WCC – Capítulo 54 – A Efêmera Canção da Abelha (Segunda Parte)



“Isto é fácil de se mover, e é surpreendentemente quente também.” (Razsha)

“Você devia usar um ornamento de cabelo para ir com isso, eu acredito que você ficaria mais atraente, sabia?” (Rasanasha)

As duas irmãs, Razsha e Rasanasha, haviam acabado de retornar das compras. Elas estavam atualmente conversando enquanto testavam uma combinação de diferentes ornamentos pequenos e organizavam seu espólio.

Independentemente da missão, Razsha não tinha experiência em escolher roupas elegantes para ela mesma, logo comprar itens dos estandes ao longo da rua principal se provou ser um ato aproveitável. Mas abruptamente, uma sensação de ansiedade começou a cair sobre o clima aproveitável.

“Tem algo errado?” (Rasanasha)

“… é, meio.” (Razsha)

Ela estava pensando sobre os eventos que se desdobrarão quando ela alcançar Sanc Adiet, no que haverão problemas para ela, tais como tentar persuadir alguém de posição importante para assumir ela sob sua asa, e há também a presença do Conde que é chefe de Rasanasha em Fonclanc, logo nenhuma enganação deve ser feita.

Além de simpatizantes de Nossentes dentre os oficiais do palácio, haviam apenas alguns nobres que Razsha podia persuadir. Falando sobre persuasão, não será tão doce como o tempo ao redor com Yuusuke, e pode ter uma chance onde mentiras e enganação são envolvidas.

“Uuu… hick, hick.” (Razsha)

“Haa, o que e~u devo fazer…” (oo)

“Isto é problemático oo, não importa quão poderoso o homem é no palácio de Fonclanc, ninguém pode ganhar contra intoxicação alcoólica.” (Razsha)

“Es-espere um momento, eu não realmente lembro disso! Para ir contra um país, é~~” (oo) (NT: Eu chuto que isto é tipo um flash back, eu não sei… é estranho, pode ser Rasanasha e Razsha conversando também, mas enfim…)

Negociando privativamente com os oficiais do palácio ao usar remédios para induzir intoxicação, e depois fingir ser uma subordinada que foi atacada pelo oficial bêbado enquanto reunia suas fraquezas.
Forçando vítimas à cooperarem é no que ela excede. Usando deste mesmo método, em que ela tem experiência, ela forçará Nossentes em cooperação. Mas se Razsha completar sua missão, Rasanasha, que é conhecida como irmã dela, não sairá disto ilesa.

“Eu acho…” (Razsha)

“Se Nossentes fosse permanecer em ruínas, eu não acredito que o Conde continuará à me abrigar, no pior caso ele me assassinaria para cobrir seus rastros.” (Rasanasha) (NT: Em inglês, está sem aspas… mas tudo indica que é conversa e não pensamento)

“Como nós viemos até aqui, é tarde demais para retornar.” (Razsha)

“Entendo… então nós devemos permanecer fora de vista o quanto for possível, seria melhor para nós nos escondermos em algum lugar na cidade por ora.” (Rasanasha)

No momento que elas estavam para entrar em Sanc Adiet, ela iria primeiro ficar na casa de Rasanasha por ora, uma vida de não ser vista pelo público em geral, e se ela for avistada, ela podia secretamente mudar sua residência para a periferia da cidade, e a chance de um oficial do palácio avistando ela também será reduzida.

Naquela noite, as duas se encontraram para uma discussão sobre o tópico principal do lugar de Razsha, se elas fossem ser francas e depender de Yuusuke integralmente, em outras palavras conseguir a anistia da Princesa Violet, isso pode ser uma bela tarefa.

“Bem, mesmo que muitas pessoas gostam de Yuusuke, é provavelmente impossível até esse ponto.” (Rasanasha)

“É… mesmo?” (Razsha)

“Porque ele é o herói de Fonclanc, você não sabia?” (Rasanasha)

Não é bom esperar simpatia de uma pessoa militar, a base de Razsha para rejeitar qualquer expectativa excessiva do Capitão do Deus da Escuridão que é um herói é por causa dos mais velhos gostam de boas pessoas como subordinadas. (NT: Eu achei que era Rasanasha rejeitando, mas enfim… acho que a ideia é que os mais velhos preferem bons subordinados do que boas pessoas, mas… é um parágrafo terrível)

***

Enquanto a Corps do Deus da Escuridão e os embaixadores estavam gastando seu tempo na cidade portuária dentro das instalações de detenção de Sanc Adiet, o chefe de Rasanasha, o Conde, estava visitando um importante interrogatório que estava acontecendo como uma desculpa.

“Ho, para tomar Patrucia Nost tão facilmente.” (Volmes)

“Ainda há mais da metade das tropas do Parlamento Divino movendo por aí, então deve ter alguma forma de contato vindo aqui.” (Shrek) (NT: Um dos poucos nomes fantasia que eu lembro ter usado)

Não mais tendo o apoio de Nossentes, o Conde começou um interrogatório mais cedo de Volmes numa tentativa de impedir ele de soltar tudo. Sua intenção era ganhar uma ideia de Volmes, no que ele será problemático com Nossentes arruinada. Então ele tinha que insinuar para Volmes habilidosamente esquivar e comprar tempo.

“Os Remanescentes da facção de Izapnar de Gazzeta ou Blue Garden, ou até se pode ter uma 3ª força escondida nas sombras. Por ora, está tudo no ar.” (Shrek)

“Hmm, entendo. Então o Parlamento Divino fará um governo provisório enquanto está exilado em Fonclanc por enquanto, enquanto blefa que suas forças principais estão em algum outro lugar.” (Volmes)

O Conde acenou pela introspectiva de Volmes, no que ele passou uma mensagem para os outros espiões para se reunirem nesta instalação de detenção.

“Então agora…… kun, você chamará o oficial de interrogatório?” (Volmes) (NT: Acho que seria o nome do cara-kun, mas ele não merece ter nome, então…)

“… Que?” (Shrek)

Depois de afirmar a resposta do Conde, Volmes pediu para ser transferido para a sala de interrogatório depois que o soldado de monitoramento veio pela mesa da frente. Intrigado e pensando que Volmes pode querer confessar um testemunho importante, ele foi chamar o oficial de interrogatório de volta. (NT: Ou era uma outra pessoa, sei lá)

Depois de algum tempo, um oficial de interrogatório e vários soldados chegaram na sala de interrogatório, lá Volmes começou a falar.

“Aquele que mandou uma indicação de um ataque foi o Parlamento Divino de Nossentes.” (Volmes)

Volmes, que foi notificado sobre a queda de Patrucia Nost, começou a expor o mentor intelectual por trás do incidente de ataque às vilas de artless em que as ordens eram pelo Parlamento Divino de Nossentes. Caído da graça de Blue Garden, ele se achou aceitando uma condição para ser incorporado na unidade especial sem quaisquer reclamações.

Tomando o comando do esquadrão de execução, e só limitado para mover as tropas, aquele contendo a autoridade real de comando era o delegado que havia morrido na batalha na cidade portuária, e ele também explicou que aqueles que estavam em seus ex-times de elite de Blue Garden também estavam sendo monitorados.

O fato que o delegado da unidade era responsável pela inspeção, e como os subordinados do time de elite original estavam mortos, não tinha outro jeito para o segredo do impostor vazar. Volmes acreditou que era assim.

“Então em outras palavras, você está dizendo que suas ações foram na verdade ordens forçadas pelo Parlamento Divino?” (Cleiton)

“… Entendo. Você tem que se desculpar ao povo de Fonclanc pelos grandes problemas que você trouxe à eles.” (Hivodir)

Volmes reconheceu a figura de Hivodir que veio entrando na sala de interrogatório com questões da visão geral do testemunho. Volmes estava buscando melhorar sua impressão ao mostrar uma atitude meritosa para ganhar crédito e sua liberdade ao presentear um sacrifício. (NT: Eu ia usar “louvável” ao invés de “meritosa”, mas ele não merece…)

“Por que, você repentinamente fez esses testemunhos?” ele rasgou a carta que ele havia segurado, as respostas para as questões deles.

“Mais cedo, o Conde que veio ao meu interrogatório era uma pessoa que tinha conexões com o parlamento divino.” (Volmes)

Depois de afirmar vários espiões de Nossentes, e dizer que a residência em que ele viveu também está sendo espiada. Sabendo sobre as conspirações e manobras secretas do Parlamento Divino, ele acreditava que sua vida estava sendo alvo e que seu tempo era limitado, então ele confessou sobre tudo que ele sabia.

“Ele pode estar inquieto devido à queda de Patrucia Nost.” (Hivodir)

O Conde havia vindo para avisar Volmes que o Parlamento Divino ainda existe e está indo forte, e implicando que ele “não diga nada”, lembrando ele das consequências de ser um espião de Nossentes.

“Eu julguei que era uma boa oportunidade para expor a verdade à luz do dia.” (Volmes)

“Entendo, uma decisão lógica.” (Hivodir)

Vendo a reação de Hivodir de acenar, Volmes estava regozijando por dentro. Mas isso durou pouco.

“Contudo~~”, Hivodir continuou suas palavras, e convidou as pessoas que estavam esperando fora da sala de interrogatório ao abrir a porta. A expressão de Volmes imediatamente afundou.

“Essas 2 pessoas, são do grupo que atacou minha casa e tudo naquela vila.” (Hivodir)

“…” (Volmes)

Os 2 homens eram jovens. Um deles estava sem uma parte de seu braço do cotovelo par abaixo, enquanto o outro tinha a cintura para baixo tinha suas costas torcidas de um jeito estranho. Todos os subordinados deveriam ter sido enterrados pelos guerreiros Artless e a Corps do Deus da Escuridão.

“Ah, vocês ainda estão vivos! Haviam notícias que vocês foram todos mortos.” (Volmes)

“…” (Kenan & Kel)

Volmes fez uma piscada para seus 2 ex-subordinados da Trupe de Fogo, como um sinal para cooperarem com ele.

Durante aquela noite, haviam olhos monitorando as 3 pessoas que estavam fora em perseguição de Hivodir, eles estavam numa situação onde vida e morte do time inteiro dependia deles.

“É isso o que ele disse, vocês não estão enganados sobre isso, certo?” (Hivodir)

“… não.” (Kenan)

“O que o líder de time havia dito… deixe tudo conosco.” (Kel)

Os dois ex-subordinados não obedeceram com a piscada que Volmes havia mandado para eles. Na verdade, os 2 deles já tinham ouvido sobre alguns dos eventos que ocorreram na cidade portuária e na atual Patrucia Nost.

“Essas 2 pessoas admitiram que eles foram persuadidos por você à escapar de Blue Garden e desertar para Nossentes.” (Hivodir)

“Não, isso é…” (Volmes)

“Não só isso, parece que para poder se salvar, você sacrificou todos seus subordinados como uma distração na cidade portuária~~” (Hivodir)

Depois de se retirar da cidade portuária, os remanescentes das vítimas da briga estavam sendo transportados na carruagem, esses corpos dos grupos armados estavam sendo transportados para a floresta próxima e enterrados com a ajuda dos residentes da cidade.

A maioria dos corpos do grupo armado foi queimado junto do hotel, exceto por 2 corpos inaturais que foram descobertos nos fundos de uma casa próxima do hotel.

Um túnel subterrâneo secreto foi achado abaixo do hotel para uma casa próxima, e para resumir, aqueles dois provavelmente tentaram escapar usando o túnel. Contudo, estando no meio da noite, não havia um soldado que os viu.

A cabeça de um cara foi cortada limpa, o outro tinha um buraco queimado em seu peito. Pela evidência encontrada, o peito parece ter sido perfurado por uma espada usando uma arte de chamas fortalecedora.

“O equipamento que os soldados de Fonclanc usam são lanças, mas você esteve usando uma espada.” (Hivodir)

“…” (Volmes)

Hivodir trouxe os 2 corpos de volta para os 2 membros originais da trupe de fogo que sobreviveram o ataque de Shinra e eles haviam confirmado que eles eram colegas deles.

A situação foi explicada para eles quando Volmes foi pego, e eles tinham aparentemente encoberto a notícia dos corpos mortos que eram seus colegas que morreram nas mãos de Volmes, esses 2 membros sobreviventes da trupe de fogo haviam confessado que eles escaparam de Blue Garden.

Eles até soltaram que Volmes era o capitão da corps especial de Nossentes e sempre esteve agindo comportado com Nossentes e ele esteve lidando por trás das costas deles sem eles saberem. No que eles testemunharam sobre isso.

“Além do mais, apenas alguns dias atrás, tais coisas chegaram no palácio.” (Hivodir)

“… ainda deve ter alguma coisa.” (Volmes)

Hivodir tirou uma tira de seu casaco, e listada nela estava uma marca de carta de Gazzeta.

A notícia da queda de Patrucia Nost foi recebida no dia seguinte, todos os pássaros mensageiros do Parlamento Divino foram enviados para entregar a carta do Rei de Gazzeta, dentro da carta estava o plano do Parlamento Divino e os espiões que haviam infiltrado, e também tudo sobre os nobres que estavam conectados estava sendo marcado.

Dentro da carta, o estabelecimento das tropas de Volmes estava entre um de seus conteúdos, e também afirmava que aquele que iniciou os planos de ataque às vilas para começar o conflito entre Gazzeta e Fonclanc era Volmes.

As chances que ele havia criado com suas mãos, as tentativas por onde Volmes havia tentado ganhar um apoio foram todas completamente exaustas.

“Agora, todo o valor das informações sobre Nossentes que você tinha é inútil… então o que você tem para dizer agora?” (Hivodir)

“…” (Volmes)

“…” (Hivodir)

Volmes ficou quieto no que ele puxou um curto fôlego.

***

Cinco dias haviam se passado após a queda de Patrucia Nost. A carruagem que deveria receber o grupo da Corps do Deus da Escuridão não chegaria pelos próximos alguns dias. Logo o grupo estava atualmente relaxando na cidade portuária.

“Oh, vocês estão saindo para fazer compras?” (Yuusuke)

“É, estou encarregada de fazer o jantar hoje. Eu cozinharei peixe.” (Razsha)

“Você parece feliz.” (Yuusuke)

Razsha parecia estar tensa, mas a atmosfera pacífica ao redor do grupo havia começado a afetar ela e ela estava sendo muito mais natural em sua atuação. Ela havia até ficado amigável com os membros da corps de Yuusuke. Contudo, a garota em si não se lembrava de quando foi a última vez que ela se sentiu verdadeiramente em paz (satisfeita).

***

“Abelhas.” (Amanda)

“Eh?” (Razsha)

Naquele dia, Razsha estava seguindo para fazer compras sozinha, quando seu code-nome foi inesperadamente chamado por trás. De pé na frente do beco estava uma garotinha, dando um sorriso adorável enquanto encarava ela. A garota estava cantando uma canção como aquelas de um conto de fadas.

“Flores para flores, vamos ir procurar por mel doce~” (Amanda)

“… naquele corpo, há veneno escondido.” (Razsha)

“Fufufu, como eu pensava, você era a abelha, certo?” (Amanda)

“Você é… da unidade especial?” (Razsha)

A garotinha que se identificou como Eru (Elfiona) convidou Razsha para um beco enquanto entregava um pequeno pacote enrolado. Razsha imediatamente sabia que eram drogas venenosas dentro do pacote que foi entregue para ela.

Seguindo após aquele movimento infantil de Eru, elas avançaram no beco. Depois de um tempo curto, elas chegaram num lugar de onde elas não podiam ouvir mais os barulhos da rua movimentada. Lá, uma voz fria masculina, pertencendo à um membro dos operadores especiais de Nossentes, chamou pelo nome de [Abelha] e começou a dar para ela suas ordens. (NT: Nome da garota de lado, antes era abelha mesmo, aqui é a “abelha-de-mel” que não quero mais usar… ah, Lunaris encurtou esta parte, omitindo sobre a operação secreta de Nossentes para tentar Yuusuke, aparentemente…)

“Ordens do parlamento divino.” (Nicolas)

“Tsu!” (Amanda)

~~Neutralizar a Corps do Deus da Escuridão e Embaixadores de Fonclanc, ajudar a força de trabalho em seu ataque.~~

***

“O que você vê?” (Nicolas)

“A pessoa em si parece querer fugir.” (Amanda)

Depois de ver a figura de Razsha desaparecendo na multidão agitada, o capitão da unidade saiu para obter a opinião de sua subordinada. Notando a reação dela no que a ordem foi dada, o sentimento dela em direção à extensão da missão e as ações que seriam feitas para a corps do deus da escuridão. Se os sentimentos dela fossem firmados, se provaria sendo problemático.

“Você acha que ela nos trairá?” (Nicolas)

“Aquela mulher talvez, ela tem o mesmo tipo de treinamento especial que Eru, então não deve ter uma traição.” (Eru)

No que a subordinada respondeu, a adorável garota do primário sorridente que estava de pé ao lado dele se virou e olhou para uma direção diferente. O treino de pesquisa recém estabelecido pela agência de inteligência de Nossentes, “Esquadrão de Crianças Assassinas”. Desta vez Eru foi colocada para os operadores especiais como um protótipo de criança assassina.

O sorriso inocente, os gestos amáveis, tudo que está incluso para uma loli, a absoluta obediência às ordens de um comandante e fielmente fazendo qualquer tarefa. Uma mira em treino emocional foi realizada, logo quando elas estavam em espera, elas eram quietas como bonecas. Elas foram ensinadas à não fazerem ações autônomas.

Vendo um desenvolvimento emocional na Razsha que crescia, o feitiço de obediência que foi implantado e alojado fundo no coração dela iria prevenir-la de escapar. Depois de ouvir a opinião de sua subordinada, o capitão da unidade acenou em consentimento.

***

Razsha havia retornado para o hotel após as compras, ela confessou para Rasanasha sobre a ordem para atacar a Corps do Deus da Escuridão.

“Chi ah~ah, como eu pensei, é impossível conseguir uma vida normal neste posto!” (Razsha)

“Shia…” (Rasanasha)

“Você se decidiu em sua resolução?” (Rasanasha) (NT: Eu ACHO que isto é dito após a outra conversa, então seria por ela de novo…)

Hoje a noite, ela não será capaz de sair para uma caminhada e teria que vir à sua decisão após o jantar, no que Rasanasha persuadiu ela para repensar sobre isso. Mesmo que o parlamento divino esteja vivo e bem, Nossentes está atualmente sob ocupação de Gazzeta e elas mesmas estão viajando para Fonclanc.

Enquanto haja uma razão para ser leal ao seu país, suas crenças podem ser respeitadas. Contudo, o fato que Razsha está para seguir as ordens foi apontado como ansiedade ao invés de lealdade por Rasanasha.

Como uma espetada ardida com uma agulha, Razsha franziu e olhou para fora no que ela devolveu silêncio.

“Ne, por favor Shia. Pense de novo nisso, vamos falar com Yuusuke-sama sobre isso?” (Rasanasha)

“… sinto muito, Rasa.” (Razsha)

“! Ng… tsu.” (Rasanasha)

Razsha se virou e olhou para trás, atrás dela estava um objeto amarelo translúcido que ela havia preparado, um doce que parecia de mel estilo gelatina que ela colocou em sua boca, ela imediatamente roubou os lábios de Rasanasha e empurrou o doce pela garganta dela com sua língua. E nesse ritmo, ela empurrou ela e a segurou na cama.

Rasanasha, que entendeu o significado das ações dela, tentou balançar e torcer seu corpo para poder sair e informar Yuusuke e seu grupo sobre isso, mas Razsha havia recebido treino para prender alguém, logo Rasanasha não conseguia se soltar.

Eventualmente, Rasanasha caiu num sono profundo no que o anestésico que estava no mel tomou controle.

“Eu realmente sinto muito…” (Razsha)

Razsha murmurou levemente enquanto gentilmente acariciava a bochecha de Rasanasha, ela pegou o pacote que ela recebeu de Eru e o escondeu em seu peito no que ela deixou o quarto.

***

“Ooo~ parece delicioso.” (Fonke)

“Não parece delicioso, é delicioso.” (Aisha)

“Hahaha, eu imagino se eu posso pegar uma porção disso.” (Yuusuke)

Como de costume, todos se reuniram para jantar, eles comendo e conversando criou a atmosfera animada. Ela deu uma explicação que Rasanasha está descansando mais cedo devido à sua doença, no que é sabido que ela estava sofrendo por uma doença, e todos foram convencidos facilmente, apesar deles estarem preocupados sobre ela.

“Bem então, eu irei cuidar de minha irmã.” (Razsha)

“Okay, se qualquer coisa acontecer, chame por nós.” (Yuusuke)

“A comida da Shia estava deliciosa.” (Vermeer)

“Da~da próxima vez… por favor me ensine sobre a quantia de temperos.” (Isotta)

Depois de retornar para se quarto, Razsha estava preparada para sair no que ela olhou para Rasanasha que estava dormindo na cama. Uma droga para dormir de ação lenta foi misturada na comida e tudo foi comido sem deixar nada para trás. Olhando para a comida feita por ela, que estava na mesa que havia sido limpa, fez ela se sentir feliz durante esta missão.

Contudo, desta vez o giro no coração de Razsha não era por causa da alegria de ser elogiada pela comida feita por ela, nem era pelo senso de conquista devido à uma missão bem sucedida, mas por causa do medo e impaciência que ela sentia que não podia ser colocada em palavras.

“… o relatório, eu tenho que ir…” (Razsha)

Razsha estando perdida sobre onde ir, ela saiu para as ruas pela porta dos fundos do hotel no que ela andou pelo beco da cidade portuária banhada no céu noturno.


Tradução: Thyros



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