WCC – Capítulo 48 – Patrucia Nost



Tendo passado a noite no acampamento da escolta de Nossentes, o grupo de Yuusuke levantou mais cedo na manhã, subiu numa carruagem separada de escolta e começou o trecho final de sua jornada em direção da capital anciã, nomeada de Patrucia Nost.

Eles trocaram um cumprimento rápido com o grupo de escolta quando eles chegaram tarde da noite e então prosseguiram direto para os preparativos para a jornada de amanhã, seguido pelo descanso. Sem espaço suficiente para construir a casa como da última vez, Yuusuke não se incomodou em customizar a terra e eles aceitaram as tendas que o grupo de escolta havia providenciado para eles.

O grupo de embaixadores, que esperava ser capaz de descansar na casa de alojamento de novo repentinamente parecia meio desanimado e muito mais cansado. Contudo, Yuusuke foi capaz de prover à sua corps, grupo de embaixadores e até o grupo de escolta com um sono agradável.

“Capitão, ao invés de estar no campo de batalha, isto parece com uma suite de alta classe.” (Andrey)

“Bem, é. Até eu não consigo pensar na gente estando em batalha neste momento.” (Yuusuke)

A qualidade da customização era tão alta, que o grupo de embaixadores foi capaz de ter um descanso agradável nesses confortáveis sacos de dormir, que se tornaram a marca registrada da Corps do Deus da Escuridão. Até o grupo de escolta parecia estar mais refrescado do que alguém esperaria dos soldados no campo.

Soldados tinham que descansar independentemente da dureza da situação. Então os sacos de dormir da Corps da Escuridão eram os melhores tipos de suprimentos para marchas que esses soldados podiam esperar.

“Onde raios eles conseguiram isso aqui?” (Frank) (NT: É um soldado de Nossentes, para quem não percebeu)

O grupo de embaixadores e a Corps do Deus da Escuridão estavam recebendo tais elogios do grupo de escolta no que eles deixaram a floresta e entraram na rodovia, e, chegando a tarde, eles haviam chego no seu destino.

***

Comparado com a  estilo pirâmide Sanc Adiet, que se expandia para cima, Patrucia Nost parecia que era para ser uma enorme fortaleza desde o começo. Era um castelo gigantesco, construído exclusivamente para a realeza da tribo branca e seus vassalos.

Estruturalmente, as casas se mesclavam juntas e parecia com um único enorme prédio. Contudo, a segregação de casta dos usuários de artes divina ainda existia aqui – a cidade era dividida em cinco distritos quase de igual tamanho. Por causa disso, as pessoas de classe mais baixa normalmente passavam suas vidas inteiras sem sair. (NT: Acho que a ideia é dentro do distrito delas, quietinhas, mas…)

Uma praça aberta pegou quase o andar de cima inteiro, e as lojas e alojamentos residenciais estavam localizados dentro do(s) prédio(s).

O grupo de Yuusuke estava passando pelo distrito do palácio onde os maiores e mais belos prédios se enfileiravam pela estrada. A entrega da carta e a audiência com o grupo de embaixadores estava planejada para amanhã, então depois de uma rápida discussão com os embaixadores, foi decidido que a Corps do Deus da Escuridão iriam se separar com o grupo de embaixadores por hoje.

A Corps do Deus da Escuridão também se separou entre si, haviam aqueles que foram descansar nos quartos preparados para eles, e aqueles que foram andar pela cidade. Yuusuke, claro, se juntou ao último no que seu objetivo original para viajar até esta cidade era arranjar o remédio necessário.

Vermeer e Shaheed receberam permissão para andar pela cidade, para inspecionar sua arquitetura. Enquanto isso, Aisha e Isotta se juntaram com Yuusuke no que elas queriam comprar cosméticos e alguns souvenires para seus pais.

Estranhamente, Fonke, que parecia querer sair e brincar no começo, ficou em seu alojamento para descansar. Na verdade, ele provavelmente queria descansar até a noite e passar a noite na cidade.

***

“Hm, seria legal se alguém me contasse de um lugar bom…” (Yuusuke)

Enquanto procurava pela loja de remédio, Yuusuke entrou numa passagem interna que parecia ser um distrito de compras subterrâneo. Não parecia provável para ele que ele encontraria o que ele estava procurando se ele só andasse por aí sem rumo, e ele estava levemente arrependido de ter saído sem ter feito qualquer pesquisa anterior sobre o assunto. Logo, Yuusuke só suspirou, olhando para a rua movimentada, cheia de pessoas indo fazer seus negócios. No que ele estava inquietamente olhando ao redor enquanto estava de pé junto da parede-

“Com licença, há algum problema?” uma jovem mulher chamou por ele. Na verdade, mais dos pedestres do que apenas esta uma garota, haviam notado ele olhando ao redor como se ele tivesse se perdido na cidade, contudo a aparência dele e a estranha, não-familiar aura de artes divina havia impedido eles de se aproximarem dele.

A chegada dos embaixadores de amizade de Fonclanc era bem conhecida mesmo entre as pessoas comuns.

Entre os cochichos sobre a derrota do inimigo de longa data deles, Gazzeta, nas terras de Blue Garden pelos exércitos de Fonclanc, haviam alguns rumores sobre um herói, que era o líder da Corps do Deus da Escuridão. Para poder ser erguido como um herói, alguém tinha que matar uma grande quantidade de inimigos durante a batalha.

Contudo, não é muito bem conhecido que essa mesma corps também era renomada pelos eventos das fortalezas Gearhawk e Deernook.

Logo as pessoas estavam encarando o homem de preto, que estava apoiado contra a parede, pensando que ele poderia realmente ser esse herói, e estavam com medo de chamá-lo.

Incidentalmente, a jovem mulher que chamou por Yuusuke era ou corajosa, de coração mole ou ela era simplesmente uma cabeça de vento. Ela parecia ter por volta de vinte anos, talvez até um pouco mais jovem do que isso e tinha uma atmosfera estilo dama ao redor dela. Com seu cabelo amarelo preso ao seu lado, e a aparência animada, mas ainda meio gentil, ela parecia ser uma garota bem amável.

“Pheeew, eu realmente podia usar alguma ajuda! Você se importaria se eu lhe pedisse por algumas direções pela cidade?” (Yuusuke)

“Nem um pouco, seria meu prazer.” (Taís) (NT: Estou realmente ficando sem criatividade para nomes aleatórios, mas eu não gosto muito de ficar repetindo… se tiverem sugestões, só colocar nos comentários)

Tendo recebido as direções até a farmácia, Yuusuke agradeceu a garota, que foi embora depois de sorrir gentilmente para ele. Yuusuke, tendo comprado um número de frascos de remédio, apressadamente retornou para seu quarto no distrito do palácio e realizou algumas rápidas customizações.

O frasco vermelho, cheio de líquido curador, era um remédio caro e custou quase três shoukas vermelhos. Ouvindo a quantia que Yuusuke pediu, lojistas não conseguiam acreditar em seus ouvidos. A propósito, se alguém comprasse o remédio em algum outro país, considerando o gasto de transporte, seu preço seria ainda mais alto. (NT: Eu acho que a ordem de preço dos shoukas, os cristais, era Verde>Amarelo>Azul>Vermelho, mas isso é porque em Fonclanc seguia essa ordem na casta deles, não sei se é igual em todo lugar… ou lembro errado… e eu não lembro a conversão exata, isso só é comentado no começo…)

“Eu acho que, eu começarei tentando deixar o ritmo de cura igual enquanto adiciono uma amplificação de artes divinas e uma recuperação de força física.” (Yuusuke)

Tentando customizar efeitos mais fortes de recuperação no remédio, Yuusuke sentiu que ele podia fazer o remédio se adequar num alcance de possíveis usos se ele mexesse com os vários efeitos de cura.

***

Quando Aisha chamou por Fonke na manhã seguinte, o cara parecia estar morto de cansado depois de ter acabado de retornar ao seu alojamento depois de passar a noite inteira na cidade. Ao mesmo tempo, Yuusuke estava prestes a testar o remédio customizado para ver se seu efeito era como aqueles das artes d’água.

De acordo com o menu de customização de Yuusuke, o remédio estava num nível que era simplesmente impossível de criar com mera água, logo ele estava convencido que o remédio será bem útil.

“Hey, eu não quero ser o rato experimental.” (Fonke)

“Bem, eu sei que não será perigoso. Eu só quero ver se será efetivo ou não.” (Yuusuke)

Enquanto tentava persuadir Fonke que não havia nada para se temer, Yuusuke de algum modo conseguiu fazer o cara tomar uma poção de restauração de estamina em sua mão.

“Eu sempre fui um subordinado leal”, Fonke disse numa voz imploradora.

“Eu sei. É por isso que eu estou esperando que você beba isto.” (Yuusuke)

“… Es-essas pessoas…” (Aisha)

Ao contrário de Fonke, Aisha estava se sentindo para baixo desde manhã e teria sido uma candidata perfeita para testar o remédio erguedor de humor. (NT: Pode ler isso como tranquilizante, mas convenhamos que é bem diferente…)

***

Se eles fossem entregar a carta pessoal durante a audiência de hoje, a primeira fase da missão da Corps do Deus da Escuridão estaria completa e eles poderiam deixar o resto para o grupo de embaixadores. Entre algumas pequenas reuniões, os membros da corps planejaram passar seu tempo vendo as vistas pela cidade e calmamente aguardar pelo dia que eles deveriam retornar para seu próprio país.

Na hora que o grupo de embaixadores de Fonclanc tinha uma reunião com os representantes do parlamento divino de Nossentes, os outros membros estavam sendo monitorados em seus alojamentos ou durante seu tempo na cidade para impedir que qualquer vazamento de inteligência ou mau conduta. Ao mesmo tempo que a reunião, o parlamento divino estava reunido nos salões divinos para discutir os meios de atiçar Yuusuke a se juntar ao lado deles, os movimentos de Gazzeta e a situação atual em Fonclanc.

“Parece que a unidade de Volmes foi destruída.” (Roberto)

“Eu sabia que nós não devíamos ter confiado alguém de fora com a tarefa.” (Leopoldo)

“Nosso maior problema é que aquele cara é prisioneiro de Fonclanc agora.” (Joaquim)

“Nós podemos colocar os aristocratas daquele lado para cuidarem dele, agora vamos discutir a questão da Corps do Deus da Escuridão e o Deus Maligno.” (Gabriano)

Yuusuke e o resto ainda não tinha recebido a notícia sobre o incidente na cidade portuária. Até o grupo de embaixadores acabou de ser informado sobre esses eventos recentes. A informação que foi atrasada pelo bem de esconder o poder de espionagem de Nossentes e fazer o número real de espiões parecer não ser tão grande quanto realmente era.

A cidade tinha uma proteção de artes de vento do tipo de transmissão, então alguém tinha que receber permissão para mandar ou receber uma transmissão. Até Isotta tinha cessado o uso de suas artes de vento e a chegada segura deles à Nossentes foi relatada ao país natal deles pelos usuários de artes de vento da capital. Isotta estava se sentindo desconfortável sobre isso, mas como eles eram convidados de outro país, desobedecer as regras significaria erguer dúvidas sobre eles, então ela não tinha escolha senão aceitar.

Quando ela relatou isso ao capitão Yuusuke, ele só murmurou “É, seria melhor contatar eles nós mesmos, mas isto certamente seria pelo melhor.” Isotta só respondeu com “Sim, seria.” Lidar com Nossentes só trouxe sentimentos de desconforto para eles.

De qualquer forma, essas eram as regras do país onde eles estavam ficando, então Yuusuke não se preocupou muito sobre isso e estava prestes a ir para a cidade hoje, de novo, para procurar por remédio.

***

“Oh, se não é Yuusuke-sama!” (Maria)

“Ah, ele é um conhecido seu, irmã?” (Chiquinha)

“Hm?” (Yuusuke)

Yuusuke ouviu esta troca no que ele estava andando em direção da loja de remédio e virou sua cabeça em direção das vozes. Ele viu duas pessoas ali, uma garota parecia ser familiar para ele, enquanto ele tinha visto a outra na cidade antes. Uma delas era uma bela jovem garota com olhos e cabelos azuis, a outra – uma garota que havia dado para ele as direções pela cidade ontem, que tinha cabelo amarelo que estava amarrado ao lado dela.

“Rasanasha-san, e a garota de…?” (Yuusuke)

“Ah… olá!” (Taís) (NT: Esses nomes aleatórios são chatos de manter consistência, até porque tem que ficar trocando toda hora…)

“Oh! Realmente é o Yuusuke-san!” (Rasanasha)

[“Isso mesmo, nós estamos partindo de volta para Fonclanc em breve”], pensou Yuusuke, encontrar pessoas inesperadas em lugares inesperados e foi lembrado de algo que Rasanasha contou para ele mais cedo.

“Pensando sobre isso – você é a irmã mais nova dela?” (Yuusuke)

“Eeh, a irmã mais nova que você estava falando sobre?” (Taís) (NT: Aparentemente, Yuusuke falou para ela sobre a história da Rasanasha… ou algo assim, até a nota meio traduzida, para vocês terem noção de como estava estranho essa parte)

“Ah, olá, meu nome é Razsha.” (Razsha) (NT: Duas falas da mesma pessoa sendo separado assim… eu não gosto, mas eu não consigo ver sendo outra pessoa nesta ou na fala passada)

“Obrigado por ontem. Eu sou Yuusuke.” (Yuusuke)

Razsha rapidamente abaixou sua cabeça e Yuusuke respondeu com um cumprimento japonês de pronto. O vigor de Razsha lembrou Yuusuke de Violet, o comportamento gentil – de Sun, o jeito que ela  ficava em pânico – de Isotta, e o jeito claro de falar – de Aisha.

***

Figuras, observando Yuusuke e as garotas das sombras, relataram aos seus superiores através de uma arte de vento oculta de transmissão.

(- Contato confirmado com Abelha-de-Mel. -)

(- Entendido. Continue rastreando o alvo. -)


Tradução: Thyros



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