia arranjado uma sessão de treinamento com Sun. Originalmente, a princesa só pretendia espiar que tipo de acessórios ele estava criando, mas vendo Reifold envenenando a mente dele de novo, ela não pôde se conter e invadiu na conversa.

“Uahhh, eu não posso abaixar minha guarda nem por um instante.” (Reifold)

“Wah, isso me assustou. Eu pensei que você já tinha deixado a sala.” (Yuusuke)

O auto-proclamado homem do clã da floresta havia aparecido de novo atrás das costas de Yuusuke antes do jovem até mover seus olhos para fora da porta, como que emergindo de uma passagem secreta de algum lugar dentro da sala.

“Então… sobre aqueles que possuem más intenções com você… como você mudaria eles?” (Reifold)

“Eu também não posso ignorar Violet, posso?” (Yuusuke)

Reifold sorriu tristemente, como que dizendo “que pena” e deixou o quarto, desta vez para valer.

***

Um grupo de armazéns, se encarando em fileiras paralelas, foi construído numa área numa pequena distância do lugar de embarque em carruagens do palácio. Usualmente, esses armazéns eram usados pelos cavaleiros para manter, realizar manutenção e inspecionar seus veículos.

Contudo, com o Festival da Criação se aproximando ao fim, a área estava agitada com cavaleiros do palácio decorando suas carruagens, tendo reuniões, rigorosamente praticando suas performances para a parada, e fazendo todos os tipos de trabalhos preparatórios similares.

“Vamos instalar o suprimento d’água aqui, eu acho que um balde d’água ali deve ser o suficiente para meio dia.” (Yuusuke)

“Eu não sei se nós devemos apagar as luzes depois disso.” (Rasanasha)

Yuusuke, com Rasanasha como sua ajudante, estava decorando uma carruagem autônoma da corps no armazém da Corps do Deus da Escuridão. A Corps do Deus da Escuridão não tem qualquer tema distinto como as outras corps, que tinham trazido inspiração do fogo, água, terra e vento, símbolos da fé dos Quatro Grandes Deuses, então Yuusuke decidiu usar seus poderes de customização ao máximo para preparar sua carruagem.

“Mas isso não se destacará demais?” (Yuusuke)

“Eu acho que sim.” (Rasanasha)

Os dois riram, já impressionados e pensando sobre as reações dos espectadores. Razsha, que raramente tinha uma chance para deixar a mansão também estaria aproveitando o festival, escoltada pelos guardas da mansão de Yuusuke. Os dois estavam esperando ansiosos para mostrar para ela a performance deles.

***

O primeiro dia do mês de Fogo de Volnar.

O calendário da Escuridão havia acabado, trazendo o Festival da Liberdade à um encerramento. Amanhã o Festival da Criação começará. Este festival, marcando o começo do ano novo era aberto com os primeiros raios de luz solar brilhando no material estilo shouka que cobria os telhados dos prédios mais altos cercando o palácio de Volance.

Mais cedo na manhã, as carruagens de corps decoradas pomposamente haviam se enfileirado na estrada diante dos armazéns, cavalos similarmente decorados presos à elas. Os cavaleiros também haviam trocado seus uniformes tradicionais por uns cerimoniais exibidos.

A Corps do Deus do Fogo estava vestindo mantos carmesim decorados com decorações estilo penas, fazendo parecer asas de um pássaro e ornamentos finos, presos no uniforme com broches encrostados com gemas.

A Corps do Deus d’Água havia trocado seus uniformes estilo armadura por robes de barras longas de vívido azul-água. Os cavaleiros estavam subindo suas carruagens segurando pequenas coisas de palco que provavelmente eram necessárias para a performance deles.

O uniforme da Corps do Deus da Terra era uma armadura brilhante de couro de alta qualidade. Ao invés de cavalos, a carruagem deles era puxada por golens de terra, manipulados por três cavaleiros.

Os uniformes da Corps do Deus do Vento eram bem modestos. Os cavaleiros estavam segurando baldes com as coisas de festival escondidas sob suas tampas.

Finalmente, a Corps do Deus da Escuridão estavam envoltos em armadura de cor obsidiana, decorada com ornamentos dourados finamente detalhados. Eles eram os últimos na ordem da parada, andando numa carruagem de teto aberto, baseada no trem que foi introduzido no distrito da plebe. (NT: Ele fala que é baseado no PÃO, ou coque, mas isso não faz sentido e usei logo trem… poderia ser um erro de digitação para ônibus, mas eu entendi que ele só fez um trem)

A parada passava pelos distritos dos bem nascidos e da classe média com pequenas performances e ia com tudo apenas depois de entrar no distrito da plebe. Diferente dos outros anos, foi decidido que depois de passar pelo portão do distrito, as corps de cavaleiros iriam se enfileirar diante da plataforma que foi erguida pela família real na Praça da Torre de Observação. A plataforma estava cercada por guardas da cidade, mas isso não desencorajou a enorme multidão que havia se reunido para ver o espetáculo.

A torre em si estava fechada aos espectadores até o dia depois do festival. Os cavaleiros haviam decidido que era muito mais fácil observar o festival pelos muitos andares da torre ao invés de erguer temporárias plataformas mais altas. A criação de Yuusuke havia permitido que eles realizassem seus deveres com relativa facilidade.

“Eles estão vindo! A procissão dos cavaleiros!” (Chico)

“Eles estão tão exibidos como sempre. Parece que um rio de fogo está fluindo até nós.” (Bento)

“A procissão terá problema para chegar no portão do distrito! Vocês não podem ficar aí, saiam! Não se sentem aí!” (Adamastor)

“Okay, okay, se acalmem agora! Não empurrem tanto, é perigoso. Se acalmem!” (Letícia)

A procissão brevemente desapareceu atrás do portão de divisão, antes da vanguarda, a Corps do Deus do Fogo, carregando lanças cerimoniais, suas lanças flamejantes como tochas, havia finalmente entrado na Praça da Torre de Observação. Aproximando a plataforma do Rei, a antecipação pelo final havia chegado ao ápice.

“Oooh, eles finalmente estão aqui. Yuusuke está no final de tudo, e eu não consigo ver ele daqui.” (Violet)

“Uh uhm… Violet-sama, está realmente tudo bem para nós ficarmos aqui?” (Rasanasha)

“Não se preocupem, não se preocupem, meu pai deixará passar.” (Violet)

Rei Esvobus estava sentado num enorme trono na frente da plataforma da família real. Violet estava sentada ao lado dele, atendida por Rasanasha e Razsha. As duas garotas não conseguiam esconder sua tensão no que elas tomaram seus assentos nas cadeiras próximas da princesa delas.

Violet havia trazido elas aqui depois de ouvir de Yuusuke que seria perigoso para uma famosa ex-princesa cantora e uma serva da Corps do Deus da Escuridão atenderem o festival depois de todos os rumores que foram espalhados durante o Festival da Liberdade.

Razsha estava super nervosa. Além desta ser a primeira vez dela no festival, ela estava sentada próxima da família real. E ainda ela ainda ergueu seus olhos para o portão do distrito em antecipação da procissão vindo. Ela havia ajudado à preparar a carruagem da corps de Yuusuke, mas ela estava de qualquer modo esperando ansiosa para ver o espetáculo e as reações dos espectadores.

O capitão do Deus do Fogo, Kreivol, encabeçou a procissão. Aproximando a plataforma da realeza, ele fortaleceu sua arte divina, fazendo sua lança cerimonial entrar em erupção como uma fonte d’água. As faíscas de sua lança estavam disparando ao céu, seguindo sua performance, bolas de fogo começaram a ser disparadas pelas decorações chamativas da carruagem, ganhando para ele palmas e animações da audiência.

Depois era a carruagem da Corps do Deus d’Água, decorada para lembrar um navio, passando pelo rei. Os usuários de artes d’água abriram seus preparativos e miríades e mais miríades de bolhas infundidas com artes de cura saltaram e se espalharam pela área. As bolhas não tinham qualquer efeito de cura forte, mas fez aqueles que foram afetados por elas se sentirem levemente mais enérgicos.

Formas humanoides gigantes apareceram do portão do distrito, fazendo a multidão se agitar. Esses eram os golens de construção que raramente eram vistos por plebeus, que foram feitos para puxar a carruagem da Corps do Deus da Terra. Enquanto não se exibia ou era decorado, os gigantes de quase quatro metros de altura puxando a carruagem passavam uma aura imensa.

Thud Thud, passos pesados se seguindo, os gigantes haviam passado pela plataforma, dando espaço para a Corps do Deus do Vento. Sua carruagem era decorada por finos pedaços de pano, dançando no ar como que para alcançar o céu sob os efeitos das artes deles. Aproximando a plataforma, a corps havia anunciado sua performance especial.

“Oooh, como esperado da carruagem final.” (Chico)

“Incrível…” (Bento)

Uma tempestade de pétalas de flores havia atacado a praça da torre de observação. Controladas pelo vento, as pétalas se juntaram de volta para formar um pilar de flores. Os cavaleiros continuaram à adicionar mais flores ao pilar do topo de seu carro.

Espectadores estavam maravilhados pela magia das flores dançantes no meio da noite.

Até o último ano, a Corps do Deus do Vento havia sinalizado o fim da parada, e era seguida pelo discurso grato do Rei. Não era isso que aconteceria este ano, contudo, no que a recém formada Corps do Deus da Escuridão ainda tinha que fazer sua parte. Haviam todos os tipos de rumores flutuando ao redor deles, a audiência estava olhando ansiosamente para o portão do distrito, esperando o que os novatos ao festival mostrariam para eles.

“Hmm, é bem preto…” (Chico)

“Ela está se movendo por aquele mecanismo especial que havia surpreendido até a Princesa?” (Bento)

A carruagem azeviche era decorada com luzes minúsculas. As pequenas luzes, lembrando a luz passageira das estrelas no céu da noite haviam começado à aumentar em número, suas luzes piscando pela noite.

A multidão ficou inquieta. As luzes que haviam coberto a carruagem se apagaram, antes de repentinamente saltar de volta à vida todas de uma vez. As luzes então começaram à piscar num padrão pré-definido que fazia parecer que as luzes estavam se movendo pela carruagem.

“Oh-oooooh! Isto é incrível! Eu nunca vi nada assim antes!” (Violet)

“Excelente! Que performance! Não importa como eu veja, é incrível.” (Esvobus)

“É lindo! É isto o que Shia havia chamado de reação eletrolítica!” (Rasanasha)

“Sim, esses são os mesmos aparelhos que foram usados na mansão do Yuusuke.” (Razsha)

Aquela lâmpadas eram feitas baseadas na pequena lâmpada rin de presente que Yuusuke havia conseguido para Violet em Driadria. Produzidas em massa e presas na estrutura da carruagem, os pequenos artifícios haviam providenciado a iluminação necessária. Manipular as lâminas em si era difícil, mas Yuusuke havia passado por isso ao instalar artifícios adicionais para tapar a luz. Adicionalmente, ele havia instalado filtros vermelho, azul e amarelo que deixaram a iluminação completamente única. (NT: Pelo visto alguém não gosta dos usuários de vento)

Cores trocando haviam firmemente envolvido a carruagem. Todos na praça da torre, sejam espectadores, guardas, corps de cavaleiros, ou o rei, todos estavam completamente sem palavras pela visão.

“Eles amam isso! Eles amam isso!” (Yuusuke)

“Eu acho que eu ficaria igual eles se eu pudesse ver isso pelo lado.” (Vermeer)

“Ahaha, eu sinto o mesmo!” (Shaheed)

Vermeer, ajudado por Shaheed, estava dirigindo a carruagem. Fonke era responsável por cobrir a carruagem com um fino escudo de vento para proteger os artifícios da poeira. Aisha e Isotta estavam checando a condição do musgo solar e ajudavam Sorzak à prover água para ele.

Yuusuke estava de pé no topo da carruagem com Sun, arrumando o timing para o próximo show.

“Yuusuke-san, eu consigo ver Shia-san e Rasha-san ali.” (Sun)

“Wow, elas estão realmente mantendo companhia para Violet.” (Yuusuke)

A princesa estava acenando seus braços para eles, e até o Rei parecia estar curtindo o evento. Rasanasha e Razsha também acenaram timidamente seus braços para Yuusuke e Sun.

“Bom, eu acho que a hora está certa.Vamos para nossa performance final!” (Yuusuke)

“Boa sorte!” (Sun)

Yuusuke esticou seu braço e chamou pela tela de customização da carruagem da parada. A multidão parou, esperando pelo significado do sinal do capitão da Corps do Deus da Escuridão. Então, uma à uma as pequenas luzes começaram a se separar da carruagem.

“Customização consecutiva~” (Yuusuke)

Começando com o para-choque da carruagem, o efeito gradualmente se espalhou pelo veículo. Yuusuke baseou esta técnica com a troca de mapa que ele havia repetido muitas vezes quando ele viajou à vila Rufk um tempo atrás.

A praça da cidade havia mais uma vez entrado em erupção com animações.

***

Todos que podiam bancar isso haviam ido para a parada, logo quase não haviam pessoas sobrando nas outras partes do distrito da plebe. Em um dos cantos do distrito, em um pequeno beco, estava uma pequena loja deserta.

As prateleiras da loja estavam cheias com remédios estranhos de origens desconhecidas e outros bens ilegais. Era a tão chamada loja do mercado negro, que lidava em bens que alguém nunca poderia comprar em qualquer loja comum.

“Mestre, você realmente usará esta coisa?” (Alafi)

Não havia problema com a qualidade ou efetividade do produto, o balconista simplesmente parecia enojado por seu cliente. Usualmente, ele não liga pelo que sua clientela está pagando, mas este produto era uma exceção.

“Se você quer continuar tendo seu negócio aqui, me esqueça.” (Wndemberg) (NT: Sim, esse nome existe no Brasil, nem se eu quisesse criar, como já fiz antes, sairia tão… bacana assim)

“Eu entendo. Você parece um servo de algum lorde. Eu não tenho quaisquer desejos de acabar na prisão.” (Alafi)

“Então esqueça que isto alguma vez aconteceu.” (Wndemberg)

O homem terminou, deixando a loja com o pacote que o balconista enrolou para ele.


Tradução: Thyros



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