WCC – Capítulo 27 – Erro de Cálculo



Mês de fogo de Shalnar, décimo primeiro dia~~

Uma velha vila de clã oculta nas montanhas de Gazzeta.

A “vila” parecia mais uma pequena fortaleza do que uma vila, e prédios de pedra estavam arranjados precisamente ao redor das imediações. Num primeiro olhar alguém podia confundir ela com uma vila seclusa na montanha.

Neste pequeno grupo de prédios, uma casa se diferenciava do resto, no que sua disposição era mais próxima de um templo do que de um simples prédio.

“Hey vovó, ainda viva e indo forte, tô vendo.” (Jovi)

“E olha para você, todo crescido. Você está tão alto agora.” (Brilith)

O jovem homem era familiar com a sacerdotisa da vila desde que ele era um bebê, então depois de trocar uma conversa amigável os dois foram para o assunto principal.

“Que tipo de revelação você recebeu desta vez?” (Jovi)

“Mhm… o Deus Maligno descendeu.” (Brilith)

“Hmm? Ele de novo, que tipo de sujeito é Isso agora? Um monstro ancião ou um progenitor dos quatro grandes deuses?” (Jovi)

“Seu corpo é similar àquele dos progenitores, eu acho que ele é provavelmente uma variação de um homem.” (Brilith)

A atmosfera pacífica de antes havia desaparecido no que o jovem homem ouviu cuidadosamente à revelação da sacerdotisa.

Esta descendência concedeu o desejo mais querido do clã. Em tempos antigos, o deus maligno que havia descido em Kaltsio havia se tornado a fonte de prosperidade para o clã branco, apesar deste deus maligno também ter levado o clã deles para sua queda. Este deus maligno havia se chamado de [Bruxo] e tinha um corpo de um homem (como oposto ao de uma besta). (NT: Wizard, homem… eu acho que era um japonês virgem de 30 anos, conforme as lendas da internet)

“Ele descendeu em Fonclanc.” (Brilith)

“Um humano, eh? Então talvez desta vez ele destruirá a prosperidade dos usuários de artes divinas?” (Jovi)

No mundo que era controlado pelo clã branco, aqueles com habilidade para usar artes estranhas eram uma minoria e eles eram tratados como cidadãos de segunda linha e caçoados sendo chamados de [coloridos]. Os [coloridos] cultuavam os quatro grandes deuses que, eles acreditavam, haviam dado para eles seus poderes. O deus maligno em si, contudo, havia chamado esse poder de [magia].

Os [coloridos] haviam se chamado de [usuários de artes divinas] e gradualmente subiram ao poder. Finalmente, o clã branco foi espantado até esta região.

“Isto, eu não sei. Contudo, eu vi que o cabelo dele era muito preto.” (Brilith)

“Hmm… eu acho que não tem outro jeito… eu mesmo irei e confirmarei isso.” (Jovi)

Outro deus maligno humanoide que descendeu antes do [Bruxo], era um monstro envolto em carne humana. Este monstro havia abatido os [coloridos] com o poder dele, reduzindo o número deles para uma minoria diminuta e providenciando ao clã branco com sua chance de florescer. A estátua do monstro, guardada nos templos dos [artless] por todo o mundo, era baseada na forma desta criatura.

De acordo com a missão que foi passada para todo rei do clã branco desde os tempos antigos, quando um deus maligno descendesse, o próprio rei teria que ir e confirmar a existência do deus. Agora que o deus maligno descendeu, e sua imagem estava próxima da estátua preta. O jovem homem deixou o templo da sacerdotisa e retornou para seu castelo para imediatamente começar os preparativos para sua jornada.

“Você realmente tem que viajar sozinho?” (Carlinha)

“Eu tenho, esta é uma missão do rei.” (Jovi) (NT: Já deu para matar, né? Próxima fala eu troco)

“Mas… se algo fosse aconteceu com o corpo de vossa majestade…” (Carlinha)

A assistente e concubina do rei protestaram. O rei tocou a barriga de sua preocupada parceira para acalmá-la, no que ela insista para que ele ao menos levasse um guarda com ele.

“É tarde demais. Além do mais, meu herdeiro provavelmente já está dentro de você.” (Shinra) (NT: E aqui vemos um exemplo de pai… mau exemplo, mas é exemplo)

“M-mas, nós nem sabemos se o bebê é uma garota ou um garoto.” (Carlinha)

No que sua dama disse isso, ele acalmou ela com um beijo e partiu em direção das terras de Fonclanc.

***

Mês de fogo de Zalnar, segundo dia~~

“Impossível. Aquele cara realmente é o deus maligno?” (Shinra) (NT: Eu não sei porque em inglês o cara ainda não colocou que é o Shinra, mas vamos lá)

Depois de receber relatos de observação dos movimentos das tropas de Blue Garden, ele decidiu invadir Paula e ordenou as tropas para se reunirem. Enquanto as tropas estavam se reunindo numa cidade próxima da borda do país, uma pequena unidade de olheiros foi enviada para as ruínas da Fortaleza Gearhawk e a força principal foi realocada por se separar em grupos menores para evitar detecção.

“Vossa majestade, o que você sobre Risha-sama?” (Godofredo) (NT: Ela era chamada Risha na web novel… ou é o que diz a nota do baka367)

“O pai de Risha já morreu faz tempo, ela é agora apenas um pássaro engaiolado. Nós vamos libertar ela junto.” (Shinra)

A rainha que herdou o sonho do falecido rei, mesmo que tudo que ela tinha conseguido fazer era proteger isso no jardim em miniatura que era nomeado Cofta. Mas mesmo aquela cidade seria eventualmente tomada pelo comandante supremo de Paula. Quando isso acontecesse, a proteção da Rainha não seria capaz de se estender à salvação dos [artless].

“Sendo uma rainha, ela provavelmente será incapaz de aceitar nossa ajuda.” (Godofredo)

“Nesse caso nós libertaremos ela através de pura força.” (Shinra)

Carregando sua greatsword prateada, ele avançou até o exército da rainha que havia tomado uma posição defensiva diante deles. Ele correu adiante, desafiando a posição inferior em que ele atualmente estava, no que a parede defensiva estava acima das planícies levemente inclinadas. Soldados [Artless], que eram os descendentes do clã branco, eram os mestres de combate armado. A corrida deles em direção dos defensores com armas preparadas em ambas as mãos era uma visão verdadeiramente assustadora de se ver. Encarados com isso, os usuários de artes divinas apenas por pouco mantiveram suas posições com seu orgulho e lealdade de ser o exército da rainha.

“Mrhm, é lamentável.” (Zeshald)

Zeshald subiu na parede e estava observando a batalha da parte superior da parede defensiva. Assim que ele começou a pensar se ele devia ou não enviar a milícia de artes divinas, que estavam coordenando a evacuação de refugiados, para cobrirem as forças da rainha, um fio de luz se esticou de parte da fortaleza até a vanguarda do exército da rainha e uma luz clara começou a envolver a vasta área ao redor da fortaleza.

No momento seguinte apenas as esferas de luz permaneceram dançando no ar e ao mesmo tempo uma enorme parede apareceu separando o exército da rainha das forças de Gazzeta.

***

O passo dos soldados de Gazzeta foi levemente interrompido pela enorme parede, que repentinamente separou eles de seus inimigos. Shinra olhou por cima de seu ombro em direção do exército de Fonclanc avançando no que ele ordenou seu exército para circular ao redor da parede para que não parassem o avanço completamente.

“Yuusuke!” (Shinra)

Havia até que uma bela distância entre Shinra e a corps do deus da escuridão de Yuusuke. Além do mais, as corps de cavaleiros, lideradas pelos cavaleiros da corps do deus do fogo, estavam entre eles. O esquadrão de guarda principal de Yuusuke numerava por volta de vinte soldados.

Se um esquadrão fosse sair da força principal para interferir com as artes divinas, ele teria um tempo duro esquivando os esquadrões de cavaleiros na retaguarda e iria trazer perdas desnecessárias.

“Guarda traseira, se prepare para batalha!” (Shinra)

Shinra escolheu usar um método mais confiável e usou seu trunfo.

(Bem, Yuusuke, como você responderá à isto?) (Shinra)

***

Yuusuke estava olhando para a parte da parede de Paula onde ela estava conectada com sua parede. Ele havia determinado por fora as coordenadas do exército da rainha só por sua visão e estava criando a parede dependendo em pouco mais de sua intuição.

No que ele estava continuamente manipulando o menu de customização, um membro de esquadrão, que estava monitorando seus arredores e escaneando por inimigos em potencial, repentinamente informou ele sobre o inimigo se aproximando.

“Cavalaria de Gazzeta está se aproximando por trás de nós! Eles numeram por volta de quarenta!” (Isotta) (NT: Não acho que tenha sido ela, mas serve)

“Isso é ruim. Aqueles caras não recuaram algum tempo atrás?” (Vermeer)

“Capitão! Você deve chamar nossas tropas de volta.” (Fonke)

“Isso não é necessário.” (Yuusuke)

A corps do deus da escuridão e cavaleiros numeravam por volta de vinte pessoas. Cerca de metade deles eram bem versados em artes divinas do tipo de combate. Se a cavalaria que era quase duas vezes maior em números fosse correr neles, o grupo de Yuusuke seria pisoteado e não teria chances de ganhar. Yuusuke virou para o cavaleiro impaciente, disse para ele que ainda tinha alguma distância entre eles e o inimigo, e continuou a manipular o menu de customização.

Yuusuke já havia antecipado isto, então ele escolheu uma customização pré-arranjada do menu e executou ela imediatamente. Um pavimento de pedra apareceu diante da linha defensiva das tropas dele.

“Todo mundo, subam no pavimento de pedra!” (Yuusuke)

Yuusuke saltou do vagão, gritando a ordem, e começou a correr ele mesmo. Membros da corps da escuridão reagiram num estalo enquanto os cavaleiros escoltando seguiram atrás deles, no que todo mundo correu para o pavimento. A cavalaria de Gazzeta continuou sua corrida e estavam agora cerca de cinquenta metros de distância de seu alvo.

“Todos subiram? Todos? Há alguém ainda de pé no chão?” (Yuusuke)

Depois de ter certeza que todo mundo subiu no pavimento, Yuusuke agilmente abriu o menu de customização e apertou o botão de executar.

Era uma arte divina experimental baseada na ideia de que se movimento vertical de um objeto customizado era possível, então o movimento horizontal também deve ser possível.

No momento que as esferas de luz flutuantes desapareceram, a corps do deus da escuridão e os cavaleiros acompanhantes apareceram próximos às forças da rainha.

***

“Qu-que diabos!?” (Shinra)

Shinra estava assistindo as forças da guarda traseira no que ele enviou uma força de ataque em direção do esquadrão do deus da escuridão, enquanto suas forças estavam circulando ao redor da enorme parede. O jeito que o ataque havia se desenrolado deixou ele tão sem palavras que ele só conseguia erguer sua voz em surpresa. Por um momento ele pensou que a corps do deus da escuridão havia desaparecido, mas eles repentinamente apareceram próximos das forças da rainha.

“Ele moveu sua força inteira!? … Isso é impossível…” (Shinra)

“Vossa majestade, se isto continuar nós seremos pinçados entre as forças da rainha, apoiadas pelo esquadrão do deus da escuridão, e as forças de Fonclanc.” (Ren) (NT: Essa coisa de pinça, é de vir pelos dois lados… pincer attack e tal… eu não sei em português como fica, mas é uma estratégia muito comum)

“Eu sei disso eu mesmo. Ordene que a cavalaria cubra esta posição.” (Shinra)

O grupo de cavalaria estava embasbacado com a perda repentina do alvo deles, no que eles receberam uma transmissão através de artes de vento para retornar e reforçar a força principal. Shinra aceitou o fato que o poder de Yuusuke era maior do que ele havia pensado, então ele começou a mudar sua estratégia, redirecionando seu exército para defender contra o ataque de trás usando a própria parede que havia estragado seus planos.

Contatando as forças de guerrilha de [artless] nas vilas por todo o continente, ele ordenou que eles capturassem pessoas próximas à Yuusuke sob o pretexto de proteção. Mesmo que eles falhassem em mostrar a força de Gazzeta para o mundo nesta batalha, ele queria ao menos ganhar alguma influência para fazer Yuusuke vir até o país dele.

“Isso mesmo, havia uma garota… chamada Sun… oficial de comunicações!” (Shinra)

***

As tropas de Yuusuke haviam teleportado próximo da fortaleza principal do exército da rainha. No que eles se viraram para o exército de Gazzeta que deveria emergir por volta do canto da parede a qualquer segundo, Yuusuke pediu que o exército da rainha recuasse na direção da montanha. O exército da rainha concedeu, dizendo coisas como “já que é uma ordem da corps do deus maligno, nós recuaremos”, mas a milícia mostrou ressentimento para o comando.

Contudo, Rainha Rishause, tendo ouvido sobre a corps do Deus da Escuridão (Yuusuke) de Zeshald e Reifold, decidiu que se eles realmente são fortes assim, seria melhor confiar esta batalha à eles.

De acordo com a decisão da rainha, o exército de Fonclanc tomaria o dever de combater as forças de Gazzeta. Seguindo esta decisão, as forças de Blue Garden podiam honoravelmente recuar da parede, passando pela fortaleza e seguindo até a cordilheira Bouzas.

Yuusuke olhou para a fortaleza, sorriu animadamente, e acenou para Zeshald que estava olhando para ele de lá em cima. Por um tempo eles ficaram assim, olhando um para o outro.

“O exército da rainha está recuando.” (Vermeer)

“O grupo de Hivodir foi ao redor da parede e está pressionando o exército de Gazzeta pelo flanco.” (Fonke)

“O grupo de cavalaria começou a se movimentar nos fundos e está provavelmente tentando se juntar à força principal de Gazzeta.” (Shaheed)

“Bom, preparem para mandar um sinal para o grupo de Hivodir. Ordene que todo o resto apoiem o Espelho d’Água.” (Yuusuke)

Soldados foram rápidos para executar a ordem de Yuusuke que ele deu de algum modo calmo. Yuusuke chamou o item de mapa em seu menu de customização que ele havia preparado mais cedo e estava esperando pelo momento exato para ativá-lo.

Além de ter suas mãos cheias com as forças do Espelho d’Água, as tropas de elite de Izapnar estavam completamente cercadas no que elas agora estavam não apenas contra as forças do Espelho d’Água mas o exército da rainha também, e eles também tinham que encarar o exército de Fonclanc e os invasores de Gazzeta. Encarados com essas circunstâncias, alguns dos soldados do lado de Izapnar começaram a ignorar as ordens de seus comandantes e começaram a se render para as forças da rainha.

Antes de tarde, o exército de Gazzeta circundou a enorme parede e apareceu diante dos outros exércitos. Yuusuke deu sorte, no que seu inimigo aparecer no menu de dados de item de mapa próximo da parede que ele criou. Porque os ataques de Yuusuke são do tipo de interferência de terreno indireta, ele precisava de um item de mapa customizável próximo do alvo que ele queria atacar. O plano de Shinra era de se voltarem contra a parede, então permitindo Yuusuke apenas fazer isso.

Uma parede de luz se esticou da parede de Yuusuke e cercou a Espada Branca. Uma quantia considerável de pedra era requirida para prender um grupo de mais de cem soldados de cabelo branco. Por sorte os recursos requeridos estavam disponíveis por perto, apesar que a vasta parede na parte superior da parede defensiva principal da fortaleza estava continuamente desaparecendo.

“V-vossa majestade! Isso…!” (Ren)

“Impossível… ele acabou de nos confinar dentro da parede!?” (Shinra)

No meio da captura do exército da Espada Branca, Shinra demorou para notar que esta arte divina sem sentido que havia prendido seu exército também ergueu paredes similares para capturar o grupo de cavalaria que estava se movendo em suas ordens individuais.

“Grrrr! Ele me pegou… eu estava errado em tomar decisões baseado em senso comum.” (Shinra)

E bem assim, as corps de cavalaria de Gazzeta sob o comando de Shinra foram capturados numa situação similar à que as forças de Izapnar haviam se achado, sem cruzar suas espadas com seu inimigo nem uma vez.

Depois de um tempinho, a corps de Hivodir alcançaram as tropas capturadas de Gazzeta e subiram a parede. Hivodir estava rindo alto, olhando para baixo nas tropas capturadas, pensando que eles agora podiam ser eliminados facilmente. Contudo, Yuusuke não permitiu ele realizar seu desejo e ordenou a cavalaria de Gazzeta se aproximando a parar seu avanço. O grupo de cavalaria, vendo seu exército principal sendo pego de refém, não tinha outra escolha senão conceder.

***

“Reúnam os membros restantes das trupes de elite no comando central. Em face de tais chances nós não temos escolha senão reagrupar!” (Izapnar)

Izapnar estava planejando se barricar com seus soldados restantes dentro do comando central enquanto mantinha as massas agitadas, logo prolongando a guerra civil e dando tempo para ele vir com um plano de retalhação para jogar a culpa para a rainha. Primeiro de tudo, o próprio fato que a rainha permitiu um exército estrangeiro à entrar nas terras deles, e ainda mais, deixou ele entrar dentro das paredes de Paula era inaceitável. Também, que ela havia dependido da força do exército de Fonclanc para repelir a invasão de Gazzeta era uma desgraça nacional e um erro grave.

Não haviam mais dúvidas que a comitiva da rainha, Zeshald, era leal à Fonclanc. Ele mudou todos seus planos para promover a propaganda que a figura central de Blue Garden foi enganada por Fonclanc. Ao manipular a informação desse jeito, ele planejava culpar a rainha pela desgraça de todos os usuários de artes divinas da nação.

Por essa razão, ele de algum modo tinha que lidar com Zeshald. Sem eliminar o apoio de Fonclanc à rainha, seria impossível se opor à política de reconciliação entre o rei Esvobus e rainha Rishause. Logo, ele só podia esperar por Belushya, que havia se infiltrado com sucesso no Espelho d’Água, realizar sua missão.

“Não acabou… eu conseguirei de algum modo. Eu espero eles dividirem suas forças para lidarem com o exército de Gazzeta, então somente uma parte deles deve seguir até aqui.” (Izapnar)

Enquanto ele estava gemendo sobre as medidas que ele tinha que tomar e as perspectivas pelo futuro, o comandante supremo estava pensando em um discurso que serviria para agitar as massas. Izapnar amassou o papel com o discurso que não agradou ele e jogou ele fora. No que ele encheu um copo com água de uma jarra para saciar sua sede, apenas o som do copo sendo cheio ressoou na sala.

Só então ele notou que suas mãos estavam tremendo selvagemente. Colocando suas mãos nos bolsos para esconder a tremedeira, Izapnar continuou a polir seu plano.

“De qualquer jeito, se eu conseguir fazer a rainha perder o apoio das massas… Hey! Onde está Volmes! Oficial de comunicações!” (Izapnar)

O plano para prolongar a guerra civil era o último esforço vai-ou-racha de Izapnar. Assim que o Espelho d’Água ganhou a superioridade e forçou as trupes à se retirarem, já era tarde demais para buscar a vitória. Exceto por fugir do país, a única oportunidade restante para Izapnar ficar vivo era implorar pelo perdão da rainha.

“O que está acontecendo com o reagrupamento das trupes de elite?! Eu quero o relatório, RÁPIDO! O que quer que vocês estejam fazendo… façam isso mais rápido, caralho!”

Só Volmes ficou do lado de Izapnar, que estava murmurando e gritando sozinho no escritório do comandante supremo do comando central.


Tradução: Thyros



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