Interlúdio III – Para cada um, os seus juramentos. (Parte 5/6)

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[Subaru: Obrigado por antes, Wilhelm-san.]

 

Após a reunião no salão, Subaru chamou Wilhelm fora da mansão de Karsten. Parando em seus passos, Wilhelm virou-se para Subaru.

[Wilhelm: De modo algum. Eu fui de nenhuma ajudar, eu tenho vergonha de quão deficiente eu sou. Acima de tudo, eu era incapaz de ajudá-lo hoje.]

 

[Subaru: Não diga isso, sem Wilhelm-san, não teríamos derrotado a baleia branca. E depois disso fui capaz de confiar a Emilia e os aldeões a você. Estou realmente grato!]

 

Estas não foram palavras falsas, mas genuínas de gratidão. Mas, mesmo assim, não poderia levantar a tristeza do rosto de Wilhelm.

Nunca esquecendo uma bondade passada, sempre carregando a dor dos outros dentro de si mesmo. Este homem, ele não é demasiado bondoso para o seu próprio bem? Subaru sorriu pelo pensamento.

[Subaru: Apesar de a situação ainda não ter sido resolvida, já teve a oportunidade de visitar o túmulo da sua mulher? Mesmo que não sirva de consolo, mas, pelo menos, você se vingou…]

 

[Wilhelm: —!]

 

Nas palavras de Subaru, o rosto de Wilhelm desmoronou de repente com profunda emoção.

Subaru, vendo aquelas oscilação entrelaçadas de luto e sentimento, não sabia o que fazer. Percebendo a hesitação de Subaru, Wilhelm se curvou profundamente.

[Wilhelm: Subaru-dono, me desculpe!]

 

[Subaru: Espere, não seja assim, você não tem nada que se desculpar, eu é que agradeço, agora mesmo…]

 

[Wilhelm: Não, isso não é verdade. As palavras que falei na reunião não foram pelo genuíno desejo de ser o seu aliado. Era meu sentimento vaidoso, egoísta, que me fez suportar a aliança. Para ocultar a minha culpa, estou profundamente envergonhado.]

 

Não entendendo as palavras de Wilhelm, Subaru franziu as sobrancelhas.

Vendo isso, Wilhelm tirou o casaco dele e enrolou a manga esquerda – revelando uma ferida enfaixada em torno de seu ombro esquerdo. Através do pano podia-se ver que as camadas interiores estavam molhadas de sangue.

[Subaru: Dói? Você deve chamar Ferris para olhar isso.]

 

[Wilhelm: Esta ferida não pode ser curada. Ele foi feito por um adversário que possuía a Proteção Divina do ” Deus da Morte”.]

 

[Subaru: Não pode ser curado? … Então, Wilhelm-san!]

 

Uma ferida que é incurável leva… mesmo Subaru sabia disso.

Normalmente, se o sangramento não pode ser parado, é como um cronômetro que regula a vida de alguém. Mas, ao contrário de Subaru, que parecia cheio de apreensão, Wilhelm abanou a cabeça com calma.

[Wilhelm: A minha vida não está em perigo agora.]

 

[Subaru: Como é possível? Esse ferimento… que tipo de ataque…]

 

[Wilhelm: Eu não recebi esta ferida hoje ou ontem. Foi há muito tempo, e recentemente reabriu. Mas, para mim, agora, a ferida é muito grande.]

 

Ouvindo as palavras tranquilos de Wilhelm, o pequeno corpo de Subaru estremeceu e encolheu. Sem saber por que ele estava tendo essa reação, até as raízes dos dentes, parecia que eles não se encaixam em sua mandíbula. Tudo isso veio do “Demônio Espadachim” na frente dele, uma aura incrível que poderia congelar os fígados.

Continuando na sua voz calma e suave.

[Wilhelm: Os efeitos de uma Proteção Divina se torna mais forte, quando o proprietário da Proteção Divina está perto. Quando o proprietário do “Deus da Morte” se aproxima, as feridas que infligiram se abrirá.]

 

[Subaru: Então isso significa… a pessoa que infligiu a ferida há muito tempo… está por perto…]

 

[Wilhelm: Aquele que feriu o meu ombro esquerdo… É o Santo da Espada da geração anterior.]

 

Ouvindo Wilhelm, Subaru parou de respirar.

Olhando nos olhos de Wilhelm, ele viu os brilhos gélido de emoção.

[Wilhelm: Thearesia van Astrea. O ferimento causado por minha esposa reabriu. A fim de descobrir o porquê, devo continuar a perseguir o Culto da Bruxa…]

 

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