SRVF – Volume 7 – Capítulo 5


A Ferraria Eli&Kururi teve uma grande larga, para dizer no mínimo. Mesmo hoje, o número de fregueses atravessando o portão do porco guaxinim ainda tinha que chegar ao fim.

O número de clientes nobres aumentou e isso se transformou em um rumor que atraiu ainda mais nobres para a nossa loja. Diferente dos plebeus, eles não hesitariam em gastar quanto fosse necessário em um produto de qualidade. Graças a isso, os nossos negócios estavam prosseguindo muito bem. Isso realmente era uma coisa boa, mas, para ser honesto, os nossos produtos estavam meio carinhos. E quando levamos em conta a localização de nossa loja, parecia um absurdo.

Havia um número muito pequeno de clientes ricos o bastante para comprar regularmente, tornando difícil estabelecer uma clientela fiel. É claro que também estávamos fazendo reparos, mas descobri que espadas não são facilmente danificadas e, quando acontece isso, é em um grau que qualquer um consegue reparar.

Mesmo com a reputação das espadas melhorando, é triste não poder ver o mesmo cliente uma segunda vez. Mesmo no meio de tudo, nossa loja tinha alguns visitantes regulares, embora fossem poucos.

Primeiro, o velho ferreiro, Barol. Ele diminuiu sua carga de trabalho para vir à nossa loja com certa frequência e seu objetivo era me ver trabalhar, o que parecia ser a coisa pela qual o homem mais ansiava recentemente. Ele sempre ficava alegre quando assistia meu trabalho e, embora me deixasse contente que estivesse se divertindo com isso, infelizmente, era apenas um visitante regular, não um cliente.

O outro era a Sra. Poly. Ela era uma pessoa a quem éramos gratos desde que saímos daquele casulo misterioso. Não tínhamos como agradecê-la o suficiente. Quando havia clientes na loja, limparia os interiores para não atrapalhar os negócios, mas quando estava vazio, ela e Eli conversavam sobre questões amorosas e ficavam gritando “kya kyaa”. Sobre como o segundo filho do sapateiro, Van, fazia bom Saquê, ou que o terceiro filho de um negociante de móveis que era bom em cozinhar. Ela estava sempre procurando pelo futuro marido, todos os dias, sem descansar. Embora me deixasse contente ver que estivesse se divertindo com isso, infelizmente, mais uma vez, era apenas um visitante regular, não um cliente.

E a última pessoa era o garotinho que veio com aquela madame no outro dia para comprar uma espada. Ele se chamava Riot Norris, o terceiro filho da família Norris e parecia que sua mãe o tinha forçado a aprender esgrima para dar um jeito em sua personalidade tímida. Essa era a forma dela de pensar em seu filho, já que seus irmãos mais velhos herdariam o território.

No entanto, Riot não se deu lá muito bem com o instrutor que sua mãe contratou e, por isso, fugia do treino sempre que conseguia. Foi aí que lembrou do ferreiro que fez sua espada no outro dia. Ele pensou que se aquele ferreiro podia fazer uma espada tão boa, então podia ser que também fosse um bom espadachim. Embora eu não tivesse memórias, uma vez que agarrei a espada, surpreendentemente fui capaz de usá-la e muito bem. Assim, ouvindo os apelos do garoto, virei seu instrutor. A madame também aceitou isso e começou a me pagar.

Era divertido ensinar esgrima ao menino e ter alguém que confia em você deixa uma sensação ótima. No entanto, infelizmente, mais uma vez era apenas um visitante regular, não um cliente.

E, assim sendo, quase não havia “clientes” regulares na loja e isso era que me vinham à mente com frequência nos últimos dias. Antes de me dar conta, acabei falando sobre isso para o velho Barol também.

— No final das contas tu conseguiu criar uma loja dessas e provavelmente não tem muita gente tão rica assim pra vir com frequência. Também não são tantos os lojistas com lojas boas que conseguem clientes regulares, por isso, não precisa ficar deprimido. Se der tempo o suficiente, tu vai conseguir alguns.

Essa foi a resposta do homem que esteve no ramo da forja por muitos anos. Provavelmente deve ter levado algum tempo até que aquele espadachim tivesse chegado à loja do velho Barol.

Se fosse assim, então eu não tinha outra escolha senão continuar a fazer o meu trabalho até que um cliente bom chegasse.

— Shishou! Está realmente tudo bem assim? Nós só fizemos treinos básicos durante a semana toda…

— Não só esta semana, eu farei você treinar o básico por meio ano. Quando terminarmos, entraremos em um treinamento infernal que vai fazer você pensar que o treinamento básico fosse o paraíso.

— Hiee… Eu estou contente com o treinamento básico!

Depois de assistir a prática do jovem Riot com admiração, voltei a fazer o meu próprio trabalho. Mesmo assim, ser chamado de Shishou não me passava uma sensação ruim e, por algum motivo, também não parecia ser a primeira vez que isso acontecia. Talvez tivesse tomado alguns discípulos antes de perder a memória. Como esperado, pode ser eu tenha sido uma pessoa incrível.

— Você deve saber, teu nariz tá crescendo ¹.

O velho Barol comentou quando comecei a ficar convencido. Eu não podia ter nenhum pensamento perverso perto dele, já que ele passava um bom tempo prestando atenção em mim.

— Ah é. Isso me lembra uma coisa, tem um cara muito interessante na cidade nesse momento.

Um cara interessante? Tipo um artista de rua?

— É um dos meus clientes regulares. Talvez ele vire seu cliente regular também.

Velhote! Então você prestou atenção na minha história, hein?! Quem é ele? Quem é? Quem é esse cara super interessante?

— Ele é um cara de boa criação, mas provavelmente não tem o dinheiro necessário para comprar as espadas daqui.

Geh! Um cliente regular que nem mesmo tem dinheiro?! Sai de mim saravá!

— Não fique com uma cara tão desapontada. Ele só não tem dinheiro agora, mas aquele cara com certeza vai ser grande no futuro. Se tu fizer algumas espadas pra ele por um preço baixo agora, então fará com que fique te devendo um favor e, se ele gostar da espada, isso provavelmente evoluirá para uma relação duradoura.

Um investimento a longo prazo, hein? Para o velho Barol sugerir que ele com certeza se tornará conhecido no futuro… Que tipo de cara será que é? Agora fiquei animado.

— Onde está essa pessoa?

— Que bom que tu entendeu rápido. Ele é um médico em formação, que tem viajado para ganhar mais habilidade, e agora está praticando nesta cidade. Ele disse que vai embora em mais ou menos um mês.

— Você falou com ele pessoalmente?

— Sim. Parece que ele está oferecendo exames e medicamentos que faz pessoalmente por um preço bem baixo. Fiz com que desse uma olhada no meu ombro machucado e sua capacidade é tão boa para um médico ainda em treinamento! Minha dor que nunca passava desapareceu desde então e, pelo o que um amigo me contou, seus remédios, mesmo baratos, são bastante eficazes! Parece que ele está bem só em conseguir o necessário para suas viagens e, por isso, cobra bem barato mesmo.

— Oh, que pessoa maravilhosa. Parece um santo ou coisa do tipo — falei honestamente o que pensei.

— E, além disso, ele ainda é jovem. Também parece bastante puro e agradável, então a palavra santo pode combinar bem. A idade dele deve ser mais ou menos a sua. Sério, ouvi falar que o príncipe deste país também tem se saído muito bem, e veja só, ele também é jovem! Novos talentos estão surgindo um atrás do outro, então, quando olho para vocês a palavra “aposentadoria” cruza a minha mente.

— Você ainda pode continuar trabalhando, velho Barol.

E, de fato, acho que suas habilidades são surpreendentes para esta cidade.

— De qualquer forma, que tal tomar o médico como cliente? Ele deve se tornar um grande médico no futuro, talvez até seja empregado pelo corte. Sua personalidade também é excelente.

— Não, não, ele é um médico, certo? Não precisa de uma espada.

— Idiota! Mesmo tendo habilidade como ferreiro de primeira classe, ainda te falta como comerciante! Já te disse que ele está viajando, não disse? Ao considerar os perigos que aparecem ao longo do caminho, é melhor sempre ter uma ou duas espadas consigo. O que vai fazer se não consegue nem pensar nisso?! Sério, você já tem uma esposa, mas continua ingênuo…

A última parte foi um completo mal-entendido, mas senti que iria sofrer um contra-ataque severo se dissesse algo, então fiquei em silêncio. Era verdade que se deveria sempre portar ao menos uma espada enquanto viaja. Como esperado de alguém que tem trabalho no ramo por tanto tempo. Parece que ainda posso aprender muito com esta pessoa.

— Pelo que vi, ele ainda não tem uma espada. Vá e pegue-o antes que outros ferreiros façam isso!

— Sim. Vou garantir o médico.

— Esse é o espírito! Você tem uma esposa, então deve aproveitar as oportunidades que aparecem para ganhar bem…

A última parte continua sendo um grande mal-entendido, mas tudo bem.

Contei para a Eli que estava indo garantir o médico e saí. Ela parecia não ter entendido o que estava acontecendo, mas seria um saco explicar tudo, por isso, decidi deixar isso para depois.

Saí às pressas, mas para onde devia ir? Foi nesse momento que o jovem Riot saiu da loja.

— Shishou, você vai atrás do médico, certo? Eu posso ajudar.

Que sorte inesperada. Surpreendentemente, o jovem Riot estava bem informado.

— Ele também é o principal assunto lá em casa. Existem vários rumores por aí, falando que ele é alguém de posição bem elevada. Seu nome era, se eu não estiver enganado, Rain… isso, um nome do tipo. Minha mão disse que ele chega a brilhar de tão bonito, então eu acabei gravando seu nome.

— Ele é tão bonito assim? E ainda por cima é médico. Definitivamente uma pessoa sem igual.

— Sim, parece que é uma pessoa maravilhosa. Ele fica negando, mas dizem que há inúmeras pessoas querendo lhe dar um monte de dinheiro como forma de agradecimento. E ouvi que, enquanto ele faz os exames, várias guardas femininas ficam o acompanhando.

Essa criança é bem informada mesmo, hein? Eu darei para ele o título oficial de informante. Um grupo de guardas segue o cara, eh… Não sei se fico com inveja ou com medo. Não, com medo é melhor, eu acho…

 

 

— Isso é preocupante. Parece que será um saco arrastar ele até a loja, mesmo se o encontrarmos. Além disso, pelo que você está dizendo, ele não aceita nenhum tipo de presente. Espadas se encaixam exatamente nessa categoria.

— Não está tudo bem se cobrar só um valor simbólico? Seria presunção demais se ele quisesse suas espadas de graça.

— Sério mesmo?

Bem, o moleque também consegue bajular um pouco.

— Mesmo assim, todas essas informações fazem parecer que se aproximar dele é algo difícil.

— Isso é verdade. Nossa casa também convidou ele, mas a mãe disse que fomos recusados… Já sei! Shishou, acabei de ter uma boa ideia! Tudo vai ficar bem se você disser que é um paciente!

— Soa como um bom plano, mas eu estou completamente saudável. Infelizmente até demais.

Embora não consigo lembrar qualquer coisa sobre o meu passad desde que acordei, uma coisa ficou bem clara: esse corpo é muito forte. Ele se move bem, trabalha bem, não precisa de muita comida e com certeza não está em más condições. Maravilhoso, é realmente maravilhoso, mas, para o caso atual, é lamentável.

— Esse cara é mesmo um bom médico, certo? Se fizermos algo de errado podemos acabar o ofendendo. Isso destruiria qualquer chance de um bom relacionamento.

— Hmmm, então ele é um oponente complicado, né?

Estou sentindo que não tenho saídas. Seria imprudente demais, mas voltar de mãos abanando deixaria o velho Barol bravo.

— Acho que só vou ver ele então. Você sabe onde o médico pode estar, Riot?

— Considerando as coisas que ele tem feito nesses últimos dias, acho que posso fazer uma suposição. Vamos lá!

Com Riot na frente, fomos em direção à área em que o médico supostamente estaria no momento. Devo agradecer a este discípulo informante mais tarde.

O lugar onde Riot me levou era cheio de edifícios. Ficava afastado da barulheira do mercado e bastante calmo, provavelmente porque durante o dia, a maioria dos moradores locais estarem indo para seus empregos.

Em um canto de uma residência tranquila, os encontramos. Um grupo de garotas com pessoas se aglomerava ao redor delas. Todos olhavam para o mesmo prédio.

Ah, é isso, até que encontramos com muita facilidade. Esse grupo de garotas deveria ser aquele que Riot falou. Quanto às pessoas ao redor, provavelmente eram os próximos pacientes ou apenas curiosos. Nosso médico deve que estaria dentro daquele prédio que estavam observando.

— Entendo, então virou isso.

— Parece que vai ser difícil de aproximar.

— Vamos tentar ir lá. Talvez descubramos algo.

Nos misturamos ao grupo de pessoas. Toda a conversa que ouvíamos ao nosso redor era a respeito do jovem médico. Sobre como visitou aquele cara e este foi curado, como curou aquele outro sujeito e assim vai.

No meio de tudo isso, Riot e eu fizemos nosso caminho até a parte da frente. Minha vontade era de entrar no prédio para dar uma olhada na cara do médico, mas uma mulher do grupo, que estava de guarda, me olhou de um jeito que deixou claro que não me deixaria passar.

Eram um grupo de guarda de elite, todas tinham bastante vigor. Uma das mulheres deu um passo adiante e ficou na minha frente.

— Eu sou Casa, líder do esquadrão de guarda de elite. Que negócios você tem com Rail-sama?

Ela olhou para mim e se apresentou, e provavelmente mencionou o médico.

— Esse tal Rail é o médico? Vim até aqui pensando em conhece-lo.

— Você está gravemente doente? Se não, fique quieto e assista de longe enquanto Rail-sama anda pela cidade.

— Não estou. Só quero trocar uma ideia, pode ser?

— Não pode! O Rail-sama é está muito ocupado no momento!

A pressão do esquadrão aumentou na mesma hora. Parecia que não deixariam que nos aproximássemos mais.

Sendo oprimidos, Riot e eu recuamos aos poucos.

— Uma mensagem. Você pode ao menos passar uma mensagem?

— Não.

Não ia adiantar discutir, né? Agiam como se ele as pertencesse ou coisa do tipo. Mais uma vez pensei que esse tal de Rail devia ser alguém especial.

— Não é nada de demais. Aquele médico andarilho não tem arma, certo? Ele está fazendo coisas maravilhosas, então seria triste se fosse ferido durante sua jornada. Então, me perguntei se ele compraria uma espada. Eu sou um ferreiro, sabe?

— Entendo, então você veio em busca de fazer negócios? Mas o que está falando até que faz sentido. Acho que posso transmitir essa mensagem. Qual o nome da sua ferraria?

Ferraria Eli&Kururi.

Ferraria Eli e Kururun, hein? Certo².

Você com certeza não prestou atenção, não foi? Isso não está certo. A última parte.

— Ah, eu conheço essa loja — disse uma das guardas que estava mais distante.

— A loja do porco e do guaxinim com uma espada, né? Também conheço o lugar.

— Entendo. Então eu vocês transmitirem a mensagem da Ferraria Eli e Kururun.

Sendo nomeado como a líder, uma das guardas chega pulou de alegria. Conversar com um médico poderia ser algo até glorioso. Pelo menos para elas.

Eu queria corrigir o nome, mas desde que sabiam que tinha um porco e um guaxinim, não havia necessidade para tal. Se o médico quisesse uma espada, então iria até a ferraria em breve.

— Certo, conto com vocês.

Quando terminamos nossa missão, Riot e eu voltamos para casa.

O médico não apareceu naquele dia. Talvez a mensagem tenha sido transmitida bem tarde, ou talvez tenha sido e ele não deu bola. De qualquer forma, parecia que o relacionamento com o médico que o velho Barol tinha citado, não existiria.

 

◇◇◇

 

Rain Rail estava cansado.

Ele estava viajando e ajudando pessoas doentes sob a identidade de um médico em treinamento. Foi a primeira tarefa que seu mestre, aquele que ensinou tudo sobre ciências médicas, havia lhe passado. Ele estava começando a entender o significado disso e achou até que valia à pena fazer essas coisas.

No entanto, embora sem qualquer relação a esse fato, também estava preocupado com outra coisa. Estava ciente que sua aparência superava em muito a de uma pessoa normal. Mesmo hoje, um grupo de guardas de elite composto unicamente por mulheres, o acompanhou por aí. Ele não tinha nada contra elas, o que tornava difícil pedir para que não o seguissem. Estando tão cansado depois de um dia inteiro de exames, tudo que queria era tombar na cama o quanto antes, mas precisava falar com elas, o que lhe parecia um pesado fardo. Situações similares aconteciam em todas as cidades, não importa para onde ia, então se podia dizer que já estava até acostumado a esse ponto.

— Rail-sama. Podemos começar o resumo de hoje?

O relatório começou a ser dito em um restaurante aleatório em que ele entrou. Para não atrapalhar os negócios locais, todos foram se sentar em um canto afastado. Conversaram sobre as pessoas doentes da cidade e ele estava sinceramente grato por isso. Por causa dessas informações, sua agenda já ficaria bem definida, então isso o ajudava bastante.

Depois disso, porém, a discussão mudou para as conversas aleatórias das garotas. Como ele estava recebendo alguma contribuição delas, Rail também escutava o que tinham a dizer.

Entre elas, uma das guardas se adiantou e transmitiu a mensagem de uma certa ferraria. Parecia que queriam vender uma espada a ele, visto que era perigoso viajar desarmado. Não dariam de graça, porém, querendo que ele comprasse uma. Por mais estranho que possa parecer, Rail achou isso bom.

Mesmo assim, quando a palavra “ferreiro” passou por sua mente, Rail pensou, naturalmente, no amigo que perdeu há três anos. Foi também graças a esse amigo que ele começou a se dedicar em aprender ciência médica, assim como estava fazendo no momento. Ele provavelmente tinha muitos sonhos, mas não puderam ser realizados, porque sacrificou sua própria vida para salvar a de muitas pessoas. Rail acreditava que, se fosse ele, com certeza estaria vivo, mas seu paradeiro continuava desconhecido, mesmo depois de um ano inteiro. Os dias continuaram passando e todos desistiram de encontrá-lo. Rail estava entre eles.

Expulsando as lembranças nostálgicas de seu coração, ele perguntou à guarda:

— Qual é o nome da ferraria?

As garotas não conseguiram esconder sua surpresa, já que Rail nunca mostrava interesse por outra coisa além das pessoas doentes. A garota que foi questionada provavelmente nunca sonhou que isso aconteceria. Como estava tão surpresa, sua boca travou e quem respondeu foi a líder do esquadrão.

Ferraria Eli e Kururun, foi o que disseram. Deveríamos descobrir onde fica? Se estiver muito ocupado, podemos ir até lá e comprar uma espada para você!

Rail riu um pouco.

Ele sentiu uma estranha conexão com aquele nome, que lembrava o de seu amigo e da amada dele, que perdera há 3 anos atrás.

— Não, é claro que os exames ficam em primeiro lugar. Se eu tiver tempo passarei lá, eu acho. De qualquer forma, bom trabalho a todas hoje. Então, até amanhã.

Rail se despediu e começou a tomar a sopa em sua frente.

 


Tradutor: Fefe & Rudeus Greyrat | Revisor:


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1 – No Japão, o nariz crescer é um sinal de arrogância, algo como “ficar com o nariz empinado”. ⤴

2 – Isso me lembra do volume 13 de Overlord, onde o Ains queria vender as armas de rúnicas dele e mandou ficarem repetindo da empresa direto kkkk ⤴

Vocês podem acompanhar a Light Novel de Overlord em português acessando o link: https://ainzooalgown-br.blogspot.com/


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