WCC – Capítulo 47 – Na Cidade Portuária



Na manhã seguinte, a Corps do Deus da Escuridão e o grupo de embaixadores haviam deixado suas acomodações. Primeiramente eles tinham avançado pela floresta em direção ao fim mais ao sul da península, e então eles mudaram sua direção para o sul e entraram na floresta. Eles não sentiram fadiga devido aos efeitos dos anéis de Yuusuke. Aisha parecia ter sido quem mais se beneficiou do anel no que ela até aumentou seu passo. (NT: Eu sei, do sul eles mudaram para o sul, mas é o que está em inglês; provavelmente algum desses é “sudeste” ou “sudoeste”, mas enfim…)

Usando as artes de vento de transmissão de rotina, eles confirmaram as localizações de ambos o comboio de guarda enviado por Nossentes e seu grupo.

Não indo muito rápido nem muito devagar, mantendo seu passo no que eles não podiam se exercer demais, eles se moveram por uma trilha de um animal num ritmo surpreendente. Eles não pararam nem para comer, ao invés disso se reabastecendo com frutas lala e suprimentos simples enquanto continuavam a se mover. Eles foram capazes de chegar na borda da nação pela noite.

“Nós estamos seguindo na direção certa?” (Andrey) (NT: Eu acabei de lembrar que pessoas podem ler isto bem depois que eu postar, mas esse nome aleatório é pelo embaixador russo que foi baleado na Turquia – este em particular é bom explicar)

“Sim, não se preocupe. Nós devemos alcançar a borda… em meia hora.” (Yuusuke)

O sol que brilhou pelas árvores estava começando a se por. Todo mundo estava respirando pesadamente , apesar de que isso era de se esperar, no que eles estavam indo num passo assim desde a manhã. Provavelmente entendendo que eles serão capazes de descansar segura e pacificamente no acampamento, o grupo de embaixadores continuou andando sem vocalizar quaisquer reclamações.

Aliás, uma viagem dessas com acampamento e marcha forçada pela floresta era uma experiência completamente nova para os oficiais do castelo, que, até agora, eram apenas responsável por trabalho gerencial. A atual experiência, que era completamente diferente do trabalho usual deles, se tornou uma experiência bem revigorante assim que eles se acostumaram com ela. Viajando pelos territórios selvagens, inexplorados, através de caminhos não vistos, indo numa missão difícil, nós devemos fazer nosso melhor! Eles estavam num humor tão aventureiro, se aproveitando ao máximo.

“?” (Isotta)

Por volta da hora que eles estavam para alcançar no campo de Nossentes, Isotta começou a olhar por cima de seu ombro esquerdo. Notando isso, Yuusuke inqueriu ela numa voz quieta.

“Você notou alguma coisa?” (Yuusuke)

“!? N… não… Talvez foi só minha imaginação.” (Isotta)

Assustada pela questão inesperada, Isotta balançou suas mãos ao redor no que ela respondia a pergunta.

“É mesmo? Talvez sejam os caras daquela vez! Talvez nós tenhamos erguido uma flag.” (Yuusuke) (NT: Tradução é bandeira, mas é no sentido de jogo, estilo as famosas death-flags, onde a pessoa fala algo como “quando eu voltar da guerra, eu te direi algo” e morre, clássico)

“Perdão?” (Isotta)

Isotta respondeu com uma voz quieta, questionadora no que ela levemente virou sua cabeça. Lembrando do truque com o barco, Yuusuke pediu para ser informado sobre as menores coisas que ela notar.

“Por ora, me diga o que você sentiu.” (Yuusuke)

“… uhm, para dizer a verdade… era meio longe, mas eu acho que eu senti os soldados artless.” (Isotta)

Numa voz quieta, hesitante, Isotta havia vocalizado a sensação que ela já havia sentido durante a viagem de barco.

***

A floresta que cresceu na península, protuberando ao lago, era assim como qualquer floresta ordinária, mas era parte de uma enorme floresta, que era chamada de [Mar de Árvores] que cobria a maioria do território de Trent Rietta. Era uma enorme floresta onde quaisquer viajantes facilmente perderiam seu caminho se tentassem andar fora da estrada, à não ser que eles tivessem um habilidoso usuário de artes de vento do tipo de comunicação entre eles.

O [mar de árvores] era como uma fortaleza feita pela natureza, que permitia que um país pequeno desses sobreviva apesar de não ser um dos poderes principais em Kaltsio.

Tendo acabado de entrar na borda desta vasta floresta, um grupo de soldados da Cavalaria da Espada Branca estavam se escondendo cerca de meio dia de distância da borda de Nossentes.

Tendo recebido informação sobre um embaixador de boa fé de Fonclanc, eles decidiram tomar esta chance para atacar a capital de Nossentes, uma cidade chamada Patrucia Nost, pelos fundos. Eles cruzaram o território de Blue Garden e nadaram pelo lago de uma cidade portuária de Fonclanc próxima, e estiveram se escondendo no Mar de Árvores de Trent Rietta por alguns dias.

“Parece que o grupo de embaixadores de Fonclanc se juntou com o comboio de Nossentes.” (Teobaldo)

“Rastreie e relate a posição deles para mim. Tome cuidado para evitar detecção.” (Shinra)

Shinra deu essas ordens em resposta à inteligência do grupo da Corps do Deus da Escuridão se juntando com as escoltas de Nossentes e inqueriu sobre o acumulo de suas forças.

“De acordo com o plano, seis soldados estão para chegar hoje. O resto dos soldados também estão se movendo de acordo com o plano.” (Shinra)

“Mais dois dias são necessários até nós podermos formar a unidade.” (Teobaldo)

“Dois dias, eh…? Nós podemos cortar perto disso.” (Shinra)

No começo, Gazzeta pensou que o grupo de embaixadores de Fonclanc pegaria ou a estrada principal de Trent Rietta para seguir ao leste ou ir pelo oeste através de Blue Garden e usar a estrada principal de Nossentes. Contudo, eles tinham que reunir apressadamente em um lugar assim que eles descobriram que o grupo ia usar a rota mais curta e cruzar o lago.

Patrucia Nost, pela maior parte, usava o enorme castelo, construído pela realeza da tribo branca durante seus dias de poder, para o mesmo propósito. Sendo o descendente da realeza da tribo branco, Shinra sabia todos os segredos do castelo, assim como a localização dos Salões Divinos, onde o Parlamento Divino, o corpo governante de Nossentes, residia.

Contudo, a cidade foi construída com uma função defensiva em mente, então invadir e ganhar controle completo do castelo era extremamente difícil de se realizar. O foco do grupo de Shinra era atacar o lugar onde o grupo de embaixadores deveria se encontrar com o conselho e tomar controle do corpo comandante de Nossentes.

“E então, parece haver um monte de movimentos súbitos na cidade portuária de Fonclanc.” (Teobaldo)

“Hmm, cidade portuária… Por ora, continue juntando a informação.” (Shinra)

Shinra decidiu priorizar em reunir seu grupo de ataque acima de todo o resto, e decidiu ver o que sairá de todo auê na margem oposta.

***

Ao mesmo tempo, na cidade portuária-

“Status do inimigo?” (Volmes)

“As forças deles aumentaram de novo. Reforços parecem ter acabado de chegar e reforçaram o cerco no lado leste.” (Adamastor)

“Hmm… então eles pretendem bloquear nosso caminho de recuada para Trent Rietta?” (Volmes)

Depois de receber informação da Corps do Deus da Escuridão, um grupo de soldados foram enviados para a cidade portuária com toda a devida pressa, e eles estavam atualmente em contato com o inimigo.

O oponente deles era uma unidade especial comandada por Volmes. Quando o sol desceu, o grupo se espalhou pela cidade e se reuniu em algum lugar que era ausente de qualquer atenção pública desnecessária. Como eles haviam acabado de chegar, alguns deles já foram pegos pelos espiões inimigos, pertencendo às forças de fora da cidade.

Rapidamente avaliando o tamanho do grupo atacante, Volmes entendeu que o único jeito de escapar era focando a força deles em um único ponto e empurrar por ali. Decidindo num caminho de ação, ele imediatamente ordenou as tropas para se prepararem.

Rapidamente sentindo os preparativos, soldados de Fonclanc começaram a invadir a cidade. Enquanto os cidadãos estavam sendo evacuados, o grupo de Volmes começou seu esforço para enfraquecer o cerco e achar algum jeito de escapar.

Encurralado assim, o grupo de Volmes foi finalmente levado ao centro da cidade e havia se fechado dentro de um enorme hotel, que virou a resistência final deles contra o cerco.

“Terceiro e quarto grupos, defendam as barricadas. Primeiro e segundo grupos, se enfileirem no segundo andar da sala principal e destruam a barricada frontal.” (Volmes)

Dando ordens precisas, Volmes ordenou que abrissem um caminho do perímetro defendido para tentar atrair os inimigos, baseando sua estratégia em evitar o dano por todas direções.

Tendo dado a ordem para defender aquela linha até o último homem, ele trouxe seus subordinados para o quarto que agiu como seu quartel e esperou a chance para escapar.

Os atacantes caíram na isca e concentraram suas forças ao redor da isca, logo afinando o cerco, permitindo à Volmes sua chance para escapar.

“Ótimo, vamos lá!” (Volmes)

Volmes e seus dois subordinados entraram na passagem secreta para a casa próxima e escaparam a área, olhando d volta ao hotel atacado.

“Nós iremos nos esconder na floresta ao norte da cidade. Não caiam atrás de mim.” (Volmes)

“Eh? Capitão, e quanto os outros soldados?” (Jeremias) (NT: Eu nunca lembro os nomes que dou para esse povo…)

Seus subordinados perguntaram sobre a força destacada que estava chegando como reforço deles. Volmes, mostrando um olhar de [“o que vocês estão dizendo?”] em seu rosto, olhou para seus subordinados e explicou suas táticas de de escape.

“Eu não diria que eles estão abandonados. No mínimo eles ainda podem escapar. Depois que nós nos escondermos na floresta, eles serão capazes de se retirar para Trent Rietta.” (Volmes)

“Mas, isto não é o mesmo que abandonar eles?!” (Jeremias)

“Colaboradores de Gazzeta, soldados de Nossentes, não são esses caras que andaram com a gente por tudo aquilo?!” (Beto)

“Silêncio! Desta vez o inimigo nos leu como um livro!” (Volmes)

Do ponto de vista deles, deixar os homens do mesmo grupo de elite sem qualquer plano não era nada além de traição. Esses dois homens originalmente pertenciam à trupe de fogo, o grupo de elite de Blue Garden. Ordem para deixar seus camaradas para morrerem assim era inaceitável para eles.

“Me desculpe, capitão.” (Jeremias)

“Nós não podemos mais lhe seguir.” (Beto)

“É mesmo, bem, então, adeus.” (Volmes)

Dizendo isso numa voz indiferente, Volmes virou suas costas para seus subordinados.

“Vocês dois estavam me servindo bem até hoje.” (Volmes)

“Capitão…” (Beto)

Volmes olhou para eles por cima de seu ombro. Com um flash, uma foice de fogo cortou o ar e a cabeça de uma das duas pessoas rolou, a expressão grata de ter recebido elogio de seu capitão ainda estava em seu rosto. O segundo subordinado ainda estava em choque no que Volmes esfaqueou ele com uma espada, envolta em chamas.

“Ca… Capi… tão…” (Jeremias)

“É um desperdício, eu pensei que vocês dois ainda seriam úteis para mim por um pouco mais. Infelizmente vocês apenas se tornaram problemáticos para mim.” (Volmes)

Volmes aumentou a força das chamas e, depois d esperar por algum tempo para queimar o interior de sua presa, tirou sua espada do corpo agora se vida. Dando uma olhada final no corpo, Volmes resumiu a andar, buscando pelo portão da cidade.

“?!” (Volmes)

Volmes passou um beco e andou em direção de uma ampla encruzilhada. Subitamente uma bala de chama foi disparada nele pelo seu flanco, que ele facilmente bloqueou com sua espada de chamas. No momento seguinte, soldados vazaram do beco, cercando ele e preparando suas armas para combate.

Uma pessoa, envolta no uniforme da corps do palácio vermelho forte, se destacou entre os soldados.

“Usando suas tropas como uma distração para se salvar, desprezível.” (Hivodir)

“Você, daquela vez… você realmente pertence à Corps do Deus do Fogo, eu estou surpreso.” (Volmes)

Hivodir, que se voluntariou para guiar esta investigação, ficou diante de Volmes e seu caminho para liberdade.

Ele achou isso suspeito, que depois de algum tempo os movimentos dos defensores dentro do hotel se tornaram duros, então ele reuniu um esquadrão e passou pela cidade inteira com ele. Seguindo seu estilo usual, ele segurou os sentimentos de vingança contra o grupo que estava destruindo as vilas de artless dentro de Fonclanc.

“Acabou para você, se renda.” (Hivodir)

O grupo de Hivodir permaneceu em guarda contra Volmes no que ele parecia se render completamente, jogando sua espada fora, dizendo “não tem o que fazer”.

“O que?” (Hivodir)

“Eu estou dizendo que eu serei seu prisioneiro de guerra. Eu sei informação importante se tratando dos ataques nas vilas artless.” (Volmes)

Apesar dele ter se rendido quase instantaneamente, dentro da mente dele, Volmes estava planejando à frente no que ele deve fazer para sobreviver.

Ele apostou numa chance que, baseado nas políticas e caráter de Rei Esvobus, tratamento cruel de prisioneiros rendidos deve ser proibido. Se ele estava certo, então ele deve em breve ser transportado para Sanc Adiet.

Uma vez que ele, um espião e um simpatizante d Nossentes será capturado por Fonclanc, uma afirmação oficial será esperada de Patrucia Nost. Se eles permanecerem em silêncio, ele revelaria o plano “para atiçar o capitão da Corps do Deus da Escuridão para desertar” e tentar mudar de lados de novo.

Por esta razão, ele havia arranjado para que o barco que levou a Corps do Deus da Escuridão retornasse seguramente após a corps ter cruzado o lago.

(Aqueles Nossentianos cretinos se acham demais.) (Volmes)

Deve ser o suficiente se eu alimentar à eles alguma informação que eu obtive diretamente do parlamento divino. Se eu jogar direito, isso deve bastar para aqueles cretinos convencidos. Volmes planejou jogar com ambos Nossentes e Fonclanc, e escapar de ambos.

Com isso, o grupo que estava atacando as vilas em Fonclanc foi finalmente subjugado na cidade pelo Lago Espelho da Lua.

A luta no hotel continuou até tarde da noite. Quando a batalha acabou, excluindo aqueles que se renderam, quase todos os ex-soldados de Volmes haviam perecido em ação.


Tradução: Thyros



Fontes
Cores