Setes – Volume 4 – Capítulo 6 – Shannon Circry



Shannon Circry.

 
… Manhã.

Shannon resistiu a sensação de sono, e levantou a metade superior de seu corpo.

No passado, mesmo se ela dormisse demais, sua afetuosa irmã a acordaria gentilmente. Ela prepararia café-da-manhã, e o faria de uma forma fácil para que Shannon comesse.

Então, sua irmã iria para a academia e ela gastaria o resto do dia em lazer.

O almoço sempre já estaria preparado, então se ela ficasse com fome, ela só tinha que pegá-lo.

Quando a noite chegava, sua irmã mais velha tomaria conta dela de novo.

Houve servos ao redor algumas vezes, mas os olhos da Shannon… quando ela tentou testar seus olhos demoníacos, eles acabaram fugindo.

Não, ela os pôs para fora.

E agora, a nova vida dessa garota era…

“Urgh… Eu tenho que levantar logo.”

Ela não queria deixar a cama, mas a razão pela qual ela se levantou tão cedo pela manhã era porque ela tinha uma mentora assustadora.

Shannon trocou suas roupas, e foi em direção a cozinha.

Apesar de seu sentido de visão ter se apagado, seus outros sentidos haviam se afiado.

Ao mesmo tempo, sua falta de visão serviu como o catalizador para despertar uma Skill.

Com sua Skill especializada, Shannon podia observar a flutuação de Mana dos outros para discernir suas emoções e coisas do tipo.

Seus olhos demoníacos mostravam a ela o fluxo de Mana invisível à outras pessoas.

Ao tocar esse fluxo, ela havia criado técnicas para manipular outros…, mas….

“Você está atrasada, Shannon-chan.”

Quando ela chegou na cozinha, já havia uma mulher trabalhando duro preparando a comida.

Era a Novem.

“M-Me desculpa!”

A sensação de despertar era uma bastante desagradável. Mesmo assim, quando ela se forçou a se mexer, ela ainda foi repreendida por sua falta de pontualidade.

Era como se o ambiente em que ela havia vivido fosse uma mentira, sua atual vida começava na cozinha.

“Por favor lave seu rosto. Quando você terminar isso, arrume o local. Então… não, antes disso, por favor veja como o Lyle-sama e a Poyopoyo-san estão indo.”

Não muito tempo atrás, era uma visão normal encontrar Poyopoyo se movendo pela cozinha junto com a Novem. Mas agora, ela e o Lyle estavam se enfurnando no depósito da mansão.

Da manhã até a noite, eles repetiram um processo de raspar e derreter metal.

Ocasionalmente discussões intensas também podiam ser ouvidas.

“Eles estão… dormindo.”

Usando a habilidade dos seus olhos, Shannon confirmou o estado de Lyle e da Poyopoyo. O fato de que ela podia confirmar isso sem se mover de onde estava provavelmente era devido ao alto nível de sua visão.

Ela apenas selecionava qualquer informação que estivesse interessada, e ela podia vê-la quando bem quisesse.

Nisso, Novem falou.

A Mana da Novem, que nunca dava o menor indício de oscilação por menor que fosse era, ao se ver melhor, extremamente densa. Não era algo que seria notado se olhado normalmente, mas era claramente anormal.

Shannon nunca havia visto um ser humano assim até agora.

“Então por favor vá despertar os dois. Tenha certeza de dizer a eles para lavar suas mãos e rostos também.”

Novem continuou cozinhando.

Para Shannon, haviam três humanos que ela estava certa que não seria capaz de derrotar.

A primeira era sua irmã Miranda.

A seguir era a Novem.

E a última era aquela que ela havia encontrado em uma festa, Celes.

Se uma dessas três a quem ela não pode se opor dessem uma ordem a ela, a atual Shannon não teria escolha senão seguir a ordem.

“… Entendido.”

Deixando a cozinha, ela foi em direção à porta da frente e deixou o edifício.

Ela não podia dizer exatamente se o sol da manhã estava brilhante ou não, mas ela podia entender que o tempo estava agradável.

Mesmo se o que entrasse em seus sentidos fosse diferente, ao invés do estímulo visual, os olhos da Shannon eram capazes de captar uma variedade muito maior de estímulos.

Indo em direção ao depósito, ela encontrou lixo espalhado por todo lado.

Lyle havia enfileirado algumas caixas de madeira, e estava deitado no topo delas.

Apesar de ter um cobertor drapeado sobre si, ele estava bastante exposto.

Poyopoyo estava no que ela chamava de modo de suspensão, e seus olhos estavam fechados onde havia parado de pé. Ambos estavam cobertos em algo parecido com fuligem preta.

Shannon olhou para a larga caixa que havia sido deixada no centro da sala.

Quatro pernas.

Havia algumas rodas caídas próximas a ela. Ela pensou que eles podem ter tentado construir algo como uma carruagem, mas pelo que ela podia ver, provavelmente isso era outra coisa.

“O que exatamente é esse lixo… eles gastaram vários dias fazendo algo assim?”

Apesar de o Lyle ter de ser supostamente um aventureiro, recentemente, ele tem estado comutando para a biblioteca e academia, apenas para trabalhar com a Poyopoyo sempre que voltava.

A biblioteca para se encontrar com a Clara.

A academia para passar pelo laboratório do Damien.

Aquela que Shannon tinha algumas memórias de brincar em sua juventude, Aria, saía pra algum lugar de manhã para receber instrução.

Após se graduar, a irmã dela Miranda foi para uma escola privada adquirir conhecimento de aventureiros pertinente a armadilhas.

Apesar de isso não parecer necessário, Novem continuou treinando sua magia.

As três estavam agindo para se aprimorarem.

E dentro disso, só o Lyle…

“P-para com isso… já chega de Melhor Lyle…”

(… O que ‘Melhor Lyle’ deveria ser? Esse cara é um narcisista??)

Ele parecia estar tendo um pesadelo.

Do espaço aberto na altura de seu peito, uma joia azul estava visível.

(Eu consigo ver seis luzes dela. Dentro do Lyle, eu consigo ver ainda outra luz.)

Ela não conseguia pensar nisso como algo similar a gema da Aria. A gema azul do Lyle era…

Dentro dela, ela podia ver seis luzes distintas.

Uma outra similar estava brilhando no corpo do Lyle, e ela parecia acostumada a estar lá.

“… P-parem… eu não vou fazer isso de novo, então…”

Shannon apertou o nariz do agonizante Lyle até tapar.

“Isso não foi minha culpa!”

Lyle gritou isso, enquanto saltava em despertar. Ele deu algumas respirações profundas.

Quando observou seus arredores, ele de repente, pareceu extremamente aliviado por algum motivo.

E as luzes dentro da gema azul começaram a se mover.

Lyle pôs sua mão na testa, e olhou para Shannon.

“… Por que você não pode me acordar normalmente?”

“Eh? Eu tentei usar minha voz pra te acordar primeiro.”

Enquanto Shannon mentia na cara dura, Poyopoyo, que havia acordado em algum momento, começou a falar.

“Isso é uma mentira. Você chamou o fruto do meu amor com o frangote, de um pedaço de lixo. Além disso, você não fez nada parecido com chamar ele.”

Poyopoyo disse isso com uma expressão asseada, mas a área ao redor do seu nariz estava bastante escurecida.

“… Vocês deveriam ir lavar suas mãos e rostos. A Novem está esperando.”

Lyle falou.

“É sobre o café da manhã? O que ela fez hoje?”

Enquanto ele se levantava e começava a deixar o depósito, Lyle pareceu estar curioso sobre o menu do café-da-manhã.

Em contraste, Poyopoyo…

“Aquela raposa maldita! Pra ela manchar meu santuário sagrado!! Frangote, eu cuidarei do café-da-man…”

“Não, eu vou simplesmente comer o café-da-manhã da Novem. E espera, pra uma autômato dormir até tarde… por que você não aprende com aquelas três.”

As três se referia àquelas atuando como empregadas domésticas no Damien.

Shannon também pensava isso, mas Poyopoyo deu uma resposta excessiva.

“Eu apreciaria se você não comparasse um modelo especial como eu a certos lixos produzidos em massa! Está me escutando? Se você não escutar propriamente, eu vou chorar, sabe! Eu vou chorar tanto que vai te irritar pra caramba, sabe!”

“… Você já é irritante o bastante.”

Enquanto Lyle dizia isso com um sorriso, Poyopoyo declarou, ‘eu odeio esse seu sorriso,’ ou algo por volta disso enquanto ela o seguia em alto astral.

(Eu me pergunto o que esses antigos estavam pensando quando eles construíram uma autômato assim.)

Conectada ao Lyle por um fio fino, a magia dele estava fluindo no corpo da empregada. O fluxo definitivamente era algo diferente daquele de um humano.

Não, era similar, mas havia claras diferenças nele.

Enquanto os dois iam em direção a mansão, eles continuaram abusando verbalmente um ao outro, e parecia que eles estavam se dando muito bem.

Shannon fechou as portas do depósito e, como ela muito mal havia movido seu corpo alguma vez até agora, elas pareceram bastante pesadas.

Quando ela tentou entrar na mansão, Aria disparou porta afora.

“Merda, ela vai ficar nervosa! Se eu me atrasar, então os punhos da Lyra san…!!”

Segurando um sanduíche com presunto e legumes em sua boca, Aria arrumou seu cabelo com um pente, e confirmou seu vestuário e equipamentos, enquanto corria.

Recentemente, ela estava recebendo numerosos cortes e machucados, e sempre que ela entrava no banho, ela soltava uma voz de êxtase de, ‘Ahn~ está embebendo no meu corpo~’ como se isso fosse uma fonte termal.

Comparado a quando ela veio para a mansão na primeira vez, parecia que ela estava ficando mais e mais masculina.

Porém, na frente do Lyle, ela colocava uma fachada.

Se a garota em si fosse perguntada se ela estava ciente disso, o rosto dela provavelmente ficaria vermelho em confusão.

No passado, o fato dela ter nascido em uma família militarista servia como razão do porquê ela balançava sua lança por aí com uma impressão de menina moleca.

Mas agora, a sensação que ela dava era próxima a de uma soldada.

Após ficar um tempo nessa cidade, essa tendência apenas se fortalecia. Sob instrução especializada, ela definitivamente estava se polindo, mas Shannon se preocupava que ela estava perdendo algo importante como mulher.

(Devo dizer a ela que o Lyle a viu quando ela estava dormindo na sala de estar em suas roupas de baixo? E espera, pra onde raios ela está indo?)

Em comparação a Aria, que parecia estar se desviando de seu caminho original, Miranda havia terminado suas preparações, e dirigiu-se porta afora.

“Oh, Shannon. Você ainda está aqui? Eu pensei que você tivesse fugido de ajudar a Novem, mas você estava em um lugar desses?”

Shannon olhou para sua irmã sorridente.

Ela não estava vestindo seu uniforme da academia. Uma saia e um casaco longo davam uma aparência rude a ela.

Ela também estava usando uma bolsa, mas dentro dela haviam ferramentas referentes a armadilhas.

Não muito tempo atrás, ela era como uma mãe bondosa, mas agora, suas partes mais escuras estavam saindo, pondo Shannon através do inferno.

Só que mais importante…

“… E-eu esqueci!”

Novem havia dito a ela pra ir acordar o Lyle, mas ela havia acidentalmente gastado tempo vadiando no quintal.

Enquanto imediatamente entrava na mansão em disparada, Miranda falou.

“Faça seu melhor hoje também! Eu estarei de volta à tarde.”

Mesmo isso sendo dito a ela, para Shannon, a Novem esperando por ela na cozinha era a prioridade maior.

Quando ela finalmente voltou, ela encontrou a Novem ignorando Poyopoyo, enquanto observava o Lyle comendo a refeição que ela havia acabado de preparar.

“Sua megera! Esse papel é meu, e só meu!”

“Está gostoso, Lyle-sama?”

“Está gostoso.”

Apesar de estar criando uma cena calorosa, quando ela notou a Shannon, Novem dirigiu um sorriso em direção a ela.

Suas emoções não foram perturbadas no mínimo. Mais ainda, ela estava ainda mais serena do que quando ela estava falando com o Lyle. A gentileza dela era levada a um extremo tão grande que se tornava assustador.

Ela nunca estava perturbada. Normalmente, humanos… até a autômato Poyopoyo podia ficar agitada. Mas, Novem nunca mostrava um sinal disso.

Quando ela notou isso pela primeira vez, Shannon havia achado isso ridiculamente sinistro.

Seus instintos haviam berrado para ela em perigo.

“Shannon-chan.”

“S-sim!”

“Vá lavar seu rosto e mãos primeiro. Uma vez que você tiver terminado seu café-da-manhã, nós vamos começar a limpeza.”

Ela não estava nervosa.

Porém, Shannon só conseguia achar esse fato assustador.

Nessa hora.

“Ah, eu vou dar uma passada no Damien, e irei na biblioteca depois disso, então eu não preciso de almoço. Eu vou simplesmente comer fora. A Poyopoyo vai…”

“É óbvio que eu irei te acompanhar. Eu tenho que manter vigia para que aquela mulher de óculos não ponha as mãos dela na sua castidade.”

Após encarar Poyopoyo, Lyle virou seu rosto para Novem.

“Damien não me disse para trazê-la ou nada assim, então eu estarei deixando ela aqui. Certifique-se de fazer ela trabalhar até os ossos.”

“Meesssttrree! Mas, eu não posso desobedecer ordens!”

A Mana de uma animada Poyopoyo flutuava de uma maneira que a Shannon estava incerta se deveria ler como feliz ou triste.

Lyle estava normal. Ele tinha uma flutuação sutil.

E Novem também oscilou um pouco.

“Entendido. Você tem algum pedido para o jantar?”

Enquanto o Lyle começava a pensar sobre a refeição da noite, as luzes na gema azul começaram a se mover. Era como se elas estivessem falando com o garoto.

Ela teve a sensação de que o Lyle também as estava escutando.

(Eu me pergunto o que essa gema realmente é.)

A gema vermelha da Aria nunca exibiu um fenômeno como este. Ela podia ver quatro luzes nela, mas elas quietamente permaneciam, como se simplesmente existissem lá.

Elas nunca se afirmavam.

A azul do Lyle era como se desse um sentimento vivaz…

… Meio-dia

O almoço preparado pela Poyopoyo até seu último suspiro foi comido pela Novem e por Shannon.

Shannon estava exausta hoje.

Limpeza, lavanderia, compras…

Se isso ia acabar assim, então mesmo que ela odiasse, ela deveria ter mantido os servos, ou assim Shannon começou a se arrepender nesse momento.

“Shannon-chan, sua maneira de comer é vulgar.”

“Não está tudo bem? Digo, eu não posso ver nem nada assim.”

Novem fixou seus olhos nela.

“Hiii! Eu vou fazer direito! Isso é tudo que eu preciso fazer, certo!?”

“Isso mesmo. Eu tenho certeza que você consegue se você tentar, então tenha certeza de comer corretamente.”

Agora, não havia como ela poder se opor.

No passado, ela era capaz de tocar o fluxo de mana dos outros e desordená-lo, mas tendo tocado a Novem, ela aprendeu medo, ela estava assustada demais para ser capaz de fazer isso.

Sua motivação mental… ela não queria tocar nele.

“Sim, por favor coma corretamente. Eu não pude fazer isso para o Frangote idiota, mas como isso foi uma ordem, eu coloquei meu coração na criação disso, bastarda.”

A comida que a Poyopoyo fazia era deliciosa.

Era impensável que fosse algo produzido por uma máquina.

Para um humano normal… uma mulher padrão, seria duvidoso se conseguiriam fazer algo neste nível.

Entretanto, o tom dela era bastante terrível.

Shannon tentou perguntar.

“Seu coração está definitivamente nisso, não está? O Lyle é realmente tão precioso assim para você?”

E…

“N-Não seja estúpida. N-não tem como eu gostar de um cara como ele. É só que figura dele tentando seu melhor é deslumbrante, e seu rosto adormecido indefeso é fofo, e… de qualquer forma, não é nada do tipo!”

Parecia como se ela de repente, houvesse começado a ler falas de uma peça, e vendo a autômato as atuando de repente, Shannon começou a questionar se ela estava quebrada.

Novem estava normal. Ela não disse nada.

Quando Poyopoyo terminou suas falas, ela mostrou uma face revigorada.

“Fufu, recentemente eu tenho sido capaz de aplicar um bom bocado da minha coleção de frases que eu sempre quis dizer. Nesse ritmo, a última cena definitivamente vai ser o final feliz da minha rota. Eu direi que quer que precise.”

Shannon pensou.

(Essa garota é um saco… como pensei, os antigos tinham um parafuso solto em algum lugar.)

Ela abandonou a autômato que havia ficado imersa em auto-satisfação, e retornou à sua refeição…

… Noite.

Quando tudo estava acabado, e tudo que restava para ela era dormir, Shannon entrou na cama, e abriu sua boca.

“Hah, estou cansada…”

Ela havia dependido dos servos e da Miranda demais, então o estilo de vida o qual ela não conseguia se acostumar era muito severo a ela.

Nos primeiros dois dias, ela foi atormentada com severas dores musculares.

Até agora, ela havia bancado o papel da efêmera jovem donzela sem nada diante de seus olhos, mas ela havia sido deixada gemendo em cima de sua cama com músculos doloridos.

O sorriso que a Miranda deu ao ver isso foi bastante irritante.

Entretanto, a fim de fazer sua irmã perdoá-la por tudo que ela havia feito até agora, Shannon não podia ir contra ela.

Dia após dia, ela adquiria mais conhecimento a respeito de armadilhas e ela mostrava rápida melhora que faria alguém pensar que ela era dotada com genialidade na área.

Se ela agisse contra uma irmã dessas, exatamente por que tipo de inferno ela passaria… ela estava com medo demais para tentar fazer qualquer coisa.

“E espera, exatamente o que é tão grandioso sobre aquele cara?”

Era a mesma questão que ela pensava todo dia.

O que é tão bom sobre o Lyle?

Miranda não era alguém que escolheria só com base nos méritos do rosto dele.

Shannon também entendia que ele se destacava como um aventureiro. De todas as coisas, mesmo se ele fosse o pior, ele tinha oito Skills consigo.

E Aria também punha sua fachada feminina na frente dele. Apesar dessa daí ser óbvio.

Poyopoyo nem tentava esconder isso.

E então havia a Novem.

Aquela novem que apenas mostrava uma oscilação em sua Mana quando dizia respeito ao Lyle.

“… Exatamente que parte dele é tão boa assim?”

Ultimamente, essa era a única coisa que ela conseguia pensar.

Nesse ritmo, a irmã dela continuaria a fechar seus olhos para ele, e parece que ela alcançaria um nível irreversível de força na direção errada por causa disso.

Ela queria impedir isso de alguma forma, mas ela não conseguia pensar nos meios.

“Apenas veja. Eu definitivamente vou te fazer pagar, Lyle!”

Dizendo isso, Shannon pensou sobre o Lyle o tempo todo até cair no sono…


Tradução: Batata Yacon   |   Revisão: Ana Paula



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