DE – Volume 1 – Arco 1 – Capítulo 7 (RETORNO LENDÁRIO)


É hora de se preparar para quase infartar.

Preciso dizer mais do que o título já diz?! TÔ COM O PC, CARALHOOOOO!

Bom, como esse é um momento para comemorar, vou fazer um puta post longo para vocês. É OBRIGATÓRIO QUE TODOS LEIAM HEIN!

Bom, para iniciar com uma bicuda bem gostosa; EU ODEIO LEITOR QUE NÃO LÊ OS POSTS E FALA BOSTA.

Gente, eu to tipo, quantos posts já falando que tava sem pc? E TINHA NEGO ENCHENDO OS COMENTÁRIOS FALANDO BOSTAAAAAAAAAAAAAAA. Alguns diziam que dropei a novel, e outros diziam que eu tava lançando devagar porque queria. Me digam, é tão difícil ir no último post lançado da novel e ler sobre o que aconteceu? EU LITERALMENTE FAÇO UM RESUMO DOS ACONTECIMENTOS NO MEIO TEMPO! Porra marmanjada, para de ser bando de preguiçosos. Se gostam da novel e tem tido problema, FAZ A PORRA DO FAVOR DE PROCURAR SE INFORMAR ANTES DE BOSTEJAR.

Dito isso, obrigado pela compreensão, espero que não ocorra mais casos assim. E quem lê os posts são top hein. Tem lugar no meu coração e poderão ver as ilustrações mais cedo do que os babacas que não leem.

Enfim, vamos para as coisas boas e ruins(?).

Como avisei, o pc tá de volta, mas não é bem o meu pc anterior. Porém, é meu também. Espero que não fique confuso kkkk. O que importa para vocês é que eu tenho capacidade para postar e escrever.

Para quem está querendo saber das ilustrações, atualmente eu tenho de pelo menos… 6 personagens. E só vou poder mostrá-los depois que terminar o volume 1 aqui na Novel Mania. Aí, farei uma página de galeria dos personagens para vocês admirarem meus personagens, claro, terão alguns personagens que só vão aparecer no fim do volume 2, mas aí é pra quem quer levar spoiler mesmo.

Sobre o capítulo de hoje. Gente… eu tô até esquecendo da minha novel de tanto tempo que não tocava em um capítulo… To ficando perdidinho das memorias aqui. Mas finalmente posso dar continuidade nessa delicia.

Bom, o capítulo 7 é bem versado, gosto de dar lugar para outros personagens se destacarem e vocês perceberem os outros lados das batalhas. Não quero que pensem que seguir o protagonista é sempre correto. Henry tem seus problemas e dificuldades em se achar nas coisas, então encontrem o lado que vocês apoiam.

Notem que o título é referente à guerra, mas não pode ser interpretada tão rapidamente. É uma dica para os novos leitores. Os velhos sabem sobre o terceiro arco. O primeiro passo para uma guerra verdadeira.

SE VOCÊ, LEITORZINHO QUERIDO, ESQUECEU DOS ACONTECIMENTOS ANTERIORES, RECOMENDO QUE LEIA O CAPÍTULO 6!

Deixei linkado para os preguiçosos. Enfim, é importante lembrar das coisas que acontecem na reunião dos tigres amba para entender melhor este capítulo e algumas coisas que o Henry nota conforme é explicado.

Agora… Sobre a Novel da Sophie, minha pequena caçadora fofa. Deixarei o capítulo 4 abaixo. Será o último capítulo que irei disponibilizar para leitura. Pretendo mudar muita coisa nela e desenvolver melhor tudo. Pretendo fazer algo muito mais sério que Destino Elementar. Uma aventura sombria e solitária, parceiros de viagem; a loucura e a tristeza.

O capítulo 4 mostrará uma luta insana, estejam preparados. Porém, eu acelerei acontecimentos que irei aplicar na história. Então, não achem que vai ficar assim na versão final.

Ah sim, eu decidi o nome da novel. Será: Ruína Escarlate. E não querendo dizer nada, pode ter ligação com o universo do Henry.

Para quem não leu ou esqueceu; o capítulo 1, basta clicar aqui. Se precisar do capítulo 2, clique aqui. E do capítulo 3: aqui.

Capítulo 4 – Destruição

▹ Se tu permaneceres com o cheiro do cadáver deste verme, os outros virão. Dê um jeito nisto.

Sophie pegou sua bolsa e colocou no chão. Vasculhando em alguns cantos dela, agarrou um cantil e um pano. Molhou o pano e passou em suas mãos. Depois de ter feito isso, queimou o pano perto do corpo do símio.

Por aqui não há rio nenhum… Isso deve diminuir o cheiro no meu corpo. O cheiro da fumaça vai afastar o cheiro do cadáver e de outros se aproximarem.

▹ Esplendida decisão. Mesmo que sejam bestas, ainda são apenas animais. Imbecis pela própria natureza. Porém, saibas que alguns podem se interessar pela fumaça. Esteja em alerta, Sophie.

Entendido, Sr. Rael.

Colocando o cantil de água de volta para bolsa, Sophie logo se arrumou para sair de lá.

Dessa vez, prestando atenção nos sons a sua volta. Já que não entendia o que Rael queria dizer com Véu ainda, porém, para um caçador, confiar nos seus instintos e sentidos era tão natural quanto respirar.

Sophie cometeu alguns erros como amadora, mas ainda assim, executou tudo o que havia aprendido de uma maneira espetacular.

▹ Esta floresta não é território dos Símios-Talpa, Sophie. Tome cuidado para não encontrar com o verdadeiro perigo.

Julgando que aquele que me atacou ainda era uma criança, o território deles não deve estar longe, Sr. Rael. Papai sempre diz que a informação é o maior inimigo dos números.

Rael riu com gosto disso. Era como se gostasse de ouvir o que a menina falasse.

▹ Observe, analise, aprenda e DESTRUA! Sophie, tu tens alguns dias para destruir essa espécie desse território!

Assentindo seriamente, Sophie apressou seus passos. Quanto mais Rael parecia feroz e insano, mais ela sentia seu sangue ferver e sua força aumentar.

As raízes que atrapalhavam seu caminho eram, agora, ignoradas. Os olhos dela se moviam numa velocidade absurda. Analisando até certa distância, gravando imediatamente o padrão das raízes.

Depois de trinta minutos correndo, desviando de árvores e raízes, sem fazer qualquer barulho, sua velocidade foi diminuindo. Não era que havia encontrado seus alvos, mas sim que seu nariz sentiu um cheiro peculiar.

▹ Sangue. O sangue de uma besta fora derramado por aqui.

Alguns galhos foram quebrados ali… Mais para frente tem algumas raízes torcidas. Sr. Rael… devo ir atrás?

▹ É o teu treinamento, faças o que quiseres. Porém, não esqueça do objetivo!

Entendido!

Ela seguiu onde os galhos e raízes apontavam. Sophie, por mais obediente e disciplinada fosse, ainda era uma criança curiosa e destemida.

Mais quinze minutos seguindo os traços, ela finalmente encontrou o sangue que sentiu. Percebeu que seu olfato era muito mais sensível que antes, já que sentiu o cheiro de pequenas gotas de sangue de um lugar tão distante.

O sangue nem secou… Está perto.

Enquanto olhava o sangue, seu ouvido captou um som vindo da direita. Ela não fazia ideia o quão longe era, mas dava para ouvir passos.

▹ Sophie, não use a besta desta vez. Esta besta não serás perfurada por algo tão banal.

Sr. Rael? Nem vimos ela, como pode afirmar isso?

▹ Tu que não és capaz de perceber. Tudo o que vejo é o que tu és capaz de enxergar. Se tu não vês algo e eu sim, significas que quem tem problemas és tu.

Desculpa, Sr. Rael…

Sophie odiava se sentir incapaz ou fraca. Como parte de um clã de caçadores, você teria que ser capaz de fazer tudo, sem perder nem mesmo um segundo. Era uma exigência ser capaz.

Ela prendeu sua besta na bolsa nas costas e agarrou sua pequena faca que utilizou contra os lobos.

Como era uma floresta, o relevo era irregular. Algumas vezes subia e outras descia. Sophie foi para a direita, onde uma pequena elevação se encontrava.

Subindo nessa elevação, ela se deparou com uma longa descida, era como um barranco. E olhando de longe, se podia enxergar algumas árvores balançando. Porém, aos olhos de Sophie era diferente.

Tão grande! São ursos! Mas como podem ser tão grandes?

Sophie estava abismada. Havia dois ursos em pé, medindo por volta de 4 à 5 metros de altura. Suas pelagens eram verde-escuro, era quase impossível enxergar nesse ambiente.

▹ Não prestes a atenção nisto. Ela está tentando salvar seu filhote. É um conflito na própria espécie. Teu pai não te ensinou isso?

Ensinou, Sr. Rael… mas não imaginei que as bestas tinham os mesmos hábitos… O macho deve estar eliminando o filhote de outro macho da área…

Sophie começou a analisar a situação. Ela sentia anseio em caçá-los, mas também, de alguma forma, sentia pena do filhote e da mãe dele.

▹ Bestas e animais só têm uma diferença. Uma é mais poderosa que a outra!

Rael não parecia ligar para o que estava ocorrendo naquela disputa. Entretanto, com Sophie era diferente. Ela já havia decidido o que fazer.

Sr. Rael, eu vou ajudar.

Segurando firme a faca, ela desceu o barranco escorregando. Os ursos estavam pelo menos alguns minutos de distância. Nesta parte da floresta, as árvores estavam mais separadas, permitindo Sophie ter uma mobilidade e visão melhor.

▹ Não sejas imprudente. Bestas podem ser tão estupidas quanto animais, mas conseguem perceber a tua presença em instantes se continuar a correr assim.

Entendido, Sr. Rael.

Ela não precisou perguntar mais, usando sua agilidade, Sophie subiu em um tronco de árvore na mesma hora. Por sorte, a vegetação dessa floresta, além de densa, era diferente dos outros ambientes comuns que Sophie passou. Os troncos das árvores eram, pelo menos, duas vezes maiores que as árvores do bosque. Isso sem contar os galhos. Eram capazes de suportar o peso de Sophie.

Ela começou a pular de galho em galho, evitando sempre as pontas, já que balançava mais, fazendo barulho desnecessário. O que ela precisava agora, era se aproximar da maneira mais silenciosa dos ursos.

Rosnados e barulhos eram ouvidos de longe agora. A batalha dos ursos havia começado.

Sophie ainda estava na metade do caminho.

▹ Talvez o filhote tenha sido estraçalhado pelo macho…

Não diga isso, Sr. Rael!

Sophie parecia incomodada com o comentário de Rael.

Ele sentia que ela controlava as lágrimas para não caírem de seus olhos. Então, começou a explicar.

▹ Ou, talvez, algo tenha se envolvido na disputa. Sophie, não se apegue a bestas. Se continuar sendo tão imatura e frágil, só a morte te aguarda, menina.

Não me apeguei… É só que…

▹ Não precisas me explicar. Faça o que queres, desde que não morra ou falhe no treino. Agora esqueças de chegar devagar até lá. Se quer ajudar a fêmea, então use toda força das tuas pernas!

Sophie não pensou uma vez sequer. Ela sentiu os músculos de sua panturrilha contraírem e enrijecerem, então, usando toda sua força, lançou-se para frente. Não percebendo que o galho que a suportava não havia quebrado, mas sim retorcido, como se tivesse girado diversas de vezes.

Em poucos segundos chegou até os ursos.

Sophie só parou quando ficou 4 árvores de distancia da luta, para ver o que estava acontecendo.

O filhote está vivo…! A mãe está ferida, mas não parece recente… Será que é dos rastros…?

▹ Observe os novos convidados, todos sem um único ferimento. Então é ela quem se feriu desde o início.

Quando Sophie ouviu a voz de Rael soar em sua mente, finalmente notou que havia mais 3 bestas próximas dos ursos. Uma onça-pintada, um réptil semelhante a um lagarto só que tão grande quanto os ursos, e uma víbora negra.

Cada um dessas bestas era muitas vezes maior que a versão animal e tinham diversos padrões diferentes. Tal como a onça, que era vermelha.

Por que tantos?!

Rael riu descontroladamente, como um louco e a respondeu.

▹ No mundo das bestas, o fraco é o alimento para o mais forte! MOSTRE PARA ESTES INSETOS QUE SOMOS OS MAIS FORTES!

…!

Sophie resistiu o impulso do descontrole do seu corpo. Era como se a vontade de Rael estivesse tomando seus movimentos. Ela quase se jogou no meio de diversas bestas apenas pela vontade dele.

Sr. Rael…! Eu não posso…!

Ouvindo as palavras dolorosas de Sophie, ele parecia ter acordado de seu transe e surto.

▹ Sophie, desejas salvar os ursos ainda? Cada uma destas bestas tem o poder para te estraçalhar. No entanto, tu tens a mesma capacidade. Faças o que achar correto, porém, se não enfrentar os perigos reais, jamais crescerá.

Jamais crescerei…?

Puxando sua pequena besta, ela começou a tocar os entalhes que seu pai havia feito.

As bestas já estavam atacando. O urso que havia pego o filhote, agora, tinha-o largado. Ele precisava se concentrar, senão, morreria.

Sr. Rael… você disse que minhas flechas não funcionariam, não é? Mesmo se eu mirar no olho de alguma dessas bestas?

▹ Por mais que gostaria de dizer que és possível, ainda és incapaz disso. As bestas que estão aqui não são animais comuns. A menor mudança no ar é captada por elas. Só há uma maneira de fazer isso com tua besta.

Como?

▹ Ou você aprende usar alguma Habilidade agora, ou você terá que estar com a sua besta à alguns centímetros do olho de alguma dessas bestas. Qual destas opções tu achas que és capaz de executar agora?

… Entendo… No fim… Sophie terá que enfrentar a morte incontáveis vezes, não é, Sr. Rael?

Um sorriso lamentável se formou no rosto de Sophie.

▹ Não penses assim. Transforme esta insatisfação em ódio, transforme teu ódio em vontade e esta vontade em força. Alimente seu poder, Sophie!

Conforme foi falando para Sophie, a voz de Rael se tornava mais e mais grossa e temível. Era como um demônio novamente. Um demônio furioso e irado, em busca do caos e sangue.

▹ NÃO SUPORTE, CRIANÇA! SINTA O ÓDIO! DESPEDACE-OS! EXTERMINE-OS! DESTRUA-OS! VÁ!

Sophie sentiu o poder correr por todo seu corpo. Ela não sentia medo. Aquelas bestas podiam ser muitas vezes maiores, mais fortes e ferozes que ela. Porém, Rael disse que ela tinha o poder equivalente ao deles.

Sophie nunca desconfiou das palavras de Rael, por mais louco fosse. Ela confiava no que ele disse.

Quando Rael disse a última palavra, ela já estava em pleno ar, em cima de todas bestas.

Os olhos de Sophie se assemelhavam ao de Rael quando a encarou. Olhos vermelhos, capazes de enxergar além do visível.

As bestas sequer viram o aproximar de Sophie. Quando notaram, era tarde demais.

Sophie já estava prestes a cair em cima da cabeça da víbora gigante. Sua mão esquerda segurava a besta e a direita, a faca.

Quando ela desceu sobre a cabeça da víbora, uma explosão soou e um grito ecoou. O grito vinha da cobra, que teve a cabeça enterrada no chão. Uma onda de pó e folhas levantou.

As bestas pararam de atacar. Era a chegada de uma ameaça do mesmo nível que elas, e todos ali sabiam disso.

Passos rápidos eram ouvidos no meio a cortina de pó. A onça-pintada investiu contra a direção de onde vinha os passos.

Um único bote, direcionado ao novo oponente.

Porém, a onça-pintada jamais imaginou o que seria. Era uma criança. Uma criança humana. Porém, o medo atingiu a besta.

Os olhos vermelhos e as mãos ensanguentadas desta criança trouxeram o medo para a besta.

Quando estava prestes a acertar a mordida, a onça-pintada recuou de imediato para onde estava.

O pó já estava descendo. As bestas presenciaram o que aconteceu com a víbora. Um olho tinha uma flecha cravada, o outro, não existia mais, como se tivesse sido arrancado.

Tudo isso aconteceu em um instante.

As bestas entenderam imediatamente. Esse oponente não era do mesmo nível. Essa criança era uma ameaça que não podiam enfrentar sozinhos.

Sophie cerrou os olhos. Agora ela não enxergava como antes. Seu mundo era totalmente vermelho.

O que mais se destacava em sua visão, era a “fumaça” que estava envolta das bestas.

▹ Sophie. Observe o Véu…

Ela ouvia Rael falar, mas até sua audição estava diferente. O que ela mais ouvia agora, era como gritos e lamentos. Vindos das bestas. O medo delas era transmitido para seus sentidos.

E para a surpresa de Sophie, todas bestas, sem exceção, estavam com medo de serem mortas.

A jovem garota abriu um sorriso e balançou sua faca. Quando ela fez isso, um objeto foi atirado para o alto. Era o olho da víbora.

Todas bestas só podiam se concentrar em uma coisa de cada vez. Quando o olho foi lançado ao ar, as bestas olharam para aquilo. Sophie já imaginava que fariam isso.

Usando toda a força nas suas pernas, ela investiu contra o réptil. O maior problema dela seria a defesa dele. Se a faca não perfurasse, então, seu alvo teria que mudar.

A besta estava descarregada, já que Sophie não teve tempo para armar outra flecha nesse embate. A única arma era a faca.

Quando o réptil notou a aproximação, tentou se virar, para acertar a cauda. No entanto, Sophie segurou a faca com as duas mãos e a cravou na cabeça do réptil.

A faca se quebrou, porém, metade da lâmina entrou nas escamas rígidas dele. Ele ainda estava vivo, mas sangrava e se contorcia.

Quando Sophie estava prestes a tentar algo, a onça-pintada estava atrás dela.

A onça-pintada ficou em pé, levantou as patas dianteiras e suas garras saíram. Com a força da descida das suas patas, as garras cravam nos ombros de Sophie, fazendo se ajoelhar pela força do ataque. Pequenas rachaduras se formaram no chão, onde os joelhos caíram. Foi um ataque terrível.

Sangue escorria dos ombros de Sophie, mas o não era o fim do ataque da onça-pintada. Ela abriu a boca, mostrando suas presas mortais.

Sophie não ficou esperando só esperando o ataque final da onça. Agarrando as duas patas, pelo cotovelo, da onça, ela usou toda a força em seus braços, levantando a onça. Até arrancou pedaços do próprio ombro nesse contra-ataque.

A onça sentiu o seu centro gravitacional mudar, e, quando menos esperava, a sua visão estava de cabeça para baixo. Sophie conseguiu não apenas levantar a onça pelas patas, estando nas suas costas, mas também, jogar a onça na sua frente.

Sem tempo para notar, a onça-pintada foi atirada em cima do réptil.

O réptil se contorcia incessantemente, a lâmina da faca de Sophie já estava tocando seu cérebro, era uma sensação indescritível, porém, ele não tinha como lidar com isso, já que seus membros não alcançavam a lâmina.

A onça conseguiu levantar, mas ainda estava tonta. Sentindo uma grande dor nos membros dianteiros. Ela não havia percebido, mas quando Sophie a levantou, ela também havia cravado seus dedos dentro dos músculos da onça.

Sophie não conseguia pensar em nada além de destruir estas bestas. A sensação de dor sumiu, ela não sentia nem mesmo arder as feridas em seus ombros.

Ela respirava pesado, suas mãos tremiam e pesavam.

Enquanto Sophie estava prestando atenção no réptil e onça, o urso macho estava fugindo. Ele usou essa chance para fugir daquele local.

Sophie andou para frente, encarando a onça que estava tremendo de dor e medo.

A onça havia aceitado seu destino. Os olhos desta criança fizeram desistir da própria vida. Sophie a agarrou pela garganta e esmagou sua jugular com um único aperto.

A onça caiu ensanguentada no chão.

O réptil era ainda mais lamentável. Tentava de toda maneira fugir, porém, se contorcia no chão, para tentar retirar a lâmina da cabeça.

Sophie se aproximou dele lentamente. Quando estava ao seu lado, levantou a perna e pisou com toda a força sobre a lâmina cravada.

Os olhos do réptil perderam o brilho, apenas sua cauda movia devagar, mas logo seus movimentos cessaram.

Olhando para a direção do filhote e mãe urso, Sophie andou até eles. Eram os últimos que restavam.

A mãe urso colocou o filhote para trás e rosnou.

Sophie abriu um sorriso – mais assustador do que amigável – para a mãe urso e parou seu passo.

Ela levantou o dedo e apontou para onde o urso macho tinha ido. Com o mesmo dedo passou pela garganta. Sophie estava avisando para a ursa o que faria com aquele macho.

Desviando o olhar e indo direção do urso, o corpo de Sophie parou. Ela caiu sobre um joelho e começou a vomitar. Seus olhos voltaram a ficar na cor verde natural de antes.

Sophie vomitou tudo o que podia, segurando seu estomago com ambos os braços.

A ursa pegou seu filhote e saiu imediatamente de lá.

Sophie foi deixada naquele cenário horripilante.

Sophie gritou alto por causa da dor nos ombros e no estomago. Como se não bastasse, ela sentia todos seus ossos coçarem, seus músculos estavam em câimbra e sua cabeça estava um caos. Os gritos que ela ouvia agora a assombravam.

▹ Cinquenta segundos és o teu tempo limite, porém enganaste a si mesma crendo que era um poder fácil de lidar. Aguentaste um minuto e dez segundos, foi além do que esperava.

Gah! Sr… Rael… Dor…

▹ Este é o teu castigo por usar tanto poder por tanto tempo, tola. Não se preocupe, deixarei esta vez passar por ser a primeira vez. Agora, durma.

Sr…Ra–

Quando Sophie estava prestes a falar algo, a escuridão tomou sua visão e ela perdeu a consciência.

Antes de ir ler, vou deixar uma playlist para vocês, leitores, ouvirem enquanto leem. É um dos álbuns que escutei enquanto escrevia este capítulo.

Playlist

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Capítulo 7


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