Setes – Volume 6 – Capítulo 4 – O Passado do Terceiro


O Passado do Terceiro

 

Isso transpirou em uma cafeteria da capital.

Tentando de alguma forma passar meu dia de folga, eu fui junto com a Clara enquanto ela saía.

Seguindo-a em sua missão para comprar um livro, nós perambulamos pelas livrarias da Capital Imperial para encontrar algum que ela ainda não houvesse lido, e a tarde chegou antes que percebêssemos.

Como sempre, ela esteve concentrada demais na tarefa em mãos para lembrar de qualquer coisa relacionado a comida, então dei um sorriso amargo e a levei para almoçar.

Após a refeição, bebi algum chá enquanto checava o volume que Clara havia comprado.

O título O Milagre de Remlrandt estava escrito na capa, e cobria os detalhes da guerra que gravou o nome do Terceiro o da Casa Walt na história do país.

Enquanto lia isso, Eu…

(Não mesmo.)

Dentro do mundo do livro, Sleigh Walt era, supostamente, um baronete.

(NT: Classe entre Cavaleiro e Barão.)

O livro o retratava dando conselhos ao rei.

Seu período de tempo, um onde Bahnseim destruiu um país conhecido como Remlrandt, e expandiu seu território grandiosamente.

O país frequentemente travava guerras contra nações vizinhas, mas pecava no que podia ser chamado de golpe decisivo.

E assim, pequenas vitórias continuaram a se acumular, e as terras do país se expandiram de modo bem simples.

Entretanto, Remlrandt também era uma grande superpotência, e a primeira a pressionar tanto o Reino de Bahnseim.

A razão pela qual o Terceiro ficou tão famoso foi por ter se feito de sacrifício para obter vitória em uma batalha que tinha que ser vencida a todo custo, mas…

Meu Soberano! Devemos dividir o exército aqui. Se o inimigo direcionar sua força em um único ponto… nossos números são escassos demais! Nosso forte é frágil demais!

O Rei:

Eu sei disso, Sleigh. Mas se não lutarmos aqui, o futuro não terá nada para o Reino de Bahnseim. Contra essa força inimiga invasora, se não obtermos uma larga vitória aqui, eles meramente continuarão a nos desgastar. Nossa única opção é jogar os dados aqui!

O Terceiro:

Meu Soberano… Eu compreendo. Eu, Sleigh Walt, lhe acompanharei até o fim.

E assim, mesmo quando em menor número, eles dividiram o exército apenas para se deparar com o inimigo rompendo seu acampamento e pondo o forte em risco.

O Terceiro de novo:

Meu Soberano, por favor escape!

O Rei:

Como se eu pudesse fazer isso! Com minha espada em mãos, eu os cortarei aqui!

Terceiro…:

O que você poderia estar insinuando!? Tu és um homem essencial a Bahnseim, agora e para sempre. Apenas deixe tudo comigo. Eu certamente ganharei tempo para sua retirada.

Dizendo isso, o Terceiro comandou todas as tropas presentes para atacarem, o Reino de Bahnseim recebeu o tempo necessário e após reagrupar e reorganizar, tiveram sucesso em cercar e derrotar o exército de Remlrandt.

Após abater o comandante inimigo, o Rei.

Esta vitória… nunca teria vindo sem o caro Sleigh. Aquele homem é o verdadeiro herói de Bahnseim!

E assim por diante…

Lendo o conteúdo através de mim, o Terceiro falou em voz baixa:

… Que porra é essa? Absolutamente nojento. Quem foi? Quem foi o bastardo que colocou essa falsificação bagunçada inútil como se fosse a verdade? Eles se atrevem a me fazer de idiota?

Ele parecia consideravelmente irritado.

Terminando o livro, o devolvi à Clara.

— Qual o problema? Dos olhos de um Walt, esse livro é a verdade?

Para a questão dela, o Terceiro falou:

Lyle, diga a Clara-chan que isso é simplesmente cruel demais. E espera, se isso supostamente é a história oficial, então nenhum golpe na cara será o suficiente pra me fazer perdoar aquele pirralho incompetente.

O Quinto falou:

Alguma coisa errada? Deixando o diálogo de lado, é verdade que você ganhou tempo para a retirada, e contribuiu grandiosamente para a vitória, correto?

O Terceiro berrou:

Está tudo errado! Nunca vou perdoar o filhodaputa! Digo, em primeiro lugar, a pessoa que derrotou o comandante fui eu, sabe.

O Quarto falou:

Eh? Primeira vez que escuto isso…

O Terceiro:

Aquele maldito incompetente!!

(É raro o Terceiro estar tão mal-humorado.)

Eu dei minhas impressões honestas para Clara:

— …O conteúdo está, bem, simplesmente longe demais da realidade.

— Está errado? Então eu ficaria feliz em ouvir a verdade passada pela Casa Walt. A maioria das publicações contam a mesma história.

Diante das palavras dela, o Terceiro soltou um berro entusiasmado:

Dê a ela diretamente, Lyle! Agora é a hora da verdade sair!

(Não, eu só sei a estória do livro também, sabe!)

Eu dei um tapinha na Joia e deixei ela rolar para mostrar minha recusa.

POR QUÊÊÊÊÊÊ!!?

Ele pareceu bastante insatisfeito.

— Eu não sei tanto a respeito. Vou tentar me lembrar do que me foi dito, então pode me dar um pouco de tempo?

Eu disse com um sorriso amargo, e Clara assentiu:

— Tenho certeza que há informações apenas conhecida pelos herdeiros, e parte do conteúdo pode estar diferente. Estarei esperando.

Ela realmente parecia feliz enquanto pegava o livro que deixei na mesa.

Estendendo a mão para outro de sua pilha de novelas, parece que ela planejava ler todos na cafeteria.

Eu chamei a atendente:

— Com licença, dois refis de chá, por favor.

Me senti mal em não pedir nada, então solicitei algumas bebidas.

(Bem, isso não é uma sensação ruim. Vale mais que as apostas de ontem, pelo menos.)

Pensando assim peguei outro livro dela, e comecei a ler.

Meia Noite.

A pessoa que me arrastou para a Joia quando eu estava tentando dormir, foi o Terceiro que ainda parecia irritado pelos eventos do dia.

Eu falei:

— Não, não acho que você tenha que ir tão longe.

Nisso…

Não quero! Eu absolutamente não quero que me considerem como tendo morrido pelo bem daquele cara! Eu vou te mostrar a realidade em primeira mão, então se certifique de gravar na memória!

Sua irritação corroeu seu comportamento normalmente calmo.

O Quarto também estava participando da discussão e parecia um pouco cansado.

Bem, talvez seja melhor tirar isso do peito. Não que eu realmente queira ver.

Parece que o Quarto nutria alguns sentimentos incertos.

Digo, aquele que preparou a casa para sua elevação a status de Barão e ajudou de várias maneiras foi o odiado Rei do Terceiro.

Liderado pelo Terceiro, nós dois entramos em seu quarto.

Como uma Casa de Baronetes, a Mansão Walt era muito maior do que durante a época do Segundo.

A mobília e ornamentos pareciam extravagantes, mas duvido que o Terceiro se importasse muito com eles, já que havia poucos.

O Quarto falou:

Que nostálgico.

Um pouco irritado, o Terceiro…

Você disse que ajudou a Casa em nos promover ou algo assim, mas olha aqui. Fundamentalmente, a Classe Baronete tem prospectos melhores. Você tem um bocado de liberdade, e após virar Barão, tem que fazer coisas como cuidar dos territórios vizinhos, e… isso não é nada além de um saco, tô dizendo!

Não parece que o Terceiro estava feliz pela Casa Walt ter obtido o status de Barões.

Caminhando pela mansão, vi os empregados trabalhando de bom humor.

Eu…

— Na época do Primeiro, e espera, do Segundo também… os servos, ou como deveria colocar isso, bem, todos eles davam esse ar de “família”.

O Terceiro falou:

É porque recebemos viúvas, e crianças sem os pais do vilarejo e colocamos eles para trabalhar aqui. Eu odeio toda a coisa rígida e formal, e desde que você diga a eles para parecerem diligentes sempre que convidados vierem, não vai ficar tudo bem?

O Quarto falou:

Na minha época, aqueles que não tinham recebido uma educação adequada eram… parando para pensar, eu tive que ralhar com eles um bocado.

Deixando a mansão, a rua veio à vista.

Havia um mercado aberto, e as ruas estavam cheias de energia.

Os esforços do Primeiro e Segundo estavam finalmente a dar frutos aqui.

E caminhando por aquelas ruas abarrotadas, a cena começou a mudar para um campo de batalha.

O Terceiro estava dando ordens acima de um cavalo.

Daqui em diante, estaremos atrasando o inimigo! Não há necessidade de vencer. Prenda-os, e esperem para receber nossos reforços!

Ele berrava ordens com uma clara falta de motivação, e a maneira como seu equipamento balançava em seu corpo verdadeiramente combinava com ele, é como eu colocaria isso.

Os aldeões que o Segundo havia treinado se moveram assim como ele ordenou.

Os Cavaleiros reunidos em torno dele pareciam de uma seleção bastante competente.

Enquanto os olhava, o Terceiro seguiu em frente e falou para mim.

Após o maldito incompetente assumir o poder, ele simplesmente saiu puxando briga atrás de briga com os territórios vizinhos. É uma mentira que éramos nós sendo atacados. É porque Bahnseim era relativamente vasto, e se alguém alguma vez tentasse pôr as mãos, provavelmente seria resolvido com uma breve escaramuça com lordes locais.

A cena mudou para uma reunião em uma larga tenda.

Aquele com seu característico cabelo vermelho curto, o rei, sentava-se em sua larga cadeira emanando uma atitude bastante descarada.

O Terceiro fixou seu olhar no jovem e falou:

… Esse incompetente, sabe, após ser entronado, disse alguma coisa francamente idiota sobre querer deixar seu nome na história. Por uma razão trivial dessas, as guerras continuavam. O que quer que precisasse pagar, ele compensaria com pilhagem e distribuiria a terra roubada… Esse era o tipo de homem que ele era.

O Rei falou:

Nós devemos obter vitória aqui, e queimar o país que me chamou de tolo, Remlrandt, ao chão! Nós já obtivemos numerosas vitórias pequenas, mas tenho certeza que dessa vez será uma grande batalha.

Era uma guerra em que os exércitos de ambos os lados numeravam dezenas de milhares.

O Terceiro estava no conselho, ao lado do Barão que tinha controle da terra na época.

O Rei:

Dividiremos o exército em cinco. Eles pensarão que nossa base principal está com poucos membros, e quando eles atravessarem, nós os cercaremos por todos os lados. Raspem a força deles aqui e o país de Remlrandt não terá futuro nenhum! Tomem o que quiserem como compensação!

Ouvindo isso, os nobres reunidos demonstraram uma vasta gama de expressões.

Alguns berrando em grande alegria.

Alguns inexpressivos.

Alguns claramente relutantes.

O Terceira Geração explicou:

Se eles pegam soldados do território e os lideram em batalha, esses soldados morrerão. É da população deles que estamos falando. Ter demais também é um problema, mas com toda a luta, nós estávamos com muitos poucos homens. Eu já havia mandado dúzias de soldados para suas mortes.

Com apenas cem soldados em seu nome, o Terceiro estava servindo mais ou menos como um retentor no momento.

Parece que o Barão regente dependia dela, já que procurou sua opinião.

Sleigh, acha que podemos vencer essa?

… Ele está celebrando cedo demais. Se eles se concentrarem em um ponto só, e conseguirem realmente tomar nossa fortaleza, realmente será o fim para nós. E com todas as guerras acontecendo, os soldados não tiveram tempo para treino de verdade. Há muitos lordes cujos homens não estão nem satisfatoriamente equipados.

Após ouvir as premonições de falha do Terceiro, o Barão falou:

Meu Soberano. É perigoso se deixarmos o forte desprotegido demais. Se algo lhe acontecer, então Bahnseim será…

O Rei riu em voz alta.

Hahaha, para selvagens daquele nível? Você realmente acredita que perderemos, Barão?

Os olhos em volta se reuniram no homem, e impotentemente, ele…

Não, nada assim…

E após a batalha ter começado, a fortaleza foi jogada em um pânico.

Um mensageiro ensanguentado chegou no portão…

M-mesmo enquanto cercados, as forças inimigas continuam em rumo direto para este forte…

N-não pode ser!!

Se levantando de seu assento luxuoso, o Rei buscou confirmação com o mensageiro repetidamente.

Eles seguem em frente enquanto cercados!? Por quê? De acordo com meu plano, agora eles deveriam ter perdido sua vontade de lutar…

Seus arredores estavam em caos, e ele sabia que tinha que bater em retirada.

Mas veio o argumento que o inimigo iria apenas persegui-los mais.

A coisa mais assustadora em uma guerra era lutar enquanto se retirava.

Tiros lançados a um exército em fuga.

Com suas costas à mostra, soldados e Cavaleiros simplesmente seriam abatidos sem resistência.

O Terceiro soltou um profundo suspiro, e se pôs na frente do Rei.

Ei.

O-o que é… você!

Eu sou o Baronete Sleigh Walt… mais importante, apenas dê suas ordens de uma vez. Isso não está acontecendo por causa do seu deslize em primeiro lugar?

Que insolência à Vossa Majestade!

Nobres expressando tais opiniões não eram a minoria.

Mas olhos de condenação começaram a cair sobre Vossa Majestade Real.

Vocês todos… quem exatamente vocês acham que são…

Enquanto o Rei tentava espremer tal voz, o Terceiro o golpeou.

(Ah, ele usou uma Skill aí.)

Tendo sido acertado por uma punho aprimorado pela Skill do Primeiro, os olhos do Rei ficaram lacrimosos. Ele se inclinou em sua preciosa cadeira, e esfregou seu rosto.

Ao mesmo tempo, o Terceiro…

Como se eu me importasse. Alguém aqui jurou lealdade a um homem como você? Aquilo ao qual me jurei não foi nada além do assento em que você se abaixa. Eu jurei lealdade a um rei com poder, mas não tenho memória nenhuma de me devotar a você. E há muitos que ficariam felizes em tomar seu lugar.

Os nobres puxaram suas espadas.

O Rei soltou um algo grito, e aqueles que lhe eram leais também puxaram suas espadas. Mas eles eram a minoria.

O Terceiro os dispensou com sua mão.

A Casa Walt tomará a retaguarda. Bem, somos apenas algumas dezenas, mas certamente ganharemos tempo. Barão, deixarei o resto com você.

Nisso, o Barão assentiu:

Eu entendo.

E o Terceiro falou enquanto olhava com desprezo para o Rei.

A razão pela qual estou te seguindo é por causa do quão importante é a autoridade que você herdou. Se você cair para Remlrandt, então Bahnseim será devastada… escuta aqui, eu não vou arriscar minha vida por você. Eu apenas a arrisco por minha terra. Então você finalmente conseguiu compreender direito, meu caro Rei incompetente?

Dizendo isso, o Terceiro deixou a tenda.

A cena perdeu sua cor, e eu falei:

— … Estou surpreso que a Casa Walt não foi destruída ali mesmo.

O Quarto era da mesma opinião.

Exatamente. O que mais, ele na verdade tratou bem a Casa depois daquilo?

O Terceiro falou em um tom desinteressado.

Bem, é porque eu ameacei ele. E se alguma coisa acontecesse com minhas terras depois daquilo, tenho certeza que os nobres provinciais teriam se revoltado… após ter sua autoconfiança esmagada ali, ele se tornou um rei bem fácil de se usar tanto por nobres feudais quanto imperiais. E após derrotar Remlbrandt aqui, nós tivemos que ir ao ataque pessoalmente. Trocar os reis teria sido um saco, posso apostar. Talvez sua maior sorte tenha sido que ele não morreu de repente por uma “morte anormal”?

Antes que pudessem recuperar sua força nacional, nós os tomaríamos. Essa perigosa decisão foi o que o Reino Bahnseim havia feito.

O Terceiro falou:

Não há justiça nisso. Quantas pessoas exatamente você acha que caíram pela autossatisfação daquele homem? Ah, vou só adicionar isso, mas…

Dando risinhos, o Terceiro explicou:

Eu usei minha Skill para colocar uma pequena sugestão na cabeça dele. Sempre que ele pensassem sobre pôr as mãos na Casa Walt, ele começaria a ver pesadelos!

Esse cara é terrível.

Foi o que pensei, mas parece que todos em volta dele eram iguais, então não tenho ideia do que dizer.

O Terceiro fez uma cara séria.

Nós já estávamos nos nossos limites. Os únicos sobrando com alguma motivação eram os nobres imperiais e aqueles que queriam ganhar alguma terra nova e virarem nobres. Além do mais, eles declararam que era a obrigação de nós, nobres provinciais, em sair e sermos mortos dessa forma.

O Terceiro deu um sorriso sombrio enquanto prosseguia sobre a alta probabilidade da morte do Rei por causas anormais.

Pensando a respeito, talvez tenha sido precisamente o soco do Terceiro que deixou aquele homem sobreviver a toda aquela provação.

A cena mudou, e dessa vez as forças da Casa Walt estavam projetadas em volta.

Com sua conduta de sempre, o Terceiro…

Apenas deem estocadas em qualquer inimigo que se aproxime. Então, alguém aqui quer morrer?

Eu estava certo que ninguém se voluntariaria diante de tais palavras, mas um único soldado no primor de sua vida deu um passo à frente.

Eu tinha visto a cara dele em algum lugar antes.

— Não é um dos aldeões que atacaram o Segundo?

O homem falou para o Terceiro:

… Eu causei muitos problemas ao seu antecessor. Duvido que isso compense muito, mas me deixe acompanhar o jovem mestre.

O Terceiro falou:

Então você nunca vai consertar essa maneira de se dirigir a mim. Bem, que seja… se perdermos aqui, Bahnseim vai entrar em uma batalha defensiva, lentamente sendo raspada. Já que fizemos nossa parte esbravejando, tenho certeza que não pensaram duas vezes sobre nos pilhar e o que será feito exatamente das mulheres e crianças.

Nisso, outro avançou.

Era um jovem Cavaleiro.

E-eu também!

O Terceiro socou o Cavaleiro ao chão com um sorriso.

Bem, que pena pra você! Nada de jovens. Qualquer um mais jovem que eu tem algum trabalho pra fazer a partir de agora. Recém-casados também estão rejeitados. Acho que vou jogar as condições de “solteirões, ou com uma criança que já possa ficar de pé”… porque cês vão definitivamente morrer se participarem, sabe.

Alguns soldados vieram para a frente.

Eram todos do fim dos vinte ao começo dos quarenta.

O número deles era próximo a quarenta.

Yep, parece bom. E estamos partindo. Deixarei o resto com vocês.

Montando seu cavalo com atitude leve, ele pegou as armas dos jovens, e as distribuiu para os outros. Após organizar seus equipamentos, ele incitou seu corcel adiante.

As imagens ficaram cinzentas, e o tempo deles parou.

O Quarto falou:

… Isso foi bem horrendo.

O Terceiro falou:

Realmente foi. É por isso que odeio aquele débil mental incompetente. Não é como se nós quiséssemos morrer ali, sabe. Todos nós queríamos voltar vivos. Mas… se perdêssemos ali, então seríamos os opressores. Pelos olhos dos inimigos, nada além de um povo terrível. Nós fizemos nosso pior a eles, então reclamamos que não queríamos morrer.

O Terceiro olhou para cima ao céu cinzento, e falou:

Guerra realmente é uma merda.


Tradução: Batata Yacon   |   Revisão: BravoED   |  Revisão Final: Vai ser o Delongas assim que ele chegar no capítulo.


Caso queiram ler o próximo capítulo de modo adiantado. Podem acessá-lo no blog do tradutor por este link.


 


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